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Staff from businesses Rolls-Royce, Airbus and Active Robots go back to school at John Cabot Academy in Kingswood

Industry was brought into the classroom when representatives from engineering heavyweights visited John Cabot Academy.
Staff from Rolls-Royce, Airbus and Active Robots attended the school in Kingswood as part of a morning aimed at improving students’ understanding of the world of engineering and science.
Forty Year 9 students took part in four activities based on science, technology, engineering and maths (STEM) subjects. Accompanying the industry representatives were STEM ambassadors from different engineering fields.
As well as the morning’s activities, 20 Post-16 Cabot Learning Federation students spent the afternoon programming robots.
The aim of the day was to highlight future career paths in STEM industries.


Event organiser Pete Simmons, the school’s leader of STEM, said: “I would like to take this opportunity to thank all the industries who took parttoday, the students have really learnt a lot. This project was about bringing industry into the classroom and giving students an amazing experience.”
The information is "http://www.southwestbusiness.co.uk/news/02052014094004-staff-from-businesses-rolls-royce--airbus-and-active-robots-go-back-to-school-at-john-cabot-academy-in-kingswood/" Is always quoted the reference link.

Azul voará para os EUA a partir de 2015 com aviões Airbus

A empresa aérea Azul anunciou nesta quarta-feira uma nova fase de sua expansão, com o lançamento de voos internacionais e a adição de 11 aviões da Airbus que se juntarão a sua frota de jatos regionais da Embraer e turboélices ATR.
A terceira maior empresa aérea do Brasil em market share receberá seis unidades do avião A330-200 para entrada em serviço no ano que vem. Depois, em 2017, virão cinco unidades do A350-900, todos eles equipados com motores Rolls-Royce e que serão arrendadas à Azul pelo grupo de leasing ILFC.

Atualmente, a empresa aérea opera 80 jatos Embraer e 56 aviões ATR apenas com voos dentro do país.
"Queremos proporcionar uma nova experiência nos voos internacionais, com segmentação de tarifas e serviços, seguindo o que estamos fazendo em todo o país", disse em comunicado o fundador e presidente da Azul, David Neeleman, que também criou a companhia aérea norte-americana JetBlue.
A Reuters antecipou na noite de terça-feira, com base em informações obtidas com duas fontes do setor, que a Azul anunciaria nesta quarta-feira sua primeira encomenda de avião de corredor duplo da fabricante europeia Airbus.
A Azul informou que pretende iniciar voos diretos de Campinas (SP), onde fica seu principal centro de operações, para os EUA a partir do primeiro trimestre de 2015. Os destinos prováveis são Flórida e Nova York e a definição das rotas ocorrerá no fim deste ano.
A Azul também assinou um contrato com a Rolls-Royce para serviços de manutenção de motores avaliado em 400 milhões de dólares.

As informações são"http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/azul-voara-para-os-eua-a-partir-de-2015-com-avioes-airbus-2".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Azul se torna cliente da Rolls-Royce e assina contrato para motores no valor de R$ 900 milhões

A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há 55 anos, tem a partir de hoje a companhia aérea Azul como sua mais nova cliente. A empresa irá operar 11 aeronaves Airbus equipadas com motores Trent e, além disso, assinou um acordo avaliado em R$ 900 milhões que garantirá o serviço de suporte TotalCare oferecido pelo Grupo. Criada em 2008, a Azul irá operar seis Airbus A330-200 e cinco Airbus A350-900 XWB equipados com motores Trent 700 e Trent XWB, respectivamente.  
 

O presidente da Azul, David Neeleman, celebrou o contrato. “O anúncio de nossas primeiras aeronaves de fuselagem larga marca uma nova era na história da companhia e estamos muito satisfeitos em equipá-las com motores Rolls-Royce”, afirmou o executivo. O presidente da Rolls-Royce para a América do Sul, Francisco Itzaina, deu as boas vindas à companhia aérea afirmando que o grupo está orgulhoso por fazer parte da história da Azul e bastante satisfeito pela confiança depositada nos motores Trent. “Nosso serviço de suporte TotalCare vai ajudar a Azul a maximizar a disponibilidade de suas aeronaves e a gerenciar custos de manutenção. Esperamos apoiar a expansão contínua da empresa por muitos anos ainda”, afirmou Itzaina.   

O Trent 700 é o único motor projetado especificamente para equipar aeronaves A330 e oferece o melhor desempenho em queima de combustível, emissões de CO² e nível de ruído. Esse motor é líder de mercado para o modelo A330 com uma fatia de cerca de 70% das novas encomendas realizadas mundialmente nos últimos três anos. Mais de 1.500 unidades estão em serviço ou encontram-se encomendadas. Já o Trent XWB, o motor aéreo mais eficiente do mundo e desenvolvido especialmente para o A350 XWB, é o modelo mais vendido da família Trent, com mais de 1.600 unidades já comercializadas.   


O contrato de TotalCare anunciado hoje irá resultar em um aumento de aproximadamente R$ 223 milhões no portfólio de pedidos da empresa, de acordo com a política contábil do Grupo.  A Rolls-Royce tem clientes em mais de 120 países, incluindo mais de 380 companhias aéreas, 160 forças armadas, 4.000 clientes do setor naval, incluindo 70 marinhas de guerra, e 1.600 de energia nuclear. 

As informações são"noticias.php".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Industry highlights Scottish vote risks

The UK’s largest defence and aerospace companies have raised “serious questions” about the possible consequences of the Scottish independent referendum.
ADS, the aerospace and defence trade body whose members include BAE Systems, Airbus UK, Lockheed Martin UK and Rolls-Royce, said companies in the sectors had expressed several concerns about the lasting consequences of independence for their global competitiveness.
The £22bn defence sector is currently the second largest exporter of defence equipment in the world after the US, with more small and medium-sized companies than France, Germany, Spain, Italy and Norway combined.
The UK’s aerospace industry has a 17pc market share, second only to the US, employs more than 230,000 people directly and indirectly, and has a backlog of orders worth a potential $600bn (£358bn) over the next 20 years.
The scale of the industries could be at risk, as uncertainty over tax, monetary policy and fiscal stability “presents risk both to companies across the UK and to potential inward investors”, said Paul Everitt, the trade body’s chief executive.

 The information is "http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/industry/defence/10760286/Industry-highlights-Scottish-vote-risks.html" Is always quoted the reference link.

A350 XWB faz primeira aterrissagem no Reino Unido

O novo Airbus A350 XWB fez sua primeira aterrissagem em solo britânico, visitando o aeroporto Cotswold, em Gloucestershire, como parte da rotina de testes de certificação. No total, a campanha de voos de teste do A350 XWB acumulará cerca de 2.500 horas de voo com uma frota de cinco aviões, já que as aeronaves devem começar a voar ainda este ano.
 
“O A350 XWB tem contribuição significativa do Reino Unido, pois as asas e sistemas de combustível são projetados nas instalações da Airbus em Filton, Bristol e montados na unidade da companhia em Broughton, norte do País de Gales, enquanto os motores são produzidos pela Rolls-Royce em Derby e, o trem de pouso, pela Messier-Bugatti-Dowty, em Gloucestershire”, diz o comandante Chapman.
 
O A350 XWB é a linha de produtos de médio a longo alcance totalmente nova da Airbus, composta por três versões. A nova Família, cuja seção transversal da fuselagem é otimizada para conforto total de passageiros de todas as classes em voos longos, oferece um aumento de 25% na eficiência em comparação com aeronaves da mesma categoria. No final de março, o A350 XWB havia recebido 812 pedidos de 39 clientes.


As informações são"http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/105081/a350-xwb-faz-primeira-aterrissagem-no-reino-unido".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

A global range A380 comes into view with new RR engine

The significance of Rolls-Royce discussing a new super-efficient large jet engine with Airbus (and one might expect Boeing) which would be available from 2020 cannot be under estimated.

IF this were to go ahead, it would transform the A380 program and add immense upside to the soon-to-enter- service new twin engined wide body Airbus A350 program.  It would also no doubt have important benefits for Boeing, although not necessarily Rolls-Royce, by bringing forward similarly dramatic engine improvement ambitions by GE, which is the sole engine supplier for current and future versions of its highly successful and relevant 777 airliners.
Rolls-Royce is proposing a more powerful, and even more economical and less fossil carbon emitting engine than the Trent XWB engine is has on the A350 series currently, and that engine in turn is derived from the engines it now flies, when it wins the order, on Boeing 787s and A380s.
What would such an engine do to an A380, which can currently fly for 16 hours with a full payload thanks to recent minor wing tweaks, an increase in gross eight to 575 tonnes, and some other refinements that now apply to all newly delivered examples of the large double decker Airbus?
It would, simplistically speaking, make it able to fly the same load for 20 hours, not quite what is needed to reliably do Sydney or Melbourne non-stop to London. However the A380 already has a wing that was deliberately built too large for current requirements, in that it has unused space set aside for additional fuel reserves, something Airbus also built into current A330-300s.
If the additional power of the proposed ‘Advance’ RR engine was such that an A380 could take off within the parameters of today’s operations with an additional 5% or more of fuel, and let’s say, the wing tips were reworked with ‘super’ sharklets, then there would be no city pair on earth too far apart for it to fly with a commercially attractive payload.
Provided of course that such a payload existed. But if the marketing forecasts of Airbus and Boeing are correct, and they each have very good track records on this, such demand will indeed arise, and not just on minor routes like Sydney-London, but in circumstances where the fuselage is stretched to fit in more seats at the cost of ultra long haul range, for routes where today’s 500 seat A380s face slot constraints and a 600 or 750 seat version of the jet is needed.
Emirates has forcefully expressed its wish for a larger,  or same sized yet more efficient,  but not necessarily longer ranged version of the A380 timed for the 2021 advent of the super-sized 440 seat or so 777-9, for which it placed an order of 175 units at last November’s Dubai Air Show. Where it also bought another 50 A380s, of which 25 will be replacements after 2020 of its oldest A380s, dating back to 2008.
And while Emirates has different needs to most carriers, it has an astonishing food chain in operation, where smaller jets like the 777 are used to grow routes to A380 sized routes, because the airport slots are not available to add more 777 flights. And, size does deliver lower seat costs for distance flown. Nothing is as cheap to operate as a full A380 for the distance today. And the four engined A380 comes with one unexpected advantage for Emirates and other rivals using the ferociously hot ME hub airports, which is that there are no twin engine takeoff limitations imposed by lifting off at 45C or more ground temperature to fly for 15 or 16 hours.
However Emirates wants the superior engine technology anticipated on the 777-9s to be also applied to the A380s, and has a ‘weakness’ for operating 440 seat future 777s alongside future 640 seat A380s, or words to that effect.
What Emirates wants,  it has so for gotten. (Or in the case of Qantas, been given for nothing, but that is to digress.)  And it is not on its own when it comes to ambitions with money to boot, which means it has company in pressing the pedal when it comes to technological innovation in its dealings with airframe makers like Airbus and Boeing, or engine makers like GE and Rolls-Royce.
Think carefully about this. Any airport today that takes A380s or the even longer Boeing 747-8F can take a 700 seat three or four class A380. The wing span will be the same.  The body will be less than 20 metres longer assuming the fuselage is stretched by adding more frames. The facilities exist today, even if in some cases, they could be improved, especially when it comes to taxiways and intersections, but that goes for todays 777s and A346s too.
However RR’s so titled ‘Advance’ program also has implications for the mid sized A350 program. Airbus has covered off on the top capacity but yet to be built member of the Dreamliner family the 787-10 with its entry model the A350-900. This initial A350 has the capacity of the 787-10 but with more range, and four years sooner to market, but this is not necessarily a good thing if you don’t need the range, in which the Boeing may have a more efficient airframe over shorter distances.
With its A350-1000 stretch, due in service in 2017, Airbus almost covers the capacity of today’s 777-300ERs but with fuel savings because of its more extensive use of lighter composites. In theory the ‘Advance’ engine could give it fly-anywhere non-stop range, although there would be some twin engine related constraints. However it would also allow a hypothetical A350-1100 stretch, intended to approach the 777-9 in capacity but not range,  to do both.
In theory this all looks good. In the real world, one in which it may all come true, it would not however come true unopposed.
There would be a response from Boeing, and what we would most likely see, is a third decade 21st century boom in ultra efficient airliners that will, inevitably, be the last of their type, as new airfoils and revolutionary new hybrid-electric ‘distributed’ power systems, are rendered possible by advances in fuels and materials.

. The information is "http://blogs.crikey.com.au/planetalking/files/2014/03/Day_one_ambiance_06_A380_Airbus-610x422.jpg" Is always quoted the reference link.

Rolls-Royce's Big Trent XWB Entering Production Phase

Ahead of an initial engine run in the second quarter of this year, Rolls-Royce (Booth N23) has started to assemble the 97,000-pound thrust Trent XWB-97 powerplant that will power the heavier, 308-metric-ton (680,000-pound) max takeoff weight Airbus A350-1000 stretch variant of the new twin-aisle twinjet that has been flying since last June. The first items for the powerplant were arriving in the Rolls-Royce (RR) finished parts stores during January, according to program director Chris Young.
The move follows last year’s Trent XWB-97 critical design review and prototype demonstration runs. Progress since last November’s Dubai Airshow has included fabrication of early components, welding of the stator-vane assembly and completion of the intermediate-pressure compressor stage 1 “blisk” (bladed disc).
To ensure manufacturing fluency while the new variant is introduced, RR will build initial flight-test engines in a preproduction “factory,” not on current Trent assembly lines. As production begins to accelerate, the manufacturer will integrate the XWB-97 into the assembly flow line. The XWB-84 and -97 are essentially “very similar” and have “common tooling,” which will allow the models to be mixed in final assembly.
Asked if RR has the scope to advance the XWB-97 if Airbus brings A350-1000 development forward, Young said the company has an agreed program with the airframe manufacturer and is working to deliver engines in line with that schedule. Active preproduction engine testing is slated to begin in the first half of next year.
RR expects to be build at least eight flight-test Trent XWB-97s–and possibly more–during the preproduction phase. The focus of such work is to meet what RR calls “exit criteria,” which means understanding the requirements for each work station “before engine assembly really begins to flow.”
Seven complete ground-test units will be produced, along with additional modules and cores, said Young. The predominant proportion of future Trent XWB-84 manufacturing is to be performed at Rolls-Royce’s Seletar production center in Singapore, releasing capacity at the Derby factory in the UK, where existing assembly capacity will be extended to accommodate the larger -97 engine.
On Target
Rolls-Royce says the Trent XWB program is “on target,” with only minor tuning of scheduled plans; the company is “happy [with performance, which is] on track, exactly where we expect to be.” By January, it had completed some 6,000 hours and 11,250 real and simulated flight-cycles of running with 13 Trent XWB-84 development engines, of which four were currently on test.
Two were being used for cyclic tests at Rolls-Royce North America’s outdoor jet engine testing facility at the NASA John C. Stennis Space Center in Mississippi. One “endurance” engine had another 150 hours to run as RR sought to expand the design’s temperature margins, while the fourth unit was one of a pair devoted to proving the Trent XWB’s robustness.
Among remaining development examples, three are earmarked for use on the Airbus A380 flying testbed and two will be for mechanical tests. Others are being (or have been) used for performance, low-pressure system and integration trials.
Of the two Trent XWBs at Stennis, engine serial number (ESN) 20002/4 has completed 1,610 simulated flight cycles, including 3,000 thrust-reverser deployments, on the center’s 59 Bed. Meanwhile, on 60 Bed ESN 20011/1 is being used to clear the design for Airbus’s targeted 350-minute ETOPS approval before entry into service by year-end.
Reliability has been demonstrated during 4,250 simulated cycles, with the unit also being used for on-wing maintenance and inspection routines. Both engines are scheduled to provide Target 1 shop-visit demonstrations, said Young. Low-temperature testing also has been conducted with ESN 20003/4 on RR’s 58 Bed at Derby, where liquid oxygen is used to cool the powerplant, which must demonstrate 10 starts at -40C (-40F) to represent winter operations.
Passenger Flight Planned
The second A350-900, manufacturer’s serial number (MSN) 002 and the first with an airline cabin interior, was rolled out in early January sporting a so-called “carbon” livery. In early February, it was being prepared for a first flight before month’s end and is intended to carry the initial (non-flight test) passengers on planned “early long flights” later this year. After A350 MSNs 001 and 003, which both flew last year, the next development aircraft (MSN 004) is scheduled to fly soon after MSN002.
Rolls-Royce expected to deliver the Trent XWBs for MSN 005–the final flight-test machine, and the second with an airline interior, which should fly in May–before this week’s airshow began. Dispatch of MSN 005’s engines from Derby to Toulouse marks the transition from powerplant preproduction into the Trent XWB’s production phase.
The engine manufacturer expected to begin assembly in early February of Trent XWBESN 20019, which is destined to power the first Qatar Airways A350 (MSN 006). This will be followed by the second Qatar engine (ESN20020), which is scheduled for delivery to Airbus in mid-year, and another unit earmarked to be available as a spare at the time of A350 entry into service, according to RR information. As of mid-January, RRhad not finalized overall 2014 Trent XWB production plans
Overall, Trent XWB performance aboard the first two flying A350-900s has gone extremely well, the engines demonstrating “good operability and reliability” and having undergone only routine inspection and maintenance, according to Young. By mid-January, the four Trent XWBs had accumulated around 1,750 flight-hours during about 180 A350 flights (more than 50 flights with MSN 003, including a 12-hour 48-minute transatlantic flight to Bolivia in South America for hot-and-high testing).
Young said the altitude- and temperature-related engine and aircraft performance trials involved genuine tests in temperatures of up to ISA +21C (ISA +38F) at Cochabamba (about 8,300 feet above sea level). Engine starts, and aircraft takeoffs, automatic landings and touch-and-gos flown at La Paz’s 13,300-foot-altitude airport were said to have been performed “immaculately with no flaws, no nothing.”
The trials, which also featured simulated engine failures, were to collect data on operating characteristics and to validate the A350’s takeoff performance. From Bolivia,MSN 003 went on to tropical Martinique and, later, to Canada for cold-weather trials that included starts at temperatures as low as -40C/F.
Overall, Airbus A350 testing will involve about 2,500 flight hours (5,000 engine hours), leading to formal European Aviation Safety Agency and U.S. FAA airworthiness approval in time for service entry before the end of 2014. During last year, a “strong [one] for market activity,” RR received orders for more than 500 Trent XWBs to power 252 A350s. One of the largest orders (for 30 A350-900s) came from local carrier Singapore Airlines, while other Asian customers were Japan Airlines (31 A350-900 and -1000s) and Sri Lankan Airlines (four A350-900s).

 The information is "http://www.ainonline.com/aviation-news/singapore-air-show/2014-02-09/rolls-royces-big-trent-xwb-entering-production-phase" Is always quoted the reference link.

Airbus considera aprimorar A380 para aumentar vendas

Airbus está explorando novas maneiras de melhorar as vendas do maior jato de passageiros do mundo, após receber um sinal de apoio potencialmente crucial de ao menos uma das fabricantes de seus motores, afirmaram fontes do setor.

Diante de uma demanda irregular pelo superjumbo A380, a britânica Rolls-Royce indicou que pode estar disposta a aprimorar seus motores Trent 900 para ajudar a Airbus a superar uma recente queda nas vendas, disseram as fontes, que pediram por anonimato.
Nenhuma decisão foi tomada, porém, e a Airbus disse que sua prioridade é continuar fazendo melhorias graduais no jato de 525 lugares, que entrou em serviço em 2007.
A Rolls-Royce não quis comentar o assunto.
Um porta-voz da Airbus disse que a companhia europeia está "sempre buscando todos os tipos de caminhos para manter nossa aeronave na liderança" e listou áreas sendo continuamente reavaliadas, incluindo os mais recentes desenvolvimentos em tecnologia de motores.
"Existem muitos estudos, mas eles não necessariamente precisam se concretizar", acrescentou.
Os quatro motores do A380 são fornecidos hoje pela Rolls-Royce ou pelo consórcio norte-americano rival Engine Alliance, controlado pela General Electric e pela Pratt & Whitney.
Duas fontes do setor descreveram como prematuras especulações sobre um relançamento do A380 com motores modernizados.

As informações são"".Sempre é citado o link de referência.

Marrocos investe em tecnologia aeroespacial

O Marrocos está trabalhando para desenvolver seu setor de tecnologia aeroespacial. Desde 2001, mais de cem empresas do ramo se instalaram no país e as receitas de exportação desde então já contabilizaram US$ 1 bilhão. As peças produzidas vão para diversas nações da Europa, Golfo e também para o Brasil. Atualmente, com foco no mercado francês, até 2020, o país quer dobrar o tamanho de sua cadeia de produção aeroespacial, atraindo novas empresas, como as inglesas, norte-americanas e brasileiras.

“Tivermos reuniões com altos executivos da Embraer nos últimos dois anos. Eles mandaram pessoas aqui para ver as condições de capacitação do Marrocos. Acredito que este país é interessante para eles”, afirmou Hamid Benbrahim El-Andaloussi, presidente do Grupo das Indústrias Marroquinas Aeronáuticas e Espaciais (Gimas), em entrevista a jornalistas brasileiros nesta terça-feira (28).

Segundo Andaloussi, a Embraer está negociando a venda de aviões para a Royal Air Maroc e uma compensação com o governo marroquino, que poderia ser a instalação de um centro de manutenção no país, mas nada foi definido ainda. No entanto, o executivo aposta na boa localização de seu país para atrair a empresa brasileira.

“A decisão de implementar uma base aqui é uma questão estratégica, e isso leva tempo, mas uma empresa global como a Embraer não pode ignorar o Marrocos. Se você quer ser competitivo para penetrar na Europa, você tem que estar no Marrocos. Nós temos o melhor custo com o melhor benefício (para as empresas aéreas)", avaliou o presidente do Gimas. Procurada pela ANBA, a Embraer afirmou que não comenta possibilidades de negócios. 

Em relação aos voos diretos entre Casablanca e São Paulo pela Royal Air Maroc, iniciados no começo de dezembro de 2013, Andaloussi disse que ainda não tem os números de passageiros que já fizeram esta rota, mas crê que os resultados sejam positivos. “Acredito que esteja indo bem e que vá crescer com a Copa (do Mundo)”, destacou.

De acordo com o presidente do Gima, a ambição do Marrocos no ramo aeronáutico “é ser a base neste setor para a Europa como o México é para os Estados Unidos”. “Queremos que nos próximos 20 anos, Casablanca seja um polo de tecnologia e treinamento”, ressaltou.

Capacitação

Para alcançar este objetivo, o Marrocos fundou em 2011 o Instituto das Profissões Aeronáuticas (Ima, na sigla em francês). O lugar foi criado em parceria pelos setores público e privado para capacitar trabalhadores de acordo com as demandas das empresas aeronáuticas instaladas no país. Atualmente, a Bombardier é a maior empresa atendida pelo Ima.

Nas aulas, os alunos aprendem desde a fabricação até a montagem das peças. Desde sua criação, mais de mil trabalhadores já se formaram no centro, 10% deles para a indústria canadense. Os treinamentos são feitos de forma customizada para cada companhia e os alunos também passam por capacitação dentro das próprias plantas industriais.

O investimento para a construção e aparelhamento do centro foi de 100 milhões de dirhans (US$ 12 milhões pela conversão atual). Os alunos são recrutados pelo próprio Ima, de acordo com o pedido das empresas, e o custo do treinamento para eles é gratuito, bancado metade pelo instituto e metade pelas companhias que solicitam a capacitação. No total, o Ima já atendeu mais de 40 empresas instaladas no Marrocos.


Turbinas marroquinas

Uma das empresas aeronáuticas instaladas no Marrocos é a Aircelle, parte do grupo francês Safran. Fabricante de turbinas para aviões, a indústria abriu sua planta no país em 2005 e, desde 2008 peças produzidas no país árabe são vendidas para a Embraer, após serem montadas na França.

“A Embraer é nosso terceiro maior cliente, após a Bombardier e a Airbus”, contou Benoit Martin Laprade, gerente geral. Entre as peças produzidas no Marrocos para os aviões brasileiros estão compostos que reduzem até 90% do ruído do motor da aeronave, instalados em modelos do tipo 170.

Rolls Royce, GE, Cessna e Sukhoi também estão na lista de clientes da Aircelle Maroc. No ano passado, o faturamento da planta de Casablanca foi de 101 milhões de euros (US$ 138 milhões pela conversão atual).


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Gearing up for a fight

The business of propelling large passenger jets is at maximum thrust. Boeing and Airbus delivered a record 1,300 planes between them last year. They also racked up 2,800 new orders to bring their combined backlog to well over 10,000. The engines account for up to a third of the value of a new jet. So some pundits reckon engine-makers’ revenues could total $1 trillion over the next 20 years.
Pratt & Whitney used to tower over the market for such engines but these days it is third-placed in a business dominated by GE, another American company, and Rolls-Royce, of Britain. Pratt is now hoping to claw its way back to the top with its new generation of jet engine, the “geared turbofan”. This has a gearbox that lets the fan at the front of the engine turn at a different speed to the compressors inside it. By allowing each to run at optimal speeds it makes the engine more efficient.
Pratt’s new engine is one of the options airlines can choose when ordering Airbus’s revamped version of its A320 “narrowbody” jet, used for short- to medium-haul routes. It is the only choice on the CSeries, a jet whose Canadian maker, Bombardier, is seeking to bust a duopoly between Airbus and Boeing for narrowbodies. But the CSeries’s entry into service was this month put back until perhaps 2015, two years later than first planned.
Understanding the aero-engine business is made harder by the fact that as they compete ferociously in one part of the market, manufacturers work together in joint ventures in other parts. In all, about 70% of the world’s jetliner engines are made either by GE alone or by CFM International, GE’s joint venture with Snecma of France. CFM supplies all the engines for Boeing’s 737, its rival to the A320. Buyers of A320s can currently choose between a CFM engine or one from International Aero Engines (IAE), a consortium including Pratt and Japanese and German firms. For bigger “widebody” jets, Rolls and GE are the main contenders.
Rivalry was more intense in the past. But the cost of developing a new engine, at around $1 billion, resulted in today’s odd mix of competition and collaboration. Airlines prefer competition, to keep costs down, but there are some advantages to doing without it. It means the plane and engine are made for each other, optimising their performance. An engine-maker guaranteed exclusivity may contribute towards the development costs of a new plane, cutting the risks borne by the planemakers.
Pratt has got by for years on its military-jet engines, its slice of IAE and by milking its installed base of older civil-aircraft engines, which need lots of maintenance and spare parts. But from 2016, when the first revamped A320 is scheduled for delivery, its new geared turbofan engines, which it will make all by itself, will go head-to-head against CFM’s LEAP. This is a more conventional engine design, but uses sophisticated composite materials to achieve the same fuel-efficiency savings, of around 15%, that airlines are demanding.
Pratt may eventually produce versions of its geared turbofan for wide-bodied jets, where profits are fatter. Rolls, having given up on the narrowbodied market, plans to return when Boeing and Airbus replace their 737s and A320s with entirely new models—but that is a decade or more away. Chinese and Russian firms want to enter the fray, though that may take even longer.
In the meantime, Rob Morris of Ascend, an aviation consultancy, notes that the tendency towards having just one engine option per plane is growing. For example, Rolls is the only engine supplier for Airbus’s new long-haul plane, the A350, which had its first test flight last year. GE declined to offer an engine because some variants of the A350 are in direct competition with Boeing’s 777, on which GE already supplies all the engines. Rolls and GE at least both offer engines for Boeing’s 787 Dreamliner, which will compete with other variants of the A350.
So a return to vigorous competition among three or more engine-makers is far from guaranteed. Indeed, Zafar Khan of Société Générale, a bank, suggests that since Rolls is relatively small and Pratt is part of a deep-pocketed conglomerate, United Technologies, Pratt might contemplate bidding for Rolls to ensure its return to the widebodied market. That would require the agreement of the British government, which has a “golden share” in Rolls. But if such a deal also ensured Rolls’s long-term future, that might not be impossible.

As informações são"http://www.economist.com/news/business/21594987-pratt-whitney-hopes-high-tech-engine-will-restore-its-former-dominance-gearing-up-fight".Sempre é citado o link de referência.

Jato executivo mais rápido do mundo estreia em feira de SP

A Gulfstream mostra pela primeira vez na maior feira de aviação executiva da América Latina, a Labace, o seu maior jato executivo, que é considerado a forma mais rápida de viajar atualmente no mundo a bordo de uma aeronave civil. O G650 tem velocidade máxima operacional de cruzeiro de 982 km/h (0.925 Mach) e custa cerca de US$ 64,5 milhões.

Além de velocidade, a aeronave equipada com motores Rolls-Royce é de longo alcance, capaz de levar oito passageiros e tripulação de quatro pessoas em um trajeto sem escalas de até 12.964 km - de Londres a Buenos Aires, por exemplo. Para estas viagens mais longas, a velocidade de cruzeiro é menor, de “apenas” 902 km/h.
O interior do G650 pode ser escolhido entre 12 configurações diferentes de disposição, para transportar atá 18 pessoas. Entre os opcionais estão mesa para reuniões de até seis lugares, cabine dormitório, sofá que se converte em cama para duas pessoas e televisão retrátil LCD de 26 polegadas.
De acordo com o presidente da Gulfstream, Larry Flynn, atualmente há 40 aeronaves da marca em operação no Brasil e 175 na América Latina. “Não parece muito, mas há oito anos não tínhamos nenhum no Brasil”, afirmou, lembrando que a empresa aumentou os investimentos locais inclusive com um centro de manutenção em Sorocaba (SP).

O G650 recebeu a certificação no ano passado e ainda não tem nenhuma unidade no País. Mas quem quiser ser o primeiro brasileiro a ter um em sua frota terá que esperar na fila ao lado de famosos globais como Raulph Lauren, Oprah Winfrey e Warren Buffett. Segundo informou a revista Business Insider em julho, quem entrar na fila agora não terá a aeronave antes de 2017.
Na Labace, a Gulfstream mostra também pela primeira vez o jato médio G280, que tem alcance de 6.667 km a uma velocidade de cruzeiro de 850 km/h. Em sua viagem rumo a Labace, o avião estabeleceu um recorde entre as cidades de San Juan, em Porto Rico, e Foz do Iguaçu, no Brasil. A distância de 5.371 km foi percorrida em 6 horas e 28 minutos.

As informações são"Terra ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Rolls-Royce admite responsabilidade na avaria em avião da Qantas em 2010

A Rolls-Royce reconheceu nesta quinta-feira sua inteira responsabilidade na avaria em um motor Trent de uma aeronave modelo Airbus A380 da companhia australiana Qantas, que sofreu um acidente em novembro de 2010 devido a um defeito na mangueira de óleo.


O avião precisou realizar um pouso de emergência em Cingapura, com um dos motores pegando fogo e uma das asas parcialmente destruída.

A Qantas decidiu manter em terra toda a sua frota de aviões A380, e em 2011 a Rolls-Royce aceitou pagar 70 milhões de euros em indenização à companhia australiana.

Em sua conclusões finais publicadas nesta quinta, o Escritório de Segurança do Transporte da Austrália (ATSB) estabeleceu que as mangueiras de óleo do motor número dois não estavam de acordo com as certificações técnicas.

"A ATSB conclui que a avaria no motor resultou de fissuras por desgaste em uma mangueira de óleo", indicou o informe.

Estas fissuras, resultado de defeitos em sua fabricação, "causaram o vazamento de óleo que provocou o incêndio", acrescentou.

O engenheiro responsável da Rolls-Royce, Colin Smith, lamentou "o incidente raro e grave".

"A Rolls-Royce se esforça constantemente para cumprir as mais estritas normas de segurança, qualidade e fiabilidade que nossos passageiros e clientes têm o direito de exigir. Nós falhamos", declarou em um comunicado.

A Rolls-Royce concorda com as conclusões da ATSB, ressaltou.


As informações são"Swiss info".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza 

Airbus obtém encomenda de US$7,5 bi da Air France-KLM

Airbus recebeu uma encomenda de 25 unidades do jato A350-900. O pedido, avaliado em 7,5 bilhões de dólares a preços de tabela, foi feito pela companhia aérea Air France-KLM, durante feira do setor em Paris.
A encomenda inclui opções por outros 25 aviões, disse a Airbus.
O avião deve ser colocado em serviço pela Air France em 2017 e mais tarde pela KLM.
Além disso, a Air France-KLM disse ter assinado um memorando de entendimentos com a Rolls-Royce para equipar o A350 com motores Trent XWB.

As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira 

Singapore Airlines terá motores Rolls-Royce Trent em Boeing 787

Modelos Boeing 787-10x da Singapore Airlines serão operados com motores Rolls-Royce Trent 1000, que serão entregues a partir de 2018. Serão 30 unidades com os equipamentos, escolhidos após avaliação detalhada das ofertas existentes. 

Com a assinatura do contrato, a Rolls Royce será responsável pela manutenção dos produtos reparo e reformulação dos serviços para motores, além de providenciar peças de reposição, caso necessário.


As informações são"M&E por Arthur Stabile".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Airbus confirma primeiro voo do A350 XWB

A Airbus confirmou nesta terça-feira (11/06) que o primeiro voo do A350 XWB está programado para esta sexta-feira, 14 de junho, com base na visibilidade atual do programa e com o status do teste de voo. Se as condições meteorológicas permitirem, o A350 XWB “MSN1” decolará do aeroporto de Toulouse-Blagnac por volta de 10h (horário local). O A350 XWB é a novíssima linha de produtos de médio a longo alcance, formada por três versões e que acomoda de 270 a 350 passageiros na configuração típica de três classes.


 As equipes de teste de voo do A350 XWB estão realizando as últimas verificações no A350 XWB “MSN1” antes de dar a liberação final para o primeiro voo. Testes recentes realizados com sucesso incluem a primeira ativação, em 2 de junho, dos motores Rolls-Royce Trent XWB com eficiência de combustível no MSN1.

A nova família trará uma mudança na eficiência quando comparada a aeronaves existentes nesta categoria de tamanho, que usa 25 por cento menos combustível e oferece uma redução equivalente nas emissões de CO2. Estimado para entrar em serviço no segundo semestre de 2014, o A350 XWB já recebeu 613 encomendas de 33 clientes no mundo todo.



As informações são"M&E by Pedro Menezes".Sempre é citado o link de referência.

Rolls-Royce fornecerá motores para 30 aviões da Singapore Airlines

A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, fornecerá motores Trent XWB para 30 aeronaves Airbus A350-900 da companhia aérea Singapore Airlines. Segundo a empresa, o modelo Trent XWB é, atualmente, o motor mais eficiente do mercado desenvolvido para a aviação civil.

A Singapore Airlines encomendou 30 aviões A350-900 e possui opção de compra para mais 20 aeronaves, que poderá se converter em pedidos formais para modelos A350-1000. Com o anúncio, a companhia aérea eleva para 70 o número de aviões A350-900 já solicitados.
O Trent XWB é o único motor utilizado em aeronaves A350-900 e também será exclusivo para a A350-1000. Foi o modelo mais vendido de toda a linha Trent do Grupo britânico, com mais de 1.300 unidades encomendadas por 35 compradores.
As informações são"JC".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

Airbus A350 Rolls Out of Paint Shop to Ready Test Flights


Airbus SAS’s first flyable A350 rolled out of the paint shop as engineers prepare for the maiden test flight in coming weeks.
The plane, with a blue Airbus logo and the A350 name painted onto a white fuselage, emerged from the hangar today in Saint Martin, a suburb of Toulouse in southwestern France, where Airbus also paints its wide-body A330 planes.

The European manufacturer wants to perform the first flight of the A350 later this year, and bring the wide-body aircraft into commercial service by the end of 2014. Airbus has designed the A350 to challenge Boeing Co (BA).’s 787 Dreamliner as well as its best-selling 777 model. Boeing recently began marketing a successor to its popular 777, whose dominance is coming under attack by the largest A350 variant.
Airbus has not planned the traditional large, public event known as a roll-out, when manufacturers invite airline customers, suppliers, government officials and the press to view the plane once it’s been painted and is on track to prepare for first flight.
Instead, the planemaker has invited only a portion of the Airbus workforce to view the plane later this evening, La Depeche du Midi reported.



As informações são"bloomberg".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes 

Modelo A350 é nova estrela da Airbus


O ano de 2006 marcou o começo da construção do avião para voos de longa distância A350, novo projeto da Airbus, subsidiária da EADS. O A350 é o resultado do trabalho de uma equipe internacional. Cerca de dois mil designers europeus têm trabalhado no desenvolvimento da econômica, leve e moderna aeronave, que terá três versões, capazes de acomodar de 250 a 400 passageiros.
O A350 deve entrar em operação em 2014. Quase 600 aviões já foram encomendados, entre suas três versões, por mais de 30 companhias aéreas e empresas de leasing de todo o mundo.
Pelo cronograma, a Qatar Airways será a primeira companhia a receber, em meados de 2014, na sede da Airbus em Toulouse, o primeiro dos 80 aviões encomendados pela companhia aérea. Já foram investidos cerca de 10 bilhões de euros no complexo projeto da aeronave, destinada para o crescente mercado de voos de longa distância.
Quebra-cabeças europeu
Pesquisas de mercado apontaram que, para os próximos 20 anos, a demanda é de mais de 6.000 máquinas. A Airbus espera uma fatia de mercado bem superior a 50% e, assim, deixar para trás a eterna concorrente de Seattle. As novas maravilhas voadoras de alta tecnologia custam entre 250 milhões e 330 milhões de euros e consomem 6% menos combustível que seu concorrente, o Dreamliner, da americana Boeing.
A construção de um avião pela Airbus envolve uma complicada logística, reunindo componentes vindos da Alemanha, França, Reino Unido e Espanha. De Gatafe, na Espanha, vêm os estabilizadores horizontais. As asas são feitas na Inglaterra. Em Hamburgo e Stade são fabricadas as fuselagens dianteira e traseira, sendo transportadas até a fábrica em Toulouse, onde ocorre a montagem final da aeronave. De lá, deverão deixar os hangares de produção, a partir de 2014, até dez aviões por mês, caso tudo ocorra como planejado.
Protótipo digital
A Airbus tem evitado o uso da palavra "revolucionário", mas o A350 foi projetado para ser a mais avançada aeronave de longa distância do mundo, constituída em 50% de materiais compósitos. Além desses leves e modernos materiais, novos motores, uma melhor aerodinâmica e uma cabine confortável garantem a vantagem competitiva do avião.
Antes do voo inaugural do A350, previsto para o meio deste ano em Toulouse, ainda há muito a se fazer. Mais de mil funcionários, em 90 companhias ao redor do mundo, trabalham simultaneamente no novo avião, dos quais há cinco aeronaves de teste sendo construídas.
Com a ajuda de um protótipo digital, que documenta e mostra todos os últimos detalhes da fase de construção e teste do avião, todos os funcionários e fornecedores envolvidos no projeto podem saber detalhadamente e online onde ainda há trabalho a ser feito: qual cabo ainda está faltando, se as baterias não vão superaquecer ou como funciona o ajuste das peças.
Isso pode ajudar a evitar complicações graves, como as que aconteceram com o Dreamliner, que teve problemas em suas baterias. Em resposta ao ocorrido com o modelo da Boeing, o Airbus A350 vai abrir mão da instalação das polêmicas baterias de íons de lítio e começará a operar com baterias normais.
Novos padrões de produção
Nas novas unidades de produção em Toulouse e Hamburgo, mais de 3.000 funcionários trabalharão na produção do A350. A montagem seguirá um plano de produção em módulos que se encaixam milimetricamente, visando redução de tempo e custos de construção. A área de montagem da nova fábrica, em Hamburgo, vai ter uma gestão de abordagem sistemática, que busca a excelência operacional. Nenhum componente estará exposto sem ser utilizado. Toda a área será completamente limpa e funcionará como um circuito integrado.
O novo modelo de produção promete ser até 30% mais rápido, já que distribui a estrutura e a construção interior em módulos individuais, que depois são inseridos e conectados às fuselagens pré-fabricadas. Até o visual da nova fábrica tem que combinar com a alta tecnologia. Os uniformes de trabalho serão brancos, substituindo os tradicionais, de cor azul.
Econômico e conveniente
Em relação ao conforto dos passageiros, as diferenças entre o Dreamliner e o A350 são mínimas. Um ar interno mais agradável, assentos mais amplos, um design de iluminação compatível com as fases do dia ou da noite, assim como janelas maiores são características comuns a ambos os modelos.
Quando o primeiro voo comercial do A350 ocorrer, provavelmente no final de 2014, mais de cem aviões Dreamliner já estarão em funcionamento. Então, começarão a ser reveladas as diferenças entre os dois modernos jatos de longa distância, na competição para ver quem oferece mais segurança, economia e conforto.




As informações são"DW Autor: Sven Ahnert (mas) Revisão: Marcio Damasceno".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Rolls-Royce completa com êxito testes para atualização do motor T56

A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há mais de 50 anos, e a Força Aérea dos Estados Unidos completaram com sucesso os testes finais para a atualização do motor T56, que alimenta as aeronaves de transporte C-130 da divisão militar americana. De acordo com a companhia britânica, a série 3.5 foi projetada para proporcionar melhoria de desempenho aos motores, levando à economia de combustível e ao aumento de confiabilidade dos equipamentos.

A atualização do motor passava por consistente programa de inspeção havia meses, conduzido por equipes técnicas da Rolls-Royce e da Força Aérea americana. As verificações feitas provaram a durabilidade das novas lâminas, pás e outras peças do motor T56, segundo a companhia. Com a conclusão do programa de testes, a Rolls-Royce espera receber até o fim do ano a certificação da série 3.5 pela Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês), entidade subordinada ao Departamento de Transportes do país, além da qualificação emitida pela própria Força Aérea dos Estados Unidos.

O presidente da Rolls-Royce na América do Sul, Franciso Itzaina, comemorou o êxito dos testes finais. “A conclusão do programa reforça o sucesso contínuo que tivemos no desenvolvimento da série 3.5 para nossos motores T56”, afirmou o executivo, ao destacar a redução de cerca de 9,7% no consumo de combustível propiciada pela melhoria.

A atualização é considerada parte das manutenções periódicas do motor e não demanda modificações na aeronave, nem nos sistemas de controle. Cada avião C-130 tem quatro motores Rolls-Royce T56. A estimativa do Grupo é de que a Força Aérea americana possua, aproximadamente, 220 aeronaves desse modelo, todas elas elegíveis para atualização. Com as melhorias, o motor permitirá que a Força Aérea dos Estados Unidos continue a operar sua frota C-130H até 2040. Em análise, a instituição estima que a economia de longo prazo com a modernização do equipamento poderá exceder R$ 3,9 bilhões*.


As informações são"Rolls-Royce, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

British Airways tem nova executiva de marketing no Brasil

A British Airways acaba de reforçar sua equipe nacional com a chegada de uma nova gerente de marketing. Profissional da área, com vivência nos segmentos premium e automotivo, Gabriela Cicone deixa o escritório da BMW após sete anos de casa. Na empresa teve a oportunidade de atuar diretamente com as marcas BMW, Rolls-Royce e, mais recentemente, pelo start-up da MINI no Brasil. 

Com vivência internacional, bacharelado em turismo pela faculdade Anhembi Morumbi e pós graduação em administração de empresas pela FAAP e Master em Marketing pela ESPM Gabriela assume a coordenação do departamento da companhia, que mantém voos diários entre Rio de Janeiro e São Paulo para o aeroporto Heatrhow, em Londres. 


As informações são"M&E by Rafael Massadar".Sempre é citado o link de referência.