Mostrando postagens com marcador Acidentes Aéreo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Acidentes Aéreo. Mostrar todas as postagens

Aeronave bimotor cai em mata na Serra da Cantareira

Uma aeronave bimotor teria caído na Serra da Cantareira na manhã desta segunda-feira (2). O Corpo de Bombeiros foi acionado pela Aeronáutica quando o avião perdeu contato com a base entre as estradas Da Roseira e Santa Inês, em Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo.
TV Globo/Reprodução
Segundo informa o capitão Marcos Palumbo, porta-voz dos bombeiros, o helicóptero Águia 8 esteve no local e confirmou o acidente. Oito equipes foram enviadas no local, que seria de mata fechada.
A aeronave, que saiu de Jundiaí, no interior do estado, para o aeroporto Campo de Marte, na zona norte da capital, é um bimotor, modelo King Air. Ainda não há informações sobre tripulantes e o motivo da queda.
Conteúdo Original:Veja sp

Como foi o acidente perto do Campo de Marte


Um avião de pequeno porte caiu após decolar do aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, na tarde desta sexta-feira. Dois ocupantes morreram e 11 pessoas ficaram feridas. Uma casa foi atingida e outras duas ficaram danificadas.

Testemunhas que presenciaram o momento da queda contaram o que viram ao Estado. Veja os relatos:

'Levantou aquela bola de fogo'
O atendente de loja Rafael dos Santos, de 25 anos, estava no portão de casa quando ocorreu a queda. Segundo ele, não estava chovendo na hora do acidente. “Vi ele (avião) passando, passou muito rápido, aí embicou e levantou aquela bola de fogo e de fumaça preta.”

Segundo ele, havia pelo menos dois homens no caminhão de lixo que estava perto do local e que acabou carbonizado. Imagens feitas por Santos no celular mostram que a queda criou pequenos focos de incêndio na rua. “Nunca vi nada assim.”

'Veio muito rápido em cima de nós'
O motorista de aplicativo Selmo Eugênio da Silva, de 44 anos, levava um passageiro da Barra Funda, na zona oeste, até Santana, na zona norte, no momento da queda da aeronave. “Não sei como consegui escapar daquele incêndio, veio muito rápido em cima de nós”, disse. Segundo Silva, o carro estava parado no farol quando foi atingido.

"Pensei que um carro tinha batido atrás. O passageiro saiu, passando por cima de mim. Tentei sair e não conseguia. Apertei o botão do cinto, daí saí de dentro (do carro).” Silva queimou parte do braço e foi atendido no local.

'Teve correria para ver, tirar fotos'
"Vi ele (avião) passando bem baixinho e, depois, teve a explosão. Deu um barulho alto, saiu fumaça preta na hora, ficou um cheiro de fumaça", disse o frentista Francimar Tomé da Silva, de 47 anos. "Teve correria para ver, tirar fotos. Tinha pessoa gritando, dizendo corre, corre, para sair fora, gritando para sair."

'Levantou voo e perdeu potência'
O arquiteto Vainer Ragusa, de 50 anos, passava pela Avenida Brás Leme, após sair de uma consulta médica, quando testemunhou a queda da aeronave. "Estava no farol da Brás Leme, no sentido Santana. Vi que o avião levantou voo e perdeu potência, começou a baixar e caiu entre a rua e uma casa", conta. Segundo Ragusa, a aeronave atingiu carros. "Estava a uns 200 metros e senti o calorão. Foi muito feio."

'Achei que fosse um daqueles caças que fazem show'
A estudante de moda Victória Piccinn, de 19 anos, saía do edifício de 10 andares em que mora quando o avião caiu. “Passou raspando na torre A do Campo de Marte. Estava no celular com um amigo e falei ‘nossa, quase arrancou um pedaço do prédio'.  Passou fazendo tanto barulho que achei que fosse um daqueles caças que fazem show." Segundo ela, houve um clarão após a queda e o avião era branco e azul. “Quando passamos aqui, já tinha muito fogo", disse Victoria.

'Deu para sentir o calorão'
Moradores de uma casa atingida pelo avião, os aposentados Neusa e João Bovolenta, de 73 e 83 anos, estavam assistindo televisão na sala de estar de casa no momento do acidente. “A gente estava conversando aí ‘tum’. Eu estava de costas para a janela, aí estourou tudo, foi caindo tudo”, conta a aposentada.

“Começou a vir uma fumaça preta, entrou pelo portão.” Por causa das escadas, o casal não gosta de utilizar o segundo andar do sobrado, em que vive há 26 anos. Eles saíram pela cozinha e pegaram o corredor para os fundos, onde mora uma neta. “Deu para sentir o calorão. Abri tudo. Ele (o marido) pegou uma mangueirinha e começou a jogar água (da casa da neta).” /PRISCILA MENGUE, RENAN CACIOLI  e JÚLIA MARQUES


Conteúdo Original:Estadão

Os dados sobre o AVRO RJ-85 mostram que ele não teria autonomia para voar de Santa Cruz até Medellin

Os dados publicados sobre o modelo acidentado na internet mostram que o alcance do modelo RJ-85 seria de 1600 Milhas Náuticas e a distância entre Viru Viru e Medellin é de 1606 milhas, conforme o GCMAP: Isto poderia indicar que o avião não tinha combustível suficiente?



Não temos essa resposta ainda. Alguns RJ-85 possuem tanques auxiliares como opcionais para aumentar a autonomia da aeronave e como não temos acesso aos documentos oficiais da aeronave, neste momento não é possível falar sobre isso.
No entanto percebam: Quando um piloto recebe o plano de voo, nele consta a quantidade de combustível que haverá nos tanques na hora do pouso. Para o caso acima, teríamos uma quantidade negativa de combustível, concordam? Então está faltando uma peça no quebra-cabeças que no momento não podemos montar, então especular não é a solução.
Os exemplos acima apenas mostram o quão complexo é investigar um acidente aeronáutico e que portanto TUDO que se escrever neste momento sobre POSSÍVEIS CAUSAS são simplesmente especulação ou conclusões apressadas. Eu entendo a comoção e o respeito que se deve ter (com os familiares) pelo fato de ter acontecido em um voo fretado por um time de futebol que ia para uma final de campeonato.
O time de investigadores já foi despachado para o local e a tarefa deles não é encontrar o culpado e sim identificar as causas que levaram isto a acontecer para que nunca mais aconteça um outro acidente igual.
Nenhuma vida perdida em um acidente aéreo é em vão. Nós desfrutamos hoje de toda esta segurança por causa dos acidentes que ocorreram no passado.

As informações são"avioesemusicas".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Acidente: Lamia AVRO RJ-85 em Medellin, time da Chapecoense à bordo

Um Avro RJ-85 da LAMIA Bolivia, matrícula CP-2933 que fazia o voo LMI-2933 (fretado), de Santa Cruz (Bolívia) para Medellin (Colômbia) com 72 passageiros e 9 tripulantes desapareceu do radar durante a aproximação para Medellin por volta de 21h56 (hora local). A delegação do time de futebol da Chapecoense estava a bordo, além de diversos jornalistas brasileiros que iriam cobrir a final da copa sul-americana.
Há muitas informações ainda desencontradas sobre o número de sobreviventes. As buscas no local do acidente são feitas por terra em virtude do terreno montanhoso e neblina.
O aeroporto de Medellin divulgou em nota que a aeronave declarou emergência para a torre de controle às 22h00 (horário local), reportando “problemas elétricos”. Observar que a última posição de ADS-B reportada pela aeronave de acordo com o Flight Radar 24 foi às 21h56. Como eu disse acima, há informações desencontradas sempre que ocorre um acidente aéreo, e a linha do tempo correta só será conhecida quando se iniciarem as investigações para descobrir as causas que contribuíram para o acidente.

Declarou emergência

É muito importante entender que “Declarar Emergência” não significa necessariamente que o avião esteja “em risco iminente de queda”. Declarar emergência à torre indica que você, o declarante, quer ter prioridade sobre todos os outros aviões que estiverem na área – e isto pode ser por diversos motivos, desde baixo nível de combustível até um passageiro passando mal a bordo. Se foi reportado um problema elétrico, o RJ185 possui diversos sistemas redundantes e quem acompanha este site já sabe que NENHUM problema único, em QUALQUER sistema de QUALQUER aeronave é capaz de levar a um acidente. É preciso que haja uma conjunção de fatores, e estes nós só conheceremos no relatório final.
É importante frisar também, para os que têm medo de voar e que serão bombardeados com esta notícia durante semanas, que com a Aviação Comercial continua tudo bem. A Lamia é uma empresa aérea de transporte não regular, de fretamento, não se encaixando portanto nas mesmas regras e procedimentos da aviação regular.
“_Lito, você está dizendo então que empresas de fretamento são inseguras”?
NÃO! Eu estou dizendo que as regras, regulamentos e fiscalização sobre as aéreas de voo regular (que 99,9% das pessoas voam) são muito mais restritivas. Como vocês devem se lembrar, no acidente com o jato em que estava o Eduardo Campos, nem “caixa preta” o avião tinha, enquanto que um avião comercial não pode voar nem 3 dias sem que o gravador de dados ou o gravador de voz estejam operando.

Alijamento de combustível

Alguns órgãos locais na Colômbia divulgaram informações que o piloto “teria” dispensado combustível para tentar um pouso forçado, e esta informação obviamente foi amplificada. Nada mais longe da verdade!
Uma aeronave só dispensa combustível em uma condição: quando o peso atual da aeronave for MAIOR que o peso máximo de pouso e SE as condições de emergência permitirem. É comum os aviões decolarem com um peso muito maior do que o peso máximo que podem pousar – isto acontece todos os dias em todos os aeroportos do mundo. Caso haja um problema que requeira o retorno ao aeroporto logo após a decolagem, então o piloto pode “alijar” uma parte do combustível na atmosfera para que o avião fique leve até se encaixar no peso de pouso. Acontece que dispensar combustível leva tempo, dependendo do avião até 30 minutos, então se o retorno tiver que ser imediato, o piloto não vai perder tempo alijando, vai efetuar o pouso com o avião ACIMA do peso máximo. Pousar acima do peso não trás qualquer problema para a segurança do avião, apenas trás trabalho para a manutenção que terá que fazer inspeções rigorosas na estrutura. Entenderam? (Neste post aqui eu explico o porquê disso tudo)
Se entenderam, é possível observar o absurdo na notícia abaixo – pois se o avião acidentado estava já no final de sua viagem, estava com o mínimo de combustível e bem leve, portanto desnecessário qualquer alijamento. E o pior, como o peso máximo de decolagem e o peso máximo de pouso do Avro RJ85 são próximos, ele nem possui sistema de alijamento de combustível!.

As informações são"Avioes e Musicas".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Incompetence, lost time mar MH370 search, says pilot who wrote about Air France crash

The shortcomings exposed in the preliminary report on Malaysia Airlines flight MH370 are disturbing and have raised questions about the competence of the airline's operations centre, said an Airbus A330 captain who wrote a book on the Air France 447 crash.In his opinion piece in CNN, Bill Palmer said the brief, five-page report, showed that the Malaysian Transport Ministry was still trying to share as little information as possible.

He said this was especially evident when compared with the extensive detail in preliminary reports from other accidents, such as the loss of Air France Flight 447 in June 2009.
"What we do learn from this new report is that the airline told controllers – who were already looking for flight 370 – that everything was normal, delaying the realisation that the plane was many hundreds of miles from where it was thought to be, and any attempts at finding it.
"In fact, it would be three hours and 52 minutes between the time that the controller in Ho Chi Minh, Vietnam, reported to air traffic control in Kuala Lumpur, Malaysia, that flight 370 had not contacted him as instructed, and the time that the Kuala Lumpur rescue centre was activated," said Palmer who is an Airbus A330 captain for a major airline and the author of "Understanding Air France 447" which explains the details and lessons of the crash of that aircraft.
Palmer said the preliminary report had said the Ho Chi Minh controller reported he saw the aircraft over the Igari navigational waypoint, a position still within Malaysian airspace where the flight had been instructed to contact Ho Chi Minh, but he did not have verbal contact.
He cited the report as saying the controller further noted the observed "radar blip" disappeared over another waypoint along the aircraft's route northeast of Igari, within Ho Chi Minh airspace and less than 100 miles from the southern tip of Vietnam.
After not hearing from the flight for 17 minutes after expected, the two controllers spent 20 minutes trying to contact the aircraft on "many" frequencies, the report had said, and through relays from other aircraft in the area, as would be expected.
Palmer said it was at this point that the controllers turned to the airline, and here things became odd.
At 2.03am local time, Malaysia Airlines' operation control centre told the watch supervisor at Kuala Lumpur air traffic control that the flight was in Cambodian airspace.
"It was not planned to enter that airspace. The Ho Chi Minh controller, apparently sceptical of the airline's information, requested confirmation. When queried, the airline said it was able to 'exchange signals' with the flight.
"Apparently still unaware that something was amiss, at 2.35am, nearly an hour after last contact with air traffic control and more than 30 minutes after reporting the airplane to be in Cambodian airspace, the airline informed Kuala Lumpur air traffic control that the airplane was 'in normal condition based on signal download' and placed its position on course a few miles off eastern Vietnam," Palmer said.
He said the report did not mention whether the airline attempted to contact the airplane directly through satellite calls or data-link messages.
Citing the report, Palmer said at 3.30am, almost an hour after the airline's last report put the aircraft in normal condition east of Vietnam, its operations centre reported the position was based on a prediction of the flight's progress, not its actual position.
Controllers then expanded their contact attempts to include the Hong Kong and Beijing air traffic control centres, which also had no contact with the aircraft.
Palmer said controllers don't instantly sound the alarm when an airplane doesn't call them as expected.
"Air traffic communications are not perfect in day-to-day operations, and the controller exchanges reflect that. A gap in radio coverage, a misdialed frequency and other everyday occurrences were good reason for the controllers not to react immediately.
"Controllers took the expected actions in attempting to reach the flight on various frequencies and by other aircraft. A transponder, too, occasionally fails, and air traffic control will ask an airplane's crew to reset it, but radio contact is required to do so."
In his opinion piece for CNN, Palmer said there were three phases of alerts in an air rescue situation, based on international protocols: The uncertainty phase, when no communication is received for 30 minutes after it should have been; the alert phase, when attempts to contact the crew or inquiries to other relevant sources have failed to reveal any information; and the distress phase, when further inquiries have failed to provide any information or when fuel on board is considered to be exhausted.
"Clearly the misinformation provided by the airline that had controllers searching and attempting to contact the aircraft over much of Southeast Asia kept officials from realising the airplane had never even reached the coast of Vietnam. That conclusion was not drawn until 5.20am, after which the watch supervisor at Kuala Lumpur air traffic control activated the distress protocol.
"By then the airplane was likely somewhere well out over the Indian Ocean. By then it had already been off air defence radar for hours, though it would take a replay of that data to see if it were ever on there in the first place," he said.
Palmer said the scenario highlighted some of the real-life difficulties associated with the current state of international air traffic control.
"We rely on electronic equipment on board the airplane reporting its position – secondary radar (using transponders) and data-link communications. In remote oceanic areas, airplanes operate for many hours beyond any radar contact, where radio communication is also difficult.
"Position and voice transmissions are periodic, not constant. For the modern air traffic control system, the current technology works well nearly 100% of the time. However, when the electronics fail for whatever reason – and there are many possibilities – we are left with nothing."
Palmer said in the case of Air France Flight 447, controllers looking for contact with the aircraft and the airline had similar communications issues.
He said the investigation of that disappearance revealed a surprising lack of coordination between air traffic control agencies, their inability to contact each other and clarity on who should be initiating emergency protocols when contact is lost.
"In that case, too, there were erroneous reports – that the flight was OK and nearing Portugal airspace – though this time from controllers. Air France had, just before then, become anxious about the error messages sent from the airplane – which unbeknown to anyone had crashed more than four hours earlier north of Brazil.
"Many controllers and agencies were asking about the flight, but no one had triggered the uncertainty, alert and distress phases of the process."
Palmer said details of these same processes in the disappearance of flight MH370 remained unclear.
The preliminary report on flight MH370, he said, concluded with one safety recommendation: to examine the safety benefits of introducing a standard for real-time tracking of commercial air transport aircraft.
"Systems such as Automatic Dependent Surveillance-Broadcast – essentially GPS – currently offer that type of coverage over or near land, and flight 370 was so equipped.
"However, over remote areas the problem is more complex and expensive, and it still depends on whether or not the equipment on the plane is working," he added.

 The information is "http://www.themalaysianinsider.com/malaysia/article/incompetence-lost-time-mar-mh370-search-says-pilot-who-wrote-on-air-france" Is always quoted the reference link.

Avião volta em segurança após pouso forçado na Malásia

Um avião da Malaysia Airlines com 166 pessoas a bordo aterrisou com segurança em Kuala Lumpur no começo de segunda-feira, 21 (horário local), após ter sido forçado a abandonar um vôo para Bangalore devido a problemas no trem de pouso, afirmou a companhia.

O ministro da Defesa e ministro interino dos Transportes, Hishammuddin Hussein disse em um tuíte: "Todos chegaram em segurança - indo pra lá agora!"

A Malaysia Airlines dissera mais cedo que o Boeing 737-800, com 159 passageiros e sete tripulantes, sofreu um problema no trem de pouso do lado direito após a decolagem e teria que fazer uma aterrisagem forçada.

Agentes de segurança ficaram de prontidão, Segundo a companhia aérea.

No mês passado, um avião da Malaysia Airlines desapareceu enquanto fazia um voo entre Kuala Lumpur e Pequim, em circunstâncias ainda inexplicadas, com 239 pessoas a bordo. A busca pelos destroços do avião seguem no Oceano Índico.


As informações são"http://atarde.uol.com.br/mundo/noticias/aviao-volta-em-seguranca-apos-pouso-forcado-na-malasia-1585570".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Avião volta em segurança após pouso forçado na Malásia

Um avião da Malaysia Airlines com 166 pessoas a bordo aterrisou com segurança em Kuala Lumpur no começo de segunda-feira, 21 (horário local), após ter sido forçado a abandonar um vôo para Bangalore devido a problemas no trem de pouso, afirmou a companhia.

O ministro da Defesa e ministro interino dos Transportes, Hishammuddin Hussein disse em um tuíte: "Todos chegaram em segurança - indo pra lá agora!"

A Malaysia Airlines dissera mais cedo que o Boeing 737-800, com 159 passageiros e sete tripulantes, sofreu um problema no trem de pouso do lado direito após a decolagem e teria que fazer uma aterrisagem forçada.

Agentes de segurança ficaram de prontidão, Segundo a companhia aérea.

No mês passado, um avião da Malaysia Airlines desapareceu enquanto fazia um voo entre Kuala Lumpur e Pequim, em circunstâncias ainda inexplicadas, com 239 pessoas a bordo. A busca pelos destroços do avião seguem no Oceano Índico.


As informações são"http://atarde.uol.com.br/mundo/noticias/aviao-volta-em-seguranca-apos-pouso-forcado-na-malasia-1585570".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Aeronave da Avianca faz pouso de emergência em Brasília

Um avião da empresa Avianca fez pouso de emergência, às 17h42 de hoje (28), no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. A aeronave MK-28, Prefixo OAF 6393, voou de Petrolina (PE) para Brasília com 44 passageiros e cinco tripulantes.

De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), o avião aterrissou com o trem de pouso dianteiro recolhido. Taxiou, portanto, só no trem de pouso traseiro, até perder velocidade para baixar a fuselagem dianteira na pista.
De acordo com a assessoria da Inframérica, concessionária que administra o aeroporto, nenhum passageiro ficou ferido.
A FAB informou ainda que uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) esteve no local para “levantar informações para uma possível investigação”, e já liberou a aeronave para que a empresa a retire da pista.
A FAB adiantou, no entanto, que uma investigação, se ocorrer, não terá caráter de punição. O trabalho da Cenipa tem caráter preventivo, para evitar novos acidentes da mesma natureza.
A Avianca informou, em nota, que o avião pousou “de forma segura, e todos os passageiros foram desembarcados e transportados, em ônibus, até o terminal de passageiros”.
Accident: Avianca F100 at Brasilia on Mar 28th 2014, landed without nose gear
Avianca Brasil Fokker 100, registration PR-OAF performing flight O6-6393 from Petrolina,PE to Brasilia,DF (Brazil) with 44 passengers and 5 crew, was on approach to Brasilia when the crew reported an unsafe gear, aborted the approach and entered a hold to work the related checklists, but were unable to resolve the problem. The crew declared emergency and prepared for a possible partial gear landing at 17:42L (20:42Z) about 60 minutes after aborting the first approach. The aircraft landed on Brasilia's runway 11R on its main gear, the crew held the nose up as long as practicable before lowering the nose onto the runway and coming to a stop on the runway. Emergency services foamed the aircraft. There were no injuries, the aircraft sustained substantial damage.


The runway was closed.

Brazil's Department of Civil Aviation reported the aircraft had suffered a hydraulic failure leading to the nose gear failure.

Related NOTAM:
J0200/14 - RWY 11R/29L CLSD TO AN INCIDENT. 28 MAR 23:45 2014 UNTIL 29 MAR 02:59 2014. CREATED: 29 MAR 00:16 2014


As informações são"http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/aeronave-da-avianca-faz-pouso-de-emergencia-em-brasilia".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Escuta Aérea:Ouça o áudio do piloto da Avianca antes do pouso

Eram 17 horas e 5 minuntos desta sexta-feira quando o piloto do avião da Avianca comunicou à torre que sua aeronave estava com um problema no trem de pouso e precisaria fazer uma aterrissagem de emergência.

Durante a conversa com a torre de controle, o piloto, mostrando tranquilidade, informou que iria sobrevoar o aeroporto de Brasília por alguns minutos para gastar combustível, minimizando, com isso, o risco de uma explosão. O pouso foi feito de “barriga”, ou seja, apenas com o trem de pouso traseiro.
O avião Fokker 100 fez aterrissou depois que o trem de pouso dianteiro da aeronave não abriu. Apesar do incidente, não houve feridos, segundo informou a Força Aérea Brasileira (FAB).
A Avianca ainda não confirmou a causa do incidente. O avião fazia o voo OC 6393 de Petrolina (PE) a Brasília (DF), com 44 passageiros e 5 tripulantes a bordo. O pouso ocorreu, “de forma segura" às 17 horas 42 minutos, segundo a Avianca.
Dos 44 passageiros, 20 seguiram viagem em voos da própria companhia. Os 14 que tinham Brasília como destino final foram para suas casas, enquanto nove adultos e uma criança foram acomodados em hotel.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou em nota que as investigações sobre as causas do ocorrido estão sendo realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Aeronáutica.
Outro voo da Avianca apresentou problemas hoje, esse com destino a Fortaleza. O piloto do avião solicitou que o aeroporto se preparasse para uma situação de emergência, mas a aeronave conseguiu pousar normalmente às 15h46. Não havia passageiros nesse voo, apenas tripulação que estava sendo deslocada para a capital cearense.

As informações são"http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/ouca-o-audio-do-piloto-da-avianca-antes-do-pouso".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Avião da Malaysia Airlines caiu e não há sobreviventes, diz premiê malaio

O premiê da Malásia, Najib Razak, anunciou na manhã desta segunda-feira (24) que o avião da Malaysia Airlines desaparecido desde o dia 8 de março caiu no sul do oceano Índico, longe de sua rota original, e que não há sobreviventes entre os 239 ocupantes.

"É com profunda tristeza e profundo pesar que devo informar que o voo MH370 acabou no sul do oceano Índico", anunciou o premiê em coletiva de imprensa convocada extraordinariamente.
"Nesta noite, recebi informações de representantes do Setor de Investigações de Acidentes Aéreos do Reino Unido [AAIB]. [A empresa] Inmarsat, que forneceu as informações de satélite (...), havia feito cálculos adicionais", disse o premiê.
"Com base nas novas análises, o Inmarsat e o AAIB concluíram que a última posição do MH370 foi no meio do oceano Índico", afirmou ainda. "Usando um tipo de análise nunca antes utilizada em uma investigação desse tipo, eles conseguiram jogar mais luz sobre a trajetória de voo do MH370."
Por fim, Razak disse que uma nova coletiva, na terça-feira (25), trará mais detalhes sobre o caso.
O anúncio veio momentos depois de que a companhia aérea divulgou nota em que dizia: "Lamentamos profundamente dizer que temos de assumir, além de toda dúvida, que o MH370 sumiu e que nenhum daqueles a bordo sobreviveu. Temos de aceitar que todas as evidências sugerem que o avião caiu no sul do oceano Índico".
Antes, familiares dos ocupantes do voo haviam sido convocados para uma reunião extraordinária com autoridades da Malásia . Segundo a rede de TV SkyNews, eles receberam a opção de serem transportados em voos fretados para a Austrália.
Desde a semana passada, as buscas pela aeronave vinham se concentrando numa região a 2.500 km da costa sudoeste da Austrália, onde pedaços que seriam do avião foram localizados.
O voo MH370 desapareceu cerca de 40 minutos após decolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim, na China.
Uma operação de buscas composta por pelo menos 26 países foi montada. Satélites de pelo menos 15 países foram utilizados para localizar o avião.
Segundo o comunicado divulgado no site da companhia, o avião transportava 227 passageiros, entre eles cinco crianças, e uma tripulação de 12 pessoas. Entre os passageiros havia 153 chineses, 38 malaios, 12 indonésios, 7 australianos, 4 americanos, 3 franceses, 2 neozelandeses, 2 ucranianos, 2 canadenses, 1 russo, 1 holandês e 1 cidadão de Taiwan. Dois iranianos viajaram com passaportes falsos (austríaco e italiano).

As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Piloto faz rota do voo MH-370 e pede aos passageiros que orem pelo avião desaparecido

Uma equipe da rede de televisão ABC News refez a rota original que deveria ter sido seguida pelo voo MH-370 da Malaysia Airlines, desaparecido há 12 dias. A viagem é tranquila, porém assustadora, diz a reportagem publicada nesta quarta-feira (19).
O trajeto de voo foi renomeado para MH-318, mas o resto continua igual. A aeronave que transportou a equipe de reportagem deixou Kuala Lumpur às 0h35 (horário local).
Poucos minutos após a decolagem o sinal do cinto de segurança se apagou, permitindo que os passageiros pudessem andar dentro da aeronave.
Bebidas foram servidas e o capitão deu os avisos de rotina em malaio e inglês.
Duas horas antes de pousar em Pequim, um pequeno almoço foi servido no voo MH-318, refeição que os passageiros do MH-370 provavelmente nunca tiveram.
Após o desembarque na capital chinesa, a voz do piloto passou a ter um “tom sombrio”, diz o texto.
"Bem-vindo a Pequim e, por favor, orem para o MH-370", disse o capitão.

As informações são"http://noticias.r7.com/internacional/piloto-faz-rota-do-voo-mh-370-e-pede-aos-passageiros-que-orem-pelo-aviao-desaparecido-19032014".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Marinha australiana avista objetos 'possivelmente relacionados' a Boeing desaparecido

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, anunciou nesta quinta-feira (20) que satélites avistaram dois objetos "possivelmente relacionados" com o voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido misteriosamente há doze dias.

A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA) recebeu informações "novas e críveis", "baseadas em dados de satélites, sobre objetos que poderiam estar relacionados com a busca", disse Abbot no Parlamento.
"Após a análise destas imagens de satélite, foram identificados dois objetos possivelmente relacionados à busca" do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines.
Um avião Orion foi enviado ao local para examinar tais objetos e outros três aparelhos de vigilância seguem para a zona.
A Austrália se encarregou das buscas do Boeing no sul do Oceano Índico.
As informações são"http://noticias.r7.com/internacional/marinha-australiana-avista-objetos-possivelmente-relacionados-a-boeing-desaparecido-20032014".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Radar acusa possível detecção de OVNIs durante sumiço do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines

Você certamente já ouviu falar sobre o Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, o mais novo mistério da aviação comercial do mundo. O voo, que sumiu completamente do radar durante o seu percurso, ainda não foi encontrado, e várias teorias começaram a surgir sobre ele, indo de queda no mar até terrorismo, mas nenhuma delas levantou uma possibilidade bem plausível: E se o responsável pelo sumiço do voo foi um OVNI? Você está rindo? Veja o vídeo acima então e tire suas próprias conclusões.
O mais estranho de tudo? Os celulares dos passageiros do avião ainda chamam quando os familiares ligam, segundo o jornal Zero Hora. O que diabos aconteceu com esse voo?

http://miscelanea.biz/radar-acusa-possivel-deteccao-de-ovnis-durante-sumico-do-boeing-777-200-da-malaysia-airlines/

As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Radar militar supostamente captou avião 45 minutos após último contato

Um radar militar da Malásia detectou o que pode ter sido o avião desaparecido há quase cinco dias em uma área ao sul da ilha tailandesa de Phuket, a centenas de quilômetros da última posição conhecida da aeronave, informou o comandante da Força Aérea do país nesta quarta-feira.

O voo desapareceu dos radares civis pouco antes de 1h30 da madrugada de sábado, menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim, enquanto voava para nordeste pelo foz do Golfo da Tailândia. O que aconteceu depois é um dos mistérios mais intrigantes da história da aviação moderna.
O comandante da Força Aérea da Malásia, Rodzali Daud, disse em entrevista coletiva que uma aeronave foi registrada no radar militar às 2h15, a 320 quilômetros a noroeste da ilha de Penang, na costa oeste da Malásia.
Não foi confirmado se o avião não identificado era o voo MH370, mas a Malásia estava compartilhando os dados com as autoridades civis e militares internacionais, disse Rodzali.
"Nós ainda estamos trabalhando com os especialistas, é um registro sem identificação."
De acordo com os dados do Rodzali, se o registro for mesmo do avião desaparecido, a aeronave teria voado por 45 minutos e perdido apenas cerca de 5.000 pés (1.500 metros) de altitude nesse período.
Não foi informada a direção em que estava indo e ainda não há informações sobre o que aconteceu a bordo, prolongando a agonia de centenas de parentes das pessoas a bordo.
A posição a 320 quilômetros a noroeste de Penang, na parte norte do Estreito de Malaca, colocaria o avião aproximadamente ao sul de Phuket e a leste da ponta da província de Aceh, na Indonésia, e das ilhas de Nicobar, na Índia.
Após uma série de declarações contraditórias, a mais recente revelação mostra que as autoridades continuam sem certezas, até mesmo de onde procurar o avião, e longe de conseguirem explicar o que aconteceu com o voo MH370 da Malaysia Airlines e as 239 pessoas a bordo.
Indonésia e Tailândia disseram que suas forças militares não haviam detectado sinais incomuns de aeronaves em seu espaço aéreo.
A posição identificada fica a centenas de quilômetros a oeste do ponto de onde o Boeing 777 saiu das telas de controle de tráfego aéreo. A Malásia pediu à Índia para ajudar no rastreamento da aeronave, e aviões da guarda costeira de Nova Délhi aderiram à investigação.
Autoridades, no entanto, continuam a procurar em torno de dois locais -- na última posição conhecida do avião sobre o Golfo da Tailândia e ao redor do local de registro pelo radar onde o Estreito de Malaca encontra o mar de Andaman.
No total, o rastreamento se estende por mais de 93.000 quilômetros quadrados, uma área do tamanho da Hungria.
Até agora, não foram encontrados destroços do avião. Mais de uma dezena de países estão ajudando a Malásia na investigação, com 42 navios e 39 aeronaves utilizadas no rastreamento, disse o ministro dos Transportes, Hishammuddin Hussein.
A Malásia tem sido criticada por dar informações conflitantes e confusas sobre a última localização conhecida do avião.
O Vietnã reduziu brevemente as operações de busca ao largo da costa sul, dizendo que estava recebendo informações escassas e confusas da Malásia. O governo de Hanói informou mais tarde que a investigação --agora em seu quinto dia-- estava de volta com força total, estendendo-se à terra. A China também disse que sua força aérea vasculharia áreas no mar.

As informações são"http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/03/radar-militar-supostamente-captou-aviao-45-minutos-apos-ultimo-contato.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Avião da FAB cai em Campo Grande

"O piloto da aeronave, e único ocupante, acionou seu assento ejetável e foi resgatado minutos depois por um helicóptero H-1H da FAB. O oficial passa bem e estava consciente no momento do resgate. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os possíveis fatores que contribuíram para o acidente", diz nota divulgada no site da FAB pelo brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica. 
 
Uma aeronave A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu na região de Campo Grande por volta das 17h05 de quarta-feira. De acordo com nota divulgada pela FAB, o único ocupante da aeronave era piloto, que se ejetou e foi resgatado por um helicóptero. A localização da queda é 55 km a sudoeste da cidade.


As informações são"http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=112945".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

What happened to Flight 370? Four scenarios fuel speculation among experts

A Boeing 777, one of the world's most reliable types of airliners, is missing, and no one knows why. Was it a bomb? Mechanical failure? A hijacking gone awry? Pilots and others in the aviation community are deeply disturbed by the mystery surrounding Malaysia Airlines Flight 370.
It disappeared Saturday en route from Kuala Lumpur to Beijing over the Gulf of Thailand, somewhere between Malaysia and Vietnam. It's hard to believe that such huge questions remain three days after the Boeing 777-200ER went missing, carrying 227 passengers and 12 crew members. These questions are so unprecedented that experts have been carefully speculating about possible explanations.
Here are four scenarios they're talking about, and the related facts:
1. Scenario: Mechanical failure?
Fact: The absence of a debris field suggests the possibility that pilots were forced to ditch the plane and it landed on water without breaking up, finally sinking to the ocean floor.
Analysis: But if that were the case, then why no emergency signal? These planes are able to perform a "miracle on the Hudson" maneuver. They have the ability to glide more than 100 miles and belly land on the water with both engines out, says former 777 pilot Keith Wolzinger, now a civil aviation consultant with The Spectrum Group. During the time it would take for a plane to glide 100 miles, it seems likely that pilots would be able able to send an SOS.
Fact: The missing plane had suffered a clipped wing tip in the past, but Boeing repaired it, and the jet was safe to fly, said Malaysia Airlines CEO Ahmad Jauhari Yahya on Sunday.
Analysis: "Anytime there's been previous damage to an airplane, even though it's been repaired, and repaired within standards ... it kind of sends a warning flag," says Wolzinger. Experts agree the Boeing 777 is one of the world's most reliable aircraft. During its development it was subject to some of the most rigorous testing in commercial aviation history. "I've been talking with colleagues," Wolzinger says. "We're all baffled by this." The 777 boasts some of the most powerful and well-tested engines in the world, he says. "The reliability of airliner engines in general is impeccable these days," he says. "This is a safe plane."
Looking for a needle in a haystack
2. Scenario: Pilot error
Fact: So far, there are no known indications that pilot error contributed to the aircraft going missing.
Analysis: Some aviation experts have compared Flight 370 to the crash of Air France Flight 447 in 2009. All 228 passengers and crew died when the plane went down in a storm in the Atlantic en route from Brazil to Paris. After an expensive, nearly two-year search across the deep ocean floor, the twin-engine Airbus A330's wreckage was finally found and the voice and data recorders recovered. A French investigation blamed flight crew for failing to understand "they were in a stall situation and therefore never undertook any recovery maneuvers." But unlike Flight 447, weather was reported as good along Flight 370's scheduled route and didn't appear to present a threat.
Asiana Airlines Flight 217 -- a Boeing 777 -- fell short during a runway approach last July at San Francisco International Airport. Three people were killed and more than 180 others hurt. National Transportation Safety Board investigators have focused on pilot reliance on automated flight systems as a possible contributor to the crash, but a final report has not yet been released.
3. Scenario: Bomb? Or 'dry run'?
Fact: Two stolen passports have been linked to people who held tickets for the flight.
Analysis: This points to the possibility that someone on a terrorism watch list may have boarded the plane and blown it up. However, the stolen passports don't necessarily mean the plane was an actual target. It's possible, says former U.S. Department of Transportation Inspector General Mary Schiavo, that terrorists may have been performing a "dry run" for a future attack. Or, Schiavo said, "it could be just criminal business as usual," because "there are lots of stolen passports" used by travelers around the world.
Fact: So far, no debris field of plane wreckage has been linked to the 777, which would indicate a bomb blast.
Analysis: When Robert Francis, former vice chairman of the U.S. National Transportation Safety Board, heard about the missing plane, his immediate thought was: "For some reason the aircraft blew up and there was no signal, there was nothing." The fact that the plane disappeared from radar without warning indicated to Francis "there was something unprecedented that hasn't happened before."
What about satellite technology? Is it possible that data from orbiting satellites might show a flash or infrared heat signature from an explosion? Very unlikely, says satellite expert Brian Weeden, who spent years tracking space junk in orbit for the U.S. Air Force. Dozens of government and private satellites orbit the earth, looking down from distances from 300 kilometers to 1,500 kilometers (185 to 930 miles). It's a long shot that one of them coincidentally floated over at the exact right time and location to capture a flash from an explosion.
However, there's an "off chance," Weeden says, that a super secret U.S. government satellite orbiting 22,000 miles in space might have grabbed evidence. These satellites are in geosynchronous orbit. As a group, they can observe virtually the entire globe. "We know that their mission is to detect ballistic missile launches via heat," says Weeden, now a technical adviser for Secure World Foundation. "We don't know if they're sensitive enough to track something like a bomb blast, even if that's what happened."
Then there's another unanswerable question: Would the government hesitate to release such an image for fear of revealing the satellite system's ultraclassified capability?
Who travels with a stolen passport?
4. Scenario: Hijacking?
Fact: Before it disappeared, radar data indicated the plane may have turned around to head back to Kuala Lumpur. Is that a clue that a hijacker had ordered the plane to change course?
Analysis: So far, there have been no reports that the flight crew sent any signals that a hijacking had occurred.

 The information is "http://edition.cnn.com/2014/03/10/world/asia/malaysia-plane-scenarios/index.html?hpt=hp_c2" Is always quoted the reference link.

Passageiro de voo desaparecido parecia Balotelli, diz chefe da aviação civil da Malásia

Um dos passageiros do voo desaparecido da Malaysia Airlines e que teria embarcado com passaporte falso é “parecido” com o jogador do Milan Mario Balotelli.  
A curiosa afirmação foi feita pelo chefe da aviação civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman.
Anteriormente, a mídia internacional havia divulgado que os passageiros que viajaram com passaportes roubados de um italiano e de um austríaco teriam traços asiáticos.
Máfia dos passaportes
Os dois passageiros que embarcaram no avião da Malaysia Airlines que desapareceu no sábado com 239 pessoas a bordo poderiam pertencer a um grupo de ladrões de passaportes, disse o diretor-geral do Departamento de Aviação Civil da Malásia, Azharudin Abdul Rahman.
O diretor afirmou em uma entrevista coletiva em Kuala Lumpur que os investigadores que analisam as imagens do circuito fechado de vídeo do aeroporto determinaram que os dois poderiam estar envolvidos em um caso aberto de roubo de passaportes.
O funcionário também corrigiu as primeiras informações divulgadas de que nenhum dos dois tinha traços asiáticos. “Não podemos revelar sua nacionalidade, já que isto poderia dificultar as investigações”, acrescentou Azharudin.
A análise da gravação do embarque no voo MH370, que iria para Pequim, determinou que as autoridades e os agentes de segurança seguiram os protocolos estabelecidos, de acordo com Azharudin.
No entanto, isso não impediu que duas pessoas embarcassem com identidades falsas, as do italiano Luigi Maraldi e do austríaco Christian Kozel, cujos passaportes tinham sido roubados na Tailândia em 2013 e 2012, respectivamente.
O ministro do Interior malaio, Ahmad Zahid Hamidi, anunciou ontem que foi aberta uma investigação sobre o Departamento de Imigração em serviço durante o voo MH370, para esclarecer como foi possível que passageiros com passaportes austríaco e italiano, mas com traços asiáticos, não chamassem a atenção.
Agências de inteligência de vários países participam de uma investigação que procura esclarecer a possível mudança de rota do avião, feita sem nenhum tipo de comunicação, e a presença dos passageiros com passaportes falsos.
Além disso, Austrália, China, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Malásia, Nova Zelândia, Cingapura, Tailândia e Vietnã participam da busca do Boeing 777-200 no golfo da Tailândia e na península de Malaca, operação que até o momento não encontrou o avião ou seus restos.
O voo MH370 decolou de Kuala Lumpur à 0h41 local (13h41 de sexta-feira no horário de Brasília) e deveria chegar em Pequim seis horas depois. As autoridades de aviação civil malaias indicaram que sua última posição no radar antes da perda do sinal foi à 1h30 (14h30 de sexta-feira no horário de Brasília).
Ao todo, 239 pessoas estavam no avião, sendo 229 passageiros, incluídos dois menores, e uma tripulação de 12 malaios.
A lista fornecida por Malaysia Airlines contém 153 chineses, 38 malaios, sete indonésios, seis australianos, cinco indianos, quatro franceses, três americanos, dois neozelandeses, dois ucranianos, dois canadenses, um russo, um italiano, um holandês, um austríaco e um taiwanês.

As informações são"http://paraisoweb.com.br/whazzup/2014/03/passageiro-de-voo-desaparecido-parecia-balotelli-diz%C2%A0chefe-da-aviacao-civil-da-malasia/".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Crash: Malaysia B772 over Gulf of Thailand on Mar 8th 2014, aircraft missing

Malaysia Airlines Boeing 777-200, registration 9M-MRO performing flight MH-370 from Kuala Lumpur (Malaysia) to Beijing (China) with 227 passengers and 12 crew, was enroute at FL350 about 90nm northeast of Kota Bharu (Malaysia) over the Gulf of Thailand in contact with Subang Center (Malaysia) just about to be handed off to Ho Chi Minh Air Traffic Control Center (Vietnam) when radar and radio contact was lost at about 01:22L (17:22Z Mar 7th). Subang Air Traffic Control Center officially told the airline at around 02:40L (18:40Z Mar 7th) that the aircraft was missing. The aircraft would have run out of fuel by now, there have been no reports of the aircraft turning up on any airport in the region.

The airline confirmed on their website the aircraft is missing, a search and rescue operation has been initiated. Subang Air Traffic Control reported at 02:40 local Malaysian time, that radar and radio contact with the aircraft had been lost. The last radar position was N6.92 E103.58. There has been no distress call, no ELT or other signal was received from the aircraft. The focus is currently to locate the aircraft, as of 11:20Z Mar 8th search teams from Malaysia, Singapore and Vietnam have failed to find any evidence of the aircraft.

In a press conference the airline stated, the last contact with the aircraft had been about 120 miles (90nm) northeast of Kota Bharu (Malaysia), over the Gulf of Thailand. The aircraft was piloted by an experienced captain (53, 18,365 hours total) and a first officer (27, 2,763 hours total). The aircraft carried 154 Chinese citizens, 38 Malaysians, 7 Indonesians, 6 Australians, 5 Indian, 4 French, 3 citizens of USA, 2 New Zealanders, 2 Ukrainians, 2 Canadians, 1 Russian, 1 Italian, 1 Dutch and 1 Austrian.

Search missions have been launched along the estimated flight track of the aircraft from Gulf of Thailand, Vietnam, Cambodia, Laos to China (South China Sea).

At about noon local time Vietnamese search personnel reported they have detected an ELT signal about 20nm south of the coast of Ca Mau. Vietnam officials subsequently stated that they have not yet detected flight MH-370.

In the afternoon local time an Admiral of the Vietnamese Navy was understood to indicate that the crash site of the aircraft has been located about 130nm south of the Vietnamese Island Tho Chau (110nm southwest of main land Ca Mau), the Navy later said that the admiral only referred to the position of last radio/radar contact with the aircraft, the aircraft has not yet been found.

China reported that the aircraft did not enter Chinese airspace (editorial note: which effectively discounts rumours and false reports by a Malaysian outlet of the aircraft having landed in Nanning (China)).

Nanning Airport stated the aircraft did not arrive at the airport.

According to The Aviation Herald's radar data the aircraft was last regularly seen at 17:22Z (01:22L) at position N6.9 E103.6 about half way between Kuala Lumpur and Ho Chi Minh City (Vietnam) at FL350 over the Gulf of Thailand about 260nm northnortheast of Kuala Lumpur and 90nm northeast of Kota Bharu 40 minutes into the flight, followed by anomalies in the radar data of the aircraft over the next minute (the anomalies may be related to the aircraft but could also be caused by the aircraft leaving the range of the receiver).

Aviation sources in China report that radar data suggest a steep and sudden descent of the aircraft, during which the track of the aircraft changed from 024 degrees to 333 degrees. The aircraft was estimated to contact Ho Chi Minh Control Center (Vietnam) at 01:20L, but contact was never established.

Italy's Foreign Ministry said, the Italian citizen is alive and was not on board of the aircraft other than the passenger manifest suggests, the man called his parents from Thailand.

Austria's Foreign Ministry stated in the afternoon (European time) that the Austrian listed on the passenger manifest was not on board of the aircraft.

 The information is "avherald" Is always quoted the reference link.

Avião com 239 pessoas a bordo desaparece em voo entre a Malásia e a China

Um voo da Malaysia Airlines transportando 227 passageiros e 12 tripulantes perdeu contato com os controladores de tráfego aéreo na manhã de sábado (horário local), em rota de Kuala Lumpur para Pequim, informou a companhia aérea em comunicado. Não há registro de brasileiros entre os passageiros.

Uma busca está sendo realizada nas águas entre a Malásia e o Vietnã, no Mar do Sul da China. A companhia aérea informou em um comunicado que o vôo MH370 desapareceu às 02:40 de sábado (15:40 de sexta-feira, em Brasília) depois de sair de Kuala Lumpur. Esperava-se que ele pousasse em Pequim às 06:30 (19:30 em Brasília).

O ministro dos Transportes da Malásia disse que não havia nenhuma informação sobre destroços e condenou especulações. "Estamos fazendo tudo em nosso poder para localizar o avião", Hishammuddin Hussein disse a jornalistas em Kuala Lumpur. A marinha vietnamita chegou a anunciar a queda da aeronave, mas a informação não foi confirmada por outras fontes.
"Nossa esperança é que as pessoas entendem que estamos sendo o mais transparente possível, estamos dando informações o mais rápido que pudermos, mas queremos ter certeza de que as informações foram verificadas", acrescentou.
O presidente-executivo da Malaysia Airlines, Ahmad Jauhari Yahya, afirmou que o foco era ajudar as famílias dos desaparecidos. Ele disse que 80 % das famílias foram contatadas.
O avião saiu do radar ao sul do Vietnã, de acordo com um comunicado no site do governo vietnamita.
Esforço conjunto
A aeronave Boeing B777 -200 transportava 227 passageiros, incluindo duas crianças, e 12 membros da tripulação. Os passageiros eram de 14 nacionalidades diferentes, disse Yahya. Entre eles estavam 152 cidadãos chineses, 38 malaios, 12 pessoas da Indonésia e seis da Austrália. Os países da região estão promovendo um esforço conjunto para localizá-los.
Um avião, dois helicópteros e quatro navios foram enviados pela Malásia para realizar a busca em sua costa leste, no Mar do Sul da China, segundo um comunicado das autoridades marítimas do país citado pela agência de notícias AFP.
O Vietnã também iniciou uma busca, enquanto as Filipinas informaram que estavam mandando três navios de patrulha e um avião de vigilância. A China enviou dois navios.
O piloto era Capt Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, que está na Malaysia Airlines desde 1981, disse Yahya. Um oficial da Marinha vietnamita disse à BBC que o avião tinha desaparecido dentro de território marítimo da Malásia.
Amigos e parentes que esperavam passageiros do vôo em Pequim foram instruídos a ir para um hotel nas proximidades, onde funcionários foram destacados para dar apoio.
A Associated Press relatou que uma mulher chorando disse no celular: "Eles querem que a gente vá para o hotel. Isso não pode ser bom.".
O avião estava voando a uma altitude de 10.700 metros e os pilotos não relataram problemas com a aeronave, disse à CNN Fuad Sharuji, vice-presidente de operações de controle da Malaysian Airlines.
A companhia aérea é uma das maiores da Ásia, transportando cerca de 37.000 passageiros por dia, para cerca de 80 destinos no mundo. A rota Kuala Lumpur-Pequim tornou-se mais e mais popular com o aumento do comércio entre Malásia e China.
Em 20 anos de história, nunca havia sido registrado um acidente faltal com o modelo 777 da Boeing até que um acidente durante a aterrisagem de um avião da Asiana em São Francisco (EUA) em julho do ano passado matou três adolescentes da China.
Pelo Twitter, a Boeing disse: "Estamos monitorando de perto os relatórios sobre o vôo MH370. Nossos pensamentos estão com todos a bordo".

As informações são"Com Reuters e BBC via IG".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.