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Cessna Citation M2 é certificado no Brasil pela ANAC

A fabricante de aeronaves Cessna Aircraft acaba de receber a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil para o modelo executivo Citation M2. A nova aeronave redefiniu o padrão de desempenho para os jatos executivos do segmento “very light jet”, com um alcance de 1.300 NM (2.408 km), maior velocidade de cruzeiro e capacidade de subir mais rápido. O aparelho oferece ainda cabine com grande conforto, toalete traseiro privativo, assentos maiores e outras comodidades. O sistema intuitivo de aviônicos Garmin G3000 com controles touch screen resulta em níveis mais altos de eficiência e segurança. Com a certificação da ANAC, o jato começará a ser entregue aos clientes brasileiros no segundo semestre. A empresa é representada no Brasil pela TAM Aviação Executiva.

As informações são"http://www.revistaflap.com.br/web/aviacao-executiva/noticias/7172-cessna-citation-m2-e-certificado-no-brasil-pela-anac".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Phenom 300 da Embraer recebe certificação para aproximação íngrime

A Embraer Aviação Executiva anunciou hoje que o Phenom 300 recebeu certificação da EASA (European Aviation Safety Agency ou Agência Europeia para a Segurança da Aviação) para aproximação íngrime, o que permite ângulos de descida de até 5,5 graus.

“Esta certificação amplia a flexibilidade operacional do Phenom 300”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente da Embraer Aviação Executiva. “Nossos clientes europeus passarão a ter acesso a aeroportos especiais, como o de London City.”
O novo recurso, associado ao seu excelente desempenho de pista, faz do Phenom 300 um jato executivo muito versátil para operar no aeroporto de London City, alcançando destinos tão distantes quanto Samara, na Rússia, ou Ankara, na Turquia. A aproximação íngrime está disponível a partir de maio de 2014 nos jatos Phenom 300 a serem configurados para certificação EASA.
Sobre o jato Phenom 300
O Phenom 300 tem desempenho entre os melhores jatos da categoria light, com velocidade máxima de cruzeiro de 453 nós (839 km/h) e um alcance de 3.650 quilômetros (1,971 milhas náuticas) com seis ocupantes nas condições NBAA IFR, o que permite voos diretos de London City Airport até Samara, na Rússia, ou Ankara, na Turquia. Com a melhor razão de subida e desempenho de pista da sua classe, o Phenom 300 tem custos de operação e de manutenção menor do que seus concorrentes. A aeronave voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros), propulsionada por dois motores Pratt & Whitney Canada PW535E, com 3.360 libras de empuxo cada.
O Phenom 300 oferece uma cabine espaçosa, projetada em parceria com o BMW Group DesignworksUSA e o maior bagageiro de sua categoria. As maiores janelas de sua classe proporcionam luz natural abundante na cabine e no toalete. O conforto dos assentos, com capacidade de reclínio e amplo movimento é acentuado pela melhor pressurização de cabine entre os jatos leves (altitude máxima de 6.600 pés). O Phenom 300 oferece zonas de temperatura distintas para pilotos e passageiros, uma ampla galley, opções de comunicação de voz e de dados e um sistema de entretenimento.
A cabine de comando permite operação por um só piloto e oferece a opção avançada Prodigy Touch Flight Deck. Os recursos tipicamente encontrados em categorias superiores são ponto único de reabastecimento, manutenção externa do toalete e uma elegante escada.

As informações são"http://www.portalr3.com.br/2014/05/phenom-300-da-embraer-recebe-certificacao-para-aproximacao-ingrime/#.U3uJQtJdXTo".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Aviação executiva já pode solicitar slots para a Copa

Começou ontem o período de solicitação de slots, as vagas de pouso e decolagem, para os voos executivos durante a Copa do Mundo. Os pedidos são recebidos por um sistema disponível no site do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA): www.cgna.gov.br. Os proprietários de jatos executivos entram no site e solicitam o dia, a hora e o aeroporto onde pretendem pousar. Os slots serão distribuídos por ordem de solicitação. Segundo a Secretaria de Aviação Civil, caso as opções estejam ocupadas, serão oferecidos outros pátios para o avião estacionar ou até pernoitar. 

A oferta é de slots em 23 aeroportos, mas há mais 67 aeroportos servindo como apoio. Ao todo, são três mil vagas disponíveis para aviões executivos distribuídas em 90 aeroportos brasileiros, ou 123% a mais que as 1,3 mil vagas utilizadas normalmente, segundo a Secretaria de Aviação Civil. “O passageiro vai ser recebido na cidade do jogo, mas a aeronave deve atender ao nosso planejamento e pode ser que fique estacionada em outro local”, explica o coordenador do Departamento de Gestão Aeroportuária, Rafael Faria.

Segundo relatos de outros países que já sediaram Copa do Mundo, como África do Sul, em 2010, o CGNA definiu regras rígidas – de tempo e quantidade de vagas para as aeronaves de cada aeroporto – a serem obedecidas pelas empresas da aviação geral. Caso as regras não sejam cumpridas, a aeronave pode ser rebocada, o piloto corre o risco de perder a licença de vôo ou os proprietários podem ser obrigados a pagar multas altas. Confira aqui mais informações sobre as regras. Baseado em experiências vividas pela África do Sul, Reino Unido e Alemanha, são esperadas de 100 a 200 aeronaves privadas nos jogos de primeira fase. Nas eliminatórias, de 200 a 500 aeronaves. E, para final, entre 500 e 700 aeronaves.

As informações são"http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/aviacao-executiva-ja-pode-solicitar-slots-para-a-copa_100464.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Aviação executiva aposta em oferta de serviços

Mercado que reflete a confiança dos empresários sobre a economia do País, a aviação executiva deve permanecer estável neste ano, sem o ritmo intenso vivido nos últimos dez anos, quando a frota nacional dobrou de tamanho. Com previsão de vendas iguais ou menores a 2013, a estratégia agora é fidelizar os clientes com uma maior oferta de serviços para aeronaves.
Duas empresas líderes no segmento investiram este ano cerca de R$ 80 milhões em centros de manutenção. Em março, a Embraer, no topo do ranking, inaugurou em Sorocaba (SP), seu sexto centro de manutenção, com aporte de R$ 50 milhões. A ideia é estar próximo de grandes empresas e da sede da companhia. Em direção a outro mercado, a TAM Aviação Executiva mira o Nordeste, onde estão 20% da frota de jatos vendidos pela companhia, que representa duas marcas no País.
O objetivo da empresa, totalmente controlada pela família Rolim e desligada do grupo Latam, é inaugurar até o terceiro trimestre seu segundo centro de manutenção em Aracati, no litoral do Ceará. O investimento de R$ 30 milhões já prevê uma futura expansão para atender, também, clientes no norte da América Latina, com mercados em franco crescimento, como a Venezuela e Panamá.
"Tínhamos uma demanda grande de nosso cliente com esses jatos, em dificuldade e custo de trazer essas aeronaves para o nosso centro de manutenção em Jundiaí", diz o presidente Fernando Pinho. "O norte da América Latina é um mercado que prospectaremos."
O centro, que fica perto da praia de Canoa Quebrada, está em fase de finalização. O segmento turístico também pesou para a escolha, com a possibilidade do terminal local em receber voos charter. A previsão inicial era inaugurar em janeiro, mas houve atrasos nas obras e das licenças junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Pelo projeto, também haverá formação de mão de obra especializada para atender a demanda de contratação de 200 funcionários em cinco anos. A intenção é também abrir um novo centro em Belo Horizonte. "Priorizamos a manutenção e desenvolvimento de mão de obra, e posicionamento geográfico, com hangares e estacionamento", explica o executivo.
Projeções
A busca por alternativas é uma saída para o segmento, que sente a queda na confiança do empresário sobre a economia do País. Levantamento da Embraer aponta que 55% da frota brasileira foi adquirida nos últimos 10 anos. Nesse contexto, a incorporação de uma aeronave representa, para grandes executivos, a possibilidade de cortar custos e tempo nas decisões estratégicas.
Mas, o cenário em 2013 já mostrava um arrefecimento dos ânimos, segundo Fernando Pinho, da TAM Aviação Executiva. O faturamento naquele ano foi 10% menor que em 2012, e a previsão para 2014 é de manutenção dos níveis, com a venda de novas aeronaves estacionadas entre 40 e 45 unidades. "Desenhamos um mercado crescente a partir de 2015, acima de 60 aeronaves", diz. "O humor do empresário tem influencia direta no crescimento ou não da indústria."
Em linha semelhante, a avaliação da Embraer obteve alta de 20% nas vendas entre 2012 e 2013. Para este ano, entretanto, a meta é manter a média de 120 aeronaves vendidas ao mercado global, semelhante ao patamar obtido no último ano. Na avaliação de Marco Túlio Pellegrini, presidente da Embraer Aviação Executiva, há espaço para crescimento no País.
"O mercado brasileiro ainda está em amadurecimento", afirma. Ainda assim, ele vê a inauguração do centro de Sorocaba como um "movimento estratégico de diversificação" da Embraer. A empresa planeja ampliar a rede de atendimento e pós venda com centros autorizados no Nordeste. O segmento representa 26% do faturamento da empresa, estimado em US$ 6,5 bilhões em 2014.

As informações são"http://www.dgabc.com.br/Noticia/528538/aviacao-executiva-aposta-em-oferta-de-servicos?referencia=minuto-a-minuto-topo".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Comparativo entre aviação comercial e executiva

Qual o melhor mercado, onde tenho mais qualidade de vida? Onde posso ganhar um salário melhor? Em qual me torno um profissional mais gabaritado?
Sou um piloto que vi o dois lados da moeda e vou tentar ser o mais imparcial possível fazendo as comparações.

Qualidade de Vida
Na aviação comercial trabalhamos com escala e temos nossa base, é possível morar fora de base, pois podemos “viajar” a bordo de carona, famoso passe.
A escala é mensal divulgada com 5 dias de antecedência e na maioria das vezes com 8 folgas mensais, sendo pelo menos uma folga social no mês (folga no fim de semana), geralmente as folgas são agrupadas em 2 ou 3 dias seguidos, mas existem também as mono folgas.
Sobre a FLEXIBILIDADE
A escala é inflexível por parte do funcionário, não é possível trocar com colegas e as faltas são penalizadas, já a empresa muda a escala com aviso prévio o que pode provocar uma piora ou melhora no salário visto que 60% do salário é variável ( produtividade, horas voadas) você consegue solicitar até 3 folgas em uma escala mensal nos dias que você tem interesse, geralmente essas folgas tem que ser pedidas com antecedência de 45 dias.
Não existem horários definidos e as programações geralmente são de 6 dias, podendo ser todos os 6 pernoites fora de base ou de reserva e sobreaviso(feitos na base). Você pode se apresentar a qualquer hora do dia ou da noite, é comum em uma programação de 6 dias você se apresentar cada dia num horário, as vezes até durante as madrugadas.
Porque a maioria dos pilotos da Executiva desistem de ir para a Comercial?
Na aviação executiva existem diversos empregos, que vão de monomotores a pistão a grandes jatos. Se compararmos com jatos de médio a grande porte (onde vai a maioria dos pilotos quando saem da Comercial.
Na executiva podemos dizer que cada emprego é único. Uns voam pouco, outros voam muito, uns só durante a semana, outros só nos feriados, existem empregos com 2,3 e até 4 pilotos cobrindo 1 avião, o ideal são 3 pilotos, Assim folgas são viáveis. A executiva não tem escala e sim sobreaviso sendo possível passar 1 mês em casa esperando o telefone tocar ou ainda cumprir uma escala entre pilotos e não entrar no avião(quando há 3 ou mais pilotos). O que pode melhorar a qualidade vida, pois estará mais noites e mais dias em casa. Também na executiva em voa-se bem menos que na comercial.
Aviação Executiva
Os valores abaixo são de pilotos com um certa experiência, e não valores de piloto no início da carreia.
Assim como existe na comercial co-pilotos com 8.000 horas de vôo, também tem comandantes com 5.000 horas. Tudo depende do momento em que se entrou.
Uns levaram 5 anos a serem promovidos a comandante e outros já ficaram18 anos como co-pilotos (ex.VARIG)
Geralmente os salários na executiva são mais altos, mas não é regra para quem voar esse tipo de aeronave necessariamente terá esse salário, pois os valores do mercado variam de cidade para cidade, patrão para patrão, etc… Tudo depende da negociação.
Na comercial os salários são pagos por produtividade. Na executiva o salário é fixo não depende de horas voadas.
Faixa salarial em grande centros (SP, RJ, BH.. Etc)
Turbo-hélice médio(ex. KING350)
Comandante 18.000 a 25.000 Reais
Co-piloto 6.000 a 14.000 Reais.
Jato Médio (Phenon 300)
Comandante 24.000 a 30.000
Copiloto 8.000 a 15.000
Jato Grande (ex Gulfstream 550) 
*Comandante 35.000 a 50.000
Copiloto 15.000 a 20.000
*pilotos chefe, pois esse jatos contam com 3 ou 4 pilotos e geralmente há um piloto chefe )
*existem empregos na executiva com bônus e benefícios exemplos: 15 salários anuais, carro pago e outros.
 Estes exemplos como havia dito, não são regra, mas apenas a média salarial, já vi vários estudos salariais para negociação com patrões. Valores acima são brutos, porém existem pilotos que voam como “Pessoa Jurídica” que recebem este valor líquido, porém perdem os benefícios do “CLT” mas em compensação evitar pagar altos impostos.
Aviação Comercial
Comandante nacional: 15.000 a 28.000 Reais
Copiloto nacional: 7.000 a 12.000 Reais
Comandante internacional: 33.000 Reais
Copiloto internacional: 16.000 Reais
PS: Esta variação engloba de E170 a B737/A320. Instrutores de rota ou checadores tem-se geralmente um salário melhor.
Na comercial o salário flutua mensalmente o que geralmente não ocorre na executiva, para se ter uma média é só pegar a declaração anual que a empresa manda e dividir por 12.
Na Aviação Comercial algumas empresas dão alguns benefícios leves como a previdência complementar. Lembrando que na comercial quando não voa não ganha. Apenas na volta de férias você recebe salário base pois não voou.
 Vantagens
É fato que na comercial nos tornamos pilotos mais voados, e profissionais mais gabaritado, pois ganhamos pra voar, já na executiva ganhamos para ficar a disposição.
Um piloto na comercial chega a voar mais de 800 horas por ano enquanto na executiva uma média bem alta estaria em 400 horas ano.
Na aviação comercial as regras e procedimentos são mais rígidos, tornando os pilotos extremamente padronizados(em alguns casos até demais, tirando a capacidade do aviador sobre a tomada de decisão pois a empresa especifica até quando se deve arremeter). Na executiva tudo depende do profissional pois as regras são ditas pelos fabricantes e cabe ao aviador cumpri-las ou não.
Comparando a aviação comercial internacional com a executiva de longo curso, na comercial quando uma empresa vai operar pela primeira vez em determinada localidade, vai uma equipe de pilotos avaliar a localidade para montar um briefing para o restante do grupo, já na executiva o aviador pode passar por 5 países numa programação de 6 dias sabendo com 1 dia de antecedência para onde esta indo, o que torna o aviador mais dinâmico, rápido e capaz de se moldar rapidamente ao ambiente que será exposto. Por outro lado pelo fato de ter menos cobrança pode-se tornar um pouco mais relapso aos padrões e também a segurança de vôo.
Muitos aviadores são levados pela maré. O que surgir primeiro ele está dentro (executiva ou comercial) pois hoje em dia está muito difícil escolher um tipo de mercado na aviação.
É bom lembrar que tudo oscila e mesmo que hoje se esteja na melhor posição, o mercado pode se recuperar inesperadamente e aí pode vir a oportunidade, portanto devemos estar preparados para o futuro que desejamos. Vale a pena lembrar a máxima: “Cavalo arriado não passa duas vezes”.
Aviador anônimo

As informações são"http://paraserpiloto.com/2014/05/05/apa-pilotos-comparativo-entre-aviacao-comercial-e-executiva/".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer expõe gama completa de aviões executivos em Xangai, China

A Embraer Aviação Executiva participa de 15 a 17 de Abril na edição de 2014 da Asian Business Aviation Conference & Exhibition (ABACE), a fim de promover a sua gama completa de aviões e de serviços, disse Marco Túlio Pellegrini.

Pellegrini, presidente da divisão de aviação executiva da Empresa Brasileira de Aeronáutica, adiantou que a ABACE, a decorrer no Aeroporto Internacional Hongqiao de Xangai, China, “é uma boa oportunidade para encontros com clientes e dirigentes de empresas que compreendem o valor dos nossos jactos executivos como ferramentas de negócios.”



A empresa exibirá na exposição estática o Lineage 1000E, pela primeira vez apresentado neste certame, o jato Legacy 650 e o jato da categoria Phenom 300.

O Lineage 1000E, da categoria “ultra-grande”, é o maior jato executivo da Embraer e transporta até 19 passageiros em cinco zonas distintas de cabine.

Por seu turno, o Legacy 650, da categoria “grande”, transporta até 14 passageiros em três zonas distintas de cabine e o Phenom 300, da categoria “leve”, é, de acordo com a empresa, um dos melhores jatos da sua categoria, transportando seis ocupantes a uma velocidade máxima de cruzeiro de 839 quilômetros por hora.


As informações são"http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=74067".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Cirrus realiza primeiro voo do modelo Vision SF50

A fabricante de aeronaves Cirrus completou uma etapa significativa no processo de certificação do novo modelo monoturbina Vision SF50, realizando o primeiro voo do protótipo, que incluiu testes de sistemas de controle, manobras, envelope de voo, velocidade e desempenho em altitude intermediária. O aparelho é o primeiro de três protótipos que irão compor o programa de certificação e foi construído com base nos desenhos, processos e ferramentas que serão usados na produção. O preço inicial do monojato será de cerca de US$ 1.96 milhões e poderá transportar até sete passageiros...

As informações são"http://www.revistaflap.com.br/web/aviacao-executiva/noticias/6959-cirrus-realiza-primeiro-voo-do-modelo-vision-sf50".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer entrega seu 300º jato executivo Phenom 100

A Embraer entregou na semana passada seu 300º jato executivo Phenom 100. A aeronave pertence a Laticínios Bela Vista, uma empresa do rama de agronegócios localizada em Bela Vista de Goiás (GO). Esse foi o segundo Phenom 100 adquirido pela companhia.
“Foi com muita satisfação que atingimos este marco em apenas cinco anos de operação do Phenom 100”, disse, em nota, Marco Túlio Pellegrini, presidente da Embraer Aviação Executiva, braço da empresa responsável por aeronaves executivas.

Lançado em 2005, a primeira aeronave da categoria foi entregue em dezembro de 2008 e a frota atual está em operação em mais de 25 países. Segundo a empresa, o Phenom 100 é o mais espaço jato executivo da categoria entry-level. O modelo também é o mais veloz de sua classe.

As informações são"http://economia.terra.com.br/embraer-entrega-seu-300-jato-executivo-phenom-100,26e8c4336ed15410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer cobra melhor estrutura para aviação executiva

O Brasil deve se tornar este ano o segundo maior mercado para jatos executivos no mundo, ultrapassando o México e ficando atrás apenas dos Estados Unidos, mas precisa melhorar a infraestrutura dos aeroportos para esse segmento. A cobrança foi feita nesta quinta-feira, 27, em Sorocaba, pelo vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini, durante a inauguração do centro de serviços da empresa na cidade. "O jato executivo é uma ferramenta de produtividade e não existem muitos aeroportos executivos que permitam a utilização por esses aviões", disse.

Segundo ele, grandes aeroportos, como o de Congonhas, em São Paulo, têm limitações ao uso por jatos executivos, embora a aviação executiva seja indicador de crescimento econômico. "No Brasil são servidas 200 cidades hoje, mas temos 5 mil pistas que não são atendidas. A aviação executiva dá flexibilidade para os empreendedores, mas precisa de mais aeroporto, tráfego aéreo, pistas, instrumentação. É fundamental que o Brasil se desenvolva nesse setor, não só São Paulo, que é razoavelmente bem atendido, mas todo o território brasileiro precisa acomodar essa operação dos jatos", afirmou.
Novo centro de serviços
O centro de serviços da Embraer para jatos executivos custou mais de R$ 50 milhões e vai gerar 250 empregos especializados nos próximos anos. Com 20 mil metros quadrados de área, possui dois hangares, sendo um dedicado a serviços de manutenção, reparo e revisão de componentes e outro voltado à operação de aeronaves executivas. O conjunto, instalado no Aeroporto Estadual Bertram Luiz Leupolz, conta com terminal de embarque e desembarque de passageiros, serviços de atendimento aeroportuário, salas de reunião e de descanso para as tripulações.
A empresa já tem um centro de serviços em São José dos Campos e outros autorizados em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Goiânia, atendendo principalmente sua frota de 160 jatos executivos Phenom e Legacy em operação no Brasil. O País tem 830 jatos executivos em operação, número igual ao do México, mas com maior potencial de crescimento. Os Estados Unidos têm, de longe, a maior frota, com 11.580 jatos.
A chegada da Embraer a Sorocaba reforçou o plano da prefeitura de internacionalizar o aeroporto local. Com esse objetivo, o prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) reuniu-se ontem com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Moreira Franco. Segundo o prefeito, o governo federal busca alternativas para ampliar os serviços dos aeroportos brasileiros e atender à demanda a ser gerada por grandes eventos internacionais, como a Copa do Mundo. O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), que administra o aeroporto, deve pedir à Receita Federal a instalação de uma aduana no local.

As informações são"http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1579323-embraer-cobra-melhor-estrutura-para-aviacao-executiva".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Gulfstream faz mais entregas que Cessna em mercado de jatos executivos

A Gulfstream tornou-se a segunda maior fabricante de jatos executivos do mundo em entregas em 2013, com as crescentes vendas de suas aeronaves de maior porte ultrapassando a linha de menor porte da Cessna, disse uma fonte da indústria nesta quarta-feira.

A alta demanda no Oriente Médio levou a um boom do mercado de jatos, ajudando a ofuscar a queda do mercado europeu, disse Steve Tyler, chefe da Associação Geral de Fabricantes da Aviação, em teleconferência.
As fortes vendas do negócio de jatos, mais caro, elevaram o faturamento da indústria em 23,1 por cento no ano passado para o maior nível desde 2008, mesmo que o número de novos aviões tenha crescido apenas 0,9 por cento após uma baixa de oito anos.
A Bombardier ficou com o primeiro lugar no mercado de jatos executivos que movimenta 21 bilhões de dólares, com uma fatia inalterada de 26,5 por cento em entregas, graças aos modelos maiores Challenger e Global.
A Gulfstream, uma divisão da General Dynamics, expandiu sua fatia de mercado para 21,2 por cento no ano passado, de 14 por cento em 2012. A Cessna, da Textron, viu sua fatia cair para 20,5 por cento, da liderança do mercado, de 26,9 por cento.
A Embraer planeja começar a entregar o seu Legacy 500, novo jato de tamanho médio, este ano.
A fabricante de aviões brasileira já solidificou a quarta posição mundial como fabricante de jatos executivos, elevando sua participação de mercado para 17,6 por cento no ano passado, ante 14,7 por cento em 2012.
A Embraer e outros têm crescido às custas da Beechcraft Corporation, que saiu da recuperação judicial no ano passado com uma fatia de mercado de 0,9 por cento para seus jatos executivos Hawker, abaixo dos 12,2 por cento em 2008.

(Por Brad Haynes em São Paulo)

As informações são"http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA1I0ER20140219".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Governo autoriza voos executivos em aeroporto privado de Caçapava

O governo federal autorizou nesta segunda-feira (17) o início das operações de aviação executiva no Aerovale, empreendimento do setor aeronáutico que está sendo construído em Caçapava , no interior de São Paulo. Com a autorização, a previsão é de que o aeroporto privado receba os primeiros voos no fim de maio e absorva parte do tráfego aéreo durante a Copa do Mundo. Para receber voos comerciais o empreendimento precisará de uma outra autorização.

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, assinou a outorga que autoriza as operações da aviação executiva no empreendimento na manhã desta segunda-feira durante a visita que fez às obras. O evento teve a participação do engenheiro Ozires Silva, fundador da Embraer, de Rogério Penido, responsável pelo Aerovale, e de políticos e empresários da região.
A autorização permite que empreendedores privados absorvam a demanda do transporte aéreo no país e ajudem a desafogar o fluxo nos aeroportos públicos. A previsão é de que o aeroporto privado entre em operação no fim de maio para atender o público da aviação executiva durante a Copa do Mundo.
"Na época da Copa, tem dois mil, três mil jatos executivos e não tem onde pousar. Então é o nosso desafio de 30 de maio para pegar uma boa parte desses jatos e virem para cá", afirmou Penido.
"É o terceiro aeroporto que autorizo em São Paulo para atender uma demanda que é crescente. Vai atender uma demanda reprimida de voos executivos e helicópteros. Não tenho dúvida de que aqui que será uma alternativa extremamente propícia para aqueles que precisam desse serviço", afirmou o ministro-chefe da SAC, Moreira Franco.
O responsável pelo projeto afirmou ainda que a intenção é fazer com que futuramente o Aerovale receba voos comerciais. "Você pode ter certeza que em breve teremos muitas companhias aéreas operando aqui conosco. Esse foi o primeiro passo, mas já estão preparando o segundo passo. Já, já o aeroporto privado vai poder fazer todo trabalho que faz o aeroporto público", disse Penido.

Para o engenheiro Ozires Silva, a ampliação do tráfego aéreo é um passo importante para a aviação no país e, por consequência, para o desenvolvimento econômico. "O Brasil está em uma faixa de atraso com relação a isso. A nossa aviação hoje é menor do que o país precisa. Apenas 120 cidades brasileiras dos 5.500 municípios têm tráfego aéreo regular. Isso precisa ser revertido. Esse é um país que voa e pode voar muito mais gerando desenvolvimento", disse.
Aerovale 
O aeroporto privado funcionará em uma área de mais 2,5 milhões de metros quadrados e contará com módulos comerciais, hangares e heliporto. O empreendimento está em fase avançada de construção e nesta semana devem ser iniciados os trabalhos de colocação do asfalto da pista.
Com um investimento de R$ 230 milhões, o Aerovale terá 124 lotes aeronáuticos, 181 lotes industriais e comerciais, com acesso direto à pista do aeroporto, que será terminal de cargas e passageiros. Segundo a construtora, 30% dos 305 lotes estão vendidos e serão entregues no fim deste ano - o metro quadrado é vendido a R$ 600. O empreendimento fica às margens da rodovia Carvalho Pinto (SP-70) e a quatro quilômetros de distância da Via Dutra.

As informações são"http://m.g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/02/governo-autoriza-voos-executivos-em-aeroporto-privado-de-cacapava.html".Sempre é citado o link de referência.

Embraer Aviação Executiva assina contrato com Hawker Pacific para suporte ao Legacy 500 e Legacy 450 na região Ásia-Pacífico

A Embraer Aviação Executiva assinou um contrato com a Hawker Pacific para fornecer suporte e serviços de manutenção completa para clientes do Legacy 500 e Legacy 450 na região da Ásia-Pacífico. Este acordo antecede a entrada em serviço do jato executivo midsize Legacy 500, ainda no primeiro semestre de 2014. A certificação do mid-light Legacy 450 está prevista para meados de 2015.

“O anúncio da Hawker Pacific como Centro de Serviço Autorizado para o Legacy 500 e Legacy 450 faz parte do nosso plano em oferecer suporte aos clientes desde a entrada em serviço destas aeronaves”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer Aviação Executiva.  “Atingimos um alto nível de satisfação do nosso serviço de suporte ao cliente e queremos que nossos clientes continuem tranquilos, sabendo que temos uma infraestrutura completa que nos permite antecipar suas necessidades de forma efetiva e de responder prontamente”

Desde setembro de 2012, a Embraer vem desenvolvendo uma rede mundial, que atualmente já conta com 21 centros de serviços para o Legacy 500 e o Legacy 450, incluindo a Hawker Pacific.

“Trabalhamos com a Embraer para apoiar as operações dos seus clientes na região desde 2007 e o anúncio de hoje estreita ainda mais esse relacionamento”, disse Tony Jones, Chefe de Operações na Ásia da Hawker Pacific. “Com este novo contrato, passamos a ser certificados para fornecer suporte de manutenção ao portfólio completo da Embraer Aviação Executiva, desde o Phenom 100E até o Lineage 1000E.”

A rede de Centros de Serviços Autorizados da Embraer na Ásia-Pacífico é complementado pelo time de suporte ao cliente em Singapura e pelos representantes técnicos atuando na região. A Embraer Aviaçao Executiva também possui estoques de peças de reposição em Singapura, Austrália e Índia. 

Essa rede é apoiada por uma central de atendimento 24 horas na matriz da Companhia em  São José dos Campos, para dar assistência em tempo integral a clientes de todo o mundo. 

A Embraer Aviação Executiva mantém uma rede global com cerca de 70 Centros de Serviços, entre autorizados e próprios. 


As informações são"http://www.embraer.com.br/pt-BR/ImprensaEventos/Press-releases/noticias/Paginas/Embraer-Aviacao-Executiva-assina-contrato-com-Hawker-Pacific-para-suporte-ao-Legacy-500-e-Legacy-450-na-regiao-Asia-Pacific.aspx".Sempre é citado o link de referência.

Embraer Aviação Executiva nomeia novos executivos regionais de vendas

A Embraer Aviação Executiva anunciou hoje os nomes de dois novos executivos para liderar equipes de vendas regionais. Peter Griffith foi designado como Diretor de Vendas e Marketing, Europa e África, substituindo Colin Steven que está deixando a companhia para realizar novos projetos no mercado de aviação executiva.


A Empresa nomeou também Peter Walker como Diretor de Vendas e Marketing, Oriente Médio e Ásia-Pacífico, posição liderada por José Eduardo Costas desde 2008, que agora retorna ao Brasil para assumir a Diretoria de Inteligência de Mercado da Embraer Aviação Executiva.
   
“É com satisfação que damos as boas-vindas ao Griffith e Walker, que trazem seus conhecimentos e ampla experiência no mercado de aviação executiva para liderar os times de vendas e reforçar nossa presença em suas regiões”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “Gostaria de agradecer ainda ao Steven e ao Costas pelos seus esforços na construção da nossa marca em seus respectivos mercados e por auxiliarem nesse suave processo de transição.”   

Griffith traz uma vasta experiência para a sua nova posição, tendo ocupado cargos de liderança nos principais fabricantes do setor. 

Walker está na aviação desde 1985 como piloto e proprietário de aeronaves corporativas e ocupou posições de liderança em diversas empresas de aviação comercial e executiva.


As informações são"http://www.embraer.com/pt-BR/ImprensaEventos/Press-releases/noticias/Paginas/Embraer-Aviacao-Executiva-nomeia-novos-executivos-regionais-de-vendas.aspx".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Não há estudo de compra de novo avião, diz FAB

As escalas técnicas que causam desconforto à presidente Dilma Rousseff vão continuar existindo porque não existe, neste momento, nenhum novo estudo em andamento ou pedido do Palácio do Planalto para que a Aeronáutica avalie a possibilidade de comprar um novo avião presidencial. "Não existe nenhum processo em estudo", disse o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito. Segundo o brigadeiro, o tema nunca foi discutido por ele com a presidente ou houve pedido de Dilma a ele.

"O estudo que existia foi feito no final do governo do presidente Lula e está arquivado", informou Saito, que reconhece que o modelo usado pela presidente Dilma, Airbus A-319, que começou a voar no Brasil janeiro de 2005, não tem autonomia suficiente para fazer voos de longa distância. O comandante da Força Aérea defende, no entanto, que um país como o Brasil precisava de ter um avião com uma autonomia da ordem de 14-15 horas, que, por exemplo, decole de Brasília e vá até Dubai. O comandante lembrou que a necessidade de paradas técnicas incomoda não só a presidente Dilma, como também as autoridades do País onde o avião presidencial brasileiro pousa.
Neste fim de semana, causou polêmica a parada feita pela presidente Dilma Rousseff, em Lisboa, no sábado, 25, pelo fato de ela ter escondido iria pernoitar naquele País. O jornal O Estado de S. Paulo, no entanto, descobriu que a escala estava acertada pelo menos desde a quinta-feira, dia 23, dois dias antes da viagem, quando o governo brasileiro procurou o governo português e a embaixada brasileira procurou o restaurante Eleven para fazer a reserva para a noite de sábado. A equipe ficou hospedada nos luxuosos hotéis Ritz e Tivolli, de Lisboa. A parada em Portugal só entrou na agenda oficial de Dilma no domingo, às 13h50, hora de Brasília, quando a presidente já havia decolado de Lisboa.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comprou o Aerolula, reclamava muito da performance do avião. Quando a aeronave foi comprado, no entanto, uma das justificativas era que o aparelho fazia voos transcontinentais e podia voar de Brasília a Paris sem escala. "Acho que o Brasil precisa de um avião com mais autonomia para o presidente", disse Lula pouco antes de deixar o governo.
O estudo realizado pela FAB em 2010 previa duas opções de compra: um boeing 767 e um Airbus 330. Os dois modelos têm autonomia da ordem de 12 mil quilômetros, bem mais dos os oito mil quilômetros permitidos pelo Aerolula. No entanto, em se tratando de voos presidenciais, há necessidade de redobrar a segurança, o que reduz a margem da autonomia do avião. Um avião deste porte não custa menos de US$ 300 milhões, mais de cinco vezes o preço pago pelo Airbus A-319 usado atualmente por Dilma. Aviões presidenciais custam mais caros que modelos tradicionais porque sofrem adaptações. O Airbus 319 que serve a Dilma custou US$ 56 milhões, possui uma suite com cama e chuveiro, além de sala de reuniões da presidente Dilma e carrega cerca de 30 passageiros e 12 tripulantes.

As informações são"Tânia Monteiro | Agência Estado".Sempre é citado o link de referência.

Líder aviação entrega primeira aeronave do novo Centro de Serviço da Bombardier

A Líder Aviação anunciou a entrega da primeira aeronave atendida pela empresa desde que se tornou Centro de Serviço Autorizado da Bombardier. A manutenção do avião, um Learjet 40, foi realizada na base Belo Horizonte e a entrega da aeronave ocorreu no dia 16 de janeiro. Para a diretora de manutenção da Líder Aviação, Sílvia Cioletti, este é um passo importante para a companhia. “Estamos muito satisfeitos com a conclusão do primeiro trabalho como centro autorizado Bombardier. A crescente procura pela Líder demonstra a confiança do mercado na qualidade dos nossos serviços”, afirma.

Com mais de 50 anos de experiência em manutenção de aeronaves, a Líder Aviação conta com mecânicos altamente treinados e quatro bases de serviço – em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília –, que totalizam cerca de 25 mil metros quadrados, somando todos os hangares. A companhia possui grande acervo de equipamentos e peças: só no estoque são mais de 10 milhões de dólares em itens de reposição.

Certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Federal Aviation Administration (FAA), a empresa oferece manutenção em diversos modelos de aeronaves, motores, componentes aeronáuticos, pintura, interior, hélices e materiais compostos.


As informações são"http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,648227,Lider_aviacao_entrega_primeira_aeronave_do_novo_Centro_de_Servico_da_Bombardier,648227,10.htm".Sempre é citado o link de referência.

Aviação executiva ainda espera planos de logística para a Copa do Mundo

Enquanto os órgãos reguladores do governo discutem com as companhias áreas a reorganização da malha e incremento de voos para o período da Copa do Mundo, locadoras e fretadoras de jatos executivos e helicópteros ainda não sabem como vão operar a logística de empresários e de autoridades que desejam exclusividade no deslocamento entre as cidades-sede do evento. Com contratos já assinados e uma projeção de demanda até 50% superior para os meses de junho e julho, as empresas temem que o atraso na divulgação das regras resulte na fuga de clientes diante de eventuais restrições operacionais, a exemplo do que aconteceu em grandes eventos de 2013, quando o espaço aéreo, segunda as empresas do setor, chegou a ficar fechado para a aviação executiva.

Baseada em São Paulo, a Global Aviation, que gerencia cerca de 30 aeronaves, hoje corre contra o tempo para inaugurar um hangar em Sorocaba, no interior do estado. Em tese, a instalação ajudaria a empresa a driblar o gargalo aeroportuário já durante o período da Copa, mas ainda não há certeza sobre sua utilidade diante da ausência de um agenda operacional para os jatinhos. “Por mais que eu possa utilizar o meu hangar, não sei se vou poder colocar a aeronave no ar. Não sabemos onde ela vai poder descer”, resume Marcio Pacheco, diretor-geral da Global, que acrescenta: “A gente quer acreditar que haverá espaço, mas ainda não tem nada certo. No ano passado, na Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude, não pudemos decolar. Há agora um considerável aumento no número de voos da aviação comercial, que deve reduzir ainda mais o número de slots (posições definidas para saída e chegada de aeronaves) para a aviação executiva dentro dos principais aeroportos. Estamos temerários”.
Alocada no Rio de Janeiro, a Lynx Táxi Aéreo, também precisa conviver com essa angústia diante de um aumento no número de consultas na casa de 30%. “Os aeroportos tradicionais não vão comportar os jatinhos. Isso me parece claro. O que ainda não é claro é para onde vai essa demanda. A gente espera que o governo abra aeroportos alternativos”, pondera o Paulo Castello Branco, presidente do Grupo Águia, conglomerado de empresas onde está alocada a Lynx.
O setor já esperava contar desde o fim do ano passado com uma resposta oficial do governo através da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ou Infraero. No entanto, o prazo limite considerado pelas empresas, diante da necessidade de planejar o gerenciamento da demanda e fechar contratos de transporte aéreo, é até o fim de fevereiro. “Precisamos urgentemente de uma posição neste primeiro bimestre. Se adiar além disso, corremos risco (de perda de receita)”, pondera Pacheco, que calcula um incremento de demanda entre 30% e 50% em uma previsão, segundo ele, conservadora.
Ex-presidente da TAM e profundo conhecedor do tema, Castello Branco tem participado desde o ano passado das discussões com a Anac sobre o tema. O desfecho, no entanto, ainda não está claro. “Tudo indica que vai haver um plano de contingência. Resta saber como ele vai ser, quais aeroportos vão estar abertos, para que a gente consiga estudar as nossas melhores opções”.
Por ora, as empresas têm disponibilizado um terço dos equipamentos, entre aviões e helicópteros, para contratos fixos. O restante ficará para os chamados “spots”, as locações pontuais. Uma proporção que muda de acordo com o que vier a ser determinado pelo governo.
Além dos jatinhos que trafegam rotineiramente no espaço aéreo brasileiro, a aviação executiva prevê um desafio logístico ainda maior em virtude dos equipamentos que devem trazer autoridades e empresários do exterior (e circular pelo país durante o evento).
Em nota, a Anac considerou que a definição dos slots deve acontecer às vésperas do evento tendo em vista que, ao contrário das companhias áreas que apresentam escala regular de voos, a demanda da aviação geral (ou executiva) apresenta menor antecedência. “Os procedimentos para solicitação de slots para aviação geral nos 25 aeroportos coordenados serão divulgados posteriormente, tendo em vista que essa demanda é observada apenas em data próxima ao início do evento, assim como aconteceu na Copa das Confederações realizada em junho passado”, apontou a agência. Dos 25 aeroportos citados, 12 estão localizados nas cidades-sede, além dos outros 13 no raio de até 200 quilômetros de distância. A SAC determina o mínimo de 10% dos slots de cada aeroporto para a aviação executiva.

As informações são"Brasil Econômico - Daniel Carmona via IG".Sempre é citado o link de referência.

TAM Aviação Executiva se torna líder em vendas de helicópteros BELL na América Latina

TAM Aviação Executiva se tornou líder em vendas de helicópteros Bell na América Latina. Depois de cinco anos de liderança mexicana nesse ranking, o Brasil superou em 20% as vendas realizadas naquele país e em 30% as vendas na Argentina, outro tradicional mercado para a fabricante norte-americana de helicópteros.

Segundo o CEO da TAM AE, Fernando Pinho, o 429, o mais novo aparelho da Bell, é um dos principais fatores responsáveis por essa performance de vendas no Brasil. Dono da maior cabine do segmento bi-turbina leve, o 429 chegou ao País em janeiro trazendo algumas novidades importantes para o mercado brasileiro, como performance, equipamentos que permitem aproximação para pouso por instrumentos em áreas densamente edificadas sob quaisquer condições climáticas.


Fonte: www.aeromagazine.com.br


As informações são"http://www.flightmarket.com.br/pt/detalhes-noticia/tam-aviacao-executiva-se-torna-lider-em-vendas-de-helicopteros-bell-na-america-latina".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira 

Cirrus lança linha G5 2014

A Cirrus Aircraft, mantendo sua política de inovar e prestigiar seus clientes, acaba de anunciar as novidades para sua linha G5 2014.

A modificação mais visível é a Tecnologia Integrada de LED. No ano que vem os Cirrus estarão equipados com um novo sistema de iluminação que não só trará a sofisticação e o apelo visual da iluminação LED, mas uma maior capacidade de ver e ser visto, o que aumenta a segurança de voo principalmente nos espaços aéreos congestionados.

Esse novo sistema vai permitir melhores condições para que o piloto faça a inspeção pré-voo no período noturno, iluminação da cauda, luzes anti-colisão e de navegação, novos faróis de pouso e um elegante elemento visual nas pontas da asa.
Do departamento de Criação e Design Cirrus saiu o novo modelo das pinturas que serão oferecidas em sete novas cores e combinações. Os assentos foram redesenhados em sua ergonomia para aumentar o conforto dos ocupantes.

Em 2014 um novo sistema de freios chamado Bering Aero Brakes será incorporado. Esse sistema de peso reduzido provê uma nova tecnologia que mantem as temperaturas de frenagem mais baixas e ainda permite o uso de pneu sem câmara, o que reduz a possibilidade de vazamentos e falhas.

Geração 5 é o nome dado às aeronaves Cirrus com a capacidade de carregar 91 kgs a mais de carga. Dado ao reforço estrutural da asa e do trem de pouso e ainda o aumento do tamanho do Paraquedas, essa geração dispõe 690 kgs de carga útil. São 5 pessoas a bordo mais bagagem e uma autonomia de 7 hs ou 2000 km com reserva. Liberdade total com relação ao peso e balanceamento.

Também equipa esta geração a Tecnologia Garmin Perspective com o Piloto Automático Digital GFC700 com sistema de prevenção de atitudes anormais (ESP) e o Botão Azul que nivela instantaneamente as asas da aeronave. O Global Connect também está a bordo possibilitando contato com o mundo por fone via satélite em qualquer fase do voo, além de trazer informações meteorológicas tão cruciais ao piloto.

As aeronaves G5 2014, estão sendo oferecidas respectivamente por US$ 541.118,00 o SR20 Compass, US$ 704.410,00 o SR22 Compass e US$ 888.597,00 o SR22 GTS.

Neste momento a Cirrus tem uma promoção especial por tempo limitado para o SR22 GRAND que tem seu preço normal de US$ 830.095,00 reduzido para US$ 799.500,00. 

As aeronaves são entregues no Brasil, totalmente nacionalizadas e sem nenhuma outra despesa adicional.



Fonte: www.cirrusnews.com.br
Autor: Cirrus Brasil

As informações são"http://www.flightmarket.com.br/pt/detalhes-noticia/cirrus-lanca-linha-g5-2014".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:

Embraer participa do Dubai Airshow 2013

A Embraer participará da 13ª edição do Dubai Airshow (www.dubaiairshow.aero), de 17 a 21 de novembro, no Dubai World Central (DWC), nos Emirados Árabes Unidos (EAU). A Empresa promoverá a linha completa de aviões comerciais e executivos e exibirá na exposição estática os jatos Legacy 650 e Lineage 1000, respectivamente das categorias large e ultra-large.

A presença da Embraer Aviação Comercial tem crescido no Oriente Médio e no norte da África desde que a primeira aeronave comercial, um E170, entrou em serviço com a Saudi Arabian Airlines, em 2005. A família de quatro E-Jets, com capacidade para 70 a 124 passageiros, está atualmente em serviço em nove companhias aéreas de seis países, com um total de 63 E-Jets voando na região.

As informações são"http://www.aviacaobrasil.com.br/wp/noticias/embraer-participa-do-dubai-airshow-2013".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Em reabilitação, ex-presidente da Azul fala de Blumenau, aviação, Tecnoblu e uma nova vida

Aos 54 anos, o executivo Pedro Janot enfrenta a fase mais difícil da vida. Com história construída na Mesbla, Americanas, Richard’s, Zara e Pão de Açúcar, o executivo, no auge pessoal e profissional, caiu de um cavalo e perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Isso foi há dois anos, quando era presidente da Azul Linhas Aéreas.

Hoje, conselheiro da Azul e da blumenauense Tecnoblu – fabricante de acessórios para a indústria da moda – Janot luta pra se recuperar. Veio a Blumenau na semana que passou para reuniões na empresa da Itoupava Central. Em cadeira de rodas, exausto, mas ainda empolgado, Janot conversou com a coluna sobre a conjuntura econômica, aviação e a experiência dele com o acidente.
Já conhecia Blumenau?
Pedro Janot – Eu conhecia. Trabalhei muito com a Dudalina, com a Sônia, Duca, Ruizinho, e com outras empresas, mas a Dudalina marcou pela simpatia da família. Vim à primeira Oktoberfest, depois daquela enchente. Fui comprador da Mesbla e estava aqui comprando alguma coisa. Vi uma festa linda, ainda muito original, com os colonos, roupas e comida típicas. Gosto muito dessa região.
Como se aproximou da Tecnoblu?
Janot – Foi através da Endeavor (organização que incentiva o empreendedorismo). Fui mentor deles. Tivemos uma conversa de uma hora e meia e depois eles me convidaram para participar do conselho para ajudar a companhia a dar os passos largos que ela tiver oportunidade de dar. Vejo uma empresa com diferenciais importantes. E agora, tendo um sócio, um fundo de private equity, pode realmente trazer a ambição da Tecnoblu de ser uma companhia internacional, capitalizada e estruturada.
A Tecnoblu se mostra uma empresa ousada, com crescimentos significativos. É recomendável essa ousadia?
Janot – Acho que vale a pena. O mercado têxtil no Brasil começa a se profissionalizar agora. Muitas cadeias começam a se organizar porque o consumidor quer mais por menos. Temos um desemprego funcional, quer dizer, não tem mais onde entrar renda. O mercado vai crescer para quem tiver iniciativa inovadora, e esse consumidor, que alcançou um patamar de renda e o levou a consumir mais, vai manter esse patamar de consumo. Então, céu azul para a Tecnoblu.
De quem depende o desenvolvimento da aviação regional no Brasil?
Janot – Do governo federal. A Azul já faz. Depois da fusão com a Trip, a Azul atende 100 destinos, dos quais 50 são absolutamente regionais. Agora, são aeroportos com pouquíssima estrutura. Tem um que antes do pouso alguém pega a moto para tirar as capivaras da pista. Parece engraçado, mas não é. O Brasil é um país que está se interiorizando economicamente, pelas fronteiras agrícolas, minerais, e é um país com grandes cidades espalhadas, com nenhum transporte aéreo. O que nós fazemos hoje ainda é muito pouco.
Temos um aeroporto que hoje serve para um aeroclube e voos particulares. Vale a pena investir nele tendo o Aeroporto de Navegantes a 40 quilômetros?
Janot – Os aeroportos vão se especializar. Em São Paulo, uma companhia vai construir um aeroporto exclusivamente para a aviação executiva. Existe uma chance para esse aeroporto, na minha opinião, para a aviação executiva que pode ter um serviço de helicóptero. O aeroporto daqui tem muita lenha pra queimar, dá pra fazer muita coisa dele. São vocações diferentes.
O que muda na cabeça de um executivo com o episódio do acidente?
Janot – Primeira vez que alguém me pergunta isso. Foi um dos maiores traumas da minha vida. Antes de um feriado, feliz com a família, com a profissão, um homem realizado e, aos 52 anos, forte, esportista, ainda que acima do peso, já que trabalhava mais do que tinha lazer. De repente você se vê numa cama sem se mexer do pescoço para baixo. Duas coisas eu estou aprendendo. Primeiro, que você pode trabalhar, mas tem que equilibrar um pouco as coisas. Segundo: estou vivendo o maior desafio como CEO da minha vida. Você tem que cultuar a paciência, algo que você não pode ter como líder de companhia. Você querer coçar o seu nariz, não poder e não ter ninguém perto para coçar. Ninguém imagina o que isso significa.
Além da paciência, percebeu algo mais de diferente?
Janot – Aumentou o lado espiritual. Como executivo, eu sempre trabalhei todos os lados, menos o espiritual. Raramente eu perdi o controle. Quando chorei, chorei eu e minha esposa sozinhos, e foram poucas vezes. Tem que manter a família e os filhos alinhados com você, sem brigar com eles, sem ser rabugento, já que você está preso numa cadeira de rodas. E vamos levando. As coisas estão indo bem. A lesão parece ser menos grave do que parecia e a recuperação está vindo. Ninguém sabe quanto tempo vai demorar. Cada história é uma história. Eu estou brigando para minha história ser bem rápida.

As informações são"Zero Hora".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira