12Aérea News: Taxi Aéreo
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Buscas por avião desaparecido encerram mais um dia sem pista

avião Amazonas e o helicóptero Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB) continuam sobrevoando a região de Jacareacanga (PA), sem encontrar pistas do bimotor desaparecido no último dia 18. Até ontem (29), foram percorridos 13.395,9 quilômetros quadrados (km²) em 134 horas de voo.

As equipes encerraram, hoje (30), o 12º dia de buscas. A mata densa da região é um dos principais desafios encontrados pela FAB.
A aeronave de prefixo PR-LMN, pertencente à empresa Jotan Taxi Aéreo, prestava serviço à Secretaria Especial de Saúde Indígena, ligada ao Ministério da Saúde.
De acordo com o ministério, estavam a bordo as técnicas de enfermagem Rayline Sabrina Brito Campos, Luciney Aguiar de Sousa e Raimunda Lúcia da Silva Costa, o motorista Ari Lima e o piloto Luiz Feltrin.

As informações são"http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/buscas-por-aviao-desaparecido-encerram-mais-um-dia-sem-pista".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Em SP, alugar e pilotar helicóptero é fácil

Não é difícil ter acesso a um helicóptero no Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. No ano passado, o local foi usado para o aluguel de aeronaves e aulas de pilotagem por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) envolvidos em um plano - descoberto pela polícia - de resgatar chefes da facção no interior.

Voos panorâmicos de 30 minutos ou de uma hora, por exemplo, não exigem que os interessados passem por revista ou por detectores de metais. O Estado esteve nesta quinta-feira, 27, nos hangares de duas empresas e constatou que os voos geralmente são feitos em helicópteros do modelo Robinson 44, onde cabem três passageiros e o piloto.
A viagem de meia hora custa R$ 990. Por 60 minutos, o passeio sai pelo dobro. Para voar, é preciso preencher um cadastro com informações pessoais de todos os tripulantes. No dia do voo - que só é feito com um pedido de, no mínimo, 24 horas de antecedência -, basta apresentar o RG de cada um.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que o nome da LRC Táxi Aéreo, onde os criminosos alugaram dois helicópteros, aparece em "duas empresas inoperantes". As duas portarias para a operação venceram em 2004 e 2011, segundo a agência. Representantes da LRC não foram encontrados nesta quinta no hangar da empresa. Ainda de acordo com a Anac, o helicóptero de prefixo PT YJF, que, segundo a polícia, teria sido um dos usados pela facção, "é privado e não pertence à empresa LRC".
Aulas.
Um dos suspeitos de participar do esquema chegou a ter aulas de pilotagem na Escola de Aviação JR Helicópteros, que, segundo funcionários de outras empresas, fechou as portas no ano passado. A Anac informou que revogou a autorização da escola em julho de 2013. A reportagem não conseguiu contatar seus representantes.
Em outras escolas do Campo de Marte, o preço da aula varia de R$ 720 a R$ 850. Os cursos costumam ser ministrados em modelos Robinson 22, para duas pessoas. Para o curso de piloto comercial, é preciso fazer uma prova na Anac. A reportagem conseguiu passar por duas portarias sem se identificar, chegando perto da pista onde ficam as aeronaves.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que a responsabilidade sobre o acesso dos passageiros aos helicópteros é das empresas prestadoras de serviços, que são concessionárias. Por sua vez, a Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero (Abraphe) afirmou que não se manifestaria sobre o caso.

As informações são"http://www.dgabc.com.br/Noticia/513567/em-sp-alugar-e-pilotar-helicoptero-e-facil?referencia=minuto-a-minuto-lista".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Governo discute mudanças no Campo de Marte com Haddad

O ministro da Secretaria Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, se encontra nesta quinta-feira, 13, com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, para tratar sobre "a desativação" do Aeroporto de São Paulo - Campo de Marte, informou a SAC. O presidente da Infraero, Gustavo do Valle, também participará da reunião.

A Prefeitura de São Paulo tem planos de limitar o uso do Campo de Marte, tornando-o um heliporto. Um pedido formal foi encaminhado para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) da Aeronáutica em meados do ano passado.
O objetivo da prefeitura com a mudança é viabilizar a construção dos prédios do Arco do Futuro, projeto urbanístico que foi promessa de campanha do prefeito Fernando Haddad, uma iniciativa que visa reequilibrar o desenvolvimento econômico e social da cidade, estimulando a criação de empregos na região.
Com a movimentação apenas de helicópteros, seria dispensado o espaço reservado para aproximação dos aviões (conhecido como "cone") e a ocupação da vizinhança do aeroporto passaria a ser mais flexível.
Atualmente, o Campo de Marte opera exclusivamente voos executivos e táxi aéreo. O aeroporto também abriga escolas de pilotagem e o Serviço Aerotático das Polícias Civil e Militar. Apesar de não receber voos regulares de aviação comercial, é um dos maiores aeroportos do País em movimento operacional, segundo a Infraero, sendo que cerca de 70% de suas operações são realizadas por helicópteros.

As informações são"http://www.dgabc.com.br/Noticia/510360/governo-discute-mudancas-no-campo-de-marte-com-haddad?referencia=minuto-a-minuto-lista".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Aviação executiva ainda espera planos de logística para a Copa do Mundo

Enquanto os órgãos reguladores do governo discutem com as companhias áreas a reorganização da malha e incremento de voos para o período da Copa do Mundo, locadoras e fretadoras de jatos executivos e helicópteros ainda não sabem como vão operar a logística de empresários e de autoridades que desejam exclusividade no deslocamento entre as cidades-sede do evento. Com contratos já assinados e uma projeção de demanda até 50% superior para os meses de junho e julho, as empresas temem que o atraso na divulgação das regras resulte na fuga de clientes diante de eventuais restrições operacionais, a exemplo do que aconteceu em grandes eventos de 2013, quando o espaço aéreo, segunda as empresas do setor, chegou a ficar fechado para a aviação executiva.

Baseada em São Paulo, a Global Aviation, que gerencia cerca de 30 aeronaves, hoje corre contra o tempo para inaugurar um hangar em Sorocaba, no interior do estado. Em tese, a instalação ajudaria a empresa a driblar o gargalo aeroportuário já durante o período da Copa, mas ainda não há certeza sobre sua utilidade diante da ausência de um agenda operacional para os jatinhos. “Por mais que eu possa utilizar o meu hangar, não sei se vou poder colocar a aeronave no ar. Não sabemos onde ela vai poder descer”, resume Marcio Pacheco, diretor-geral da Global, que acrescenta: “A gente quer acreditar que haverá espaço, mas ainda não tem nada certo. No ano passado, na Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude, não pudemos decolar. Há agora um considerável aumento no número de voos da aviação comercial, que deve reduzir ainda mais o número de slots (posições definidas para saída e chegada de aeronaves) para a aviação executiva dentro dos principais aeroportos. Estamos temerários”.
Alocada no Rio de Janeiro, a Lynx Táxi Aéreo, também precisa conviver com essa angústia diante de um aumento no número de consultas na casa de 30%. “Os aeroportos tradicionais não vão comportar os jatinhos. Isso me parece claro. O que ainda não é claro é para onde vai essa demanda. A gente espera que o governo abra aeroportos alternativos”, pondera o Paulo Castello Branco, presidente do Grupo Águia, conglomerado de empresas onde está alocada a Lynx.
O setor já esperava contar desde o fim do ano passado com uma resposta oficial do governo através da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ou Infraero. No entanto, o prazo limite considerado pelas empresas, diante da necessidade de planejar o gerenciamento da demanda e fechar contratos de transporte aéreo, é até o fim de fevereiro. “Precisamos urgentemente de uma posição neste primeiro bimestre. Se adiar além disso, corremos risco (de perda de receita)”, pondera Pacheco, que calcula um incremento de demanda entre 30% e 50% em uma previsão, segundo ele, conservadora.
Ex-presidente da TAM e profundo conhecedor do tema, Castello Branco tem participado desde o ano passado das discussões com a Anac sobre o tema. O desfecho, no entanto, ainda não está claro. “Tudo indica que vai haver um plano de contingência. Resta saber como ele vai ser, quais aeroportos vão estar abertos, para que a gente consiga estudar as nossas melhores opções”.
Por ora, as empresas têm disponibilizado um terço dos equipamentos, entre aviões e helicópteros, para contratos fixos. O restante ficará para os chamados “spots”, as locações pontuais. Uma proporção que muda de acordo com o que vier a ser determinado pelo governo.
Além dos jatinhos que trafegam rotineiramente no espaço aéreo brasileiro, a aviação executiva prevê um desafio logístico ainda maior em virtude dos equipamentos que devem trazer autoridades e empresários do exterior (e circular pelo país durante o evento).
Em nota, a Anac considerou que a definição dos slots deve acontecer às vésperas do evento tendo em vista que, ao contrário das companhias áreas que apresentam escala regular de voos, a demanda da aviação geral (ou executiva) apresenta menor antecedência. “Os procedimentos para solicitação de slots para aviação geral nos 25 aeroportos coordenados serão divulgados posteriormente, tendo em vista que essa demanda é observada apenas em data próxima ao início do evento, assim como aconteceu na Copa das Confederações realizada em junho passado”, apontou a agência. Dos 25 aeroportos citados, 12 estão localizados nas cidades-sede, além dos outros 13 no raio de até 200 quilômetros de distância. A SAC determina o mínimo de 10% dos slots de cada aeroporto para a aviação executiva.

As informações são"Brasil Econômico - Daniel Carmona via IG".Sempre é citado o link de referência.

Russian Helicopters faz nova entrega para empresa de táxi aéreo brasileira

A holding Helicópteros da Rússia entregou a quarta unidade do helicóptero Mi-171A1, fabricado pela UUAP (Ulan-Ude Aviation Plant), para a empresa brasileira Atlas Air Táxi Aéreo.
A primeira aeronave do tipo foi entregue à companhia em 2005, quando o Mi-171A1 recebeu o certificado de homologação no Registro de Aviação do Brasil. Em 2011, foram outras duas.
A Atlas tem planos para, no futuro, aumentar ainda mais sua frota de Mi-171A1.

Conforme encomenda da empresa brasileira, o equipamento contará pela primeira vez com o novo sistema T-HUMS (sistema de bordo de controle e diagnóstico), que garante o monitoramento automático de uma ampla gama de unidades e componentes em tempo real, melhorando significativamente a segurança de voo.
Há planos de se instalar os novos sistemas T-HUMS também em dois Mi-171A1 fornecidos anteriormente.
Além de adquirir os helicópteros Mi-171A1, a Atlas Air Táxi Aéreo tornou-se o primeiro cliente do novo helicóptero russo Ka-62. A assinatura do contrato para o fornecimento de sete helicópteros foi realizada durante a visita da presidente brasileira Dilma Rousseff à Rússia, em dezembro do ano passado.
No Brasil, além dos Mi-171A1, há outro helicóptero russo trabalhando, o Ka-32A11BC, fornecido para a empresa Helipark Taxi Aéreo em março de 2012.
Por meio dessas entregas, a Helicópteros da Rússia descobriu o mercado de helicópteros comerciais no Brasil e da América do Sul. Para a holding russa, a região tornou-se uma das mais importantes para negócio e a Helicópteros da Rússia afirma estar pronta para suprir as crescentes necessidades do mercado latino-americano.
O helicóptero Mi-171A1, pertencente à família do tipo Mi-8/17, é destinado ao transporte de até 26 passageiros e até 4.000 quilogramas de carga. Ele foi projetado na base do helicóptero Mi-17, de acordo com as regras de aviação AP-29 e as exigências dos órgãos reguladores da aviação do Brasil.
Usados em condições ambientais adversas para garantir os trabalhos de perfuração executados pela companhia Petrobras, os Mi-171A1 distinguem-se pela confiabilidade e eficiência. Em um ano de exploração intensiva, por exemplo, um helicóptero chega a alcançar mais de 1.000 horas  (uma média de 120 horas por mês) transportando cerca de 600 toneladas de carga, principalmente equipamentos de perfuração, na maioria das vezes no suporte externo.

As informações são"ARMS-TASS".Sempre é citado o link de referência.

Helimarte disponibiliza voo panorâmico compartilhado

O voo compartilhado é ótima oportunidade para sobrevoar São Paulo de helicóptero gastando menos e dividindo os valores.  “A princípio os voos estão disponíveis apenas aos domingos, pretendemos estender para outros dias da semana de acordo com a demanda que tivermos”, afirma Jorge Bitar Neto, Comandante e proprietário da Helimarte.    O voo compartilhado percorre o mesmo roteiro feito pelo Circuito Panorâmico, passando pelos principais pontos turísticos paulistas. 


Anhembi, Sambódromo, Parque da Luz, Estação da Luz, Mercadão, Praça da Sé, Prefeitura, Viaduto do Chá, Teatro Municipal, Edifício Itália, Copan, Praça da República, Praça Roosevelt, Liberdade, Museu do Ipiranga, Av. Paulista, Masp, Trianon, Higienópolis, Estádio do Pacaembu, Jardins, Ibirapuera, Aeroporto de Congonhas, 23 de Maio, entre outros pontos marcantes da cidade.   A sensação de voar de helicóptero por São Paulo é incrivelmente marcante e ainda pode ser uma opção de presente diferente e especial. O voo tem duração de 30 minutos e o passeio será compartilhado com outros passageiros que adquiram o voo. É necessário pelo menos duas pessoas agendadas para mesmo dia e hora para que o voo aconteça, não necessariamente esses dois lugares precisam ser adquiridos pelo mesmo cliente.  

 Para a aventura, a Helimarte oferece três opções de aeronaves que serão utilizadas de acordo com a demanda de passageiros agendados. De acordo com o número de usuários é que designamos as aeronaves que farão os voos panorâmicos. De dois a três passageiros o voo será feito no R44, quatro passageiros no Jet Ranger e cinco no Esquilo. A frota de aeronaves da Helimarte obedece rigorosamente a fiscalização da Agência nacional de Aviação Civil (ANAC) e passam regularmente por fiscalização.

As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza 

Avião com pré-candidato a governador aterrissa em aeroporto de Jequié interditado pela Anac

Uma aeronave que tinha como passageiro o pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de 2014, Luiz Caetano (PT), desrespeitou a interdição estabelecida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e aterrissou no Aeroporto Vicente Grillo, em Jequié, neste sábado (18). Segundo informações do site local Jequié Repórter, o veículo, pertencente a uma empresa de taxi aéreo com sede em Salvador, levava o petista a um encontro regional da legenda realizado na cidade. Após descer do avião, Caetano, que também é ex-prefeito de Camaçari e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), teria embarcado em um carro que o esperava e ido ao encontro do secretário estadual de Planejamento, Sérgio Gabrielli, e do senador Walter Pinheiro. 

As informações são"bahianoticias".Sempre é citado o link de referência.

Anac suspende voos de firma de táxi-aéreo que se envolveu em acidente no Pará


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu hoje (14) a autorização para operar da empresa de taxi-aéreo Fretax, contratada para transportar, na última terça-feira (12), nove trabalhadores da Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, no trajeto de Belém (PA) a Monte Dourado, no município de Almeirim, no oeste do estado. A aeronave caiu na noite de terça-feira e os destroços foram encontrados na manhã de ontem (13). Não houve sobreviventes no acidente, que matou dez pessoas, incluindo o piloto.
A suspensão do Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (Cheta), que permite as operações aéreas, foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e é uma medida cautelar até que sejam verificadas as causas do acidente e as possíveis irregularidades nos registros da empresa, da aeronave e do piloto.
A Anac informou que a empresa não poderia ter realizado o voo sem um copiloto. A agência abriu um processo administrativo sobre essa questão. Caso a Fretax seja responsabilizada, a Anac vai emitir um auto de infração, do qual a empresa terá o direito de recorrer. A Agência Brasil entrou em contato com a Fretax, mas não teve retorno até o momento desta publicação.
Segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a aeronave de matrícula PT-VAQ decolou em Belém com destino a Monte Dourado. Estima-se que o acidente tenha ocorrido por volta das 20h26 de terça-feira. O Cenipa informou que ainda não é possível apontar fatores que tenham contribuído para o acidente. Uma equipe de investigadores do centro está no local colhendo as informações para iniciar o processo de apuração.
Os nove trabalhadores mortos no acidente eram contratados da Cesbe Engenharia e Empreendimentos, uma das empresas consorciadas para a construção da Hidrelétrica Santo Antônio do Jirau. A Cesbe emitiu nota lamentando o ocorrido e informando às famílias que prestará todo o auxílio necessário.


As informações são"Agência Brasil via Jornal do Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira 

Bacacheri é o terceiro do país em movimentação de aeronaves da aviação geral

Um levantamento feito pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral) revela que o Aeroporto de Bacacheri, em Curitiba (PR), é o terceiro do país em movimentação de aeronaves da aviação geral. Em 2011, foram 52.786 pousos e decolagens, ficando atrás apenas dos aeroportos Campo de Marte, em São Paulo, e Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.  Logo depois do Aeroporto de Bacacheri estão outros importantes como Congonhas, com 49.551 pousos e decolagens e Pampulha, em Belo Horizonte, com 48.245. 
A aviação geral engloba tudo que não é aviação comercial, ou seja, os voos de serviço aéreo privado, táxi aéreo, voos de instrução, aeronaves agrícolas, entre outros. Com uma frota de helicópteros, turboélices e jatos.

Novo levantamento, com os dados de 2012, está sendo realizado pela entidade e deve ser anunciado em agosto, durante a 10ª edição da Labace, a segunda maior feira de aviação executiva do mundo, que acontecerá no Aeroporto de Congonhas.

Mais informações em www.abag.org.br.


As informações são"ABAG, Assessoria de Imprensa ".Sempre é citado o link de referência.

Anac flagra oito aviões de pequeno porte com irregularidades em Manaus


Em apenas dois dias de fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no Terminal 2 (conhecido como Eduardinho) e no Aeródromo de Flores, em Manaus, oito aeronaves de pequeno porte foram apanhadas operando com irregularidades. No total, 22 aviões particulares e táxis aéreos já foram vistoriados.
Segundo o gerente de vigilância de operações de aviação geral da Agência, Antônio Dias, documentos em não conformidade como seguro atrasado, ficha de pesagem divergente, assim como ausência de manutenção (extintores vencidos e com data de pesagem atrasada) estiveram entre os problemas mais frequentes.
“Nessas ações também pedimos a licença, a habilitação e principalmente o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) do piloto. Aqui, ainda não houve problemas com a habilitação, mas a falta de documentos é muito comum”, afirmou.
Das oito aeronaves reprovadas pela Anac, duas foram impedidas de decolar, entre elas uma de prefixo PT-GKX, da empresa Apuí Táxi Aéreo Ltda., com destino a Coari, barrada por estar transportando produtos químicos em desacordo com as normas internacionais.
Segundo Dias, a prática pode render à empresa até mesmo a perda do direito de transportar cargas perigosas.
“Se ele tem uma carga a ser transportada, o primeiro passo é obter a Air Waybill (AWB), uma espécie de aviso de embarque aéreo. Por este documento é possível saber o tipo de produto transportado e as regras legais de armazenamento”, explicou o gerente.
Mas nem todas as inconformidades documentais são consideradas pela Anac como risco ao espaço aéreo. Nos casos de documentos de bordo digitalizados, basta que o piloto imprima uma via e apresente a fiscalização para levantar voo.
Iniciada na última quinta-feira, 7, e encerrada neste sábado, 9, a ação fiscalizatória conta com o efetivo de 11 Inspetores de Aviação Civil (Inspac) e coordenada pela Gerência de Vigilância de Operações de Aviação Geral (GVAG).
No ano passado, 584 fiscalizações foram realizadas pela Anac, no Amazonas. Destas, 180 inspeções de rampa em aeronaves, 319 envolvendo tripulantes, 21 vistorias técnicas, 45 auditorias em empresas aéreas, 11 auditorias em oficinas e oito em escolas de aviação/ aeroclubes.
Nurac
Até dezembro deste ano, Manaus contará com um Núcleo Regional de Aviação Civil (Nurac). O implantação do núcleo representa a descentralização da administração do órgão e foi publicada, no último dia 1° de fevereiro, pela diretoria da ANAC. Postos e escritórios de aviação civil darão lugar a 19 Nurac, em todo o país.


As informações são"D24am.com por Annyelle Bezerra".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Helicópteros terão de voar mais alto na cidade de SP

Epitácio Pessoa/Estadão
Moradores de São Paulo atormentados pelo barulho dos helicópteros vão ganhar alívio a partir do próximo mês: o Serviço Regional de Proteção ao Voo (SRPV-SP) subiu 200 pés (cerca de 60 metros) a altitude dos aparelhos que voam sobre a cidade. A medida vale a partir de 13 de dezembro e a ideia é minimizar o ruído em bairros residenciais como Lapa, Butantã e Pinheiros, na zona oeste, que concentram as reclamações.


A cidade tem hoje 23 Rotas Especiais de Helicópteros (REH) - estradas aéreas onde é permitido voar. E a medida será aplicada em todas essas vias.
Em alguns corredores da Lapa, por exemplo, os helicópteros voam a 3 mil pés - ou 914 metros. A partir de dezembro, passam a 975 metros. Em trechos da Marginal do Pinheiros, o voo é realizado a 883 metros. Lá, por causa da grande quantidade de queixas, os pilotos passam a voar com altitude acima de 1 km, ganho até maior do que os 60 metros.
"Existe um plano da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para diminuir ruídos. Elevar o nível dos corredores é nossa contribuição", disse Carlos Heredia, consultor do SRPV, durante o Seminário da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero (Abraphe), anteontem.
Fiscalização. A presidente da Sociedade de Moradores do Butantã, Marion Lautenberg, diz que a medida é um "sopro de ventos melhores". "A gente só saberá se vai melhorar quando entrar em vigor. Também não adianta colocar uma placa de contramão em uma rua se as pessoas continuarem entrando. É preciso fiscalizar", afirmou.
Um problema recorrente é o fato de os helicópteros saírem das rotas preestabelecidas e cortarem caminho por bairros de forma irregular. Isso ocorre na Lapa e na Vila Romana, e há uma campanha constante por parte da Abraphe e do SRPV para que os pilotos evitem essa região.
"A medida é uma maravilha, mas eles precisam parar de querer cortar caminho por aqui. A cada 10 minutos passa um helicóptero", diz a presidente da Associação de Moradores pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança (Assampalba), Maria Laura Fogaça Zei.


As informações são"Nataly Costa - O Estado de S. Paulo".Sempre é citado o link de referência.

Hora de voo em helicóptero pode custar R$ 3,2 mil em SP

São Paulo é a cidade com o maior número de helicópteros no País. Segundo a Associação Brasileira de Táxis Aéreos (ABTAer), são 602 aeronaves só na capital paulista. O número representa quase o total de helicópteros existentes em todo o estado - 631, conforme o Anuário Brasileiro de Aviação Geral 2012, elaborado pela Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) - e é quase metade da frota brasileira, que conta com 1.654 aeronaves desse tipo. Os serviços oferecidos pelas empresas que trabalham nesse setor podem variar, assim como o custo de cada hora de deslocamento.

O meio de transporte aéreo pode, ainda, servir de alternativa para quem está preso no trânsito e não pode perder um compromisso importante. Mesmo caro, o preço pode compensar se houver risco de perder um negócio. O comandande Jorge Bitar Neto, diretor presidente da Helimarte, explica que alguns clientes constumam solicitar esse serviço de emergência. Caso haja aeronave disponível, a empresa localiza o heliponto mais próximo, informa ao cliente e conclui a operação. "Se o helicóptero for muito burocrático, perde o sentido de existir", afirma Bitar Neto.

As solicitações emergenciais são feitas geralmente por clientes usuais da empresa. Para os voos do dia a dia, o comandante explica que o procedimento é feito por demanda. Basta ligar, informar dados pessoais, número de passageiros (que vai ajudar a definir o tipo de aeronave, com três, quatro ou cinco lugares), horário e trajeto de deslocamento. O cliente pode embarcar no aeroporto ou em um dos helipontos espalhados pela cidade - a logística de obter autorização para isso é realizada pela empresa. "A ideia de que alugar um helicóptero é complicado é mito. É muito simples", garante Bitar Neto. Na Helimarte, o valor da hora de voo é R$ 1,8 mil para três pessoas, R$ 2,4 mil para quatro pessoas e R$ 3,2 mil para cinco passageiros.

Alguns clientes compram horas de voos previamente, por meio de um plano premium. Nesses pacotes, o valor da hora tem desconto, e o cliente conta com vantagens como mobilidade de aeronave - mesmo que o plano seja para três passageiros, ele pode, eventualmente, reservar uma com quatro lugares (o desconto das horas sofrerá um acréscimo proporcional). Outras empresas oferecem planos mensais. Na Helimarte, Bitar Neto explica que os pacotes podem sem adquiridos com 20, 40 e até 60 horas de voo.

Com nove helicópteros à disposição, a Helimarte realiza, em média, 13 decolagens por dia. A maioria dos deslocamentos, segundo o comandante, é realizada dentro da própria cidade de São Paulo, com algumas viagens para cidades vizinhas, e serve pessoas que viajam a trabalho. O atendimento é realizado 24 horas por dia, mas as operações se concentram entre 6h e 23h, horário de funcionamento do Aeroporto Campo de Marte, que abriga a maior frota de helicópteros do Brasil e está localizado na zona norte de São Paulo. Já para decolagens durante a madrugada, Bitar Neto explica que é necessário pré-programar o voo.

As informações são"Terra ".Sempre é citado o link de referência.

Anac participa do Encontro das Empresas de Táxi Aéreo


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estará presente no 4º Encontro Nacional das Empresas de Táxi Aéreo, que acontece no próximo sábado, dia 8, no Aeroporto Campo de Marte (Hangar Helimarte), em São Paulo. A presença do gerente de Vigilância de Operações da Aviação Geral, Antonio Alessandro Mello Dias, está confirmada, assim como de mais de 40 empresários do setor que estão reunidos para discutir o futuro do segmento no País.

O encontro tem organização da Associação Brasileira de Táxis Aéreos e vai colocar em pauta as elevadas taxas aeroportuárias, a concorrência desleal com o transporte aéreo pirata, a exigência de treinamento da tripulação em simuladores e os atuais tempo de resposta da Anac para os pedidos de pilotos e empresas protocolados.


As informações são"Panrotas".Sempre é citado o link de referência.

Subcomissão debate táxi aéreo e aviação agrícola

A Subcomissão Temporária sobre a Aviação Civil realiza na próxima quarta-feira (20), às 14h, mais uma audiência pública dentro do ciclo de debates sobre políticas públicas para a aviação civil nacional. A audiência terá como temas os setores de táxi aéreo e de aviação agrícola do país.

Foram convidados para a audiência o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, Nelson Paim, e o proprietário da empresa Helimarte Táxi Aéreo, Jorge Bitar Neto.

Na última reunião da subcomissão, realizada na quarta-feira (13), o tema do debate foi a indústria aeronáutica brasileira. Apelos pela desoneração do setor foram um dos destaques dodebate.

O objetivo da subcomissão temporária é analisar a legislação sobre aviação civil e apresentar sugestões para seu aperfeiçoamento, assim como propor políticas públicas para o setor. Essa contribuição será apresentada por meio do relatório final, a ser divulgado no encerramento dos trabalhos.

O presidente da subcomissão é o senador Vicentinho Alves (PR-TO) e o relator é o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). O vice-presidente é o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). As reuniões ocorrem no Plenário 13 da Ala Alexandre Costa do Senado Federal.

A Subcomissão Temporária sobre a Aviação Civil é composta por cinco membros titulares e cinco suplentes e foi criada no âmbito da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI). Em maio, foi divulgado o relatório parcial.




As informações são"CenárioMT - O cenário da notícia em Mato Grosso ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Avião de pequeno porte cai em canavial e mata empresário em SP


Uma aeronave de pequeno porte caiu em um canavial na tarde desta sexta-feira, na cidade de Itirapina, no interior de São Paulo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o avião caiu e explodiu, deixando duas pessoas mortas. Uma das vítimas era o empresário Fernando de Arruda Botelho, acionista do grupo Camargo Corrêa e casado com Rosana Camargo de Arruda Botelho, uma das herdeiras de Sebastião Camargo, sócio-fundador do grupo. Segundo os bombeiros, o empresário pilotava a aeronave no momento da queda.
Botelho era dono de um aeroclube e conhecido pela sua paixão pela aviação. Segundo a corporação, o avião caiu perto da cabeceira da pista da fazenda Conquista, de propriedade do empresário.
A outra vítima era Sérgio Luiz Robattino, que também era piloto. Segundo os bombeiros, as vítimas morreram na hora, carbonizadas com a explosão da aeronave. Caminhões do Corpo de Bombeiros de São Carlos foram enviados para o local, que teve um princípio de incêndio na área de canavial.
O caso será registrado na delegacia de Itirapina, que deve iniciar as investigações após a conclusão da perícia.
Após ser informada da morte do empresário, a Camargo Corrêa divulgou uma nota lamentando o ocorrido. Veja na íntegra:
Uma aeronave particular em voo local na região da cidade de São Carlos com 02 ocupantes a bordo sofreu um acidente neste dia (13/04/2012). Estavam a bordo da aeronave Fernando de Arruda Botelho, acionista do Grupo Camargo Corrêa, e Sérgio Luiz Robattino, piloto da Morro Vermelho Taxi Aéreo.
Expressamos os mais sinceros sentimentos, trabalhando em conjunto com as Autoridades competentes. Faremos o possível para auxiliar no processo de investigação, bem como assistir as famílias dos ocupantes da aeronave.


As informações são"Terra Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Motel Aero: Companhia aérea oferece serviço de sexo nas alturas


Uma empresa aérea da cidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, oferece aos seus passageiros a possibilidade de fazer "sexo nas alturas".
A Flamingo Air, que opera voos em jatos, promete em seu site uma experiência que o cliente "nunca se esquecerá".
A ideia surgiu de uma aposta entre os pilotos da companhia aérea. Eles apostaram que ninguém conseguiria convencer sequer um casal a pagar por uma viagem de jato.
Em 1991, eles passaram a oferecer o serviço especial. Desde então, segundo a Flamingo Air, milhares de passageiros já passaram pela experiência.
A aposta acabou se transformando em uma oportunidade de negócios. A empresa cobra US$ 425, ou cerca de R$ 730, pela suíte.
Por essa tarifa, um casal tem direito à cama, champagne, chocolate e também à discrição do resto da tripulação, já que a única coisa que separa a suíte da cabine do piloto é uma cortina.
No entanto, a companhia aérea afirma que a discrição é total, já que o piloto passa o tempo todo com fone de ouvidos. O capitão David McDonald, que pilota muitos dos voos, promete discrição total. No entanto, ele revelou ao site da rede de TV de Cincinnati WCPO que já foi atingido por um salto alto e por uma rolha de champagne.
A empresa afirma que 90% das reservas da companhia são feitas por mulheres, que buscam uma experiência romântica diferente.
O voo dura uma hora e os clientes podem escolher entre alguns itinerários. A época de maior demanda pelo serviço são os dias próximos ao Dia dos Namorados.


As informações são"Terra Brasil via BBC".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Estado vai pagar R$2.750 por hora de voo com helicóptero na PM


A Polícia Militar apresentou na manhã de hoje, 05, em Jaraguá, um novo helicóptero para reforçar as ações de combate a violência no Estado. O equipamento alugado a Fly One – Táxi Aéreo – empresa com sede no Rio de Janeiro – vai custar aos cofres públicos R$ 2.750,00 por hora de vôo e vai ficar disponível em Alagoas até março de 2012.
Segundo o capitão PM Mário Henrique Assunção, do Comando Operacional de Apoio Aéreo (COAA), o helicóptero deve voar, de acordo com o contrato firmado pelo governo Estadual e a Fly One, 1,55 horas por dia durante 4 meses,  período em que o equipamento ficará disponível para as ações da polícia.
“O helicóptero vai ficar aqui até o inicio do ano por que nesse período há maior movimentação financeira no comércio, nos bancos por causa do 13º salário”, explicou o capitão informando que a aeronave vai dar apoio as atividades do BOPE e ao policiamento do Centro e corredor bancário – trecho compreendido entre a Avenida Fernandes Lima e a Av. Durval de Góes Monteiro, em Maceió.
Ainda segundo o capitão, a PM dispõe atualmente em seu quadro de seis pilotos profissionais habilitados para conduzir o helicóptero. Destes, dois estão fazendo uma requalificação no estado do Ceará. Apesar disso, o contrato com a empresa estabelece que dois pilotos com experiência em segurança estarão trabalhando em Alagoas para dar suporte ao trabalho. O helicóptero vai ser usado sempre com uma viatura terrestre dando apoio as ações. O equipamento tem autonomia de até 3 horas de vôo para que possa pousar e reabastecer o tanque com combustível.
De acordo com o Cel Thúlio Roberto, esse helicóptero tem características especificas que vão auxiliar a polícia. “Esse equipamento não é de uso próprio para segurança, mas foi adaptado e por suas características vai atender as nossas necessidades. Ele possui sirene, rádio comunicador, ganchos para descidas paralelas o que vai possibilitar resgates e facilitar operações”, disse.
O helicóptero alugado é para uso diurno, contudo, segundo o Cel Thúlio, poderá ser utilizado em operações à noite em caso de urgências. “Quem vai decidir quando o helicóptero vai ser usado é o comandante. Ele é quem vai dizer para onde vai e o uso noturno é restrito porque a aeronave não possui a sinalização necessária”, afirmou o coronel.
Helicóptero próprio
Alagoas possui apenas um helicóptero, de uso do governador Teotônio Vilela, comprado em 1992, no governo Geraldo Bulhões. Agora, o governo está abrindo um processo de licitação e no segundo semestre de 2012, o Estado espera comprar um equipamento próprio, se tudo correr corretamente. Atualmente, o SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também utiliza uma aeronave alugada a mesma empresa, Fly One – Táxi Aéreo.


As informações são"Primeira Edição".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Queiroz Campos

Empreiteiros pagam até R$ 1,8 mi por ano para manter jatos no chão


Os custos para se manter um jato particular ‘estacionado’ em Manaus giram em torno de R$ 1,8 milhão por ano, segundo dados apurados pelo DIÁRIO junto aos empresários do setor. Na capital, a frota de jatos é de pelo menos oito aeronaves, avaliadas em até R$ 8 milhões.
O jato mais comum nos hangares do terminal de passageiros 2 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, o ‘Eduardinho’, é o Citation. Entre os custos que os proprietários precisam arcar com o jato parado estão os pagamentos ao piloto, a manutenção técnica da aeronave, tarifas aeroportuárias, além do seguro contra acidentes.
Deixar a aeronave parada no aeroporto, não sai por menos de R$ 10 mil mensais.
Por outro lado, quando em operação, esses jatos consomem ainda mais gastos e demandam investimentos elevados. Somente para 20 horas de voo, os proprietários desembolsam aproximadamente R$ 300 mil.
Entre os proprietários dos jatos estão empresários, principalmente do setor da construção civil e da indústria. 
No entanto, existe também um grupo de empresários que escolhe os modelos de aeronaves de custo mais reduzido e com capacidade menor, tanto de passageiros quanto de mercadorias.
Segundo o proprietário da Tio Táxi Aérero, Mário Ivan de Oliveira, cerca de seis empresários em Manaus são proprietários de aeronaves modelo Sêneca, utilizadas principalmente para viagens ao interior.
Para esses modelos particulares, as cifras dos custos são menores, já que essas aeronaves demandam um investimento mensal de R$ 5 mil, o que inclui a estadia no hangar, tarifas aeroportuárias mais a manutenção. Os gastos com combustível ainda são bem elevados, e chegam a R$ 460,00 a hora de voo.
Números
De acordo os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), hoje, no Brasil, são  5.749 aeronaves privadas com autorização para operar.
A Anac informou, ainda, que as aeronaves em questão são de uso privado e podem transportar qualquer tipo de pessoa, sem que haja comercialização de assentos e passagens.
Aviões de mais e pilotos de menos
 Uma alternativa para quem não quer utilizar a aviação comercial doméstica são as empresas de táxi-aéreo, cujos clientes, na maioria, são as empresas, órgãos públicos federais e as prefeituras dos municípios do Amazonas, que buscam nessas companhias uma solução para a distância geográfica.
Oliveira ressaltou que há, também, uma forte tendência de grupos que fretam as aeronaves para pescarias e festivais no interior, como o de Parintins, que faz de junho um dos melhores meses do ano para os negócios dessas empresas.
Segundo o superintendente do Aeroclube do Amazonas, José Nery Portela, em Manaus existem aproximadamente 80 aeronaves pertencentes a nove empresas de táxi-aéreo.
Nery diz que a frota atende a demanda, o problema está na escassez de pilotos. O custo para tirar a licença de piloto comercial sai em torno de R$ 100 mil.


As informações são"D24am.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Camila Souza de Santos 

Empresa do grupo Noar pede licença para operar táxi aéreo


A companhia Noar pediu autorização para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para colocar no mercado seus serviços de táxi aéreo. De acordo com a empresa, a entidade não tem ligação com a empresa Noar Linhas Aéreas, que foi responsável pelo acidente que matou 16 pessoas em Recife (PE) em julho.
A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Anac. Segundo a agência, o grupo Noar – que ao todo tem três empresas – precisa entregar, até o próximo dia 26, uma documentação para receber a notificação operacional, já que a jurídica já foi expedida pelo órgão estatal.
Ainda segundo dados da Anac, a empresa tem de comprovar quem tem capacidade operacional apresentando dados como o número de funcionários, de aeronaves, além de laudos exigidos pela legislação.
De acordo com a companhia aérea, a Noar Service Taxi Aéreo é a mais antiga do grupo e foi adquirida de uma outra empresa, que já operava há mais de dez anos. Mesmo agregada desde 2008, a empresa nunca teve licença para funcionar.
Em nota, a Anac afirma que as investigações ainda estão sendo feitas pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e continuam em caráter de sigilo.
Acidente
O bimotor modelo L-410 saiu do aeroporto da capital pernambucana e seguiria para Mossoró, no Rio Grande do Norte, com escala em Natal. Segundo a FAB (Força Aérea Brasileira), ele decolou por volta das 6h51 do dia 13 de julho e informou à torre de comando que o avião estava com problemas. A aeronave caiu cerca de quatro minutos depois da decolagem e provocou um incêndio. 
O perito da Polícia Civil responsável pelo laudo do local do acidente, Gilmario Lima, afirmou que a aeronave não tentou fazer um pouso no terreno baldio. O especialista disse acreditar que houve uma perda de controle do avião em pleno voo.
Por causa do acidente, o governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), decretou luto oficial de três dias em memória das vítimas.
Ele designou o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, para atuar em parceria com a Polícia Federal e a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) na investigação do caso. A empresa Noar Linhas Aéreas responsável pela aeronave que caiu tinha apenas um ano de funcionamento.



As informações são"R7".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Camila Santos 

Noivas arrasam ao chegarem de helicóptero


Nem carros antigos ou modernos garantem uma entrada tão imponente e arrasadora para noivas quanto a chegada triunfal a bordo de um helicóptero. A Helimarte, empresa de táxi aéreo, disponibiliza sua frota de 11 aeronaves para que as noivas tenham conforto, segurança e possam vislumbrar paisagens incríveis a caminho desse momento, sem deixar de lado o romantismo e o brilho da sua chegada.
“As aeronaves proporcionam uma beleza e elegância incomum para a entrada da noiva”, ressalta Jorge Bitar Neto, comandante e proprietário da Helimarte, que muitas vezes pilota pessoalmente a aeronave com a noiva. “Elas ficam muito emocionadas vendo toda a beleza do que passaram meses preparando lá do alto. E os convidados são surpreendidos com algo tão inusitado, que ficam literalmente de boca aberta”, completa.
Modelos de helicóptero como o R44, para três passageiros; o Jet Ranger, para quatro pessoas; e o Esquilo, para até cinco pessoas, acomodam perfeitamente qualquer tamanho de vestido, o pai da noiva e o fotógrafo. “Iniciar a vida a dois chegando do alto é até uma superstição para algumas mulheres. Elas conseguem assim realçar o brilho da tão esperada entrada da noiva, deixando os convidados ainda mais ansiosos”, explica Jorge.
Procedimentos-Para a segurança das noivas e dos convidados, a Helimarte envia um piloto ao local onde elas vão chegar, para avaliar se há espaço suficiente para o pouso da aeronave. “Normalmente, as pessoas não tem noção do espaço necessário para aproximação e pouso de um helicóptero, por isso tomamos todos os cuidados necessários para garantir que esse dia tão sonhado aconteça de forma incrível, e que as noivas ainda possam apreciar a beleza do momento do céu”, diz Jorge.
Os preços para fretamento das aeronaves variam de acordo com o destino e o modelo escolhido. O fretamento de um helicóptero Robinson 44, por exemplo, custa R$ 1.600,00 a hora. A frota da Helimarte obedece rigorosamente a fiscalização da ANAC (Agência nacional de Aviação Civil) e passa regularmente por fiscalização.
Perfil-A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há doze anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. Somente em 2010, a empresa recebeu quatro novas aeronaves, dispondo de uma frota total de 11 helicópteros, com capacidade de um a seis passageiros, e 4 aviões, com capacidade para quatro a nove passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003.


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos