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'Mayday... vamos bater no chão': áudio mostra conversa de piloto com torre durante queda de avião nos EUA N722BD

O acidente aconteceu em Palm Beach, na Flórida. O avião, um Learjet 60, caiu em um bairro residencial e explodiu perto de uma movimentada avenida. As nove pessoas que estavam a bordo morreram, segundo o secretário de Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy.

O áudio mostra que, minutos antes da queda, a tripulação relatou condições adversas durante o voo. A gravação foi obtida pelo site LiveATC, que monitora comunicações de aeroportos e aeronaves em todo o mundo.

Na gravação, a tripulação informa que a aeronave estava a 35 mil pés de altitude e enfrentava turbulência moderada e formação de gelo.

Em outro momento, a tripulação informou que a temperatura externa era de -47ºC. A piloto também relatou que o gelo estava sendo controlado, mas que a turbulência continuava moderada.

A situação se agravou quando a aeronave começou a encontrar precipitação. A piloto pediu autorização para subir a 37 mil pés, cerca de 11,3 quilômetros de altitude. Pouco depois, ela declarou emergência.

"Mayday, Mayday! Estamos descendo 10 mil pés por minuto", disse.
O Mayday é uma chamada internacional de socorro utilizada em situações de emergência grave, quando uma aeronave precisa de assistência imediata.

Na sequência, a piloto informou que o avião estava em uma condição de velocidade excessiva e que a aeronave estava caindo 20 mil pés (6 km) por minuto.
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Em seguida, veio uma das falas mais dramáticas da gravação: "Vamos bater no chão". Em outro trecho, a piloto grita: "Olhe lá fora, Jack, olhe lá fora! Estamos sem tempo".

Segundo a Associated Press, dados de rastreamento do voo indicam que a aeronave chegou a descer 30 mil pés (9 km) por minuto, uma velocidade vertical que ultrapassava os limites de projeto do avião.

O avião também teria feito uma inclinação acentuada para a direita antes de atingir o solo.

Ainda não há uma conclusão sobre o que provocou a queda. Um especialista em segurança da aviação ouvido pela AP afirmou que o gelo e a turbulência podem ter contribuído para o acidente, mas ressaltou que há diversos fatores que precisam ser investigados.

O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês) deve apurar as circunstâncias da queda, incluindo a formação de gelo, a turbulência e a resposta dos pilotos às condições enfrentadas durante o voo.

O Learjet 60 era uma aeronave particular que havia decolado do aeroporto de Austin, no Texas, às 9h36 do horário local (12h36 em Brasília), com destino às Bahamas. O avião tinha nove pessoas a bordo.


A queda aconteceu às 12h50 (16h50 em Brasília), pouco mais de duas horas após a decolagem. Até a última atualização desta reportagem, não há informações sobre a identidades das vítimas.

Imagens gravadas por pessoas que estavam dentro de carros mostram o momento em que o avião despenca do céu e explode perto de uma via movimentada.

O impacto abriu uma cratera no asfalto, espalhou pedaços do pavimento e provocou uma densa fumaça preta. Segundo a AP, a aeronave caiu a poucos metros de casas e muito perto de veículos que passavam pelo local.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, afirmou que não havia relatos imediatos de pessoas feridas ou mortas em solo.

As autoridades também iniciaram a evacuação de cerca de 600 pessoas de uma comunidade de casas móveis nas proximidades do local do acidente.

A FAA, agência de aviação civil dos Estados Unidos, enviará uma equipe para dar suporte à investigação conduzida pelo NTSB.

Conteúdo Original:G1

O CEO da WestJet defende uma Estratégia Nacional de Aviação para lidar com as pressões de custos e o desequilíbrio de mercado na aviação canadense.

O CEO da WestJet disse à Câmara de Comércio de Calgary que o aumento dos custos de combustível está expondo desequilíbrios estruturais de custos e de mercado em toda a indústria aérea canadense.
A WestJet solicitou uma Estratégia Nacional de Aviação para lidar com as crescentes pressões de custos e um desequilíbrio de mercado cada vez maior, que, segundo a empresa, está enfraquecendo a capacidade da aviação canadense de absorver choques nos preços dos combustíveis e sustentar investimentos em conectividade.

Em discurso na Câmara de Comércio de Calgary, o CEO da WestJet, Alexis von Hoensbroech, alertou que o aumento dos custos de combustível está levando um sistema já sobrecarregado por encargos cumulativos e excesso de regulamentação ao limite.
Os custos do combustível expõem as pressões estruturais sobre as companhias aéreas canadenses.
“É por isso que a história do combustível não se resume apenas ao combustível. O combustível está revelando algo que já estava lá: o sistema de aviação do Canadá tem muito poucos amortecedores restantes”, disse von Hoensbroech.

O aumento dos preços do combustível de aviação eleva os custos sem gerar aumento na venda de passagens, enquanto os custos com aeronaves, tripulação, aeroportos e navegação permanecem os mesmos. As companhias aéreas só conseguem recuperar parte do aumento por meio das tarifas, deixando margens apertadas para absorver o restante.


Conteúdo Original:https://www.internationalairportreview.com/westjet-calls-for-national-aviation-strategy-as-fuel-costs-expose-canadian-aviations-limited-shock-absorbers/2136902.article

Fã de aviação leva a experiência do A380 para dentro do seu próprio apartamento.

Não foi amor à primeira vista para o superfã de aviação Arun Rajagopal e o Airbus A380. O ponto de virada aconteceu em sua quarta viagem a bordo do maior avião de passageiros do mundo, voando em classe executiva para Singapura.

“As poltronas eram enormes e havia um bar na parte de trás do avião”, disse ele. Isso lhe deu uma sensação de “uau”, como se estivesse “experimentando um conforto de outro nível”.

Em pouco tempo, ele já estava pilotando A380s com a maior frequência possível. Até agora, ele já acumulou 220 voos e continua voando, percorrendo aproximadamente 715.000 milhas por seis continentes, segundo a CNN.

Nos últimos anos, ele também trouxe a experiência do A380 para o seu próprio apartamento em Dubai. Ele tem duas poltronas de primeira classe do primeiro A380 da Emirates, luminárias de cabine de primeira classe e uma roda do A380 transformada em mesa de centro.

A peça central, no entanto, é a sala de estar meticulosamente restaurada e personalizada do The Residence – a luxuosa suíte privativa de três cômodos da Etihad Airways – que ele passou um ano construindo em sua sala de estar.

O Airbus A340-600 quebrou recordes como o avião de passageiros mais longo do mundo quando foi lançado em 2002, mas durante a maior parte das décadas em que esteve em operação, foi um fracasso comercial.

Seus quatro motores consomem muito combustível e sua fuselagem de 75 metros de comprimento exige uma folga especial na pista.

Além disso, seu design peculiar inclui um lavabo no andar de baixo, escondido em um espaço geralmente reservado para carga – o que aparentemente o tornou uma proposta tentadora para aspirantes a membros do Clube da Milha de Altura.

Embora nunca tenha sido um sucesso na indústria aérea, o Airbus A340-600 possui um forte grupo de fãs entre os entusiastas da aviação e tripulantes, muitos dos quais compareceram ao Aeroporto Internacional de Washington Dulles neste mês para ver a chegada de um voo que marcaria o fim da relação da companhia aérea alemã Lufthansa com a aeronave.

Conteúdo Original:https://english.aawsat.com/varieties/5336498-aviation-superfan-brings-a380-experience-his-own-apartment

Domingo Aéreo 2026 no Campo de Marte PAMA-SP

O evento ocorrerá no dia 27 de setembro de 2026, no Campo
de Marte na Avenida Santos Dumont, 2241, no Bairro de
Santana, na Zona Norte de São Paulo e é organizado pelo

Parque de Material Aeronáutico de São Paulo – PAMA-SP
desde 1988.
O evento é uma oportunidade para estreitar os laços entre a
Organização Militar e os cidadãos da região. Com entrada
gratuita e estrutura para receber mais de 100 mil pessoas, a
diversão será garantida aos visitantes de todas as idades. O
Domingo Aéreo reunirá atividades para toda a família, com
programação cultural, infantil, gastronômica e atrações para
os admiradores das esquadrilhas de demonstrações aéreas e
entusiastas das atividades militares.
A programação conta com a participação da Esquadrilha da
Fumaça, Demonstração de Rapel, sobrevoo de aeronaves,
bem como exposição estática de diversos aviões, motores
e helicópteros da FAB. Os visitantes também poderão
acompanhar as apresentações dos Motociclistas Batedores
da Polícia do Exército, dos cachorros do Canil da Guarda
Civil Metropolitana, da Banda de Música da Base Aérea de
São Paulo e exposição de viaturas históricas. O Domingo Aéreo
também realizará ações de prevenção e cuidado à saúde,
com estandes de orientação médica e odontológica.

Domingo Aéreo 2026
Data: 27/09/2026 – das 9h às 17h
Local: Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) – Av. Santos Dumont, 2.241 – Santana
Obs.: Portadores de TEA e PCD entrada antecipada com comprovação a partir das 8:30h pelo endereço:
Av. Braz Leme, 3258 – Santana

OBSERVAÇÕES: Não será permitido ingressar no evento com materiais ou vestimentas que contenham manifestação e/ou propaganda político-partidária (camisas, bonés, bandeiras, etc…). Não será permitido aos visitantes portar armamento de qualquer espécie. Não será permitida a entrada de bebidas alcoólicas, coolers ou qualquer tipo de alimento (exceto para lactantes). Não será permitido o sobrevoo de drones. Por questões de segurança operacional relativa à movimentação de aeronaves, não será permitida a entrada de pets. Não será permitida a entrada de bicicletas, patins, patinetes e afins. Devido limitação de áreas de estacionamento, sugerimos que deem preferência aos meios de transportes coletivos, táxis, transporte por aplicativo ou compartilhamento de veículos. Devido ao elevado fluxo de visitantes é comum que a rede de internet e telefonia móvel fique mais lenta, portanto, é aconselhável trazer dinheiro em espécie para o consumo de alimentos na praça de alimentação; recomendamos que o visitante utilize protetor solar, bonés, gorros e viseiras. Não serão permitidos guarda-sóis e nem montagem de barracas.