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Embraer antecipa vendas de jatos com espaço para bagagens

Numa época em que companhias aéreas estão apertando os passageiros ao cobrar em média US$ 25 pelas bagagens despachadas, a Embraer está criando mais espaço para a bagagem de mão.

O E-Jet de segunda geração da Embraer terá compartimentos superiores com um volume por passageiro pelo menos 40 por cento maior do que os modelos atuais, segundo a empresa.
Será o único avião de corredor único a permitir que cada viajante guarde uma mala com rodinhas, o que dará à Embraer uma vantagem única para promover suas vendas.

A fabricante de aviões está apostando que pode superar em vendas a Mitsubishi Aircraft, a Sukhoi e a Bombardier dando às linhas aéreas uma forma de apaziguar clientes há muito acostumados a perder benefícios num setor preocupado com a renda.
Os lucrativos passageiros corporativos são especialmente mais propensos a rejeitar as linhas aéreas que não oferecem espaço para a bagagem de mão.
“A Embraer e as empresas que operarem seus novos E-Jets serão as heroínas de todos os viajantes incomodados caso os novos aviões da Embraer possibilitem que cada passageiro guarde uma mala padrão no compartimento superior”, disse por e-mail Henry Harteveldt, analista da indústria de viagens e fundador do Atmosphere Research Group em São Francisco.
“As atuais limitações de armazenamento de malas no compartimento superior frustram tanto os passageiros quanto os tripulantes de cabine, pois eles têm dificuldade para encontrar espaço nos compartimentos superiores para os últimos passageiros a embarcar, o que contribui para os atrasos dos voos”.
Os compartimentos nos novos E-Jet acomodarão bagagens de 56 x 46 x 25 centímetros de tamanho, segundo Cláudio Camelier, vice-presidente de inteligência de mercado da divisão de aviação comercial da Embraer.
A medida é maior do que os limites de bagagem de mão (56 x 35,77 x 23 centímetros) que a United Continental Holdings começou a utilizar em março para todos seus aviões, não apenas jatos regionais.
Satisfação do passageiro
As companhias aéreas buscam primeiro a eficiência operacional ao comprar aviões novos, incluindo custos baixos de manutenção e combustível, “mas não menos importante é a satisfação dos passageiros em voar naquele determinado tipo de avião”, disse Camelier em entrevista por telefone.
“Hoje, os passageiros têm toda uma liberdade para acessar informações na internet, ver o voo que de fato seja o mais confortável para eles, ou ver opiniões de outros passageiros em blogs”, disse Camelier.
“As empresas aéreas, obviamente, prestam cada vez mais atenção às demandas específicas dos passageiros, particularmente na questão do conforto da cabine”.
A Embraer, com sede em São José dos Campos, São Paulo, enfrenta a diminuição do mercado para os menores jatos comerciais. As remessas de jatos regionais caíram de um pico de 244 em 2004 para 150 no ano passado, segundo dados compilados pela Bloomberg Industries.
A empresa está contando com a estratégia de aprimoramento para superar a Bombardier, que manterá sua linha atual de jatos regionais e investirá no CSeries, um avião totalmente novo e maior que foi adiado várias vezes e não conseguiu atrair muitas linhas aéreas importantes.
A Bombardier, com sede em Montreal, não respondeu a um pedido de comentários sobre sua abordagem.
Mais lucrativa
As vendas da Embraer totalizaram R$ 14,4 bilhões (US$ 6 bilhões) nos 12 meses finalizados em março, comparadas com US$ 18,2 bilhões para a Bombardier.
A Embraer operava a 14 vezes os lucros estimados para 2014, comparada com 9,6 vezes para a Bombardier, segundo dados compilados pela Bloomberg.
A Embraer subiu 61 por cento desde novembro de 2011, quando decidiu ir adiante com o E2, até ontem, ao passo que o índice Ibovespa do Brasil recuou 7,3 por cento. A Bombardier caiu 6,7 por cento.
Os passageiros provavelmente ficarão contentes com a mudança da Embraer, disse Brett Snyder, administrador do blog Cranky Flier sobre a indústria de aviação.
A falta de espaço nos compartimentos superiores tinha se tornado uma característica dos jatos regionais e frustrava os passageiros que passavam de aviões grandes a outros menores em conexões.
“Guardar a mala no compartimento superior – é uma luta constante para qualquer um em todos os voos”, disse Snyder. “Isto criará um produto mais padronizado”.

As informações são"http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/embraer-antecipa-vendas-de-jatos-com-espaco-para-bagagens".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Air Canada não substituirá Embraer por Bombardier

A Air Canada disse que não irá substituir 25 aviões de corredor único da Embraer, em um golpe nas esperanças da Bombardier de colocar suas aeronaves CSeries na frota da companhia.


Os CSeries têm sido afetados por diversos atrasos e estouros de orçamento, mas estavam na disputa para substituir estas aeronaves, que fazem parte da frota de 45 aviões E190 da Air Canada, fabricados pela brasileira Embraer.

"Após uma análise cuidadosa, a Air Canada decidiu continuar a operar as aeronaves (da Embraer) dada a baixa idade da frota ... e para evitar investimentos e dívidas adicionais", disse a maior companhia aérea canadense em um comunicado nesta quinta-feira.

A decisão da Air Canada vem depois que a companhia divulgou um prejuízo maior no primeiro trimestre, principalmente devido a um dólar canadense mais fraco. Em teoria, no entanto, as aeronaves CSeries ainda podem vir a substituir estes jatos no futuro.

No mês passado, a Air Canada fechou um acordo para vender o restante de seus aviões E190 à Boeing. Como parte deste acordo, a Air Canada finalizou seu pedido por 61 jatos 737 Max de corredor único da Boeing, completando a primeira fase do plano de renovação da frota de jatos de corredor único da companhia aérea.

As informações são"http://economia.terra.com.br/carros-motos/air-canada-nao-substituira-embraer-por-bombardier,a835e05735bf5410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Jatos maiores da Embraer abocanham espaço de Boeing e Airbus

O maior avião da família E2 terá 144 assentos, frente a 124 no atual modelo E-195, disse o vice-presidente Cláudio Camelier em uma entrevista. A meta de entrega é 2019, quando Boeing e Airbus estejam oferecendo versões atualizadas dos seus modelos mais vendidos de corredor único.

Como Boeing e Airbus estão obtendo poucos pedidos para suas ofertas de menor porte, os modelos Max e Neo, as fabricantes de aviões estão se focando em jatos de corredor único com cerca de 175 assentos, o que abre uma oportunidade para a Embraer e para a CSeries da Bombardier Inc.
O maior espaço na cabina do novo E-195 ajudará a Embraer enquanto seus maiores rivais recuam, disse Nick Heymann, analista da William Blair Co.
“Com o tempo, a Boeing e o Airbus cederão esta ponta do mercado à Embraer e à Bombardier”, disse Heymann em entrevista por telefone, de Nova York. “O avião da Embraer com motor novo ainda será mais competitivo do que o Neo e o Max em termos de custos”.
A quantidade de assentos do E-195 impulsiona o jato para um segmento que inclui fabricantes de aviões da Rússia, da China e do Japão, junto com aviões novos e usados da Boeing e do Airbus – ainda que a Embraer, com sede em São José dos Campos, São Paulo, diga que não enfrentará as fabricantes mais estabelecidas.
‘Não diretamente’
“Não estamos concorrendo diretamente com a Boeing e o Airbus”, disse o diretor comercial John Slattery em uma entrevista. “Os nossos amigos da Bombardier estão”.
“Nós vemos os E-Jets como potenciais substitutos” para as companhias aéreas que não podem preencher jatos maiores da Boeing e do Airbus em algumas rotas, disse Camelier da Embraer, responsável pela inteligência de mercado na divisão de aviação comercial da fabricante de aviões. “Pode ser uma grande oportunidade de mercado para nós”.
A Bombardier expressa um argumento similar para a CSeries, um avião totalmente novo. A ênfase da Boeing e do Airbus em jatos maiores de corredor único cria “exatamente a oportunidade que vimos com a CSeries – buscar um segmento do mercado que não era atendido por plataformas otimizadas”, disse Philippe Poutissou, vice-presidente de marketing da unidade de aviação comercial da Bombardier.
Alta das ações
A alta de 34 por cento das ações da Embraer desde o começo de 2013 superou o ganho de 8,6 por cento da Bombardier. As ações operavam ontem a 15 vezes os lucros estimados para 2014, ultrapassando o múltiplo de 9,8 da Bombardier, mostram dados compilados pela Bloomberg.
A Boeing e o Airbus estão atualizando seus modelos de fuselagem estreita para continuarem à frente dos recém-chegados e estão aumentando a ênfase nas versões de maior porte, onde os lucros são maiores, conforme o diretor operacional da Air Lease Corp., John Plueger.
Plueger disse que não se pode desconsiderar a ameaça apresentada à família E2 da Embraer pelos modelos usados 737 da Boeing e A319 do Airbus, porque “estão muito comprovados e agora são aviões usados de corredor único economicamente atraentes”.
Embora analistas como Stephen Trent do Citigroup Inc. tenham dito que a Embraer está em risco pelas demoras que podem afetar qualquer programa de desenvolvimento de aviões, Cai Von Rumohr, da Cowen Securities LLC, disse que enfocar os aviões existentes, ao invés de construir novos, ajuda a minimizar possíveis empecilhos.
Enquanto a reprojeção avança, a Embraer terá uma “boa dose de flexibilidade” para continuar sua expansão dos jatos E2, disse Heymann. “Não me surpreenderia se eles chegassem a 150 ou 160 antes de acabar”.

As informações são"http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/jatos-maiores-da-embraer-ganham-espaco-na-boeing-e-airbus?page=2".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

China Express Airlines faz pedido de mais três aeronaves Bombardier CRJ900 NextGen

A Bombardier Aerospace divulgou hoje que a China Express Airlines converteu contratos de compras condicionais anteriores de jatos regionais CRJ900 NextGen em um pedido de compra. Os contratos de compras condicionais de cinco aeronaves CRJ900 NextGen, com opção de outras oito aeronaves CRJ900 NextGen foram divulgados no dia 2 de dezembro de 2013, juntamente com um pedido de compra de três aeronaves CRJ900 NextGen.


Baseado no preço de lista, o pedido de compra de três aeronaves CRJ900 NextGen tem o valor aproximado de $136 milhões de dólares.

"Os jatos regionais CRJ900 da China Express foram comprovados altamente confiáveis e eficientes após o lançamento da nossa frota em 2012 e a nossa empresa ter entrado em um rápido período de expansão. Com os seus excelentes 99,67 por cento de confiabilidade de despacho e uma eficiência de combustível incomparável, a aeronave CRJ900 NextGen ultrapassou as nossas expectativas", disse Wu Longjiang, Presidente da China Express. "De acordo com o nosso plano de negócios, pretendemos ter uma frota Bombardier exclusiva de 29 aviões até 2016. Isto é somente 10 anos após o início das nossas operações e uma indicação da alta produtividade da aeronave CRJ900 NextGen".

A China Express, de Chongqing, fornece serviços regionais de passageiros para 44 cidades da China com sua frota de cinco aeronaves CRJ200 e nove aeronaves CRJ900 NextGen para 84 passageiros. A empresa aérea foi a primeira a operar a aeronave CRJ900 no país.

"Estamos contentíssimos em poder apoiar a estratégia de expansão arrojada e bem planejada da China Express. A excelente confiabilidade das operações da China Express demonstra a adequação e solidez da aeronave CRJ900 NextGen para o mercado chinês", disse Andy Solem, Vice-Presidente de Vendas para a china e Ásia-Pacífico, Bombardier Commercial Aircraft. "As equipes de Vendas e Serviço ao Cliente da Bombardier têm feito progresso significativo na China e este pedido faz parte deste momento tão empolgante".
A Bombardier recebeu um total de 1.817 pedidos de aeronaves CRJ Series, incluindo 344 aeronaves CRJ900 e CRJ900 NextGen. Em todo o mundo, a aeronave CRJ Series é usada em mais de 60 empresas aéreas e mais de 30 clientes operam variantes corporativas da aeronave. A aeronave está em operação em mais de 50 países em seis continentes e, em média, uma aeronave CRJ decola a quase 10 segundos em algum lugar do mundo. A aeronave CRJ Series transportou mais de 1,4 bilhões de passageiros e voaram mais de 38 milhões de hora e mais de 32 milhões de decolagens e aterrissagens. 

Aeronave CRJ900 NextGen

Como outros membros da família de aeronaves CRJ Series, a aerodinâmica leve e avançada do jato regional CRJ900 NextGen combina a maior eficiência com o reduzido custo operacional, comparado com outras aeronaves da sua categoria.

Desde o lançamento das primeiras gerações da aeronave CRJ900 os aprimoramentos da CRJ900 NextGen resultaram em uma redução de queima de combustível de 5,5 por cento. Todas as aeronaves CRJ NextGen têm um novo interior com compartimentos para bagagem maiores na cabine, janelas mais amplas, melhor iluminação LED na cabine e painéis do teto e paredes laterais redesenhados.

Bombardier

A Bombardier é a única fábrica do mundo de aviões e trens. De olho no futuro bem mais longo, a Bombardier está evoluindo a mobilidade em todo o mundo, atendendo à demanda de transporte mais eficiente, sustentável e aprazível em qualquer lugar. Os nossos veículos, serviços e, além de tudo, os nossos funcionários são a razão pela qual somos uma líder global de transporte.

A sede da Bombardier é em Montreal, Canadá. Nossas ações são comercializadas na Bolsa de Valores de Toronto (BBD) e estamos listados nos índices Dow Jones Sustainability World and North America. No exercício fiscal encerrados em 31 de dezembro de 2013, apresentamos uma receita de $ 18,2 bilhões.

As informações são"http://www.espbr.com/noticias/china-express-airlines-faz-pedido-tres-aeronaves-bombardier-crj900-nextgen".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Private jet makers bet on US, not Asia for big orders

While Asia may be the hot spot for economic growth, private jet manufactures are looking to the U.S. to drive big orders as the world's largest economy turns a corner.
"The main driver fueling investment in a private jet is how comfortable business executives are in terms of the growth in their own business, and the stability of the economy," Jose Eduardo Costas, vice president, marketing and sales, executive jets at Brazilian aerospace conglomerate Embraer told CNBC on the sidelines of the Singapore Airshow.
"The U.S. is the main market to be watching - and that's where the rebound is coming from," Costas said.
Home to the world's biggest population of high net worth individuals, the U.S. is the largest market for private aviation, with around two-thirds of the world's 20,000 private business jets based in the country, according to Embraer.
The U.S. will continue to be the major source of demand over the coming years, said Costas. He forecasts the country will account for 50 percent of global demand in the next ten years, compared with around 20 percent in Asia. New business jet deliveries are expected to total $250 billion or 9,250 aircraft over this time frame.
Nilesh Pattanayak, vice president, sales, Asia-Pacific at Canadian aerospace and transportation company Bombardier shared an equally upbeat outlook for U.S. demand. 
"This is going to be a phenomenal year in the U.S. Demand is coming back because of the economic recovery and upgrader demand. People who wanted to upgrade have been waiting for a long time," said Pattanayak.
"Also remember, the market is a lot more mature than everywhere else in the world," he added.
Business tool or wealth symbol?
There is a key difference in the perception of private jets in the West and the East that partially explains the wide gap in the size of the U.S. and Asian markets, said experts. 
In mature markets such as the U.S., a private jet is widely viewed as a business tool that brings flexibility to business executives. While in Asia, they are still largely seen as a symbol of wealth. 
Furthermore, the infrastructure for private jets is far less developed in Asia as compared with the U.S.
"Infrastructure is a challenge for the sector- there's a shortage of skilled manpower - experienced pilots and mechanics - and ground infrastructure - such as airports, fixed-base operators," said Pattanayak.
Nevertheless, jet markers are continuing to focus their efforts in the Asia-Pacific region given the vast growth potential. 
Ultra-high net worth (UHNW) Asian owners account for only 6 percent of private jet owners globally, according to Wealth-X. This is despite the region accounting for 22 percent of the world's UHNW individuals.
Where's demand in Asia?
In addition to economic powerhouses China and India, business jet makers are highly optimistic on the demand outlook out of Southeast Asia, in particular Indonesia and Malaysia.
"We get caught up with the China/India story but the real story is in Indonesia and Malaysia - there's a tremendous amount of demand in these markets," said Pattanayak. 
"I spend more of my time in Malaysia and Indonesia, than China and India - that's a testament to where the market growth is," he added.
However, the potential of the China market cannot be understated, with the mainland set to become the world's third largest private aviation market after North America and Europe two decades from now, according to Bombardier.
"With China now the second largest economy in the world and still growing rapidly, the Chinese market will be crucial to the overall growth of Asian demand for private jets over the next 20 years," said Rajiv Biswas, chief economist, Asia-Pacific at IHS.
"A key obstacle to the development of the Chinese private jet market has been regulatory restrictions on private jets, with much of Chinese airspace controlled by the military. However some gradual reforms are expected to these airspace restrictions, which will encourage the greater use of private jets in China over the decade ahead," he said.

 The information is "http://www.cnbc.com/id/101409105" Is always quoted the reference link.

Marrocos investe em tecnologia aeroespacial

O Marrocos está trabalhando para desenvolver seu setor de tecnologia aeroespacial. Desde 2001, mais de cem empresas do ramo se instalaram no país e as receitas de exportação desde então já contabilizaram US$ 1 bilhão. As peças produzidas vão para diversas nações da Europa, Golfo e também para o Brasil. Atualmente, com foco no mercado francês, até 2020, o país quer dobrar o tamanho de sua cadeia de produção aeroespacial, atraindo novas empresas, como as inglesas, norte-americanas e brasileiras.

“Tivermos reuniões com altos executivos da Embraer nos últimos dois anos. Eles mandaram pessoas aqui para ver as condições de capacitação do Marrocos. Acredito que este país é interessante para eles”, afirmou Hamid Benbrahim El-Andaloussi, presidente do Grupo das Indústrias Marroquinas Aeronáuticas e Espaciais (Gimas), em entrevista a jornalistas brasileiros nesta terça-feira (28).

Segundo Andaloussi, a Embraer está negociando a venda de aviões para a Royal Air Maroc e uma compensação com o governo marroquino, que poderia ser a instalação de um centro de manutenção no país, mas nada foi definido ainda. No entanto, o executivo aposta na boa localização de seu país para atrair a empresa brasileira.

“A decisão de implementar uma base aqui é uma questão estratégica, e isso leva tempo, mas uma empresa global como a Embraer não pode ignorar o Marrocos. Se você quer ser competitivo para penetrar na Europa, você tem que estar no Marrocos. Nós temos o melhor custo com o melhor benefício (para as empresas aéreas)", avaliou o presidente do Gimas. Procurada pela ANBA, a Embraer afirmou que não comenta possibilidades de negócios. 

Em relação aos voos diretos entre Casablanca e São Paulo pela Royal Air Maroc, iniciados no começo de dezembro de 2013, Andaloussi disse que ainda não tem os números de passageiros que já fizeram esta rota, mas crê que os resultados sejam positivos. “Acredito que esteja indo bem e que vá crescer com a Copa (do Mundo)”, destacou.

De acordo com o presidente do Gima, a ambição do Marrocos no ramo aeronáutico “é ser a base neste setor para a Europa como o México é para os Estados Unidos”. “Queremos que nos próximos 20 anos, Casablanca seja um polo de tecnologia e treinamento”, ressaltou.

Capacitação

Para alcançar este objetivo, o Marrocos fundou em 2011 o Instituto das Profissões Aeronáuticas (Ima, na sigla em francês). O lugar foi criado em parceria pelos setores público e privado para capacitar trabalhadores de acordo com as demandas das empresas aeronáuticas instaladas no país. Atualmente, a Bombardier é a maior empresa atendida pelo Ima.

Nas aulas, os alunos aprendem desde a fabricação até a montagem das peças. Desde sua criação, mais de mil trabalhadores já se formaram no centro, 10% deles para a indústria canadense. Os treinamentos são feitos de forma customizada para cada companhia e os alunos também passam por capacitação dentro das próprias plantas industriais.

O investimento para a construção e aparelhamento do centro foi de 100 milhões de dirhans (US$ 12 milhões pela conversão atual). Os alunos são recrutados pelo próprio Ima, de acordo com o pedido das empresas, e o custo do treinamento para eles é gratuito, bancado metade pelo instituto e metade pelas companhias que solicitam a capacitação. No total, o Ima já atendeu mais de 40 empresas instaladas no Marrocos.


Turbinas marroquinas

Uma das empresas aeronáuticas instaladas no Marrocos é a Aircelle, parte do grupo francês Safran. Fabricante de turbinas para aviões, a indústria abriu sua planta no país em 2005 e, desde 2008 peças produzidas no país árabe são vendidas para a Embraer, após serem montadas na França.

“A Embraer é nosso terceiro maior cliente, após a Bombardier e a Airbus”, contou Benoit Martin Laprade, gerente geral. Entre as peças produzidas no Marrocos para os aviões brasileiros estão compostos que reduzem até 90% do ruído do motor da aeronave, instalados em modelos do tipo 170.

Rolls Royce, GE, Cessna e Sukhoi também estão na lista de clientes da Aircelle Maroc. No ano passado, o faturamento da planta de Casablanca foi de 101 milhões de euros (US$ 138 milhões pela conversão atual).


As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Gearing up for a fight

The business of propelling large passenger jets is at maximum thrust. Boeing and Airbus delivered a record 1,300 planes between them last year. They also racked up 2,800 new orders to bring their combined backlog to well over 10,000. The engines account for up to a third of the value of a new jet. So some pundits reckon engine-makers’ revenues could total $1 trillion over the next 20 years.
Pratt & Whitney used to tower over the market for such engines but these days it is third-placed in a business dominated by GE, another American company, and Rolls-Royce, of Britain. Pratt is now hoping to claw its way back to the top with its new generation of jet engine, the “geared turbofan”. This has a gearbox that lets the fan at the front of the engine turn at a different speed to the compressors inside it. By allowing each to run at optimal speeds it makes the engine more efficient.
Pratt’s new engine is one of the options airlines can choose when ordering Airbus’s revamped version of its A320 “narrowbody” jet, used for short- to medium-haul routes. It is the only choice on the CSeries, a jet whose Canadian maker, Bombardier, is seeking to bust a duopoly between Airbus and Boeing for narrowbodies. But the CSeries’s entry into service was this month put back until perhaps 2015, two years later than first planned.
Understanding the aero-engine business is made harder by the fact that as they compete ferociously in one part of the market, manufacturers work together in joint ventures in other parts. In all, about 70% of the world’s jetliner engines are made either by GE alone or by CFM International, GE’s joint venture with Snecma of France. CFM supplies all the engines for Boeing’s 737, its rival to the A320. Buyers of A320s can currently choose between a CFM engine or one from International Aero Engines (IAE), a consortium including Pratt and Japanese and German firms. For bigger “widebody” jets, Rolls and GE are the main contenders.
Rivalry was more intense in the past. But the cost of developing a new engine, at around $1 billion, resulted in today’s odd mix of competition and collaboration. Airlines prefer competition, to keep costs down, but there are some advantages to doing without it. It means the plane and engine are made for each other, optimising their performance. An engine-maker guaranteed exclusivity may contribute towards the development costs of a new plane, cutting the risks borne by the planemakers.
Pratt has got by for years on its military-jet engines, its slice of IAE and by milking its installed base of older civil-aircraft engines, which need lots of maintenance and spare parts. But from 2016, when the first revamped A320 is scheduled for delivery, its new geared turbofan engines, which it will make all by itself, will go head-to-head against CFM’s LEAP. This is a more conventional engine design, but uses sophisticated composite materials to achieve the same fuel-efficiency savings, of around 15%, that airlines are demanding.
Pratt may eventually produce versions of its geared turbofan for wide-bodied jets, where profits are fatter. Rolls, having given up on the narrowbodied market, plans to return when Boeing and Airbus replace their 737s and A320s with entirely new models—but that is a decade or more away. Chinese and Russian firms want to enter the fray, though that may take even longer.
In the meantime, Rob Morris of Ascend, an aviation consultancy, notes that the tendency towards having just one engine option per plane is growing. For example, Rolls is the only engine supplier for Airbus’s new long-haul plane, the A350, which had its first test flight last year. GE declined to offer an engine because some variants of the A350 are in direct competition with Boeing’s 777, on which GE already supplies all the engines. Rolls and GE at least both offer engines for Boeing’s 787 Dreamliner, which will compete with other variants of the A350.
So a return to vigorous competition among three or more engine-makers is far from guaranteed. Indeed, Zafar Khan of Société Générale, a bank, suggests that since Rolls is relatively small and Pratt is part of a deep-pocketed conglomerate, United Technologies, Pratt might contemplate bidding for Rolls to ensure its return to the widebodied market. That would require the agreement of the British government, which has a “golden share” in Rolls. But if such a deal also ensured Rolls’s long-term future, that might not be impossible.

As informações são"http://www.economist.com/news/business/21594987-pratt-whitney-hopes-high-tech-engine-will-restore-its-former-dominance-gearing-up-fight".Sempre é citado o link de referência.

Bombardier says funding is intact despite jet delays

Bombardier Inc. will not have to raise additional funds this year after delaying delivery of its CSeries narrow-body plane for a fourth time, chief executive officer Pierre Beaudoin said.
"We feel that we have the liquidity to complete our programs," Beaudoin said Wednesday in Davos at the World Economic Forum. "We don't need to issue debt or equity."

Bombardier, which is relying on deliveries of the CSeries and new business jets to improve its balance sheet, has suffered scheduling setbacks on several development programs. The manufacturer delayed its CSeries jetliner again on Jan. 16, saying the aircraft won't enter commercial service until late next year instead of 2014 because it needs more time for tests.
The smaller CS100 model of the CSeries is now set to debut in the second half of 2015, with the larger CS300 to follow six months later. Beaudoin said the company will disclose the extra costs associated with a delayed CSeries handover in conjunction with its earnings announcement next month.
The cost of hedging against losses on Bombardier's debt climbed Wednesday. Five-year credit-default swap contracts on Bombardier debt widened about 9.7 basis points to about 299 basis points as of 4:09 p.m. in New York, the most among members of Canada's benchmark Standard & Poor's/TSX Composite Index for which there are actively traded contracts, according to prices compiled by Bloomberg.
Bombardier's widely traded Class B shares fell 1 per cent to $3.91 at 4 p.m. on the Toronto Stock Exchange. That was lowest closing price since April, according to data compiled by Bloomberg, and pushed the company's yearto-date decline to 15 per cent. The maiden flight of Bombardier's biggest-ever jet was already pushed back three times. Bad weather has slowed trials, and program costs have climbed to about $3.9 billion, 15 per cent more than projected.
The program "is doing very well," Beaudoin said Wednesday, adding that he is "disappointed that we are taking a little bit more time."
The new schedule is "quite reliable" although risk remains as testing continues on an "extremely complex product," Beaudoin said. "It is important to enter into service with great reliability."
The CSeries competes for orders with the smallest Airbus Group NV and Boeing Co. single-aisle models, the workhorses of the global airline fleet.

As informações são"http://www.montrealgazette.com/business/Bombardier+says+funding+intact+despite+delays/9419812/story.html".Sempre é citado o link de referência.

Líder aviação entrega primeira aeronave do novo Centro de Serviço da Bombardier

A Líder Aviação anunciou a entrega da primeira aeronave atendida pela empresa desde que se tornou Centro de Serviço Autorizado da Bombardier. A manutenção do avião, um Learjet 40, foi realizada na base Belo Horizonte e a entrega da aeronave ocorreu no dia 16 de janeiro. Para a diretora de manutenção da Líder Aviação, Sílvia Cioletti, este é um passo importante para a companhia. “Estamos muito satisfeitos com a conclusão do primeiro trabalho como centro autorizado Bombardier. A crescente procura pela Líder demonstra a confiança do mercado na qualidade dos nossos serviços”, afirma.

Com mais de 50 anos de experiência em manutenção de aeronaves, a Líder Aviação conta com mecânicos altamente treinados e quatro bases de serviço – em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília –, que totalizam cerca de 25 mil metros quadrados, somando todos os hangares. A companhia possui grande acervo de equipamentos e peças: só no estoque são mais de 10 milhões de dólares em itens de reposição.

Certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Federal Aviation Administration (FAA), a empresa oferece manutenção em diversos modelos de aeronaves, motores, componentes aeronáuticos, pintura, interior, hélices e materiais compostos.


As informações são"http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,648227,Lider_aviacao_entrega_primeira_aeronave_do_novo_Centro_de_Servico_da_Bombardier,648227,10.htm".Sempre é citado o link de referência.

Bombardier's 2013 aircraft orders fall, blames 'sluggish' economy

Canada's Bombardier Inc  said on Monday that aircraft deliveries nudged slightly higher in 2013, but its order book fell 19 percent, as a persistently sluggish global economy created a "challenging year for aviation."
Montreal-based Bombardier said it delivered 238 aircraft last year, five more than in 2012, but aircraft orders dropped to 388 from 481.
RBC Capital Markets analyst Walter Spracklin said the deliveries were in line with his estimates and he expects 2014 delivery guidance when the company reports fourth-quarter financial results on February 13.
Shares of Bombardier rose 2 Canadian cents to C$4.13 on the Toronto Stock Exchange on Monday. Last week, the stock fell 9 percent last week after the company again delayed the schedule of its new CSeries jetliner.
Bombardier said commercial aircraft orders fell 41 percent in 2013, to 81 from 138 in 2012, and business jet orders slipped to 305 from 343. There were two orders for amphibious aircraft.
It delivered 180 business jets, 55 commercial aircraft and three amphibious aircraft in 2013. Business jet deliveries lagged a forecast of 190 planes because new Learjet aircraft entered service in the fourth quarter, the company said.
"The global economy has remained persistently sluggish, and with its recovery taking longer than originally anticipated, 2013 continued to be a challenging year for aviation," said Bombardier Aerospace president Guy Hachey in a statement.
Bombardier rival Embraer SA delivered 90 commercial planes and 119 executive jets in 2013, meeting its targets after a fourth-quarter surge in sales.
Boeing was the world's largest planemaker in 2013, with a record 648 jetliners outpacing rival Airbus' 625 deliveries.

(Reporting by Susan Taylor; editing by Sofina Mirza-Reid)

As informações são"Thomson Reuters".Sempre é citado o link de referência.

Embraer está otimista com novas vendas de jatos comerciais em 2014

A Embraer prevê "um bom ano" de novas vendas de jatos comerciais em 2014, após o forte desempenho obtido em 2013, disse à Reuters nesta quinta-feira o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo Cesar de Souza e Silva.
"Temos este trabalho de entregar os aviões (vendidos neste ano), preenchemos bastante a linha de produção para os próximos anos. Mas estamos vendo novas oportunidades em várias regiões do mundo, são oportunidades em vários lugares e podemos prever também um bom ano de 2014", disse o executivo quando perguntado sobre as expectativas para o ano que vem.
Mais cedo nesta quinta, a Embraer anunciou que recebeu uma encomenda firme da American Airlines por 60 aviões E175, um negócio estimado em 2,5 bilhões de dólares a preços de tabela. O pedido também envolve opções de compra para outras 90 aeronaves do mesmo modelo, podendo elevar o valor total do acordo a mais de 6 bilhões de dólares.
O negócio com a American Airlines fecha um ciclo de grandes pedidos por companhias aéreas norte-americanas que começou no fim do ano passado, para substituição de suas frotas de aeronaves de 50 assentos por aviões de cerca de 70 passageiros.
A Embraer disputou esses contratos com a rival canadense Bombardier e se saiu melhor em quase todas as concorrências. A fabricante brasileira fechou grandes vendas em 2013, além da mais recente para a American Airlines, para Republic Airways, United Airlines e SkyWest.
Todos os acordos incluem opções de compra de aeronaves e Silva, da Embraer, estima que elas serão exercidas no futuro.
"Na minha visão vai acontecer (o exercício das opções de compra). O mercado norte-americano mudou muito nos últimos anos, as empresas aéreas se fundiram e ficaram muito mais sólidas", disse o executivo.

"Elas estão ganhando dinheiro e gerando resultado, então a capacidade de investimento das companhias do setor nos Estados Unidos hoje é muito grande. E existe uma necessidade de renovação de frotas", acrescentou.

As informações são"http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE9BB04320131212".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Embraer surge como líder global do mercado de jato regional

Embraer SA, pioneira na construção de jatos regionais, está surgindo como líder global de um mercado que está encolhendo à medida que as companhias aéreas optam por aviões maiores.


A Bombardier Inc., concorrente da Embraer que começou a vender os aviões duas décadas atrás, está focando no desenvolvimento de um modelo maior para as operações principais com jato das transportadoras e não chegou a um acordo regional nos EUA neste ano. O novo lançamento da Mitsubishi Aircraft Corp. enfrenta um segundo atraso e não estará pronto até 2017.
O resultado é um cenário mais claro para a Embraer em meio a uma desaceleração dos pedidos por jatos regionais no setor para menos da metade do pico de 408, em 2007.
A Embraer, com sede em São José dos Campos, deve começar a embarcar modelos E2 atualizados em 2018, com uma tecnologia mais nova que a da Bombardier e uma herança que a Mitsubishi não pode igualar.
“Com o E2 proposto, a Embraer está mais próxima de ser a principal -- ou melhor, a dominante -- produtora de jatos regionais, porque a Mitsubishi está atrasada, atrasada, atrasada”, disse Cai Von Rumohr, analista da Cowen Securities LLC em Boston, por telefone.
Ele classifica os recibos de depósitos americanos da Embraer como “neutro” e não cobre a Mitsubishi ou a Bombardier.
A Embraer está se posicionando para sobreviver ao abalo com a atualização do E2, anunciada neste ano, que adiciona motores melhorados e um novo desenho de asa para seus E-jets.

As informações são"Christiana Sciaudone exame via bloomberg".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Receita vai leiloar jatos apreendidos

A Receita Federal vai leiloar dois dos nove jatinhos apreendidos na Operação Pouso Forçado, em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, em 2012, que investigou um suposto esquema de compra de aeronaves de luxo no exterior sem pagamento de impostos no Brasil.
Os jatinhos - um Falcon 900, da Dassault, e um Challenger 300, da Bombardier - terão lances mínimos de R$ 11 milhões e R$ 28 milhões, respectivamente, e estão no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. 
O Falcon 900, prefixo N900CZ, fabricado em 1987, está em nome da Wilmington Trust Company, mas era arrendado pela Global Jet Leasing Inc. e usado pela Igreja Mundial do Poder de Deus, do pastor Valdemiro Santiago. Foi avaliado pela PF em R$ 22,5 milhões.
O Challenger 300, prefixo N290CL, ano 2010, está em nome da Wells Fargo e pertenceria ao empresário campineiro Cláudio Dahruj Filho, dono de uma rede de concessionárias de veículos, em Campinas. Foi avaliado em R$ 35 milhões.
Entre os investigados na operação estão os empresários Leo Kryss, fundador do grupo financeiro Tendência, Fábio Roberto Chimenti Auriemo, da JHSF Participações S/A, Antonio Carlos de Freitas Valle, fundador do Banco Garantia, José Roberto Colnaghi, do grupo Asperbras, José Luiz Cutrale Júnior, da Cutrale, José Serpieri Júnior, da Qualicorp, e Marcelo Kalim, sócio do BTG Pactual.
As investigações tinham como alvo 22 aeronaves. O valor estimado de 12 delas era de R$ 560 milhões. O montante sonegado atinge R$ 192 milhões. No suposto esquema, empresas de fachada eram criadas no exterior e recebiam remessas de dinheiro para a compra de aeronaves, por meio de um banco americano, com registro do avião nos Estados Unidos.
Segundo o procurador Maurício Fabretti, o esquema usava um decreto-lei que permite que aeronaves pertencentes a empresas ou pessoas estrangeiras passem até 60 dias no Brasil sem o recolhimento de taxas.
As investigações da Polícia Federal mostraram que os jatinhos deixavam o Brasil e retornavam, quando o prazo de admissão temporária estava perto do fim, apenas para renovar o termo. Análise das listas de passageiros e dos trajetos indicou que elas eram usadas por pessoas físicas e jurídicas estabelecidas em território nacional, em voos dentro do País.
Os dois jatinhos serão leiloados no dia 25 de novembro - as propostas, de pessoas físicas e jurídicas, devem ser enviadas à Receita Federal até o dia 22.

As informações são"Ricardo Brandt - O Estado de S.Paulo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

Labace 2013 – A 2ª Maior Feira de Aviação Executiva Mundial

A 10a Edição da Labace – Latin American Business Aviation ocorreu nos dias 14, 15 e 16 de agosto, no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. De olho em um mercado em franco crescimento, detentor de 11% da frota de jatos executivos mundiais, grandes fabricantes exporam seus principais produtos em busca de uma fatia ainda maior na projeção dos US$ 15 bilhões de Dólares em encomendas até 2023. Estima-se que só no Brasil esse número seja de US$ 8,4 bilhões de Dólares para até 530 novas aeronaves executivas. Ao longo de três dias, cerca de 14 mil pessoas passaram pelo evento, considerado o segunda maior do mundo, perdendo apenas para a americana, organizada pela NBAA. Este ano a Labace reuniu 180 expositores e apresentou uma área externa com 68 aeronaves, com modelos de até 65 milhões de dólares foram apresentados ao mercado nacional.
Os expositores, entre eles os principais fabricantes do mundo todo, comemoravam os resultados obtidos durante o evento. Para muitos, o mercado brasileiro já representa uma boa fatia das vendas anuais e a Labace é um importante momento para concretizar negócios ou dar início a novas negociações. Vários compradores fecharam a compra de helicópoteros e aviões durante a feira, mas não é simples calcular o volume negociado nos três dias.
“Prova do sucesso da Labace, em termos de vendas, está no fato de termos os principais fabricantes do mundo aqui e eles terem trazido mais aeronaves este ano, ocupando espaços de exposição cada vez maiores”, disse Ricardo Nogueira, diretor executivo da ABAG (Associação Brasileira de aviação Geral), organizadora da feira.
A chuva e o frio nos dois primeiros dias da Labace afugentaram parte do público, mas o sol na sexta atraiu mais pessoas que a média esperada. Os organizadores trabalhavam com uma expectativa de público igual à do ano passado, 16 mil pessoas.
Alguns destaques da Labace 2013
A Líder Aviação encerrou sua participação na Labace com resultados positivos. Durante o evento, a empresa vendeu dois aviões Beechcraft Bonanza G36, cada um negociado por US$ 790 mil (sem impostos), além de fechar o contrato de início da construção de um hangar de cinco mil m² em Itanhaém, no litoral paulista. Segundo a superintendente da Líder, Júnia Hermont, o investimento será de R$ 10 milhões, e a obra deverá ser concluída até o final de março de 2014.
Também durante a Labace, a Líder realizou a entrega do primeiro Bonanza G36 com novo interior a operar no Brasil. A aeronave, que estava em exposição na feira, foi uma das “vedetes” do evento. “Produzido desde 1947, o Bonanza é um dos aviões mais tradicionais da história da aviação. Por isso, a maioria dos nossos clientes só deixou a feira depois de ter conferido o novo layout interno da aeronave”, conta o diretor de vendas da Líder Aviação, Philipe Figueiredo.
Além dos negócios anunciados na feira, a grande novidade da Líder Aviação foi a parceria com a fabricante Bombardier, líder mundial no segmento de jatos executivos. Desde julho, a empresa brasileira é a nova representante exclusiva da canadense no Brasil, substituíndo a OceanAir.
A Swissport foi escolhida como provedora de serviços operacionais para o novo hangar da World-Way Aviation (WWA) que está sendo erguido no Aeroporto de Sorocaba e tem previsão de inauguração para dezembro de 2013. O projeto WWA vai se tornar o maior hangar para aviação executiva da América do Sul para servidos de FBO (Fixed Based Operations). Trata-se de um emprendimento de mais de 14.000 m², sendo dois hangares, totalizando uma área de mais de 9 mil m² de hangaragem, capazes de abrigar modelos de jatos de grande porte como o Lineage da Embraer, o G650 da Gulfstream e o Global 8000, fabricado pela Bombardier. A área total de rampa do WWA chega a 6.470
m².
O projeto foi concebido pela empresa de arquitetura aeronáutica Galvao Consolin, com apoio do arquiteto João Armentano, e contempla 30 escritórios, 4 suítes baseadas em hoteis de alto padrão, lounge exclusivo para pilotos, lounge vip, sala de conferência, sala de planejamento de voo, 3 copas, cafeteria, fitness center. Tudo isso em três pisos, ambientes arejados e de extremo bom gosto e funcionalidade. Na parte externa, o WWA vai contar com 36 vagas de estacionamento alem de 58 vagas internas, com total monitoramento por câmeras.
“Trata-se de um projeto muito interessante, especialmente pela localização. Sorocaba já é o aeroporto sugerido pela ANAC como alternativa para os eventos que estão por vir, Copa do Mundo, e há um trabalho que contempla a internacionalização do aeroporto”, disse Ubiratan Lago, gerente de Novos Negócios da Swissport no Brasil. Nesta parceria, a Swissport está investindo 2,25 milhões de reais em equipamentos para a movimentação de aeronaves no WWA. O diferencial é que serão todos equipamentos elétricos, ou seja, não poluem o meio ambiente.
Já a Dassault Falcon anunciou que aumentará a capacidade instalada no Brasil para serviços este ano como parte da estratégia de crescimento entre 50% e 100%, segundo o presidente mundial da Dassault Falcon, John Rosavallon. A empresa possui 45 aeronaves em operação no Brasil e pretende encerrar 2013 com o dobro de aeronaves.
Para o presidente da Líder Aviação, Eduardo Vaz, a expectativa é que a Labace continue a gerar bons negócios mesmo depois de encerrada. “A feira é uma oportunidade não só de fechar contratos, mas também de iniciar negociações que acabam se concretizando nos meses seguintes”, explica.
A Embraer Aviação Executiva apresentou as novas funcionalidades do jato Phenom 100. A partir de agora, novos equipamentos e configurações de série e opcionais, como spoilers de multifunção, 11 novas coleções de interior, assentos premium, além de duas novas opções de armários para armazenamento de bebidas, alimentos e outros utensílios, passam a ser oferecidos. “Essas novas funcionalidades do Phenom 100 refletem o nosso trabalho de interação contínua com os clientes”, disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer Aviação Executiva. “O Phenom 100 já é o jato executivo mais veloz e com o maior espaço interno da categoria entrylevel.
Com essas melhorias, a aeronave ficará ainda mais eficiente e confortável para atender as necessidades de nossos clientes tradicionais, como pilotos-proprietários, departamentos de voos corporativos e empresas de propriedade compartilhada.”
O spoiler de multi-função, superfície de comando de voo posicionada sobre a asa da aeronave, apresenta duas novas funcionalidades, atuando como ground spoiler e speed brake. Em solo, durante o pouso, ele ajuda aumentando o arrasto e reduzindo a sustentação, além de auxiliar na redução de velocidade e execução de rampas mais inclinadas na fase de aproximação.
As 11 novas coleções de interior renovam o visual e o conforto da cabine com opções de cores e materiais, como revestimentos em madeira em vez de laminados. A opção pelo assento premium proporciona maior mobilidade, como capacidade de deslocamento lateral, longitudinal e de rotação.
O jato executivo Legacy 500 fez sua primeira aparição pública no Brasil durante o evento. A nova aeronave iniciou sua turnê mundial por Genebra, na Suíça, em maio deste ano e estará em Las Vegas, nos Estados Unidos, no mês de outubro.
O Legacy 500 é a única aeronave da categoria midzise a utilizar um completo sistema eletrônico de comandos de voo fly-by-wire, que proporciona maior conforto, eficiência e reduz a carga de trabalho dos pilotos, aumentando ainda mais a segurança da operação. A entrada da aeronave em serviço está prevista para o primeiro semestre de 2014.
Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva disse que “Esta foi a maior participação da Embraer desde a primeira edição da feira, em 2004, o que ilustra bem o nosso forte posicionamento entre as maiores forças deste competitivo mercado”.
As outras aeronaves da Embraer expostas foram o Phenom 300, Legacy 650 e o Lineage 1000, o maior e mais luxuoso jato do portfólio da Embraer Aviação Executiva.
A Nextant Aerospace, líder no mercado de jatos executivos re-fabricados expôs a aeronave 400XTi. O 400XTi lidera sua classe em termos de valor e custos operacionais, com custo de aquisição de apenas 4,95 milhões de dólares, possui ainda motores mais novos e que consomem menos combustível. Listado como um novo tipo de aeronave no Aircraft Blue Book, o 400XTi cumpre ou supera as mais recentes regulamentações de segurança estabelecidas pela FAA, EASA e pelas maiores autoridades de segurança aeronáutica do mundo.
A aeronave tem autonomia de 2.003 milhas náuticas (3.710km) com dois pilotos, quatro passageiros e reservas IFR, permitindo voos diretos entre São Paulo e destinos como Buenos Aires, Argentina; Lima, Peru; Santiago, Chile. Voos partindo de pontos mais ao norte do continente, como Bogotá, Colômbia ou Caracas, Venezuela alcançam destinos na américa do norte em voos diretos.
Apoiado por uma garantia total de 2 anos e uma rede global de apoio de pós vendas e suporte ao cliente, o 400XTi está bem posicionado para atender a crescente demanda do mercado latino americano por jatos executivos que combinam as mais avançadas tecnologias e itens de segurança com eficiência operacional.
A principal atração do estande da Helibras na Labace foi o novo helicóptero EC130 T2 – a mais recente versão dessa família de aeronaves derivada do consagrado AS350 Esquilo – que fez sua estreia no Brasil. “O EC130 T2 foi lançado no ano passado e recebemos muitas consultas por parte dos clientes brasileiros. Por isso decidimos trazê-lo para uma demonstração, escolhendo a Labace pela sua importância para o mercado de aviação executiva”, explica François Arnaud, vice-presidente Comercial e de Marketing da Helibras.
A empresa também apresentou um helicóptero AS350 B3e Esquilo – especialmente configurado para uma rede de televisão – e o biturbina EC135 P2e, aeronaves que reúnem o que há de mais moderno em tecnologia. Além dos modelos expostos, a Helibras efetuou a entrega de quatro novos helicópteros durante os três dias de evento. A empresa também divulgou aos seus clientes o novo Centro de Suporte ao Cliente, inaugurado neste mês de agosto.
Sentimos falta este ano de expositores de peso como a Airbus, que em 2012 trouxe o Airbus A318ACJ e a Boeing, que sequer stands na feira tinham! Outro ponto negativo, mas neste caso, opcional aos visitantes, foi a incrível taxa de R$ 70,00 para o estacionamento na feira, quando que por 20% a 30% deste valor, você pode deixar seu veículo sozinho e em segurança do outro lado da passarela.
Em 2014 o evento acontecerá entre os dias 12 e 14 de agosto, com uma mudança: a Labace será de terça a quinta e não mais de quarta a sexta-feira, seguindo cada vez mais a tendência de feira do segmento, com alta qualidade de visitantes e grande volume de negócios.
As informações são"http://www.aviacaobrasil.com.br/wp/noticias/labace-2013-a-2a-maior-feira-de-aviacao-executiva-mundial".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Líder Aviação passa a vender aeronaves da Bombardier com exclusividade

Com o objetivo de ampliar seu portfólio de produtos, a Líder Aviação, maior empresa de aviação executiva da América Latina, oficializou contrato de representação exclusiva com a fabricante canadense Bombardier, líder mundial no segmento de jatos executivos.

A Líder, que também representa, com exclusividade, a Beechcraft Corporation (especializada em aviões a pistão e turboélice), passa agora a oferecer também os jatos das linhas Learjet, Challenger e Global, do portfólio Bombardier.



De acordo com o presidente da Líder Aviação, Eduardo Vaz, a parceria com a fabricante canadense é resultado de um longo relacionamento entre as empresas e da excelência alcançada pela Líder nas diversas áreas da aviação executiva em que atua. Na Unidade de Vendas de Aeronaves, por exemplo, já vendeu mais de 800 aeronaves, em 54 anos de existência. "A Líder Aviação foi a primeira empresa a trazer um Learjet para o Brasil, em 1968. O mesmo empenho e pioneirismo que demonstramos naquela época será mantido nessa nova parceria com a Bombardier", afirma. 

Com isso, a Líder passa a oferecer toda o portfólio da canadense, desde o Learjet 70, que custa US$ 10 milhões até o produto top da linha Global, o 8000, vendido hoje por US$ 80 milhões. Este último entrará em operação somente em 2017 e promete ser o jato executivo de maior autonomia (14.631 km), voando sem escalas entre Sydney e Los Angeles ou Hong Kong a Nova York. Com uma cabine de 63,32 metros cúbicos, ele poderá transportar oito passageiros além da tripulação. 


As informações são"Portal Vrum".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

Líder Aviação venderá jatos da rival da Embraer no Brasil #Aviação #Learjet #Bombardier #Beechcraft

A companhia brasileira de aviação executiva Líder Aviação é a nova representante exclusiva da fabricante Bombardier no Brasil, concorrente da Embraer.

Os jatos da canadense que serão vendidos diretamente por aqui são das linhas Learjet, Challenger e Global. Além da Bombardier, a Líder já representava, também com exclusividade a Beechcraft Corporation, especializada em aviões a pistão e turboélice.
A parceria é resultado de um longo relacionamento entre as empresas. “A Líder Aviação foi a primeira empresa a trazer um Learjet para o Brasil, em 1968”, diz Eduardo Vaz, presidente da Líder Aviação

As informações são"Exame.abril".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Embraer negocia com American Airlines venda de jatos

A Embraer confirmou nesta sexta-feira, 05, que está em negociações com a AMR Corp, controladora da American Airlines, para vender jatos regionais de 76 lugares.

Além da Embraer, com o Embraer E-175, o contrato está sendo negociado com a canadense Bombardier, avaliando a compra de jatos Bombardier CRJ900.
A publicação da indústria de aviação, Flightglobal, revelou conversas anteriores da AMR Corp com as duas fabricantes sobre a negociação de 60 jatos regionais com 76 lugares. O porta-voz da American Airlines não quis comentar sobre qualquer encomenda em potencial. 
Fonte: Dow Jones Newswires.

As informações são"Estadão Conteúdo via YAhoo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves