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IATA se prepara para o Aviation Day no Brasil

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), vem se preparando há alguns meses para a próxima edição do Aviation Day no Brasil, dia 1º de dezembro, em Brasília.
O evento será realizado em parceria com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (ABEAR), Associação de Transporte Aéreo da América Latina e Caribenha (ALTA) e a Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil (JURCAIB).
Estão confirmadas as presenças do secretário de Política Regulatória do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil no Brasil, Rogério Teixeira Coimbra, dos presidentes da Latam, Gol, Avianca, Azul e diretores de instituições como Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).
Além das apresentações sobre os desafios da infraestrutura, custo do mercado nacional e motor econômico do Brasil, o evento contará com debates que terão como temas o ambiente de consumo no Brasil e no mundo, a perspectiva internacional de negócios no país, lições aprendidas nas primeiras rodadas de concessão de Aeroportos, eficiência de voo e modernização, aviação e seu potencial impacto na economia brasileira e ainda os desafios para 2020.
Segundo Peter Cerda, vice-presidente da IATA para as Américas, o transporte aéreo no Brasil tem um enorme potencial. Nos próximos 20 anos espera-se que o crescimento de passageiros aumente mais que o dobro no país. “Mas para que isso aconteça, o Brasil precisa ser inteligente em relação à regulação e garantir que o ambiente operacional das companhias aéreas seja competitivo com outros países da região. Nosso negócio é o da liberdade e onde nossa indústria é permitida a florescer, gera benefícios sociais e econômicos significativos. Estamos prontos para parcerias com as autoridades brasileiras para garantir que esse seja o caso também no Brasil.”
Carlos Ebner, diretor da IATA no Brasil, enfatiza a importância de realizar o Aviation Day em um momento tão importante no país: “O momento não poderia ser melhor para discutirmos em um painel de alto nível o ambiente regulatório no Brasil comparado com as melhores práticas internacionais. Estamos entre os cinco maiores mercados domésticos mundiais e para que o transporte aéreo continue seu papel de alavancador da economia, é necessário que cada vez mais tenhamos uma aviação menos regulada e mais dirigida pelas forças de mercado, onde o consumidor tirará proveito de grandes ofertas e uma maior gama de serviços.”
Ebner cita que um dos casos emblemáticos é o da franquia de bagagem, que além ser um dos poucos países do mundo a adotá-la, criando uma série de inconvenientes em voos internacionais, limita que o consumidor tenha um preço mais justo pelos serviços que adquire junto à empresa aérea.
Aviation Day
Local: Complexo Brasil 21 Via S1, s/n - SHCS Brasília -
Data: 1 de dezembro de 2016
Hora: das 8h às 20h
Notas para Editores:
  • A IATA (International Air Transport Association) reúne 265 empresas aéreas representando 83% do tráfego aéreo mundial.
  • Siga-nos no Twitter – http://twitter.com/iata2press – para obter notícias oferecidas especialmente para a mídia.

Entenda os riscos de usar celular durante o voo



"Nem tudo foi liberado. Não são celulares, apenas equipamentos para ler e escrever. Tansmitir dados e voz ainda não pode", comenta Ronaldo Jenkins, diretor de Segurança e Operações de Voo da ABEAR.

"A inteferência eletromagnética não é algo matemático. Acontece de vez em quando e em determinadas circunstâncias", explica Jenkins.

As informações são"http://olhardigital.uol.com.br/video/39958/39958".Sempre é citado o link de referência.

Tam recebe certificação de segurança em terra da Iata

A Associação de Transporte Aéreo Internacional (Iata) concedeu a certificação Iata Safety Audit for Ground Operations (Isago) para a TAM. Após realizar auditoria em todos os processos da gestão operacional de terra no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Concedida para a companhia aérea brasileira, a Isago verifica a conformidade da empresa em relação às normas mais eficazes e seguras em operações de apoio à aviação realizadas no solo. "É uma certificação de qualidade importante, que demonstra alto grau de preparo da empresa que a obtém", diz Carlos Ebner, diretor da Iata no Brasil.

Redução de ameaças nas operações em terra que podem afetar a segurança operacional e de danos em aeronaves; prevenção de atos de interferência ilícita; prevenção de lesões ao pessoal de apoio, e cumprimento das leis e regulamentações do meio ambiente fazem parte da auditoria realizada pela Iata para liberar a certificação.


As informações são"M&E por Arthur Stabile".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira 

Tripulação da GOL seguiu a lei ao pedir atestado médico

A tripulação da Gol seguiu a lei ao pedir atestado médico à família da coreógrafa Deborah Colker, disse hoje o Sindicato Nacional dos Aeronautas.
Na segunda-feira (19), funcionários da Gol questionaram a possibilidade de o neto de Colker, que tem uma doença rara -- não contagiosa -- que provoca erupções na pele, voar.


Deborah estava com a família em um voo da Gol que sairia de Salvador em direção ao Rio quando, já dentro do avião, um comissário lhes exigiu um atestado para permitir a permanência do menino no avião. Segundo a coreógrafa, os detalhes da doença já tinham sido dados no momento do check-in --que não se opôs à entrada de Theo, 4, no avião.
A tripulação pediu um atestado médico que comprovasse que a doença do neto de Colker não era infecciosa. Deborah reclamou da abordagem feita, segundo ela "nitidamente discriminatória, preconceituosa " e que foi provocada pelo despreparo dos funcionários.
"Exigir uma declaração médica assegura a segurança e a saúde das pessoas a bordo", disse o sindicato, em nota oficial distribuída hoje. "Mesmo sendo um caso isolado, o sindicato esclarece aos associados e à população que existem diversas doenças infectocontagiosas, caracterizadas por lesões cutâneas. Por isso, é imprescindível a avaliação médica, pois não cabe ao aeronauta avaliar se há risco de contágio ou não."
No texto, o sindicato afirma que os procedimentos adotados pela tripulação seguem normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo, que reúne as companhias aéreas). Seguir a lei é essencial, mesmo que isso contrarie a vontade dos passageiros, disse a entidade.
"O SNA reitera repudiar qualquer forma de discriminação ou preconceito, independentemente da situação. Porém, não se pode conf undir o cumprimento da norma legal durante o exercício das funções atribuídas pelo Código Brasileiro de Aeronáutica. Essas regras devem ser cumpridas, mesmo que, às vezes, sejam contrárias à vontade dos passageiros."

As informações são"Correio do Estado".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira 

AIRPORT INFRA EXPO 2013

Faltam poucos dias para o inicio da AIRPORT INFRA EXPO 2013

O evento acontece entre os dias 22 e 24 de Maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Promovido pela Sators e com o apoio institucional de ANAC, Secretaria de Aviação Civil, Ministério da Saude, IATA, Departamento de Controle do Espaço Aéreo - DECEA, tem como palestrantes confirmados Marcelo Guaranys, Presidente da ANAC, Gustavo Matos do Vale, Presidente da INFRAERO, Gueitiro Matsuo Genso, Banco do Brasil, Frank Brenner, Eurocontrol, Tarcisio Gargione, Avianca,Eduardo Sanovicz, ABEAR entre outros.

Para maiores informações ligue 55 11 3032-5633, ou airportinfraexpo@sators.com.br, ou www.airportinfraexpo.com.brwww.aviationexpo.com.br


Preço do combustível para aviação cai quase 20% em abril

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) divulgou o relatório Airlines Financial Monitor de abril que aponta uma queda de quase 20% no custo do combustível se comparado com o pico de fevereiro - uma redução de mais de US$ 25 por barril. O nível atual de preços não é visto desde meados de 2012, quando as Nações Unidas impuseram um embargo ao Irã. No cenário de hoje, a perspectiva de menor demanda na aviação mundial e o aumento da oferta da produção de regiões que não fazem parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) foram as causas para a mudança no preço. A Iata representa cerca de 240 companhias aéreas que compõem 84% do tráfego aéreo global.

As informações são"Monitor Mercantil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

IATA renova certificação de qualidade da Tame


Nesta semana, a Tame Airlines recebeu da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a certificação, IATA Operational Safety Audit (IOSA), reconhecida como padrão mundial para avaliar o gerenciamento da segurança operacional e de controle das empresas aéreas. O documento é válido por dois anos. “Essa conquista certifica aos clientes que a TAME cumpriu todos os requisitos estabelecidos pelo programa”, diz o CEO da Tame, Rafael Farias Ponton.

Com o certificado a equatoriana conquista credibilidade e confiança na segurança das operações da empresa, além de abrir portas para grandes oportunidades comerciais, como compartilhamento de voos, code-share, com outras empresas aéreas. Recentemente a empresa iniciou sua operação no Brasil com o lançamento da rota Quito-Guayaquil-São Paulo.

O marco oficializa o Brasil como o quinto destino internacional da empresa, depois de Panamá, Venezuela, Colômbia e Peru. O percurso faz parte do projeto de internacionalização da empresa iniciado há dois anos e visa promover o turismo e negócios entre Equador e Brasil.

A estrutura de operação no Brasil envolve uma base no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e uma estrutura de vendas, reservas e administração a cargo da empresa AWT Group em São Paulo.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

2012 é o melhor ano de segurança aérea na história da aviação


A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) trabalha com o anuncio de que 2012 será o de melhor índice de segurança aérea na história da aviação comercial.  Mantendo a tendência observada até 30 de novembro, ao final do ano completaria como o terceiro seguido com sucessivos recordes. 

A porcentagem em todo o mundo teve redução de 17%, média de um acidente por cada 5,3 milhões de voos. A Europa tornou-se a região de maior aumento na incidência, tanto que  enquanto a África registra os piores resultados,  na proporção de 12,9 acidentes por cada l milhão de voos, na Europa houve 2,24 acidentes. Em 2011 eram 1,68 por cada milhão. 

Gunther Matschnigg, vice-presidente de segurança operacional da associação, considera que “este é um nível excelente, pois temos 84% do tráfego internacional e nenhum avião teve perda total entre as 240 empresas associadas, um fato inédito.” Somente cinco aviões sofreram avarias cujos reparos foram de grande custo, enquanto o ano passado teve 11. 

Um curioso número foi divulgado em estudo da IATA, indicando que cada pessoa tem a probabilidade de estar envolvido em um acidente aéreo se voa todos os dias durante 14 mil dias consecutivos (mais de 38 anos), comprovando que o aéreo é o meio de transporte mais seguro que existe. 

No total de vítimas de 2012, elas somam 401, sendo que no ano passado foram 490. A perda de controle da aeronave é a maior causa dos acidentes (19%), enquanto os defeitos mecânicos respondem por 18%. 

Tanto a América Latina, como América do Norte, Oriente Médio, os países da antiga União Soviética e o norte da Ásia melhoraram seus números. Na América Latina foram 1,37 acidentes por cada 1 milhão de voos.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

Agências querem maior transparência da IATA no novo sistema de distribuição

Antes mesmo de ser implantado, o NDC – New Distribution Capability – anunciado pela Iata, está recebendo uma série de críticas e rejeição, especialmente por grandes associações do setor, como a American Society of Travel Agents.  Reeleita presidenta da ASTA, a influente líder  Nina Meyer manifestou a denuncia de que a Associação Internacional de Transporte Aéreo está criando um novo sistema de distribuição sem ouvir diretamente as agências de viagem e está muito longe de uma colaboração conjunta.

direção da ASTA informou que havia solicitado assento nas reuniões que definirão a implantação anunciada, previstas para o mês de novembro em Montreal (Canadá), e que em um primeiro momento houve resposta favorável.  Ocorre que o convite para uma recíproca, durante o TradeShow promovido em Los Angeles no mês passado, quando a IATA responderia a questões dos agentes, não teve o comparecimento. Logo em seguida, a IATA reformulou sobre a reunião de Montreal, informando que nenhuma associação de agencias teria acesso ao desenvolvimento do processo do NDC. 

A BTC – Business Travel Coalition – também havia manifestado sua intenção de participar e recebeu a mesma resposta negativa. A entidade imediatamente assinalou que ‘há razões para uma significativa preocupação sobre os impactos negativos’.


Vale lembrar que o CEO da IATA, Tony Tyler havia explicado durante a World Air Transport Summit que foi realizado em Beijing, no mês de junho, que o novo sistema vai incidir em uma maior diferenciação de produtos em relação ao atual através dos GDS.  Não se trata de uma ruptura total, mas parece. Tanto que na ASTA rechaçam categoricamente a noção de que, com os GDS, os agentes não entendem o que estão vendendo e são incapazes de comunicar ao cliente as características do produto. “E se assim fosse – afirma Nina Meyer – os agentes dos Estados Unidos não teriam vendido US$ 68 bilhões no setor aéreo em 2011”.

Tyler replica que o sistema atual se concentra apenas em encontrar o preço mais baixo. Como os GDS via agências correspondem atualmente a 60% das vendas aéreas a nível mundial, os custos absorvidos pelas empresas chegam a quase US$ 10 bilhões por ano.  “Com o NDC teremos a oportunidade de aumentar os valores por assento”, afirma o representante das empresas aéreas. A definição de suas normas deverá estar pronta até 2013.


O novo sistema, segundo a IATA, permitirá às companhias aéreas oferecer aos seus clientes um produto personalizado, com novas opções.  Poucas pistas foram dados sobre o modelo que será seguido, mas a associação confia em que ele poderá fechar a barreira existente entre as aéreas e seus clientes, passando da comercialização massiva dos bilhetes  a uma nova infraestrutura, reduzindo o custo total de distribuição. Ainda segundo Tyler, “há plena confiança da IATA de que os GDS possam se unir como sócios participantes de processo porque o progresso não pode parar.”



As informações são"".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza 

Aviação mundial enche mais os aviões em Agosto

A aviação mundial atingiu em Agosto uma taxa média de ocupação dos voos internacionais de 82,1%, um ponto acima do mês homólogo de 2011, por aumento do tráfego em 5,3% face a um incremento da capacidade em 4,1%, de acordo com os dados publicados hoje pela IATA. 
A Associação, embora continue a reclamar que o crescimento está a abrandar, baseando-se em dados ajustados da sazonalidade, indica que o tráfego total (doméstico e internacional) cresceu 5,1% em Agosto, face a um aumento de capacidade em 4,1%, tendo assim uma subida da taxa média de ocupação dos voos de 82,1%, mais 0,8 pontos que há um ano.
As companhias que tiveram as melhores subidas da taxa de ocupação foram as da América Latina, com um ganho de 3,9% ou 2,9 pontos, para 76,7%, seguidas pelas do Médio Oriente, com +2,8% ou mais 2,1 pontos, para 78,3%.
As companhias norte-americanas mantiveram-se as ‘campeãs’ em taxa de ocupação, com 86,8%, mais 0,9 pontos que há um ano, seguidas pelas europeias, com 83,9%, em alta de 1,1 pontos.
Depois vêm as companhias da Ásia e Pacífico, com 79,5%, mais 0,1 pontos que há um ano.
As companhias africanas tiveram a taxa de ocupação mais baixa (68,5%) do mês de Agosto e registaram a única queda, em 1,4 pontos.
Em relação ao tráfego internacional, os dados da IATA indicam que a taxa média de ocupação subiu 1,2% em Agosto, para 82,1%, com ganhos de 0,9% nas companhias norte-americanas, para 86,1%, e de 1,2% nas europeias, para 84,9%.
Também neste caso, as companhias africanas foram as únicas a ter queda da ocupação, em 2,6%, para 68,3%.
As maiores subidas foram das companhias do Médio Oriente, em 3%, para 78,4%, seguidas pelas transportadoras da Ásia e Pacífico, com +1,5%, para 79,4%, e América Latina, com +1,4%, para 78,4%. 


As informações são"Presstur ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Aeroméxico e Asa fazem voo com bioturbosina durante Rio+20

A Aeroméxico, em parceria com a Aeroportos e Serviços Auxiliares (ASA), promovem um voo com bioturbosina, durante a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável), que acontece no Rio de Janeiro.

A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), em conjunto com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Grupo de Ação do Transporte Aéreo (ATAG), e diversas companhias aéreas e fornecedores de bicombustível, realizarão uma série de voos que partirão de Montreal, Canadá, com destino ao Rio de Janeiro.

O voo contará com quatro trechos interconectados: Montreal – Toronto – Cidade do México – São Paulo e Rio de Janeiro, todos efetuados com biocombustíveis sustentáveis de aviação. A Aeroméxico realizará o terceiro trecho em um Boeing 777-200 carregado com 27 mil litros de biocombustível fornecido pela ASA, cobrindo 7.428 quilômetros.

Estarão presentes no voo Raymond Benjamín, secretário geral da OACI, acompanhado da delegação mexicana liderada por Guillermo Heredia, coordenador de unidades de negócio da ASA, e Héctor Reyes Muños, subdiretor de qualidade e governança corporativa do grupo Aeroméxico.

O que é bioturbosina?

O voo que partirá da Cidade do México com destino a São Paulo, será alimentado por uma mistura de 50% de turbosina derivada do petróleo e 50% Bio-Querosene Parafínico Sintetizado (Bio-KPS), derivado de óleo recuperado de cozinha em sua maioria (88%), Camelina (10%) e Jatropha mexicana (2%).

O uso do óleo recuperado de cozinha, na produção de biocombustível, permite um duplo benefício para o meio ambiente. Ao ter emissões de CO2 ao longo de seu ciclo de vida, de 65% até 80% menores com relação à turbosina derivada do petróleo, seu uso previne emitir até 25.5 toneladas de CO2. O reprocessamento evita que o destino final, como desperdício, contamine os lençóis aquíferos e o solo.

Tecnologia - Pela primeira vez, a Aeroméxico implementará telas eletrônicas na cabine do Boeing 777-200 mediante as quais os pilotos terão acesso a versões digitais dos Manuais de Operação, substituindo as versões impressas. 


As informações são"Mercado & Eventos por Larissa D`Almeida".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Preço do combustível de avião cai para o valor mais baixo deste ano

O combustível de avião caiu para  o mínimo deste ano na semana terminada a 25 de Maio, de acordo com o Índice publicado pela IATA, que mostra que ainda assim o jet fuel estava 14,7% acima do valor mais baixo de 2011 e 62,1% acima do valor mais baixo de 2010.
De acordo com o Índice IATA do Jet Fuel, elaborado em parceria com os Platts, na semana terminada a 18 de Maio pela primeira vez o preço do combustível ficou abaixo dos mil dólares por tonelada e na semana seguinte voltou a baixar, para os 966,5 dólares.
A descida do preço do combustível de avião acompanha a evolução dos preços do petróleo nos mercados de futuros, que tem estado em acentuada baixa.
De acordo com a imprensa internacional, na sexta-feira, pela primeira vez em oito meses, o barril de Brent, referência para a Europa, ficou abaixo dos cem dólares por barril, tendo chegado a ser transaccionado a 98 dólares.
Idêntica evolução teve o crude dos EUA, que na sexta-feira ficou em 83,23 dólares por barril, menos 3,8% ou menos 3,30 dólares que na véspera e a mais baixa cotação de fecho de sessão no New York Mercantile Exchange desde 7 de Outubro.
De acordo com as agências internacionais, a queda dos preços repercute as preocupações com um enfraquecimento da economia mundial, designadamente pelo arrastamento da crise das dívidas soberanas na Europa, a qual tem levado ao enfraquecimento do euro, o que, por sua vez, limita a capacidade das companhias aéreas europeias de beneficiarem com a queda do preço do combustível.
O dólar é a moeda de referência para as transacções em petróleo e em jet fuel, pelo que a valorização da divisa norte-americana em relação ao euro, pelo menos “come” parte da descida do preço em dólares.



O próprio Índice publicado pela IATA mostra essa diferença, mostrando (sem indicar valores) que a queda do preço é bastante mais acentuada em dólares do que em euros, além de que, ao contrário de que é na Europa que, mesmo em dólares, o preço do jet fuel está a baixar menos.
Segundo o Ínidce, na semana terminada a 25 de Maio, a tonelada de jet fuel na Europa estava a 986,4 dólares, que era o valor mais alto de todas as regiões especificadas no Índice e até representava um encarecimento pela margem mínima (+0,1%) em relação à semana terminada a 18 de Maio, enquanto em todas as outras regiões os preços baixaram.
Por outro lado, é na Europa que se dá a descida mais fraca do preço quando se compara com os valores de há um mês (-7,5%, face a -9,2% em média para todas as regiões) e de há um ano (-4,7%, face a -5,7% em média para todas as regiões).
Por outro lado, o Índice evidencia também que a recente baixa, o preço médio este ano do jet fuel se mantém ao nível mais elevado de sempre, 19,3% acima do período homólogo de 2011, 44,2% acima de 2010 e mais do dobro (108,3%) de 2009.
Aliás, a persistência dos preços altos este ano, com o petróleo sistematicamente acima dos cem dólares por barril, tem sido apontada pelas companhias aéreas como a principal preocupação que enfrentam.



As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência.

Novo aeroporto internacional vai ser dos maiores de África

A construção e a entrada em operação do novo aeroporto internacional de Luanda constituem um grande desafio para todo o sector aéreo angolano, afirmou o ministro dos Transportes, Augusto Tomás.
Falando aos trabalhadores da Empresa Nacional de Exploração e Navegação Aérea (ENANA), do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAVIC) e do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Aéreos (GPIAA), no âmbito do ciclo de seminários “Empresas Felizes”, o ministro dos Transportes esclareceu que o novo aeroporto está projectado para ser um dos maiores de África, estando a conclusão da primeira fase de construção aprazada ainda para este ano.
“Nos últimos três anos, o sector aéreo em Angola tem conhecido uma grande evolução. Enfrentámos, no passado, situações muito difíceis. É com agrado que podemos hoje constatar que ultrapassámos momentos críticos, embora ainda persistam desafios muito importantes”, disse Augusto Tomás. Entre os ganhos conseguidos no subsector aéreo, o ministro dos Transportes destacou a reabilitação e modernização de cerca de uma dezena de aeroportos, incluindo intervenções em pistas, aerogares e equipamentos de navegação aérea. 
“Até ao final do ano, vamos elevar para cerca de 15 o número de aeroportos completamente remodelados, incluindo dois aeroportos internacionais, o de Luanda e o da Catumbela”, sublinhou.
O investimento no subsector aéreo, de acordo com Augusto Tomás, orçou em centenas de milhões de dólares, e, no âmbito da nova estrutura orgânica do Ministério dos Transportes, foi criado o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (GPIAA), “uma área de enorme exigência técnica”, realçou.
O ministro dos Transportes informou que está em curso na ENANA um programa de refundação que pretende mudar radicalmente a empresa, conferindo-lhe modernidade, solidez e sustentabilidade. 
Sobre este programa, realçou a existência de seis eixos estratégicos, nomeadamente, o incremento de uma gestão segmentada da rede aeroportuária, a adequação do modelo de financiamento, a optimização do desempenho operacional e comercial, a revisão organizativa e viabilização do quadro de pessoal, a modernização dos processos e do modelo de gestão e a autonomização do controlo de tráfego aéreo.
Em relação ao INAVIC, o titular da pasta dos Transportes afirmou que, além da concretização da reestruturação orgânica e funcional, o grande desafio é a conformidade plena com os padrões internacionais.
 “Queremos que o nosso país mereça confiança plena das instituições aeronáuticas internacionais, designadamente a ICAO, a IATA e o Comité de Segurança Aérea da União Europeia”, concluiu o ministro Augusto Tomás.


As informações são"Jornal de Angola".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Aéreas querem tomar parte no Fundo de Aviação


A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) quer participar da gestão do Fundo Nacional de Aviação Civil, que reunirá os recursos a serem investidos nos aeroportos. "Após o leilão marcado para a próxima semana, vamos apresentar formalmente à Secretaria de Aviação Civil um pedido para fazermos parte da gestão do fundo", disse à Agência Estado o presidente da Iata Brasil, Carlos Ebner. 
"Defendemos que seja algo como o Fundo da Marinha Mercante no Brasil, que conta com as empresas do setor no direcionamento dos investimentos", disse. Segundo Ebner, até agora a Iata manteve conversas informais com a SAC a respeito do assunto. "Nos preocupa como vai ser (a gestão do fundo). Não está ainda regulado. Nos preocupa porque não queremos que seja usado para a construção de uma catedral no deserto", afirmou.
 A estimativa do governo federal é de que o fundo tenha recursos de R$ 200 milhões ao ano. Esse dinheiro deve vir do pagamento das outorgas dos aeroportos concedidos, que será feito ao longo do período de concessão, assim como do porcentual que será cobrado sobre o faturamento dos aeroportos.


As informações são"Diário do Grande ABC via AE".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

ALTA e IATA anunciam programa conjunto de análise de tendências

A Associação de Transporte Aéreo da América Latina e do Caribe (ALTA) e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), colocaram em vigor o programa ALTA-IATA de análise de tendências, a partir de hoje, dia 17, um esforço conjunto para analisar, controlar e diminuiros riscos de segurança na região, concentrando os recursos nas principais áreas de preocupação.

O AITSP foi assinado pelo diretor Executivo da ALTA, Alex De Gunten e o diretor da IATA, Tony Tyler, durante o 8º Fórum Anual ALTA de líderes da aviação no Brasil, no Rio de Janeiro, que contou com a participação de mais de 500 líderes da indústria da aviação. As estratégias do AITSP incluirão a identificação de oportunidades de melhoria, promovendo o intercâmbio das melhores práticas e fornecendo a capacidade de comparar o desempenho com o as outras indústrias.


"Como sempre, a segurança é a prioridade número um da ALTA. O nosso objetivo é que os transportadores da América Latina e do Caribe, correspondam ou superem o recorde de segurança dos Estados Unidos em 2014", diz Gunten. "Em conjunto com a IATA, estamos tomando medidas para ajudar além disso a reduzir os riscos de segurança mais críticos da região, como são os deslizamentos na pista. As transportadoras da ALTA não tiveram nenhum acidente fatal durante estes três últimos anos, nos estamos comprometidos em garantir padrões de melhoria na segurança em toda a região", declara o executivo.


"A segurança é um esforço em equipe. Este acordo é o primeiro do seu tipo entre a IATA e uma associação regional, e reflete a nossa responsabilidade com a prioridade Top da aviação - à segurança. Os dados são uma ferramenta importante para concentrar nossos esforços nas áreas mais importantes. Incluindo todos os membros da ALTA no Centro Global de Informações de Segurança (GSIC) irá adicionar uma dimensão importante para a nossa coleta de dados. E ainda mais importante, o acesso à análise GSIC vai nos ajudar a responder às tendências de segurança na América Latina e no Caribe para fazer uma aviação mais segura ", explica o DG e CEO da IATA, Tony Tyler.


A ALTA e a IATA originalmente apresentaram o AITSP, que foi aprovado com unanimidade pelos mais de 40 representantes das companhias aéreas, durante 2a Cúpula Pan-americana de Segurança de Aviação realizada no início deste ano na Cidade do México. O AITSP permite às companhias aéreas compartilhar e comparar dados de tendências de segurança. A base do programa usara o GSIC da IATA.


As informações são"Brasilturis Jornal ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Tráfego aéreo mundial cresceu 5,9% em Julho

O tráfego aéreo mundial de passageiros cresceu 5,9% no passado mês de Julho face a igual mês do ano passado, resultado que para Tony Tyler, conselheiro delegado da IATA, mostra que o tráfego aéreo tem vindo a beneficiar de uma previsão económica optimista”. 
Apesar do crescimento, Tony Tyler defende que o tráfego mundial deve agora começar a baixar, uma vez que a confiança dos consumidores tem vindo a cair, ao mesmo tempo que o preço do combustível continua a aumentar.
De acordo com as últimas informações da IATA, o tráfego de passageiros nos mercados internacionais aumentou 7,3%, em Julho, indicador que se traduziu numa taxa de ocupação de 83,1%. Já os mercados domésticos cresceram 3,5%. 
Face aos níveis pré-crise, em inícios de 2008, o tráfego aéreo internacional de passageiros recuperou 12%, em vez dos 14% se tivesse crescido ao ritmo anterior à recessão, o que leva a IATA a dizer que a crise já custou dois anos de crescimento às companhias aéreas. 
Relativamente aos diferentes mercados, na Europa o tráfego aéreo registou uma subida de 9,3%, enquanto a capacidade oferecida cresceu 8,3%, com a taxa de ocupação a fixar-se nos 85,1%. 
Por outro lado, nos Estados Unidos, no passado mês de Julho, a procura aérea subiu 3,9%, enquanto a capacidade aumentou 4,4% e a taxa de ocupação dos voos ficou nos 86,8%. 
Mas os melhores resultados vêm das companhias aéreas sul-americanas, que registaram um aumento de tráfego de 10,7%, resultado que foi igualmente positivo na capacidade disponibilizada, que subiu 7,2%, enquanto a taxa de ocupação se situou nos 82,6%. 
De acordo com a IATA, o crescimento registado na América do Sul deve-se essencialmente ao bom desempenho das economias regionais, bem como à liberalização dos mercados. 
No Médio Oriente, a procura cresceu 9,7%, acima da oferta, que subiu apenas 8,9%, enquanto a taxa de ocupação se ficou pelos 81,4%. Já as companhias africanas tiveram uma subida de 6,6% no tráfego aéreo, também acima da subida da oferta, que não foi além dos 4,9%, tendo a taxa de ocupação sido de 73,1%. 
Para as companhias aéreas asiáticas o panorama é diferente, com a IATA a classificar mesmo como decepcionante o desempenho asiático, onde a procura subiu apenas 4,9%, enquanto a ocupação foi de 80,2%. 


As informações são"Turisver".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Aviação mundial cresce mais do que IATA previa Companhias europeias afinal são “lebres”

A Europa, que era o continente sistematicamente apontado pela IATA como “a tartaruga” da recuperação da aviação, chegou ao fim de Julho com um crescimento do tráfego internacional de passageiros em 11%, apenas superado pelos 12,2% da América Latina e 3,2 pontos acima da média mundial, segundo os últimos dados da Associação.
O crescimento das companhias europeias acima da média tem uma quota parte da “desgraça” dos encerramentos do espaço aéreo europeu em Abril e Maio de 2010, pela nuvem de cinzas vulcânicas, que “inflaciona” os números deste ano, e a superação da média tem uma parcela que vem da penalização que sofreram as africanas e asiáticas, as primeiras pela instabilidade no Norte de África e as segundas pelos acontecimentos de Março no Japão.
Mas quando se olha apenas aos números de Julho, as companhias europeias, segundo a IATA, registam um crescimento do tráfego de passageiros de 9,3%, apenas abaixo dos 10,3% das transportadoras da América Latina e dos 9,7% do Médio Oriente, e muito acima dos 3,9% das norte-americanas e dos 4,9% da Ásia e Pacífico.
O mesmo se passa quanto ao tráfego total, incluindo rotas internacionais e domésticas, em que as companhias europeias registam em Julho a terceira melhor taxa de crescimento, com um aumento de 8,5%, que compara com um aumento médio do sector a nível mundial em 5,9%, com os extremos a serem a América Latina, com +12,1%, e a América do Norte, com apenas +2,8%.
A explicação da IATA é que as companhias europeias, apesar da crise das dívidas soberanas provocar incerteza, têm beneficiado de uma “forte expansão da procura interna que está a tirar partido do enfraquecimento da moeda”.
A evolução do tráfego doméstico em alguns mercados específicos de grande dimensão é outro dos indicadores divulgados pela IATA que ajuda a explicar o melhor desempenho das europeias relativamente à concorrência.
A evolução na América Latina, que se mantém a região “campeã” em crescimento com aumentos de 12,1% em Julho e 14,4% nos sete meses, é influenciado decisivamente pelo mercado doméstico brasileiro, que em Julho cresceu 17,8% e tem um aumento médio de 18,3% no ano.
A evolução na Ásia e Pacífico, por sua vez, é penalizada pelo Japão, que entrou em derrapagem com o impacto do sismo, tsunami e crise nuclear de Março passado. Em Julho o doméstico teve uma queda de 16,7% e a queda média nos sete meses atinge 18,7%.
Em contrapartida, a Índia foi dos grandes mercados mundiais o que mais cresceu em Julho, com +20,6%, e de Janeiro a Julho tem um aumento de 18,2%.
A evolução do conjunto das companhias Ásia e Pacífico, no entanto, é influenciada sobretudo pelo mercado doméstico chinês, que é o segundo maior a nível mundial, depois dos EUA, tendo uma dimensão que equivale a cerca de 20% do total mundial.
A IATA assinala que o crescimento do mercado doméstico chinês “abrandou subitamente em meados de 2010, de uma taxa anual perto de 20% para um ritmo de expansão em torno de 5%.


Em Julho o crescimento foi de 5,1%, ainda assim melhor que a média de crescimento a nível mundial, que foi de 3,5%, e desde o início do ano o aumento médio é de 7,3%, também melhor que os 4% a nível mundial.
Em relação à América do Norte, o mercado decisivo é o dos Estados Unidos, que equivale cerca de metade do mercado mundial de voos domésticos, que em Julho cresceu apenas 2,1% e de Janeiro a Julho tem um aumento de 2,4%.
Desta forma, segundo os dados da IATA, em Julho as companhias aéreas mundiais tiveram um aumento médio do tráfego de passageiros em 5,9%, com crescimentos de 7,3% em voos internacionais e de 3,5% em domésticos.
Em ambos os segmentos esses crescimentos foram por aumento de capacidade, que aumentou 5,4% em média, com +7,2% no internacional e +2,3% no doméstico, e por ganhos de taxa de ocupação, que melhorou 0,6% para uma média de 83,1%, com +0,1% nos voos internacionais, para 83,1%.
Ao analisar os dados de Julho, o novo director-geral e CEO da IATA, Tony Tyler, comentou que apesar de em Julho, mês de “pico” do ciclo anual do tráfego de passageiros, o crescimento “poder ser classificado como mais forte do que esperado”, o sector enfrenta “ventos contrários” quando se perspectiva a evolução até ao fim do ano.
Esta perspectiva deve-se, por um lado, às perspectivas mais sombrias a nível económico, deduzida da evolução dos indicadores e confiança dos consumidores, que tendem a estagnar, da morosidade do comércio mundial e dos elevados preços dos combustíveis, e, por outro, a medidas governamentais, como a introdução da taxa aérea na Alemanha, que penalizam o crescimento do sector.
A perspectiva avançada por Tony Tyler, que diz fazer essa leitura da queda que já verifica no tráfego internacional de carga (-0,4% em Julho e apenas +1% nos sete meses desde o início do ano) é de que, neste quadro, vai haver um fim de 2011 “mais fraco”.


As informações são"PressTur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos

LAM pode voltar aos céus da Europa

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) pode voltar a voar no espaço europeu a partir de Outubro próximo. Uma auditoria da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), realizada na primeira semana do mês passado, constatou que a LAM tem todos os requisitos de qualidade e de segurança para voar no espaço europeu.

Na auditoria, foram avaliados 936 aspectos, todos relacionados com a segurança e qualidade dos serviços prestados.
A avaliação realizada demonstrou que a LAM é uma companhia que nas suas operações cumpre com os requisitos técnico-operacionais estabelecidos na Indústria de Aviação Civil, sendo, por isso, uma empresa segura e de confiança para os clientes. Entretanto, a Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO) vai assistir tecnicamente a indústria moçambicana de aviação civil. Para o efeito, o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Paulo Zucula, e o secretário-geral da ICAO, Raymond Benjamin, assinaram um acordo na passada segunda-feira, no Canadá, onde uma delegação moçambicana se encontra para uma visita de trabalho.

A ICAO vai ajudar a resolver problemas de segurança aérea detectados na auditoria de 2010, os quais ditaram a proibição de todas as companhias aéreas moçambicanas voarem para a Europa, pelo facto de o Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM) não cumprir as regras de segurança na supervisão das operações aéreas.
Esta instituição internacional vai ainda preparar o IACM relativamente à missão de validação que escala o país em Setembro próximo, e assistir na auditoria de segurança a ter lugar em 2012.
A Comissão Europeia (CE) apontou a falta de um quadro legal que regule a actividade de aviação, a inexistência de supervisão das companhias aéreas, deficiências no processo de certificação dos operadores aéreos e o reduzido número de técnicos qualificados que trabalham na área de aviação civil em Moçambique como sendo os principais factores do banimento das companhias aéreas na Europa.

Fonte/Via:Jornal de Angola
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O que é ICAO?

A International Civil Aviation Organization ( ICAO , em francês: Organização de l'civile internationale aviação, OACI), uma agência especializada das Nações Unidas , que codifica os princípios e técnicas da navegação aérea internacional e promove o planejamento eo desenvolvimento do direito internacional do transporte aéreo para garantir o crescimento ordenado e seguro. Sua sede está localizada no Quartier Internacional de Montreal , Quebec , Canadá .
O Conselho da OACI adota normas e práticas recomendadas em matéria de navegação aérea, sua infra-estrutura, inspeção em voo , a prevenção de interferência ilícita, e simplificação de procedimentos de passagem internacional para a aviação civil . Além disso, a OACI define os protocolos para acidentes aéreos de investigação seguida por autoridades de segurança de transporte dos países signatários da Convenção sobre a Aviação Civil Internacional , conhecida como Convenção de Chicago .
A ICAO não deve ser confundida com a International Air Transport Association (IATA), uma organização comercial para as companhias aéreas também tem sede em Montreal, ou com a Civil Air Navigation Services Organisation (Organização que reúne), uma organização para a Navegação Aérea Service Providers (ANSP), tendo a sua sede em Amsterdam Airport Schiphol, na Holanda .
O precursor da ICAO foi a Comissão Internacional de Navegação Aérea (ICAN). Ele realizou a sua primeira convenção em 1903, em Berlim , na Alemanha , mas não foram celebrados acordos entre os oito países que participaram. A segunda convenção, em 1906, também realizada em Berlim, 27 países participaram. A terceira convenção, realizada em Londres , Reino Unido , em 1912, atribuiu o primeiro rádio indicativos para uso em aeronaves. O ICAN existiu até 1945, quando os Provisória International Civil Aviation Organization (Picão) foi criado. O Picao tornou-se o ICAO em 1947.

Ambos OACI e IATA tem seu próprio aeroporto e sistemas de códigos de companhias aéreas. ICAO usa quatro letras do código do aeroporto (vs. carta de códigos-3 IATA). O código ICAO baseia-se na região e país do aeroporto, por exemplo, Charles de Gaulle tem um código ICAO da LFPG, onde L indica Sul da Europa, F , França, PG , de Gaulle, enquanto o Aeroporto Orly tem o código LFPO (a terceira carta, por vezes, refere-se ao particular, informações sobre a região de vôo (FIR) ou os dois últimos podem ser arbitrários). Na maior parte do mundo, a OACI e IATA códigos não estão relacionados, por exemplo, Charles de Gaulle tem um código IATA da CDG e Orly ORY. No entanto, o prefixo de localidade para Estados Unidos continentais é K e os códigos ICAO são geralmente o código IATA com esse prefixo, por exemplo, o código ICAO LAX é KLAX. Canadá segue um padrão semelhante, quando um prefixo de C geralmente é adicionado a um código IATA para criar o código ICAO, por exemplo, Edmonton é YEG ou CYEG. (Em contraste, os aeroportos do Havaí estão na região do Pacífico e por isso têm códigos ICAO que começam com PH , por exemplo, PHKO para Kona.) Note que nem todos os aeroportos são códigos atribuídos em ambos os sistemas, por exemplo, os aeroportos que fazem não tem serviço de transporte aéreo não pode ter um código IATA.

ICAO também atribui 3 letras códigos de companhias aéreas (vs. mais familiar 2 letras códigos IATA), por exemplo, UAL vs UA para a United Airlines). ICAO também oferece telefonia designadores aos operadores de aeronaves a nível mundial, com um ou designador de duas palavras usadas no rádio, geralmente, mas nem sempre, similar ao nome do operador da aeronave. Por exemplo, o identificador para a Japan Airlines International é JAL eo designador é Japan Air , mas a Aer Lingus é EIN e Shamrock . Assim, o Japão Airlines numeradas 111 seria escrito como "JAL111" e pronunciado "Japan Air One Eleven" no rádio, enquanto um similar numeradas Aer Lingus seria escrito como "EIN111" e pronuncia-se "Trevo One Eleven".
OACI mantém os padrões de matrícula da aeronave ("Os números de cauda"), incluindo os códigos alfa numéricos que identificam o país de matrícula. Por exemplo, aviões registados nos Estados Unidos têm números de cauda começando com N .
ICAO também é responsável pela emissão alfa numéricos aeronaves tipo de códigos que contenham caracteres 2-4. Estes códigos fornecem a identificação que é normalmente usado em planos de voo . Um exemplo disso é o Boeing 747 que uso (dependendo da variante), B741 , B742 , B743 , etc

Companhias aéreas mundiais registam aumento de lucros

As companhias aviação internacionais devem apresentar, este ano, lucros acima do esperado, anunciou, ontem, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
A indústria, referiu a IATA, apresenta um lucro líquido combinado de 8,9 mil milhões de dólares, o triplo da previsão, de Junho, de 2,5 mil milhões.
“É uma melhoria significativa, muito maior do que a previsão, mas não é hora de grandes comemorações”, disse, em Singapura, a jornalistas, o director executivo da IATA, Giovanni Bisignani.
A associação alertou que o aumento da capacidade devido a novas entregas de aparelhos, em 2011, vai levar a um crescimento mais lento da indústria e inflacionar preços de tarifas e taxas de ocupação de aviões, resultando num lucro líquido total de 5,3 mil milhões de dólares. A IATA afirma que as empresas da região Ásia-Pacífico vão ser as mais beneficiadas por uma recuperação nas receitas de carga.
A entidade reviu também a previsão de lucro para a região de 2,2 mil milhões para 5,2 mil milhões de dólares. É a segunda correcção de lucro global feita pela IATA, que há seis meses calculava, para este ano, um prejuízo de 2,8 mil milhões.

Fonte: Jornal de Angola