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AirAsia X partners GE in US$1.5bil aircraft engines deal

AirAsiaX Bhd has partnered with US-based GE Aviation to buy its CF6-80E1 engines to power AirAsia X’s 25 new Airbus A330-300 aircraft in a US$1.5bil (RM 4.9b) deal.
AirAsia X said on Monday these engines will be covered by a multi-year OnPoint solution service agreement for engine maintenance, repair and overhaul.
It said the tie-up would strengthen the group’s presence in the long-haul low-cost carrier space.
AirAsia Group chief executive officer Tan Sri Tony Fernandes said with this order, GE will become AirAsia X’s second core engine supplier.
“Our fleet size has reached sufficient scale to support two engine types, with sufficient spare engine coverage, specialist engineers and technicians, and strong on-site service commitment from both engine providers.
“GE’s long -standing relationship and track record with the AirAsia Group, gave us confidence to make this selection,” he said.

The information is "http://www.thestar.com.my/Business/Business-News/2014/04/28/AirAsia-X-and-GE-Sign-MOU-for-CF6-Engines-for-Its-Airbus-A330-Fleet/" Is always quoted the reference link.

Marrocos investe em tecnologia aeroespacial

O Marrocos está trabalhando para desenvolver seu setor de tecnologia aeroespacial. Desde 2001, mais de cem empresas do ramo se instalaram no país e as receitas de exportação desde então já contabilizaram US$ 1 bilhão. As peças produzidas vão para diversas nações da Europa, Golfo e também para o Brasil. Atualmente, com foco no mercado francês, até 2020, o país quer dobrar o tamanho de sua cadeia de produção aeroespacial, atraindo novas empresas, como as inglesas, norte-americanas e brasileiras.

“Tivermos reuniões com altos executivos da Embraer nos últimos dois anos. Eles mandaram pessoas aqui para ver as condições de capacitação do Marrocos. Acredito que este país é interessante para eles”, afirmou Hamid Benbrahim El-Andaloussi, presidente do Grupo das Indústrias Marroquinas Aeronáuticas e Espaciais (Gimas), em entrevista a jornalistas brasileiros nesta terça-feira (28).

Segundo Andaloussi, a Embraer está negociando a venda de aviões para a Royal Air Maroc e uma compensação com o governo marroquino, que poderia ser a instalação de um centro de manutenção no país, mas nada foi definido ainda. No entanto, o executivo aposta na boa localização de seu país para atrair a empresa brasileira.

“A decisão de implementar uma base aqui é uma questão estratégica, e isso leva tempo, mas uma empresa global como a Embraer não pode ignorar o Marrocos. Se você quer ser competitivo para penetrar na Europa, você tem que estar no Marrocos. Nós temos o melhor custo com o melhor benefício (para as empresas aéreas)", avaliou o presidente do Gimas. Procurada pela ANBA, a Embraer afirmou que não comenta possibilidades de negócios. 

Em relação aos voos diretos entre Casablanca e São Paulo pela Royal Air Maroc, iniciados no começo de dezembro de 2013, Andaloussi disse que ainda não tem os números de passageiros que já fizeram esta rota, mas crê que os resultados sejam positivos. “Acredito que esteja indo bem e que vá crescer com a Copa (do Mundo)”, destacou.

De acordo com o presidente do Gima, a ambição do Marrocos no ramo aeronáutico “é ser a base neste setor para a Europa como o México é para os Estados Unidos”. “Queremos que nos próximos 20 anos, Casablanca seja um polo de tecnologia e treinamento”, ressaltou.

Capacitação

Para alcançar este objetivo, o Marrocos fundou em 2011 o Instituto das Profissões Aeronáuticas (Ima, na sigla em francês). O lugar foi criado em parceria pelos setores público e privado para capacitar trabalhadores de acordo com as demandas das empresas aeronáuticas instaladas no país. Atualmente, a Bombardier é a maior empresa atendida pelo Ima.

Nas aulas, os alunos aprendem desde a fabricação até a montagem das peças. Desde sua criação, mais de mil trabalhadores já se formaram no centro, 10% deles para a indústria canadense. Os treinamentos são feitos de forma customizada para cada companhia e os alunos também passam por capacitação dentro das próprias plantas industriais.

O investimento para a construção e aparelhamento do centro foi de 100 milhões de dirhans (US$ 12 milhões pela conversão atual). Os alunos são recrutados pelo próprio Ima, de acordo com o pedido das empresas, e o custo do treinamento para eles é gratuito, bancado metade pelo instituto e metade pelas companhias que solicitam a capacitação. No total, o Ima já atendeu mais de 40 empresas instaladas no Marrocos.


Turbinas marroquinas

Uma das empresas aeronáuticas instaladas no Marrocos é a Aircelle, parte do grupo francês Safran. Fabricante de turbinas para aviões, a indústria abriu sua planta no país em 2005 e, desde 2008 peças produzidas no país árabe são vendidas para a Embraer, após serem montadas na França.

“A Embraer é nosso terceiro maior cliente, após a Bombardier e a Airbus”, contou Benoit Martin Laprade, gerente geral. Entre as peças produzidas no Marrocos para os aviões brasileiros estão compostos que reduzem até 90% do ruído do motor da aeronave, instalados em modelos do tipo 170.

Rolls Royce, GE, Cessna e Sukhoi também estão na lista de clientes da Aircelle Maroc. No ano passado, o faturamento da planta de Casablanca foi de 101 milhões de euros (US$ 138 milhões pela conversão atual).


As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Gearing up for a fight

The business of propelling large passenger jets is at maximum thrust. Boeing and Airbus delivered a record 1,300 planes between them last year. They also racked up 2,800 new orders to bring their combined backlog to well over 10,000. The engines account for up to a third of the value of a new jet. So some pundits reckon engine-makers’ revenues could total $1 trillion over the next 20 years.
Pratt & Whitney used to tower over the market for such engines but these days it is third-placed in a business dominated by GE, another American company, and Rolls-Royce, of Britain. Pratt is now hoping to claw its way back to the top with its new generation of jet engine, the “geared turbofan”. This has a gearbox that lets the fan at the front of the engine turn at a different speed to the compressors inside it. By allowing each to run at optimal speeds it makes the engine more efficient.
Pratt’s new engine is one of the options airlines can choose when ordering Airbus’s revamped version of its A320 “narrowbody” jet, used for short- to medium-haul routes. It is the only choice on the CSeries, a jet whose Canadian maker, Bombardier, is seeking to bust a duopoly between Airbus and Boeing for narrowbodies. But the CSeries’s entry into service was this month put back until perhaps 2015, two years later than first planned.
Understanding the aero-engine business is made harder by the fact that as they compete ferociously in one part of the market, manufacturers work together in joint ventures in other parts. In all, about 70% of the world’s jetliner engines are made either by GE alone or by CFM International, GE’s joint venture with Snecma of France. CFM supplies all the engines for Boeing’s 737, its rival to the A320. Buyers of A320s can currently choose between a CFM engine or one from International Aero Engines (IAE), a consortium including Pratt and Japanese and German firms. For bigger “widebody” jets, Rolls and GE are the main contenders.
Rivalry was more intense in the past. But the cost of developing a new engine, at around $1 billion, resulted in today’s odd mix of competition and collaboration. Airlines prefer competition, to keep costs down, but there are some advantages to doing without it. It means the plane and engine are made for each other, optimising their performance. An engine-maker guaranteed exclusivity may contribute towards the development costs of a new plane, cutting the risks borne by the planemakers.
Pratt has got by for years on its military-jet engines, its slice of IAE and by milking its installed base of older civil-aircraft engines, which need lots of maintenance and spare parts. But from 2016, when the first revamped A320 is scheduled for delivery, its new geared turbofan engines, which it will make all by itself, will go head-to-head against CFM’s LEAP. This is a more conventional engine design, but uses sophisticated composite materials to achieve the same fuel-efficiency savings, of around 15%, that airlines are demanding.
Pratt may eventually produce versions of its geared turbofan for wide-bodied jets, where profits are fatter. Rolls, having given up on the narrowbodied market, plans to return when Boeing and Airbus replace their 737s and A320s with entirely new models—but that is a decade or more away. Chinese and Russian firms want to enter the fray, though that may take even longer.
In the meantime, Rob Morris of Ascend, an aviation consultancy, notes that the tendency towards having just one engine option per plane is growing. For example, Rolls is the only engine supplier for Airbus’s new long-haul plane, the A350, which had its first test flight last year. GE declined to offer an engine because some variants of the A350 are in direct competition with Boeing’s 777, on which GE already supplies all the engines. Rolls and GE at least both offer engines for Boeing’s 787 Dreamliner, which will compete with other variants of the A350.
So a return to vigorous competition among three or more engine-makers is far from guaranteed. Indeed, Zafar Khan of Société Générale, a bank, suggests that since Rolls is relatively small and Pratt is part of a deep-pocketed conglomerate, United Technologies, Pratt might contemplate bidding for Rolls to ensure its return to the widebodied market. That would require the agreement of the British government, which has a “golden share” in Rolls. But if such a deal also ensured Rolls’s long-term future, that might not be impossible.

As informações são"http://www.economist.com/news/business/21594987-pratt-whitney-hopes-high-tech-engine-will-restore-its-former-dominance-gearing-up-fight".Sempre é citado o link de referência.

Embraer seleciona Pratt & Whitney para motores de E-Jets

Embraer deu um importante passo para a implementação da segunda geração dos jatos comerciais E-Jets, com a seleção dos motores da PurePower, da Pratt & Whitney, para os modelos que têm entrada em serviço prevista para 2018.

"A decisão é um marco importante para o programa, que deverá ter seu lançamento oficial este ano", afirmou a companhia, em comunicado nesta terça-feira.
A Pratt & Whitney é uma divisão da United Technologies. A GE é a fornecedora da atual família de E-Jets, segundo a assessoria de imprensa da Embraer.
A segunda geração de E-Jets complementará uma série de melhorias em curso que atualmente estão sendo implementadas na família existente, com benefícios para seus clientes, informou a Embraer.
Segundo a Embraer, os novos motores possuem evoluções de sistemas que "resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo das aeronaves".
A Bombardier foi a primeira entre as grandes fabricantes a anunciar um avião com promessa de economia significativa de combustível em 2008, com a família CSeries. Mas o modelo não foi até agora um sucesso de vendas e empresa canadense enfrenta desafios no desenvolvimento do modelo.



As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

GE recomendará revisão de seus motores em 120 Boeings 787 e 747


O grupo industrial norte-americano General Electric (GE) recomendará a inspeção de seus motores que equipam várias aeronaves Boeing 787 e 747, como consequência de um incidente na China no mês passado, disse nesta terça-feira um porta-voz da divisão GE Aviação.
Um boletim oficial será emitido "no decorrer dos dois próximas dias" e se referirá a "120 aviões", disse o porta-voz.


As informações são"isto e dinheiro via AFP".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Aérea de Myanmar (Ásia) vai utilizar jato Embraer

A Myanma Airways, companhia aérea nacional de Myanmar, país do Sudeste Asiático, comprou dois jatos Embraer 190 sob contrato de arrendamento com a empresa de leasing e financiamento GE Capital Aviation Services (Gecas). Os aviões são os primeiros jatos modernos de 100 assentos a serem introduzidos no país. As aeronaves serão entregues até o final deste ano.

Cada E190 está configurado com 100 assentos em classe única, e os dois jatos são parte do plano de modernização da frota da companhia aérea. Além de utilizá-los em rotas domésticas, o alcance dos E190, de 4.440 quilômetros (2.400 milhas náuticas), permitirá à Myanma Airways voar para novos destinos na Ásia.

Fundada em 1948, a Myanma Airways é única companhia aérea estatal de Myanmar. Atualmente serve a grande maioria dos destinos domésticos a partir da principal base operacional, o Aeroporto Internacional de Yangon. Ao final de 2012, a Myanma Airways iniciará operação de voos internacionais. Site: www.myanmaairways.aero.


As informações são"Panrotas".Sempre é citado o link de referência.

Tecnologia da GE pode melhorar eficiência de aeronaves no Brasil


Companhia promoveu Fórum PBN Latino-americano e anunciou a realização com sucesso do primeiro voo mundial conectando um procedimento RNP AR ao ILS com aterrissagem automatizada, que pode ser replicado no País e trazer ganhos para as operadoras .
São Paulo – Transportar passageiros com segurança e eficiência é uma das premissas da GE Aviation para mover o mundo. Na América Latina, a empresa concluiu no Aeroporto Internacional Jorge Chávez, no Peru, o primeiro voo do mundo conectando um procedimento RNP AR ao Sistema de Aterrisagem por Instrumento (ILS) com pouso automatizado (autoland), que representa um marco na aviação. Para a obtenção do resultado, o projeto “Céus Verdes do Peru” foi coordenado pela Direção Geral de Aviação Civil (DGAC) do Peru, GE Aviation e a LAN.
O voo operado pela LAN Airlines combina tecnologia PBN (Performance de Navegação Requerida), que cria túneis virtuais para aeronaves com procedimentos RNP AR, com o ILS (Sistema de Aterrissagem por Instrumentos), conferindo uma adequada e contínua aproximação de aterrissagem precisa em condições meteorológicas adversas. Esta tecnologia, que está disponível para todas as companhias aéreas autorizadas a voar RNP AR, otimiza o uso do espaço aéreo, reduz o tempo de voo e ruídos, além de ajudar a reduzir significativamente as emissões de CO2 no meio ambiente. E ainda promove economia de combustível.
“Estamos comprometidos com a região para ajudar a melhorar a eficiência do tráfego aéreo”, conta Sergio Zuquim, líder de PBN para América Latina da GE Aviation. “Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com os reguladores, companhias aéreas e a indústria para construir esses túneis nos céus”. No Brasil, as companhias aéreas habilitadas para voar RNP AR também poderão incorporar esta tecnologia e usufruir dos benefícios, melhorando a eficiência de suas operações.
“Em Lima, esta tecnologia avançada reduz a altura mínima de pouso para 50 pés, pela combinação das três soluções (RNP-ILS-Aterrisagem Automatizada). No caso dos procedimentos para Lima, o uso de transições RNP permitiu à aeronave voar para o leste do espaço aéreo do aeroporto, que nunca havia sido usado antes”, detalha Steve Fulton, técnico da GE Aviation. “A flexibilidade da RNP oferece capacidade adicional e permite o uso mais eficiente do espaço aéreo em torno do aeroporto.” Em julho, a companhia realizou no Peru o Fórum “Eficiência de Navegação Baseada em Performance (PBN) na América Latina”, para discutir os benefícios das tecnologias para a aviação.
O Projeto -O pioneiro “Céus Verdes do Peru” é um esforço conjunto do prestador de serviços de navegação aérea no Peru - Corpac, o regulador DGCA (Direção Geral de Aviação Civil), GE Aviation e LAN para melhorar a eficiência dos voos no País. A fase de demonstração do projeto começou em fevereiro de 2012, quando aconteceu o primeiro voo LAN continuamente orientado na região, desde a decolagem até a aterrissagem, usando tecnologia PBN. Nesta fase inicial, as companhias aéreas poupam uma média de 19 milhas (32 km) por trecho, 6,3 minutos e 450 libras (200 kg) de combustível, e deixam de emitir 1.420 libras (640 kg) de CO2 por voo.
Em 2009, a GE, em parceria com a IATA, projetou e implantou procedimentos de aproximação eficiente controlada de Navegação (RNP) para a LAN, em Cusco, para melhorar o acesso ao aeroporto, que é ladeado pelos Andes. Antes das rotas da RNP, frequentemente um ou mais dos 15 a 21 voos diários da LAN para Cusco eram atrasados ??ou desviados devido ao mau tempo ou baixa visibilidade. Desde a inclusão das rotas RNP em Cusco, a LAN reduziu atrasos nos voos em 45% e estabilizou as aterrisagens em média de 94% ao mês. Durante o primeiro ano de uso da RNP em Cusco, esta tecnologia possibilitou que mais de 30 mil passageiros evitassem cancelamentos ou atrasos de voo da LAN . Com o sucesso das rotas em Cusco, em 2010 a LAN escolheu a GE Aviation para desenvolver um RNP em cinco aeroportos em que a companhia opera, inclusive Lima.


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Avolon comprará até 30 Boeing 737 por US$ 2,3 bilhões


Avolon, uma empresa de leasing estabelecida na Irlanda, comprará até 30 aviões de médio alcance Boeing 737 por um valor total de 2,3 bilhões de dólares a preço de catálogo, anunciou nesta quarta-feira a fabricante americana na feira de Farnborough.
Destes 30 aviões, cinco são opções transformadas em intenção de compra e não estão, portanto, contabilizados na soma estimada do contrato, disse a Boeing em uma coletiva de imprensa.
A construtora acrescenta que 25 aviões são versões remotorizadas de sua aeronave de médio alcance mais popular, o 737 MAX.
Se o pedido for executado, a Avolon terá 36 Boeing da família 737.
A Boeing assinou na terça-feira duas outras cartas de intenções para vender 737 a outras empresas de leasing: 100 modelos do avião de médio alcance 737 à GE Capital Aviation Services (GECAS) e 20 à Alafco, estabelecida no Kuwait.
A primeira transação pode chegar a 9,2 bilhões de dólares a preço de catálogo, e a segunda a 1,9 bilhões.
A Boeing multiplica os anúncios, mas permanece atrás da Airbus, que totaliza mais pedidos firmes (cerca de 1.400) para seu avião de médio percurso remotorizado A320neo.



As informações são"Terra Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Aeronaves da Azul utilizarão avançado sistema de navegação


A Azul Linhas Aéreas em parceria com a GE, está homologando seus jatos Embraer com um avançado sistema de navegação, chamado Required Navigation Performance (RNP-AR). Esse sistema, que tem tecnologia orientada por satélite, objetiva uma otimização nos procedimentos de aproximação e pousos, aumentando significantemente a segurança e diminuindo o trajeto da aeronave, o que traz uma série de benefícios. São eles: a redução de ruídos, de atrasos, do tempo de viagem, além de um menor gasto com combustível, o que torna as operações da companhia mais sustentáveis. As aeronaves da companhia devem ser certificadas com o novo sistema até o fim de 2012.

A Azul está entre as empresas do setor aéreo brasileiro a trabalhar para adotar tal sistema, que será utilizado inicialmente para pousos no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Por iniciativa do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), o aeroporto fluminense já recebeu a certificação e, com isso, a companhia poderá operar com mais precisão, mesmo que em condições meteorológicas adversas, evitando atrasos e cancelamentos.

Com a implantação do novo sistema, trabalharemos com mínimos operacionais (teto) bem reduzidos. "Com a integração do RNP-AR em nossa frota de jatos, passaremos a ter uma trajetória precisa horizontalmente e verticalmente até o pouso, melhorando nossa eficiência econômica e ecológica", afirma o vice-presidente Técnico-operacional da Azul, Flávio Costa.

Com a expectativa de um aumento significativo no volume de passageiros nos terminais do país, sobretudo em função da Copa do Mundo e Olimpíadas, soluções como essa devem ser cruciais para garantir melhor gerenciamento do espaço aéreo. “Esses eventos devem trazer milhares de espectadores ao Brasil, os quais poderão contar com um transporte aéreo mais eficiente e pontual”, afirma Giovanni Spitale, gerente geral de Serviços de Desempenho de Navegação (PBN) da GE.

Após o processo de certificação pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), a companhia adotará o novo procedimento em seus voos.



As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência.

Rolls-Royce otimista sobre chances na batalha motor 777X

O registro de Rolls-Royce da pista fornecendo motores para os três programas mais recentes de aviões vai dar uma vantagem na batalha para ser escolhido pela Boeing para poder seus aviões de última geração 777, a empresa britânica nesta quarta-feira. "Nós somos a enginemaker só que tem um motor optimizado sobre os três programas mais recentes de motor, o Airbus A380, A350 e Boeing 787", Robert Nuttall, presidente da Rolls-Royce vice de marketing estratégico, disse à Reuters no Farnborough Airshow. "Pratt Whitney e General Electric não fazer." Trent novo Rolls '1000 motores de potência Boeing 787 Dreamliner, que entrou em serviço no ano passado. Rolls planeja atualizar este motor para uma batizado de Trent 1000-RTE, que vai entregar 3 por cento de combustível melhor queimar do que o motor já existente e será utilizado nas 787-8 e mais recentes variantes de 2016.

"A entrada em serviço suave do motor Trent 1000 no 787 mostra que podemos ser confiável e acho que mostrou a Boeing que podem confiar em nós", disse Nuttall. "Temos incumbência enorme no mercado widebody - metade do livro de ordens widebody que está lá fora é alimentado pela Rolls-Royce". GE acredita que tem a vantagem porque é o titular do motor atual no 777. Insatisfeita com re-engining programas como o A320neo Airbus e Boeing 737 MAX, a Rolls-Royce acredita que o futuro reside no desenvolvimento de projetos que correspondem motores e aviões desde o início de seu desenvolvimento. Como tal, a Rolls no ano passado vendeu a sua parte dos motores International Aero (IAE) do consórcio a Pratt & Whitney por US$ 1,5 bilhões e formou uma nova parceria com a Pratt para desenvolver motores para aeronaves de médio porte de 120 lugares para cima. Nuttall, que disse que o novo empreendimento com Pratt iria incidir sobre tecnologia turbofan engrenado entre outras coisas, acredita que o uso generalizado da tecnologia do motor engrenado em jatos comerciais está perto. "A Airbus ea Boeing estão competindo entre si para ver qual é melhor - o A320neo ou o MAX 737 - e pode acabar que ambos são o mesmo, e que vai nos dizer que estamos ao ponto de desequilíbrio para o futuros motores pensamos que vai ser orientada ", disse ele.

As informações são"Reuters por Mark Potter".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Azul realiza voo experimental bem-sucedido com biocombustível


Azul Linhas Aéreas realiza voo experimental bem-sucedido com biocombustível a base de cana-de-açúcar

Batizado de Azul+Verde, projeto é pioneiro no desenvolvimento de bioquerosene a partir da cana-de-açúcar na aviação mundial
A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, em parceria com a Amyris Inc. (NASDAQ: AMRS), Embraer (NYSE: ERJ; BM&FBOVESPA: EMBR3) e GE (NYSE: GE), realizou hoje um voo experimental utilizando um combustível renovável inovador, produzido a partir da cana-de-açúcar. Com destino ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, um jato E195 da companhia partiu do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e fez uma passagem sobre a Cidade Maravilhosa, que recebe nesta semana a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Batizado de Azul+Verde, o projeto teve início em novembro de 2009 com o objetivo de testar um novo conceito de desenvolvimento de combustível renovável para jatos potencialmente capaz de reduzir as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa. Além de oferecer uma alternativa para combustíveis derivados do petróleo, a iniciativa representa mais um grande passo em direção a uma indústria de transporte aéreo sustentável.

“O compromisso da Azul em reduzir a utilização de produtos petrolíferos voláteis vai além de diminuir nossos custos. O principal objetivo é inovar na prestação de serviços, empregando as melhores tecnologias para evitar a emissão excessiva de carbono e conscientizar nossos Clientes que eles estão optando por uma companhia aérea que, não só se preocupa com o meio ambiente, mas que está agindo para preservá-lo”, disse Flávio Costa, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul.

O estudo realizado pelo Icone - Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais, sobre o ciclo de vida dos gases de efeito estufa do bioquerosene da Amyris mostra que este combustível pode reduzir em até 82% a emissão de dióxido de carbono em comparação ao querosene de origem fóssil.

“O biocombustível da Amyris foi desenvolvido para ser compatível com o querosene de aviação (A/A-1) para jatos. Desta maneira, foram feitos uma série de testes que mensuraram seu desempenho”, disse John Melo, presidente & CEO da Amyrs. “O voo de demonstração é um marco importante no nosso programa de combustível para jatos e nos permitirá prosseguir nos objetivos de aprovação internacional e de comercialização”, conclui Melo.

Esse combustível, chamado de AMJ 700, é feito com o uso de microorganismos modificados que trabalham como fábricas vivas, convertendo o açúcar em puro hidrocarboneto. Tal método resulta em um querosene renovável que, após certificado, atenderá aos padrões mais rigorosos da aviação e da ASTM - American Society for Testing and Materials.

Para o voo experimental, foi utilizada uma mistura equivalente de querosene de aviação comum com querosene renovável obtido a partir da fermentação da cana-de-açúcar (4,5 mil litros), o que torna esse um voo inédito na aviação brasileira.

“Durante os testes realizados no início deste ano, em Ohio, nos Estados Unidos, o biocombustível da Amyris atingiu os requisitos técnicos desejáveis. Em conjunto com as novas tecnologias constantemente empregadas no desenvolvimento e certificação de motores, este bioquerosene certamente ajudará a cumprir as metas ambientais da indústria de aviação”, disse Steve Csonka, diretor da Estratégia Ambiental e de Ecomagination da GE Aviation.

“Desenvolvido a partir do conceito drop-in, não foi necessário implementar qualquer modificação ou adaptação à aeronave antes deste voo demo”, disse Mauro Kern, vice-presidente-executivo de Engenharia e Tecnologia da Embraer. “Os testes realizados pela Embraer com o biocombustível da Amyris no Brasil foram um sucesso. Isto confirma o potencial de desempenho deste combustível renovável, seja em termos técnicos, seja em termos ambientais. Ficamos felizes com o sucesso técnico deste programa e continuaremos comprometidos com o desenvolvimento de tecnologias de ponta capazes de contribuir com a sustentabilidade da aviação, dentre elas, os biocombustíveis”, concluiu.

“A Azul acredita muito na tecnologia apresentada pela Amyris. O Brasil conta com uma abundância de terra produtiva, o que faz com que o cultivo da cana-de-açúcar não compita com os demais cultivos, como por exemplo, o de alimentos,” afirma Adalberto Febeliano, diretor de Relações Institucionais da Azul. “Esperamos que seja possível adotar esse combustível em voos comerciais no médio prazo, com uma produção em larga escala, sendo economicamente viável”, completa.

Este projeto conta com o apoio institucional do Banco Pine, BR Aviation, Total e Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID.

Sobre a Azul Linhas Aéreas

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras mudou o panorama da aviação comercial brasileira. Hoje, com mais de 10% de participação no mercado doméstico, consolida-se como a terceira maior empresa ­aérea do País, conectando 48 destinos, 47 cidades, com mais de 400 voos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 52 cidades brasileiras atendidas pela companhia. Atualmente, opera uma frota de 54 aeronaves: são 42 jatos, 33 Embraer 195, 10 Embraer 190 e 12 turboélices, 7 ATR 72-600 e 4 ATR 72-200. Com uma impressionante marca de mais de 19 milhões de Clientes transportados, a Azul tem o papel de estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços. O sucesso da empresa é atestado por grandes reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2011, a Azul foi consagrada como a 'Melhor Empresa Aérea do Brasil' pela revista Viagem e Turismo e pela revista Avião Revue; ganhou o título de 'Melhor Companhia Aérea Low-Cost da América Latina' pela Skytrax World AirlineAwards. Recebeu ainda o reconhecimento como 'Oneof The 30 World'sHottestBrands' pela Advertising Age de Nova York. Saiba mais em www.voeazul.com.br .

Sobre a Amyris, Inc.
A Amyris é uma empresa integrada de produtos renováveis focada em oferecer alternativas sustentáveis para uma ampla gama de produtos derivados do petróleo. A Amyris usa sua plataforma industrial de biologia sintética para converter açúcares vegetais em uma variedade de moléculas de hidrocarbonetos – componentes flexíveis que podem ser utilizados em uma grande diversidade de produtos. A Amyris está desenvolvendo e produzindo estes produtos para uso como ingredientes No Compromise® em cosméticos, flavorizantes e aromas, polímeros, lubrificantes e produtos de consumo, e também como combustíveis renováveis Diesel e para jatos No Compromise. A Amyris Brasil Ltda., uma subsidiária da Amyris, supervisiona o estabelecimento e expansão da produção da Amyris no Brasil. Mais informações sobre a Amyris estão disponíveis em www.amyris.com.

Sobre a Embraer 
A Embraer S.A. é líder global na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. A Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa e segurança. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Para mais informações, visite www.embraer.com.

Sobre a GE
A GE faz. Presente no Brasil há 92 anos, a GE fornece produtos, serviços e soluções inovadoras para ajudar o País a vencer seus desafios de infraestrutura e melhorar a vida das pessoas. Nós cuidamos da saúde, desenvolvemos a energia, construímos e movemos o Brasil. Acreditamos que, se dá para imaginar, dá para fazer. Para mais informações, visite o site www.ge.com/br, o blog GE Reports Brasil http://brazil.geblogs.com


As informações são"farolcomunitario".Sempre é citado o link de referência.

Azul faz voo com combustível derivado da cana

Às 12h40 decola do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, o primeiro voo do País a utilizar um combustível renovável inovador produzido a partir de cana-de-açúcar. O voo da Azul, com destino ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, onde ocorre a Rio+20, utilizará o AMJ 700, o biocombustível desenvolvido pela empresa Amyris, dentro do projeto Azul+Verde que conta ainda com a parceria da Embraer e da GE. Em coletiva de imprensa, Adalberto Febeliano diretor de relação internacionais da Azul festejou o momento: “o voo é o ápice de um projeto de três anos que se constitui em um importante passo para a sustentabilidade na Aviação”. 

Paulo Diniz, presidente da Amyris e Jorge Ramos, diretor de desenvolvimento da Embraer, além de Gianfranco Betting, o Panda, diretor de Comunicação da Azul, também participam do voo no jato EMB-195, que contará com 50% de AMJ 700 e 50% de querosene de aviação derivado de petróleo. A mistura não exige qualquer adaptação nas aeronaves, o que “não correu, por exemplo, no início da utilização do álcool, quando os carros necessitavam de adaptações e, mesmo assim, não apresentavam o mesmo desempenho”, lembrou Febeliano. “Se as adaptações fossem necessárias ou se tivéssemos que desenvolver novas aeronaves para a utilização do biocombustível, ele se tornaraia inviável”, destacou Ramos.

O biocombustível a partir de cana-de-açúcar é a aposta destas empresas para médio e longo prazos, pois não tem data para utilização, neste momento. “Já fizemos testes com 100% do AMJ 700 na aeronave. Hoje, a única questão é a capacidade de produção”, explicou Diniz. Duas toneladas de cana são suficientes para a produção de 100 milhões de litros de AMJ 700. 

As informações são"panrotas".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Embraer fará demonstração de avião a álcool


Os participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20) poderão assistir, no próximo dia 19, ao voo de demonstração Azul+Verde, de um jato 195 da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), pertencente à empresa Azul Linhas Aéreas, abastecido com combustível renovável, feito à base de cana-de-açúcar produzida no Brasil.
O sucesso dos testes foi anunciado no último dia 4 pelas empresas Azul Linhas Aéreas, Embraer, Amyris e GE, essa última fabricante do motor CF34-10E que vai equipar o jato da Embraer.
Pela primeira vez no país, um jato irá voar com um biocombustível de aviação produzido à base de cana-de-açúcar. A assessoria da Embraer informou que maiores detalhes serão fornecidos durante o voo, na Rio+20. A ideia é que o biocombustível para jatos apresente desempenho similar aos combustíveis convencionais derivados de petróleo.
Na avaliação do coordenador do Programa de Engenharia de Transportes da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Marcio D'Agosto, o projeto representa benefícios do lado ambiental, mas mostra problemas tecnológicos.
O professor lembrou que a Amyris já fabrica uma série de produtos a partir da fermentação do caldo de cana-de-açúcar. A própria Coppe vem testando um diesel de cana fabricado pela Amyris. D'Agosto disse que já existem algumas iniciativas no mundo utilizando biodiesel no setor da aviação.
"O mundo todo está desenvolvendo biocombustíveis para uso aeronáutico, porque você tem que substituir o querosene de aviação". Ele lembrou ainda que, no Brasil, essa iniciativa é inovadora, embora não seja pioneira.
Marcio D'Agosto citou o professor Expedito Parente, da Universidade Federal do Ceará, como um dos precursores nesse campo, ao produzir bioquerosene na década de 1980.
"No momento, no Brasil, acho que essa é uma iniciativa isolada no campo do transporte aéreo". O país já vem usando etanol para motor aeronáutico em aviões de pequeno porte que fazem pulverização no interior.
O coordenador da Coppe esclareceu que diferentemente de outros modais de transporte, principalmente o terrestre, os setores aéreo e marítimo têm muita dificuldade de substituir os atuais sistemas de propulsão. Referiu-se aos automóveis que hoje, além de usar gasolina e álcool, podem também ser movidos a eletricidade. No avião, ao contrário, essa possibilidade é nula devido ao problema de autonomia e peso.
"A tecnologia do transporte aéreo hoje está muito amarrada ao uso de propulsor do tipo turbina, que é um motor com eficiência relativamente alta, que dá uma autonomia boa para tráfego, porque consegue ser mais eficiente".
O combustível usado é o querosene de aviação, que é um derivado de petróleo. "Eu consumo energia de fonte não renovável e emito dióxido de carbono, que é o principal gás de efeito estufa, que vai agravar o problema do aquecimento global".
No caso de uma fonte renovável, como o querosene derivado da cana-de-açúcar, o professor da Coppe comentou que a queima desse combustível é contrabalançada pela absorção de gás carbônico. "Quando eu planto a fonte da energia, que é a cana-de-açúcar, consigo ter um balanço positivo, tendendo a zerar esse processo".
Um dos problemas do novo combustível renovável para aviação é o alto custo, apontou D'Agosto. Embora não tenha dados a respeito do valor do produto, ele disse que o preço do diesel de cana, que vem sendo testado pela Coppe, por exemplo, é cinco vezes superior ao do diesel de petróleo.
"Porque não há escala de produção ainda, porque há um processo tecnológico que está carente de uma estruturação de escala para produção, porque você está usando uma matéria-prima que serve para produzir também açúcar, etanol, diesel de cana ou querosene". São mercados concorrentes, salientou.
Outro aspecto é que o modal aéreo é afetado de maneira significativa pela não conformidade de produto.
"Se você coloca um óleo diesel que tem algum problema de produção, de especificação, em um ônibus ou caminhão, ele enguiça e para. Mas se isso acontece com um avião, ele cai". Por isso, observou que o produto tem que estar muito bem enquadrado, com um processo produtivo regular e com qualidade comprovada, para ser utilizado pelas companhias aéreas. Essas, a seu ver, são muito criteriosas quanto ao aspecto da conformidade e qualidade do combustível e do processo produtivo.
A conclusão do professor da Coppe é que ainda vai demorar algum tempo até que o combustível renovável experimental para jatos alcance uma escala de produção. Esse processo vai depender de muitos fatores, entre eles o preço do petróleo no mercado externo. "Se o petróleo amanhã ficar muito caro, automaticamente as questões de preço (do combustível de cana para aviação) são minimizadas. Se você encontrar uma rota alternativa de produção que utiliza outra matéria-prima, facilita, porque não concorre com etanol ou com açúcar". Ele lembrou que, em termos ambientais, o projeto desenvolvido pela Amyris "é muito bom".
Procurada pela Agência Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que já existe pedido para a realização de um voo com biocombustível de Campinas para o Rio de Janeiro - Aeroporto Santos Dumont, com realização de voos locais no Rio e retorno para Campinas no mesmo dia. O pedido foi feito no último dia 25 de abril. O voo será autorizado pela Anac por meio da emissão de um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), "com o objetivo de pesquisa e desenvolvimento, só com convidados a bordo e cientes do propósito experimental".
A Anac informou ainda, por meio de sua assessoria, que está em contato com a Azul, a Embraer e a GE (fabricante do motor) "para estabelecer os procedimentos e limitações impostas ao avião para permitir sua operação segura".

As informações são"Diário do Vale".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Voo “Azul+Verde” com Biocombustivel de Cana-de-Açúcar Programado para a Rio+20

A Azul Linhas Aéreas uniu-se à Amyris para anunciar, hoje, que foram concluídos com sucesso os testes necessários para que um  combustível renovável e inovador para jatos produzido pela Amyris a partir da cana-de-açúcar brasileira seja utilizado em voo de demonstração por um jato EMBRAER 195 da Azul equipado com motores CF34-10E da GE. O voo “Azul+Verde” será realizado no Brasil em 19 de junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20. 

O combustível renovável para jatos da Amyris foi desenvolvido para atender às especificações de combustíveis Jet A/A-1 e proporcionar desempenho equivalente aos combustíveis convencionais derivados de petróleo em uma série de parâmetros, entre eles propriedades de adequação à finalidade específica e potencial de redução da emissão dos gases que causam o efeito estufa. A matéria prima para o combustível renovável é a cana-de-açúcar, biomassa que pode ser produzida em grande escala e de maneira sustentável no Brasil e em outros países dos trópicos. 

As empresas fornecerão informações adicionais sobre os planos do voo em breve, após autorização da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC). Representantes da imprensa interessados em cobrir o evento devem enviar um e-mail para press@embraer.com.br. 

Sobre a Azul Linhas Aéreas

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras mudou o panorama da aviação comercial brasileira. Hoje, com mais de 10% de participação no mercado doméstico, consolida-se como a terceira maior empresa aérea do País, conectando 48 destinos, 47 cidades, com mais de 400 voos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 52 cidades brasileiras atendidas pela companhia. Atualmente, opera uma frota de 54 aeronaves: são 42 jatos, 32 Embraer 195, 10 Embraer 190 e 12 turboélices, 7 ATR 72-600 e 5 ATR 72-200. Com uma impressionante marca de mais de 19 milhões de Clientes transportados, a Azul tem o papel de estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços. O sucesso da empresa é atestado por grandes reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2011, a Azul foi consagrada como a 'Melhor Empresa Aérea do Brasil' pela revista Viagem e Turismo e pela revista Avião Revue; ganhou o título de 'Melhor Companhia Aérea Low-Cost da América Latina' pela Skytrax World Airline Awards. Recebeu ainda o reconhecimento como 'One of The 30 World's Hottest Brands' pela Advertising Age de Nova York. Saiba mais em www.voeazul.com.br .


Sobre a Amyris, Inc

A Amyris é uma empresa integrada de produtos renováveis focada em oferecer alternativas sustentáveis para uma ampla gama de produtos derivados do petróleo. A Amyris usa sua plataforma industrial de biologia sintética para converter açúcares vegetais em uma variedade de moléculas de hidrocarbonetos – componentes flexíveis que podem ser utilizados em uma grande diversidade de produtos. A Amyris está comercializando esses produtos como ingredientes No Compromise® em cosméticos, flavorizantes e aromas, polímeros, lubrificantes e produtos de consumo, e também como combustível renovável diesel e para jatos No Compromise. A Amyris Brasil Ltda., uma subsidiária da Amyris, supervisiona o estabelecimento e expansão da produção da Amyris no Brasil. Mais informações sobre a Amyris estão disponíveis em www.amyris.com



Sobre a Embraer

A Embraer S.A. é líder global na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. A Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa e segurança. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Para mais informações, visite www.embraer.com.
Sobre a GE

A GE faz. Presente no Brasil há 92 anos, a GE fornece produtos, serviços e soluções inovadoras para ajudar o País a vencer seus desafios de infraestrutura e melhorar a vida das pessoas. Nós cuidamos da saúde, desenvolvemos a energia, construímos e movemos o Brasil. Acreditamos que, se dá para imaginar, dá para fazer. Para mais informações, visite o site www.ge.com/br, o blog GE Reports Brasil http://brazil.geblogs.com/ e GE Imprensa Brasil, http://www.geimprensabrasil.com/.


As informações são"EMBRAER Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Azul vai fazer voo com biocombustivel de cana durante Rio+20

Nesta segunda-feira, dia 4, a Azul Linhas Aéreas anunciou que foram concluídos com sucesso os testes necessários com o combustível renovável para jatos produzido pela Amyris a partir da cana-de-açúcar brasileira. Será realizado um voo de demonstração por um jato Embraer 195 da Azul equipado com motores CF34-10E da GE, em 19 de junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio +20. 

O combustível renovável para jatos da Amyris foi desenvolvido para atender às especificações de combustíveis Jet A/A-1 e proporcionar desempenho equivalente aos combustíveis convencionais derivados de petróleo em uma série de parâmetros, entre eles propriedades de adequação à finalidade específica e potencial de redução da emissão dos gases que causam o efeito estufa. A matéria prima para o combustível renovável é a cana-de-açúcar, biomassa que pode ser produzida em grande escala e de maneira sustentável no Brasil e em outros países dos trópicos.


As informações são"Mercado & eventos por Rafael Massadar".Sempre é citado o link de referência.

GOL mostra recurso de navegação baseado em performance

 Um desenvolvimento tecnológico militar utilizado pelas forças americanas na guerra do Iraque é a mais nova arma para que os passageiros do tráfego aéreo brasileiro possam ter maior pontualidade e mais segurança. Dos condutores de mísseis que ajudaram à destruir o poderio militar de Sadam Hussein à repaginação aérea de importantes cidades americanas – como Atlanta e Chicago -, a Naverus  foi um ponto futuro que chamou a atenção da poderosa General Eletric que absorveu a inovadora industria e implementou os produtos em várias partes do mundo. 
Junto à cabine do avião, Adalberto Bogsan,
Vice-Presidente Técnico da GOL
Na Austrália, os resultados junto à aviação civil foram surpreendentes. Na China, é realmente impactante.  Nos Estados Unidos e Canadá estão a caminho. Na América do Sul, a LAN também faz parte desta seleção  que atende pela sigla RNP-AR-Approach,  e que teve no Brasil o encaminhamento via GOL como empresa escolhida pela GE – General Eletric,  em projeto que ganhou iniciativa do DECEA, Departamento de Controle do Espaço Aéreo. 
Você, passageiro habitual ou aquele que está se inserindo agora nos trâmites de voar, pode questionar. E daí...Qual é a vantagem  ? Pois saiba que situação meteorológica e tráfego congestionado que estão entre os dois piores inimigos de pontualidade e segurança, certamente vão melhorar – e muito – quando a GOL iniciar – agora só falta a homologação de certificado pela ANAC  – e outras empresas também  optarem – Avianca e Azul já estão a caminho – pela utilização da Performance de Navegação Requerida. 
Quantas vezes, quando se precisou viajar logo cedo para o Rio de Janeiro, Curitiba, Navegantes,  Porto Alegre e outros aeroportos do sul e sudeste, especialmente no inverno, com a estação de neblina e tempo fechado matinal, os atrasos de voos levaram vantagem. Horas de espera, complicações e preocupações, certo ?  E também quem, no reverso, quis viajar de outros locais – Joinville, Florianópolis, Caxias do Sul,  Foz do Iguaçu, Maringa, Londrina e Campo Grande, em direção a Congonhas, São Paulo. Quantas vezes não foram voos,  reuniões canceladas ou adiadas... 
Pois isto poderá melhorar bastante, até mesmo em 80% segundo a direção técnica da GOL. É a expectativa da companhia para decolar e pousar com maior regularidade e mais segurança, justamente com a aplicação deste procedimento técnico, explicado durante o  9255, voo especial de validação feito em um Boeing 737-800, do Santos Dumont para um giro panorâmico pelos céus ensolarado do Rio de Janeiro na tarde deste sábado, com duas arremetidas para demonstração. 
A precisão deste procedimento será observado pelo passageiro, principalmente no âmbito corporativo, pelas decorrências citadas acima.  Mas, especialmente, quando as condições meteorológicas não forem as ideais. Vai ganhar tempo e garantia de voo.  Melhoria no acesso, na economia, na preservação do meio-ambiente. Maior segurança, mais precisão no gerenciamento do tráfego aéreo. 
Em um exemplo que vem do Peru e no relatório comentado pelas autoridades aeronáuticas a bordo, a LAN Peru comprovou que depois de implementar o sistema em Cusco, entre 12 de dezembro de 2009 e 7 de fevereiro de 2010, 60 voos  não tiveram os atrasos, cancelamentos ou desvios para aeroportos alternativos. Assim, 8 mil passageiros chegaram ao destino. 
No Brasil, mais de 85% dos pousos são feitos com aviões capazes de voar com esta tecnologia RNP que assegura níveis baixos de ruído na aproximação. A GOL é a primeira, foi a companhia escolhida como parceira para o desenvolvimento do projeto. Para o Vice-Presidente Adalberto Bogsan, “este não é um projeto privilégio nosso, é do DECEA e da Anac, do SNEA e da GE, é para as demais empresas, é para a aviação do Brasil... Estamos investindo em alta tecnologia, em procedimentos de segurança, eis os méritos de todos que pudemos atestar, a partir de hoje, com esta evolução”. 
Aeroportos que não contam com o ILS serão ainda mais beneficiados quando da extensão do programa, como no caso de Vitória. O começo é mesmo com o Santos Dumont, no Rio, e com a Ponte-Aérea para Congonhas (SP), a rota mais freqüentada do Brasil e uma das mais ativas em todo o mundo.  Entre os fatos reiterados no voo da GOL  e nos pronunciamentos feitos durante o coquetel no Espaço do 14 Bis (restaurante),  a otimização do espaço aéreo por meio de trajetórias mais precisas, com a Performance de Navegação Requerida. 


As informações são"brasilturis por Antonio Euryco".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Embraer, Boeing e Fapesp iniciam estudos para criação de biocombustível para aviação

Começa nesta quarta-feira o primeiro de oito encontros realizados entre a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e as empresas de aviação Embraer e a americana Boeing, em São Paulo. A iniciativa tem um objetivo ambicioso: dar os primeiros passos para o desenvolvimento de uma indústria capaz de abastecer os aviões com biocombustível. A alternativa seria capaz de reduzir, em alguns casos, até 80% da emissão de gases que aceleram o efeito estufa. Um novo centro de pesquisa será criado no estado de São Paulo a partir dos encontros que vão até novembro e contam com o financiamento de 600.000 dólares, metade vinda da Fapesp e o restante dividido entre as duas empresas.
O encontro em São Paulo reúne cientistas e representantes da indústria da aviação, como a fabricante de motores GE (General Electric), dos Estados Unidos, e a operadora brasileira de linhas aéreas Azul. De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, a série de encontros pretende identificar os desafios para a produção do biocombustível para a aviação. Os cientistas ainda não sabem, por exemplo, se vão usar a cana-de-açúcar ou outra matéria prima.



Sem escala — O esforço para a produção do biocombustível para a aviação (Embraer, Boeing e Airbus assinaram em março um acordo de cooperação nessa área) é crescente. Vários voos experimentais foram feitos nos últimos anos utilizando uma mistura de 30% do combustível biológico com o fóssil. Por exemplo, a Boeing organizou em 2011 o primeiro voo intercontinental de uma aeronave, um Boeing 777, usando uma mistura de biocombustível. A rota escolhida foi entre a Cidade do México e Madri. 

O problema, contudo, é que o biocombustível para aviação ainda não pode ser produzido em escala industrial, apenas em pequenas quantidades. "O Brasil tem experiência com cana-de-açúcar para a produção de biocombustível e uma indústria viável", diz Donna Hrinak, presidente da Boeing do Brasil. "Vamos explorar o que é aplicável ao setor da aviação."

Caminho inverso — Apesar de ser pioneiro no desenvolvimento de biocombustíveis, o exemplo brasileiro do bioetanol, fabricado a partir de cana-de-açúcar desde a década de 1970, não poderá ser seguido. "A indústria brasileira desenvolveu motores para o novo combustível", explica Alexandre Tonelli, gerente de projetos de combustíveis alternativos da Embraer. O desafio para a aviação é o contrário. "Temos que desenvolver um novo biocombustível para os motores de avião que já existem." Isso ocorre porque a vida útil dos motores de avião é bem maior que a dos carros. "Seria economicamente inviável trocar o motor das 24.000 aeronaves circulando no mundo", diz o diretor de pesquisa da Boeing, Bill Lyons. "Em média, esses motores duram 50 anos." 

De acordo com Mauro Kern, vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, o novo combustível deverá se adaptar à rede de distribuição que já existe e ser capaz de se misturar com o combustível fóssil. "Isso, sem fazer com que os aviões consumam mais. Pelo contrário, a ideia é que sejam cada vez mais econômicos."
Kern não sabe dizer quando o combustível limpo terá condições de ser produzido em escala industrial. "É um processo lento e que depende de muitas regulações", diz. "O estudo vai começar agora", diz Brito Cruz, da Fapesp. 



As informações são"veja.com por Marco Túlio Pires".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Avião do Mês Novembro: Embraer 170, É pequeno e bonito

O EMBRAER 170 é um avião a jato com capacidade de 70 passageiros fabricado no Brasil pela Embraer.



Após o sucesso alcançado pelos jatos regionais ERJ-145, a fabricante brasileira Embraer apostou no desenvolvimento de uma nova família de aeronaves, com capacidade entre 70 e 90 passageiros, ampliado depois para 110 passageiros, com o Embraer 195.
Optou-se por começar o desenvolvimento do zero, o que transformou os E-Jets, como são conhecidos, na primeira família desenvolvida após os Brasília, já que os ERJ são baseados na fuselagem deste.
Em 1999 foi anunciado seu lançamento, e o protótipo voôu no ano seguinte. A primeira grande encomenda foi feita pela Swiss, com 160 unidades da família entre encomendas firmes e opções de compra. Em 2001 as entregas começaram, sendo a US Airways o cliente lançador. A companhia polonesa LOT fez o primeiro vôo comercial com o Embraer 170.



A Embraer linha de E-Jets é composta por duas famílias principais comercial e um jato executivo variante.Quanto menor o E-170 e E-175 compõem a aeronave modelo base, com o E-190 e E-195 sendo esticada versões, com diferentes motores e maior asa , estabilizador horizontal e trem de pouso estruturas. O ponto em comum partes 170 e 175 95%, assim como os 190 e 195. As duas famílias compartilham em comum perto de 89%, com idêntica fuselagem seções transversais e aviônicos , caracterizando a Honeywell Primus Epic EFIS suite.
Embora comumente referido simplesmente com prefixo "E", os jatos são tecnicamente Jets Embraer ainda Regional ("ERJ" s), que ainda se refere ao menor Embraer ERJ alcance.  Embraer ERJ caiu o prefixo em sua propaganda no início de de produção. A série E-190/195 de aeronaves têm capacidades similares às versões iniciais do DC-9 e Boeing 737 , que sempre foram considerados aviões mainline. Embraer desenvolveu um inovador "dupla-bolha" de design para os seus aviões a jato comercial de passageiros que fornece stand-up headroom. Embraer E-Jets usar quatro par-estar.
Os clientes de lançamento para o avião foram os franceses Régional Compagnie Européenne Aerienne com dez ordens e cinco opções para o E-170, e os suíços Crossair com uma encomenda de 30 E-170s e 30 E-190. Para maiores O single para qualquer tipo de E-Jets veio da JetBlue com 100 encomendas para o E-190 e opções para mais 100. ] set JetBlue o recorde de vôo mais longo da família E190 em 6 de novembro de 2008, quando aviões N239JB fez um vôo non-stop de Anchorage, Alaska ( ANC ) para Buffalo, New York ( BUF ), um total de 2.694 milhas náuticas (4,989 km). 
A família E-170/E-175 é o menor dos dois E-Jets famílias. A E-170 e E-175 competem diretamente com o Bombardier CRJ-700 e Bombardier CRJ-900 , respectivamente. Eles também vagamente competir com o turboélice Q400 Bombardier . Também visa substituir o segmento de mercado ocupado por projetos anteriores concorrentes, como a BAe 146 e Fokker 70 . Os 170 e 175 são alimentados com GE CF34-8E motores de £ 14.200 (62,28 kN) empuxo cada.
O Embraer 170 foi a primeira versão produzida. O protótipo foi implementado em 29 de outubro de 2001, com primeiro vôo 119 dias mais tarde, em 19 de fevereiro. A aeronave foi exibida ao público em Maio de 2002, a Regional Airline Association convenção. Depois de uma resposta positiva da comunidade avião, a Embraer lançou o E-175. Primeiro vôo do esticado E-175 foi em junho de 2003.  Certificação para o 170 levou quase dois anos após a estréia pública; entrega da aeronave E170 primeiro para o lançamento do cliente LOT Polish Airlines . foi março 2004. A E-175 primeiro foi entregue à Air Canada e entrou em serviço em julho de 2005.




As informações são"wikipedia / Embrear ".Sempre é citado o link de referência.
 O conteúdo é de Responsabilidade: Priscilla Campos

Escuta Aérea: Emirates 262 na espera para Take-off em Guarulhos

Depois de 2 horas e 25 minuto o voo EK262 da Emirates decolou com segurança . A culpa foi o vento e a Mulher gravida com sangramento, no voo TAM 8117.



Mais informação na áudio abaixo 




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Emirates 262 Boeing 777-31H(ER) Motor GE, A6-ECK
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Embraer acerta venda de jatos para Gecas

A Embraer anunciou nesta quinta-feira a venda de seis jatos para a GE Capital Aviation Services (Gecas), empresa de leasing e financiamento de aeronaves da General Electric.

O acordo envolve encomenda firme por seis unidades do modelo Embraer 190, além de opções de compra para mais seis aviões.

O contrato firme é estimado em 256,8 milhões de dólares a preços de tabela, podendo chegar a mais de 500 milhões de dólares caso as opções sejam exercidas pela Gecas.

O negócio será incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer no quarto trimestre de 2011.

As entregas das aeronaves começam nos últimos meses do ano que vem.


As informações são"O Estado de S.Paulo - Cesar Bianconi".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos