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Governo apresenta hoje plano de incentivo para aviação regional

O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, promove hoje (19/03), em Brasília, o lançamento oficial do Plano Nacional de Outorgas da Aviação Regional. A ideia é oferecer uma série de medidas de incentivo e subsídios para o setor contemplando também aeroportos regionais.

As informações são"http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/104227/governo-apresenta-hoje-plano-de-incentivo-para-aviacao-regional".Sempre é citado o link de referência.

Embraer surge como líder global do mercado de jato regional

Embraer SA, pioneira na construção de jatos regionais, está surgindo como líder global de um mercado que está encolhendo à medida que as companhias aéreas optam por aviões maiores.


A Bombardier Inc., concorrente da Embraer que começou a vender os aviões duas décadas atrás, está focando no desenvolvimento de um modelo maior para as operações principais com jato das transportadoras e não chegou a um acordo regional nos EUA neste ano. O novo lançamento da Mitsubishi Aircraft Corp. enfrenta um segundo atraso e não estará pronto até 2017.
O resultado é um cenário mais claro para a Embraer em meio a uma desaceleração dos pedidos por jatos regionais no setor para menos da metade do pico de 408, em 2007.
A Embraer, com sede em São José dos Campos, deve começar a embarcar modelos E2 atualizados em 2018, com uma tecnologia mais nova que a da Bombardier e uma herança que a Mitsubishi não pode igualar.
“Com o E2 proposto, a Embraer está mais próxima de ser a principal -- ou melhor, a dominante -- produtora de jatos regionais, porque a Mitsubishi está atrasada, atrasada, atrasada”, disse Cai Von Rumohr, analista da Cowen Securities LLC em Boston, por telefone.
Ele classifica os recibos de depósitos americanos da Embraer como “neutro” e não cobre a Mitsubishi ou a Bombardier.
A Embraer está se posicionando para sobreviver ao abalo com a atualização do E2, anunciada neste ano, que adiciona motores melhorados e um novo desenho de asa para seus E-jets.

As informações são"Christiana Sciaudone exame via bloomberg".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Aeroporto da Pampulha pode operar apenas com aviação executiva e regional

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e a Prefeitura de Belo Horizonte devem entregar no mês que vem à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) o plano de desenvolvimento que deve direcionar os rumos do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, na Pampulha, pelos próximos anos. A proposta é permitir que ele foque na aviação executiva e regional, deixando para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, os voos interestaduais e internacionais. O estudo, elaborado pela empresa de consultoria KED Consultantes, é usado como argumento do governo estadual para incentivar as empresas a participar do leilão de privatização de Confins. Elas estariam receosas por não saber ao certo o que seria feito do terminal da Pampulha.


Pelo estudo, o aeroporto teria capacidade para receber mais de 300 jatos executivos, fortalecendo a aviação executiva, inclusive com a criação de uma aduana para controle da entrada e saída de mercadorias de voos internacionais. Segundo estimativa, somente o setor de manutenção de aeronaves seria capaz de gerar aproximadamente 3 mil vagas de emprego. “Queremos estimular fortemente a aviação executiva. É um projeto para fortalecer a nova centralidade do contorno da Pampulha”, afirma o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Athayde.


O governo estadual quer ainda que a Pampulha funcione como um terminal complementar ao aeroporto de Confins para permitir que até 2016 sejam 30 cidades mineiras com voos regulares para a capital. O masterplan para o aeroporto inclui também o que está previsto para o desenvolvimento da região situada a até 10 minutos do terminal. O planejamento assemelha-se ao que é feito pelo governo estadual na formação da aerotrópolis (cidade-aeroporto), tendo Confins como eixo principal.

A destinação do aeroporto é um dos questionamentos apresentados pelas empresas interessadas na concessão do aeródromo internacional. As possíveis concessionárias temem que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revogue a portaria que desde 2007 limita as operações a aeronaves de até 75 lugares. Caso isso ocorra, a Pampulha poderia atrair voos domésticos, o que afetaria o fluxo em Confins e, por consequência, alteraria a taxa de retorno. Em entrevistas recentes, o chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência da República, ministro Moreira Franco, afirmou que Belo Horizonte teria um aeródromo voltado para a aviação executiva, repetindo os projetos do Rio de Janeiro e de São Paulo, onde as unidades serão privadas. 

NOVOS RUMOS
 Nas audiências públicas presenciais para discutir a minuta do edital de concessão de Confins e do Galeão, os representantes da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República foram incisivos em afirmar que o contrato não pode determinar os rumos da Pampulha e de outros terminais. “O estudo influencia fortemente o Aeroporto Internacional Tancredo Neves para mostrar que não há concorrência com a Pampulha. Não há uma concorrência predatória entre ambos”, afirma o subsecretário.

Antes de terem sido estabelecidas as restrições, o Aeroporto Carlos Drummond de Andrade tinha fluxo bem superior. Em 2004, foram 3,2 milhões de passageiros, enquanto no ano passado o número de passageiros representou menos de um quarto desse total: 774,88 mil. Já no aeroporto de Confins os números foram inversos: saíram de 388,58 mil em 2004 para 10,39 milhões de passageiros transportados em 2012.

Segundo a Infraero, atualmente, o aeroporto da Pampulha tem 62 voos por dia de segunda a sexta-feira; 27 aos sábados e 26 aos domingos. Do total, 17 são para cidades em estados vizinhos (Cabo Frio, no Rio de Janeiro; Guarulhos, Campinas e Ribeirão Preto, em São Paulo). Além disso, são sete ligações com cidades mineiras (Araxá, Governador Valadares, Ipatinga, Uberlândia, Uberaba, Montes Claros e Patos de Minas).

Passageiros apreensivos com mudança prevista


Entre os consumidores, a maioria com negócios – ou família – na Região Central de Belo Horizonte prefere fazer voos pelo aeroporto da Pampulha. “O aeroporto da Pampulha deveria ter mais opções de voos para São Paulo e Rio de Janeiro. Se tirar os voos interestaduais de lá vai ser muito ruim, vai complicar para a gente”, afirma Robson Pinheiro, terapeuta e autor de livros. Ele e o consultor William Martins viajam semanalmente para outros estados, como São Paulo, e para as regiões Nordeste e Sul do país.

Eles costumam viajar da Pampulha para Guarulhos (SP). Mas a volta é feita via aeroporto de Confins. “Só voltamos por Confins porque não há outra opção. Mas não dá para ficar refém do aeroporto, que é muito longe, falta vaga no estacionamento e o táxi custa entre R$ 100 e R$ 120 até o Centro da capital”, ressalta Pinheiro.

O empresário Ricardo César Menossi mora em São Paulo e vem a Belo Horizonte a cada duas semanas de avião. Ele só usa o aeroporto da Pampulha nos voos para Campinas (SP). “Já usei o aeroporto de Confins, mas lá é muito longe. Aqui fica perto das empresas que tenho que visitar”, diz. Se os voos interestaduais saírem da Pampulha, diz, sua logística vai complicar. “De Campinas eu vou para o interior de São Paulo. Acho o contrário, que deveria ter mais voos da Pampulha direto para São Paulo”, diz.


A supervisora de vendas Roberta Oliveira viaja de avião toda semana. Ela mora em São Paulo e vem a Belo Horizonte a cada dois meses. Na semana passada ela chegou por Confins, mas não gostou da experiência. “É fora de mão, muito longe. Gastei duas horas do aeroporto até as lojas da Leroy Merlin, onde trabalho”, diz. Na viagem de volta ela optou por sair da Pampulha, com voo para Campinas. “Aí eu gastei uns 15 minutos das lojas até o aeroporto. A diferença é muito grande”, diz.

Saiba mais...


O setor da aviação em Minas mantém a polêmica dos voos há quase 10 anos, quando o aeroporto da Pampulha foi fechado para voos com aeronaves com capacidade acima de 50 assentos. Com a limitação, grandes companhias aéreas concentraram suas operações em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), dividindo a opinião da população entre a comodidade de um aeroporto distante apenas oito quilômetros do Centro da cidade, porém insuportavelmente cheio (na época), e a viagem de 40 quilômetros até um aeroporto em outro município, que apesar de bem mais distante, oferece mais conforto e segurança aos usuários. O terminal da capital já passava por grandes problemas  desde o fechamento, por questões meteorológicas, como alagamentos em períodos de chuvas. Enquanto isso, o aeroporto de Confins estava praticamente deserto e era conhecido como um “elefante branco”.


As informações são"".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Aviação precisa chegar ao interior do país, diz Infraero

O setor de aviação civil tem no Brasil enormes possibilidades de crescimento, mas para isso precisa superar conhecidos gargalos, dizem especialistas que participaram do evento “Aerobrasil 2013 – I Seminário Nacional de Aeroportos”, realizado nesta quinta-feira (27), em São Paulo.

“A infraestrutura brasileira, seja ela aeroportuária, seja rodoviária, seja ferroviária, ficou aquém do crescimento da demanda acontecido nos últimos dez anos, por uma série de razões. (...) Essa demanda veio crescendo e a infraestrutura aeroportuária não acompanhou esse crescimento e nós estamos de verdade correndo atrás do prejuízo”, admitiu Antonio Gustavo Matos do Vale, presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
Segundo ele, parte do desafio que se apresenta atualmente é fazer a aviação chegar ao interior do país. “Nosso objetivo é fazer com que nós tenhamos uma aviação regional (...) compatível com a nossa economia e fazer com que o povo brasileiro possa mesmo usar a aviação como seu principal meio de transporte. Os recursos estão dados e cabe a nós, profissionais da área, fazer com que esta aviação surja e esteja compatível.”
Aviação regional
Ao falar sobre o programa de aviação regional do governo, Victor Celestino, diretor de Relações Institucionais da Azul Linhas Aéreas, disse que a companhia – que já opera em mais de cem aeroportos – identificou cem novos aeroportos com potencial de demanda.
“O que estamos preocupados é com o timing deste programa. Quanto mais rápido, melhor, justamente para contrapor estes efeitos macroeconômicos negativos”, disse.
Com relação à aviação civil, Celestino citou três questões que precisam ser rapidamente resolvidas. “Primeiro é a isenção das tarifas, que vai fazer diferença na operação dos aeroportos regionais; depois o subsidio, que está num modelo muito novo e inovador, achamos que deve ser implementado o quanto antes para mitigar justamente essa relação de custo na operação da aviação regional; e, por último, a modernização regulatória, na questão da distribuição dos slots, especialmente a abertura do aeroporto de Congonhas para a Azul, porque já estamos prontos, com os investimentos preparados, somente esperando uma decisão do governo.”
Basílio Dias, diretor de Assuntos Regulatórios da TAM, disse que a companhia tem visto “com muito bons olhos” a questão da aviação regional. “Temos feito estudos internos muito grandes a respeito disso. A TAM nasceu com DNA de uma empresa regional (...) e a vocação dela é de empresa regional”, falou. “A gente sabe que com esse mercado regional hoje a gente mudaria a trajetória do desenvolvimento do Brasil.”
Embora a aviação regional represente uma boa oportunidade na visão dos profissionais que participaram do evento, o coronel Lindolfo Würzler, parceiro da Socicam no aeroporto de Angra dos Reis, afirmou que o grande desafio é tornar os aeroportos regionais superavitários. “Ninguém quer os aeroportos regionais porque não vai dar dinheiro, é ‘boca pobre’”, falou.
Seria importante, na opinião dele, encontrar uma fórmula de viabilizar estes empreendimentos. “Sei que o principal não são as tarifas aeroportuárias (...), mas sim os negócios que poderão ser desenvolvidos nestes aeroportos. Você vai conceder áreas para hangar, para empreendimentos comerciais”, comentou.
Desafios
Ao citar o que considera um dos desafios que o país precisa vencer, José Antunes Sobrinho, presidente do consórcio Inframérica, falou que é preciso formar mão de obra capacitada para atuar no país. “Nosso grande desafio é estruturar e ter capacidade de gestão. A quantidade de novos aeroportos que pela frente é imensa. Estamos com pelos menos duas décadas atrasadas e a aviação ficou muito para trás no papel que deveria ter. Temos de recuperar muito em pouco tempo e para isso precisamos ter gente preparada”, falou.
Para Luiz Alberto Kuster, presidente da Viracopos Aeroportos do Brasil, também é preciso modernizar as leis de aduana, de Receita Federal no país. Segundo ele, existe uma grande oportunidade na carga aérea nacional. “É uma coisa muito tímida, nós não temos essa cultura no país e seria uma grande oportunidade até para subsidiar passagem aérea de passageiro”, falou.
“Um grande desafio está na questão da aduana, na modernização das leis para fazer o desembaraço de cargas. A gente tem uma inconstância muito grande nos processos. Nós temos na média de Viracopos, 50 horas para liberar uma carga e, nos Estados Unidos, se faz isso em 5 horas.”

As informações são"G1 por Fabíola Glenia".Sempre é citado o link de referência.

Senador Mozarilldo Cavalcanti pede votação de projeto de incentivo a aviação regional


Durante um discurso realizado hoje, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, a votação do PLS 130/2001, que trata do adicional tarifário para linhas aéreas regionais suplementadas.


De autoria de Cavalcanti, o projeto foi aprovado pelo Senado em 2001 e seguiu para a Câmara, onde está parado desde 2002. "O projeto (PL 7.199/2002 naquela Casa) foi aprovado em caráter conclusivo em duas comissões da Câmara em 2007, mas teve recurso para apreciação em plenário. Desde então a matéria está parada na Câmara", explicou o senador.
O objetivo da proposta, segundo Cavalcanti, é incentivar a aviação aérea regional, que vem sofrendo nos últimos anos com a concorrência das duas grandes empresas aéreas brasileiras, Tam e Gol.
Cavalcanti também elogiou recente discurso da presidente Dilma Rousse ff prometendo empenho do governo para baratear as passagens de avião e estimular a aviação regional.
De acordo com o senador a aviação regional ainda é muito fraca no País, principalmente na região Norte. Na Amazônia, disse Cavalcanti, várias empresas regionais desapareceram porque as duas grandes empresas acirraram a concorrência, o que ele caracterizou como duopólio. "Gol e Tam fazem o que bem entendem no que tange a tarifas aéreas" disse.
O PLS 130/2001 de Cavalcanti cria um adicional tarifário nas passagens aéreas para a criação de um fundo de desenvolvimento da aviação regional. Com isso, grandes empresas aéreas ajudariam a subsidiar as pequenas e desenvolver regiões menos atendidas pela atual malha aérea. 




As informações são"panrotas".Sempre é citado o link de referência.

Com subsídios e reforma de aeroportos, aéreas regionais querem voltar a crescer


A concessão de subsídios para companhias aéreas que realizarem voos regionais e a reforma de aeroportos no interior devem incentivar o retorno de empresas que pararam de voar e a expansão da frota das companhias menores. O governo anunciou em dezembro um pacote de incentivo à aviação regional que prevê desembolso de até R$ 1 bilhão em subsídios e investimentos de R$ 7,3 bilhões na reforma de 270 aeroportos. 
As medidas ainda estão em análise pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), mas já provocaram uma agitação entre as empresas. Voam hoje no Brasil apenas quatro companhias puramente regionais - a gaúcha Brava (antiga NHT), a paulista Passaredo, a goiana Sete e a amazonense MAP, que estreou no mercado neste mês. Essas empresas, juntas, s omam menos de 1% dos voos nacionais.
A Azul/Trip faz tanto rotas regionais quanto voos entre capitais. Gol, TAM e Avianca voam para algumas cidades do interior, mas seu foco são as rotas de alta demanda.
O aumento de custos no setor levou dez companhias a suspender os voos desde 2010 (veja ao lado). Mas, se o plano do governo sair do papel, ao menos duas delas querem voltar ao mercado. A baiana Abaeté, que suspendeu os voos em 2012 após registrar prejuízo mensal de R$ 100 mil, tem nove aeronaves paradas esperando o projeto sair do papel. "São voos deficitários, que só se viabilizam com subsídios. Se tiver subsídio, vamos voltar", diz Tiago Tosto, diretor de operações da empresa. 
Outra que pretende retomar os voos é a paranaense Sol, que parou em 2011. "A reforma dos aeroportos é mais importante do que o subsídio", diz o dono da empresa, Marcos Solano.
O pacote do governo também deve estimular novos empresários a entrar no setor aéreo. "Voltei a ser p rocurado por grupos que atuam no setor rodoviário interessados em abrir uma empresa aérea. Isso tinha parado nos últimos anos", ressalta o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Chryssafidis.
Investimentos. A Sete Linhas Aéreas estava em plena fase de reavaliação de sua malha quando o governo anunciou o pacote de incentivo à aviação regional. A companhia, que leva 7,5 mil passageiros por mês para 18 cidades das regiões Norte e Centro-Oeste, preparava-se para abandonar as rotas menos rentáveis. "Com o subsídio, muitos voos deficitários vão se viabilizar. Vamos manter a malha e ampliar os destinos atendidos", afirma o diretor comercial da Sete, Décio Marmo de Assis. 
A companhia também vai brigar por um espaço no Aeroporto de Congonhas para fazer voos para Goiás e para o sul de Minas Gerais. Uma das propostas em estudo no governo é redistribuir os slots (horários de pouso ou decolagem) no aeroporto paulista - e um dos critérios deverá ser a oferta de rotas regionais. 
"Se esse projeto sair do papel, nosso plano de operar com aviões maiores será acelerado", diz Assis. Hoje, a empresa voa com dois Embraer 120 Brasília, com 30 lugares, e cinco Cessna 208 Caravan, com nove lugares. 
Outra que deve correr para comprar aviões maiores se o projeto for aprovado é a Brava, que voa com quatro aviões LET, de 19 lugares. "O subsídio para rotas regionais será ótimo, mas mais importante será ganhar mais slots em Congonhas. O empresário do interior também quer descer em Congonhas", diz Jorge Barouki, presidente da empresa. A Brava já faz um voo semanal de Congonhas para Curitiba, mas deve alterar o voo para São Carlos (SP).
Recuperação. O presidente da Passaredo, José Felício Filho, diz que a abertura de Congonhas e a concessão de subsídios podem ajudar a empresa a se reerguer - ela está em recuperação judicial desde o ano passado. "O subsídio reduz o (nosso) risco ao entrar mos em novos mercados e permite estimular a demanda com tarifas menores."
A novata MAP voa apenas de Manaus para Parintins, mas tem interesse em atender a 12 cidades da região Norte. "Todas têm alguma restrição no aeroporto", diz o presidente da empresa, Marcos Pacheco. Para ele, a reforma de aeroportos no interior vai viabilizar a expansão da malha e voos para cidades ainda não atendidas por linhas regulares.



As informações são"O Estado de S Paulo by Marina Gazzoni".Sempre é citado o link de referência.

Governo decide dobrar slots para aéreas menores e punirá atrasos

Preocupado com a alta no preço das tarifas aéreas e com o objetivo de aumentar a concorrência na aviação comercial o Governo, por meio da Anac prepara um programa de redistribuição dos slots que forem retomados. A ideia é mais do que dobrar o volume cedido para as aéreas de menor porte, hoje restrito a 20%. A outra metade será sorteada entre os interessados, incluindo as novatas. Também haverá um aumento na fiscalização em relação a cancelamentos promovidos pelas grandes companhias com punição. As regras valerão inclusive para os aeroportos mais disputados como Congonhas e Guarulhos. Mudam as regras de regularidade e pontualidade e que a partir de agora ficam em 90% e 80% respectivamente. Quem não atingir esses índices será punido.

Outra novidade foi a publicação na sexta feira no Diário Oficial do modelo de subsídio da aviação regional. O Governo irá bancar até 50% dos assentos no limite de até 60 para as empresas que atuam no setor.


As informações são"mercado e eventos via O Globo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira 

Operação da Brava Linhas Aéreas em Concórdia começa dia 4 de março


O diretor comercial da Brava Linhas Aéreas, Jefrey Kern, está confirmando que a atividade em Concórdia começa na segunda-feira dia 4 de março. "Operaremos inicialmente com aeronave Led para 19 pessoas e depois implantaremos outra aeronave com mais capacidade", informa o executivo.

Jefrey não informa os valores dos bilhetes, o que acontecerá nos próximos dias. "Agora pensaremos no guichet no Aeroporto de Concórdia e toda a estrutura necessária", comenta.

O vôo de Concórdia para Florianópolis deverá sair às 09h30. A rota é Porto Alegre-Passo Fundo-São Miguel do Oeste-Concórdia-Florianópolis e vice-versa.


As informações são"Rádio Rural".Sempre é citado o link de referência.

Aviação regional tem hoje a mais tímida contribuição para o setor aéreo em toda a sua história


A aviação regional tem hoje o menor número de companhias e a mais tímida contribuição para o setor aéreo em toda a sua história. Em dezembro, eram apenas quatro companhias de pequeno porte, com menos de 1% de participação de mercado. O número de cidades atendidas pelo setor aéreo no país também encolheu, de cerca de 400, nos anos 1960, para 122.
As aéreas regionais responderam por 0,68% da demanda doméstica, sendo que uma está em recuperação judicial (Passaredo) e duas não operam voos desde o primeiro trimestre de 2012 (Abaeté e Team).
Ao fim de 2006, ano em que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciou a sua série histórica de dados, eram 13 empresas de pequeno porte, que representavam 2,61% do mercado. "Temos o menor número de empresas regionais dos últimos tempos. E a tendência é diminuir ainda mais", diz o presidente da Associação Bra sileira Das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis.
Com o encolhimento da aviação regional, o número de cidades atendidas também recuou. Em meados da década de 60, lembra o brigadeiro Mauro Gandra, ex-diretor-geral do Departamento de Aviação Civil (DAC, antecessor da Anac), eram em torno de 400 municípios. Segundo a Anac, em novembro, 122 cidades recebiam voos regulares.
"Queremos voltar a ter uma quantidade enorme de aeroportos, mas em outro contexto, o de uma aviação civil como transporte de massa", diz o secretário-executivo da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Guilherme Ramalho. "O Brasil já teve no passado uma quantidade superior de aeroportos, mas dentro de um outro contexto, com exclusividade de rotas, subsídio por pousos. Muitas vezes não tinha transporte de passageiros", acrescenta.
Ramalho se refere à primeira fase do pacote de investimento de R$ 7,3 bilhões, anunciado pelo governo no dia 20 de dezembro, para melhorias e construção de 270 aeroportos no país. "Temos 720 aeródromos públicos. Dentro destes 720, selecionamos 270 localidades prioritárias. Concluídas estas 270, haverá um segundo lote. Aí sim, nosso objetivo é dotar estas 720 ou 800 localidades com infraestrutura adequada", disse.
A partir de fevereiro, uma equipe de técnicos vai visitar as 270 localidades para analisar a necessidade de melhorias ou construção de novos aeroportos. Em abril, os primeiros desenvolvimentos e conclusões de anteprojetos de engenharia. Em meados de junho, serão realizadas as primeiras licitações. As obras terão início no segundo semestre, contou Ramalho.
Ele revelou ao Valor que está em fase final a redação do texto de um outro incentivo que o governo pretende conceder à aviação regional. Será a isenção de todas as tarifas aeroportuárias para aeroportos com fluxo de até 1 milhão de passageiros por ano.
"Vamos submeter à consulta pública, até o fim do mês, a proposta de subs ídio a rotas regionais, todas aquelas que não sejam entre duas capitais", diz Ramalho. Segundo ele, a ideia é subsidiar os assentos ocupados de uma rota regional até o limite de 50% da capacidade total da aeronave, ou o equivalente ao teto de 60 assentos.
"Acho muito difícil [voltar ao número de aeroportos da década de 60]. Sinto que isso é um pouco de sonho, pode até funcionar, mas voltar até o que era não vai. Até pela capacidade econômica da população", disse o brigadeiro Gandra.
Para a Abaeté, que quer renovar sua concessão, a esperança reside no programa de incentivo para a aviação regional. "Sem o pacote, a gente não vai fazer nada. Sem reestruturar aeroportos, sem haver incentivos, a gente abandona e manda cancelar a nossa concessão", disse o diretor de operações da Abaeté, Álvaro Guimarães.
Para o especialista em aviação da Coppe/UFRJ, Elton Fernandes, o encolhimento da aviação regional é uma mistura de situação financeira delicada e a consolidação do setor, com várias aquisições nos últimos anos. As empresas aéreas têm tido prejuízos seguidos no país. "Estamos com problemas de sustentabilidade no setor", disse.


As informações são"O Valor Economico".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Plano de Incentivo da Aviação Regional fica no papel mais uma vez.

Estratégico para o desenvolvimento do país, o plano do governo para estimular a aviação regional está travado na burocracia. As discussões sobre o tema, concentradas na Casa Civil desde novembro, não avançaram, segundo interlocutores do governo, porque os assessores da presidente Dilma Rousseff não chegaram a um consenso. Falta definir os aeroportos que serão contemplados, quanto a União está disposta a gastar de fato e estabelecer novas medidas de gestão. Segundo a Secretaria de Aviação Civil (SAC), atualmente 130 aeroportos recebem voos regulares no país, sobretudo nos grandes centros, o que permite atender 79% da população - considerando pessoas distantes até 100 km dos aeroportos - e 62% dos municípios. O plano prevê ampliar o serviço a 90% da população, chegando a mais de 200 aeroportos.
O setor já identificou pelo menos 180 aeroportos com d e manda reprimida e potencial de crescimento, principalmente em São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Pará. Faltam neles caminhões de bombeiros, profissionais, aparelhos de raio-X, detectores de metais, estações de meteorologia, postos de reabastecimento de combustíveis e até cerca para isolar a pista e evitar acidentes com pessoas e animais. O setor estima que serão necessários R$ 2,4 bilhões para preparar esses aeroportos.
Para atender essa demanda, o governo concebeu o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), que vai receber os aportes dos aeroportos concedidos à iniciativa privada e aplicar cerca de 25% dos recursos da aviação regional. Mas a criação desse fundo, que receberá R$ 1 bilhão ao ano por 25 anos, está empacada, sem sequer uma minuta de regulamentação. As aéreas elogiam as intenções do governo, mas reclamam que é preciso tirá-las do papel.
- Vontade política não basta. É preciso ter uma ação proativa do governo - diss e o diretor de Relações Institucionais da Trip, Victor Celestino.
Segundo ele, a SAC terá que enfrentar as dificuldades históricas para fechar convênios e repassar recursos para prefeituras e estados, hoje responsáveis pelos aeroportos regionais. O antigo Profaa (programa de auxílio ao setor), que passou a fazer parte do Fnac, teve um desempenho pífio por isso e por falta de orçamento.
Para tentar superar entraves, algumas empresas se veem obrigadas a fazer investimentos próprios para atender determinadas localidades. A Trip comprou detectores de metal para voar no interior do Amazonas e capacita funcionários dos terminais. Já a NHT comprou um caminhão de abastecimento para voar para Santo Angelo (RS) e investe numa estação de meteorologia. A NHT está prestes a mudar o perfil da frota (de Let 410, 19 lugares, para EMB, 30 assentos) e deverá ter problemas para pousar em alguns dos 15 aeroportos onde opera, embora diga que poderia dobrar o número de cidades atendid as.
- Não podemos perder de vista que a população, inclusive a classe D, está cada vez mais interessada em voar - disse Décio Marmo de Assis, diretor de marketing da Sete, que atua entre Goiás e Pará.


As informações são"O Globo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Dilma quer incentivar aviação regional


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A presidente Dilma Rousseff pretende lançar, em breve, um pacote de incentivos para aquecer a aviação regional, segundo informou a colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo. A jornalista informou ainda que a presidente não está satisfeita com o fato de que o mercado aéreo nacional está concentrado praticamente na mão de duas empresas.

Antigamente, 15 empresas de porte médio atendiam 200 cidades brasileiras. Agora, são apenas quatro que atingem aproximadamente 130 cidades. Segundo a jornalista, a presidente tem revelado a interlocutores que pretende incentivar e ampliar o mercado regional, para que as empresas possam superar as adversidades.


As informações são"BandNews FM".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz

Anac aponta 148 indícios de irregularidades em empresa Noar

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) emitiu, até dezembro de 2011, 148 autos de infração para a empresa aérea Nordeste Aviação Regional Linhas Aéreas (Noar Linhas Aéreas), que teve um de seus aviões envolvido em um acidente que matou 16 pessoas em julho de 2011 no Recife (PE). Das penalidades, 62 foram aplicadas contra a própria empresa, 85 para comandantes e um para o diretor de manutenção da companhia aérea. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, no Recife, durante uma reunião com parentes das vítimas do acidente.



Segundo a assessoria de imprensa da Anac, a Noar recorreu das sanções aplicadas e os recursos aguardam para serem julgados em primeira instância pela agência. Os 148 autos de infração variam entre R$ 6 mil e R$ 7 mil (cada um) para a empresa, e podem chegar a R$ 3,5 mil (cada um) para os comandantes.
Na reunião de hoje, a Anac informou aos parentes das vítimas que o certificado de homologação da Noar foi suspenso logo após o acidente em função de denúncias de possíveis irregularidades nas operações da empresa. A paralisação das atividades permanece até hoje, já que, segundo a agência, a única aeronave da companhia aérea está proibida de voar devido a "condições operacionais inadequadas". Além disso, conforme a Anac, o corpo funcional mínimo exigido para que a empresa funcione dentro das normas da aviação civil está incompleto.
De acordo com a agência, as investigações das causas do acidente estão a cargo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica.
Em nota, a Noar Linhas Aéreas afirmou que os autos de infração não estão relacionados com o acidente aéreo ocorrido no dia 13 de julho de 2011. "Esses autos são providências administrativas, previstas em lei, foram emitidos após o acidente, e estão sendo contestados administrativamente pela Noar e serão contestados judicialmente, se necessário". "Destacamos ainda que a Noar Linhas Aéreas S.A. foi homologada pela Anac, autoridade primária concedente, inclusive tendo essa (Anac) realizado vistorias periódicas na empresa, tendo sido a última, antes do acidente, realizada no dia 22 de junho de 2011", diz o texto.
A Noar também se manifestou a respeito da suspensão das operações. "(...) Esclarecemos que, tendo em vista a decisão da empresa de não retomar as operações com o avião modelo LET-410, a Noar optou por não solicitar a retomada do certificado de aeronavegabilidade da aeronave PR-NOA".
O acidente
O avião LET-410 da Noar Linhas Aéreas decolou do Recife na manhã do dia 13 de julho de 2011 para uma viagem até Mossoró (RN), com escala em Natal (RN). Minutos depois de deixarem a pista do Aeroporto Internacional dos Guararapes, os pilotos avisaram à torre que estavam com problemas e pediram para retornar. A aeronave caiu com quatro minutos de voo. Os dois tripulantes e 14 passageiros morreram na hora.


As informações são"Terra Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Rotas da Passaredo no Encontro Gapnet


Com grande foco de atuação na região centro-oeste - atualmente são seis cidades nesta região - a Passaredo estará participando entre os dias 24 a 27 de maio, na quarta edição do Encontro Comercial Gapnet - Agentes e Fornecedores, na Fazenda Hotel Mestre D’ Armas, em Cocalzinho (GO).  
Atuando no segmento aéreo regional desde 1995 e operando atualmente uma frota de 14 aeronaves Embraer ERJ 145, a Passaredo atende um total de 26 municípios, é a segunda empresa do mercado aéreo regional brasileiro. Com sede em Ribeirão Preto, a companhia atualmente, opera em média 84 voos diários. 
Durante o evento, a Passaredo pretende apresentar em suas opções de rotas e tarifas para os agentes de viagens presentes. “Nossa participação será uma grande oportunidade de apresentar nossos serviços e ampliar o relacionamento com os agentes de viagens da região”, afirma Fabio Faccio, diretor de marketing e vendas da empresa.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

AZUL inicia venda de passagens para novas frequências


A Azul Linhas Aéreas começará a operar no dia 1º de abril, a partir do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), sua quinta frequência para o Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, em Vitória (ES), e oitava frequência para o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR).

Os voos entre as cidades serão realizados com os jatos da Embraer modelo 195, configurados com 118 lugares e telas de entretenimento individual.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Mercado de voos regionais brasileiro será quarto maior do mundo em 2013


O mercado de voos regionais do Brasil deve ser o quarto maior do mundo em 2030, segundo as previsões de divulgadas pela fabricante Airbus nesta quarta-feira com relação ao cálculo de passageiro por quilômetro pago transportado (RPK, na sigla em inglês). O país ficaria atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia.
O vice-presidente executivo de Airbus para a América Latina e o Caribe, Rafael Alonso, explicou que o Brasil precisa de 700 aeronaves comerciais com capacidade além de 100 passageiros até a data prevista para atender o aumento da demanda. O volume da receita que chegaria a US$ 82 bilhões, vai colocar o Brasil em sétimo lugar no mercado de aviões para escala mundial.
No conjunto da América Latina, a demanda de novas aeronaves chegará a 2 mil unidades até 2030. Segundo os cálculos da companhia, isso representa um mercado de US$ 197 bilhões. Alonso afirmou que o tráfego aéreo estudado em RPK da América do Sul vai atingir um crescimento anual de 6%, ultrapassando o mundial, que deve constar em 4,8%.
Ainda de acordo com o diretor, 70% do tráfego aéreo mundial vai se concentrar em países emergentes dentro de 20 anos. O motivo seria, em parte, o impulso de mercados como o do Brasil, que cresce em um ritmo elevado em comparação à região, após marcar um aumento de 87% em assentos oferecidos entre 2000 e 2010.
Entre as prováveis causas do aumento do mercado brasileiro de aviação civil está a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) , assim como a expansão da classe média e o desenvolvimento do turismo nacional, como apontou a empresa Airbus.
Alonso explicou que as crises financeiras mundiais não devem atrapalhar o setor, que segue com uma previsão de evolução sistemática pela empresa, e indicou ainda que o número de passageiros dobra a cada 15 anos.
A Airbus concentra 72% dos pedidos brutos do mercado mundial, ultrapassando a empresa Boeing, que liderou o setor até a década de 90, como explicou o diretor. Ele garantiu também a previsão de que novos concorrentes surjam nos próximos anos, o que disse ser positivo tanto para os passageiros como para as companhias.


As informações são"SRZD".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Camila Souza de Santos 

Sol muda base de Cascavel para Toledo (PR)

A base de operações da Sol Linhas Aéreas deixou o aeroporto Luiz Dal Canalle Filho, em Cascavel (PR), que ainda permanece fechado, e mudou para Toledo (PR).

 Em comunicado oficial, a companhia acredita ser “um passo importante para que a Anac autorize a retomada dos voos e das operações normais da Sol entre Toledo, Umuarama e Curitiba”.

 As informações são"Panrotas - Portal de Turismo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos

80% das rotas com mais problemas saem de SP


Entre as dez rotas mais movimentadas - aquelas com maior quantidade de voos regulares -, as oito que mais atrasam saem de Cumbica ou Congonhas. Segundo a Anac, o passageiro pode se preparar para esperar principalmente nos voos entre Guarulhos e Brasília, Porto Alegre, Rio e Salvador, não importa a companhia. Outras rotas de grande movimento com índice de atraso próximo a 25% são as de Congonhas para Brasília, Curitiba, Santos Dumont e Belo Horizonte.
Em 2010, só a Webjet atrasou ou cancelou mais da metade (52,5%) dos voos para Porto Alegre. E a cada dez voos entre Cumbica e Salvador, a TAM atrasa ou cancela quatro. Segundo a Anac, as duas empresas tiveram os piores índices de eficiência operacional em 2010.
"Espera. Passageiros na fila em Cumbica; para companhias,
áreas de check-in e embarque são muito distantes uma da outra"
A 'complexidade da malha' e o fato de operar em aeroportos de alta demanda é o motivo apontado pela TAM para os atrasos. 'Mantemos parcerias com empresas de vários países, o que torna a nossa malha ainda mais complexa e suscetível a imprevistos inerentes ao setor.'
A Webjet diz que 'o intenso tráfego aéreo para pouso e decolagem é o motivo predominante' para os atrasos e que os índices de pontualidade ficaram 'desgastados' em função da grande movimentação nos horários de pico de cada aeroporto.
Mas, no geral, todas as companhias pioraram o desempenho em 2010 em relação ao ano anterior, com exceção da Gol, que se manteve com pontualidade entre 89% e 90%.
A Avianca credita os atrasos a condições meteorológicas adversas e ao aumento do tráfego aéreo. 'Passamos por uma etapa de acomodação, com a incorporação de novos Airbus A319, o que de certa forma pode ter afetado os índices', diz a empresa em nota. Ela também aponta que a operação em Cumbica 'é bastante complexa', por causa da saturação do terminal e das distâncias entre check-in, salas de embarque e posições remotas. 'Trata-se de um aeroporto cuja logística é mais sofisticada.'
O índice de pontualidade da Azul caiu de 94 pra 84% de 2009 para 2010. 'Para uma empresa que cresceu mais de 100% no último ano é perfeitamente aceitável que sua pontualidade sofra essa pequena queda', diz a companhia, em nota.
Falhas. 'Existe um problema de gestão de aeronaves, tanto no ar quanto no chão, que contribui para esses atrasos', diz o presidente da Associação Nacional de Infraestrutura em Transportes (Andit), João Virgílio Merighi.
'Precisa haver uma parceria efetiva entre a empresa e o aeroporto para que cada etapa do processo de embarque dê certo', afirma o presidente do Instituto Cepta, de estudos e análises da aviação, Respício Espírito Santo. 'Todo o sistema mostra uma grande ineficiência na hora de lidar com essa quantidade de passageiros que está chegando.'
O engenheiro mecânico Cláudio Manoel Ferreira, de 35 anos, vai toda semana de São Paulo a Curitiba e acredita que a infraestrutura dos aeroportos é determinante para o atraso. 'É fila no check-in, fila para embarcar, fila no raio X. Tudo isso influi.'
De janeiro a julho deste ano, a Anac recebeu 2.657 reclamações só por atrasos de voos. O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) diz que o número é 'ínfimo' perto da quantidade de voos. De janeiro a junho, os aeroportos brasileiros registraram 1,3 milhão de pousos e decolagens domésticas.


As informações são"MSN news". Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Trip volta a operar em Ribeirão Preto


A partir de 11 de setembro, a Trip voltará a operar no Aeroporto Dr. Leite Lopes, em Ribeirão Preto, São Paulo. O município terá voos diretos, no período da manhã, para Belo Horizonte (Cofins) e conexões para Recife (PE), Aracaju (SE), Vitória (ES), Carajás (PA), Brasília (DF), Manaus (AM) e Goiânia (GO).
Segundo o diretor de Marketing e Vendas da Trip, Evaristo Mascarenhas, a companhia tem apliado as frequências em São Paulo por acreditar no potencial econômico do interior paulista.
Passagens dos novos voos podem ser adquiridas nas agências de viagens credenciadas, pelo portal www.voetrip.com.br, nos aeroportos ou na Central de Vendas 0300-789-8747 ou 3003-8747(regiões metropolitanas).


As informações são"Mercado e Eventos". Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Trip: novos voos saindo de Recife


A Trip Linhas Aéreas lançou uma nova rota. A partir de segunda, dia 15, a empresa vai atuar entre Recife (PE) a Vitória da Conquista (BA). A mesma rota vai conectar a capital pernambucana a Aracaju (SE) e Salvador (BA), com frequências matinais, além das noturnas já realizadas pela companhia. 

Todas as passagens podem ser adquiridas nas agências de viagens credenciadas, pelo portal www.voetrip.com.br, nos aeroportos ou na Central de Vendas 0300 789 8747 ou 3003 8747 (regiões metropolitanas). 


As informações são"Mercado & Eventos ". Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

VOE GOIÁS primeiro programa de incentivo para a aviação regional


Goiás tornou-se o primeiro Estado do País a promover incentivo real para o mercado da aviação regional. O governador Marconi Perillo reuniu nesta quinta (11), secretários de Estado e representantes de empresas aéreas no Salão Verde do Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, para lançar oficialmente o Programa de Incentivo à Aviação Regional – Voe Goiás.

O programa prevê a redução da alíquota de ICMS sobre o combustível das aeronaves de 18% para 3%. De acordo com o governador, este é um programa onde todos ganham: o Governo Estadual, as empresas e os usuário, que terá disponível um maior número de rotas aéreas e voos. “Toda a redução que fizemos no ICMS será compensada pela ampliação da base de cálculo. Este é o tipo de negócio de ganha-ganha. Queremos que as empresas de aviação fiquem aqui, multipliquem seus negócios e contem conosco para que no futuro, a gente possa avançar muito mais", garantiu Perillo.

Na solenidade estavam presentes autoridades do governo, representantes de empresas aéreas regionais e do setor, como a direção da Abetar. O presidente da Agência de Turismo de Goiás, Aparecido Sparapani,  foi um dos principais entusiastas da ação.  

Entre os empresários participantes do encontro, a hotelaria de Caldas Novas, principal destino turístico da região Centro-Oeste, foi uma das mais atentas ao desenvolvimento de próximas ações, buscando conexões com os aeroportos de Goiânia e Brasília.

Para contestar o posicionamento das empresas sobre a questão do incentivo aos charter, os executivos de Caldas Novas informaram que os voos frestados não estão atendedo toda a demanda da região, somente uma pequena parcela. Em julho, foram 75 voos, a maioria procedente de São Paulo, com 10 mil passageiros passando pelo aeroporto com ocupação de 90% das aeronaves,  Os voos da Webjet foram diários, de 2 a 30.

Para um possível aproveitamento desta nova possibilidade aérea, a hotelaria de Caldas Novas está consciente em criar uma estratégia de ação. Em breve será convocada uma reunião para a proposta de parcerias e viabilização e comercialização junto às regionais que manifestaram interesse nas operações.


As informações são"Brasilturis Jornal". Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos