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Caças Sukhoi nos céus da Índia


A Índia irá formar em dezembro a oitava esquadra de caças Su-30MKI que irá ficar instalada na base aérea de Sirsa no estado de Haryana. Já é a terceira esquadra de Su-30MKI da força aérea indiana a ser instalada nos últimos 14 meses perto da fronteira com o Paquistão.

A esquadra de Su-30MKI de Sirsa será responsável pela defesa do espaço aéreo do norte da Índia e estará incluída na estrutura do Comando Aéreo do Norte da Índia, com base em Nova Deli, juntamente com outras 15 bases aéreas. Em agosto de 2010, a força aérea indiana instalou pela primeira vez uma esquadra de Su-30MKIem Tezpur, estado de Assam, no nordeste do país, para contrabalançar a China. Em março do ano passado, igualmente no estado de Assam, foi instalada uma outra esquadra de Su-30MKI na base aérea de Chabua.
Também existem esquadras de aviões Sukhoi noutras bases aéreas em zonas fronteiriças da Índia. No entanto, a força aérea indiana ainda está longe de completar os seus planos de ter 17 esquadras destes caças até 2018 com um total de 272 aparelhos Su-30MKI, considera o comando militar da Índia.
A Índia adquiriu os primeiros Su-30 em 1997, recebendo da Rússia 50 aparelhos já prontos. Mais tarde foi assinado um contrato para o fabrico sob licança desses aviões nas fábricas da corporação aeronáutica indiana Hindustan Aeronautics Limited (HAL). O Su-30MKI foi desenvolvido para ter em conta as exigências da FA indiana. O avião está equipado com duas. O radar instalado no aparelho garante uma deteção do alvo a uma distância não inferior a 120-130 km. O caça tem a capacidade para transportar praticamente todo o espectro de armamento aeronáutico num peso total até oito toneladas. A autonomia de voo sem reabastecimento é de até 3000 km e com um reabastecimento é de até 5200 km.
Num futuro próximo, os Su-30MKI serão equipados com mísseisBrahMos. Esses mísseis já equipam as forças terrestres e a marinha de guerra indianas. Os caças Su-30MKI equipados com esses mísseis serão uma arma poderosa da FA da Índia. No futuro ainda está programada a execução do programa do fabrico conjunto de aviões de quinta geração, considera o diretor do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias Ruslan Pukhov:
“Este programa irá associar a força aérea russa à força aérea indiana e a indústria russa à indústria indiana nos próximos trinta anos. Penso que, além do BraHmos, este programa será uma espécie de ponte para a criação de um espaço comum técnico-militar e que, no futuro, iremos executar em conjunto com os indianos muitos mais programas.”
O nome oficial do avião de quinta geração é PAK FA (Conjunto promissor da aviação tática), o nome de trabalho é T-50. O contrato de conceção do projeto de design técnico da versão indiana do PAK FA recebeu o nome de FGFA (Fifth Generation Fighter Aircraft). O caça de quinta geração é um novo estádio no desenvolvimento da aviação militar. Ele possui uma série de capacidades únicas, conjugando as funções de avião de assalto, de bombardeiro e de caça; além de poder desempenhar missões de combate com quaisquer condições de tempo e a qualquer hora do dia ou da noite.
Ele se distingue pelo seu elevado nível de aviónica, eletrónica e informática de bordo. O radar do caça vê tudo o que se passa no ar e em terra a uma distância de várias centenas de quilómetros. Ele pode seguir múltiplos alvos apontando-lhes simultaneamente as armas do caça. Ao lançar um leque de mísseis, o avião pode simultaneamente atacar com tiro de precisão todos os alvos tanto aéreos como terrestres. Além disso, o radar de um certo modelo permite certografar o terreno, transmitir os dados da situação tática para outros aviões e efetuar a defesa radioeletrônica.
A vantagem do T-50 é que o caça russo disparar mísseis a uma velocidade supersônica. Já o Raptor norte-americano para fazer os mísseis saírem dos compartimentos interiores tem de passar para uma velocidade subsônica. Ao contrário da versão russa monolugar, o caça indiano terá dois lugares. A Índia se prontificou a gastar cerca de 35 bilhões de dólares durante 20 anos para a conceção, fabrico e entrada no ativo de 250-300 caças de quinta geração.


As informações são"Voz da Russia".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

FAB simula guerra aérea em fronteira


Houve guerra aérea durante cinco dias na divisa entre o Brasil e a Venezuela. Até ontem, ao longo de 700 quilômetros, turboélices de ataque leve A-29 Super Tucano, da Força Aérea Brasileira e jatos chineses K-8W Hongdu, da Aviação Militar Bolivariana (AMB), trataram de blindar o espaço contra invasores de todos os tipos - traficantes, principalmente.
Um cenário diferente: a Venbra VI, iniciada no dia 21, foi realizada sobre a região da Amazônia, que é dominada por lagos e pelas savanas onde, nessa época, a temperatura é mais amena e a chuva é intensa. A FAB operou a partir da base de Boa Vista, em Roraima. A AMB lançava suas aeronaves de Santa Élena del Uairén, a apenas 15 quilômetros do território brasileiro.
Foram mobilizados 10 aviões venezuelanos, e quatro ou cinco brasileiros, entre os quais os grandes jatos de vigilância e controle, do Esquadrão Guardião, montados sobre o birreator ERJ-45, da Embraer, caracterizados pela antena externa, fixada na parte superior da fuselagem. A varredura do radar cobre cerca de 350 km. Na operação Venbra VI a característica mais usada foi a de detecção de alvos a baixa altura.
O comandante do grupo da Aeronáutica do Brasil no exercício, brigadeiro Marcelo Mário Coutinho, disse ontem que foram empregadas no ensaio, cerca de 200 horas de voo, e que 'todas as 21 saídas de interceptação executadas foram bem sucedidas'. O inimigo foi representado por monomotores Caravan. As decolagens de combate sob regime de alerta, eram realizadas em dez minutos a partir da ordem de partida. O piloto só tomava conhecimento da missão quando já estava no ar e tomando rumo.
Batismo. A Venbra marcou a estreia em ação do jato K-8W1, chinês, comprado pelo governo venezuelano em 2008. Destinado inicialmente a treinar pilotos, o Hongdu acabou recebendo facilidades para utilização no ataque ao solo. Relativamente barato, cotado a US$ 10,5 milhões - pouco acima do preço do turboélice Super Tucano - o caça leva uma tonelada de carga externa e dois canhões de 23 mm. Tem alcance de 2,2 mil quilômetros. Os três A-29 do Esquadrão Escorpião, de Boa Vista, são armados com 1, 5 tonelada de bombas, foguetes e misseis, além de empregarem duas metralhadoras .50 de cadência média.
Durante a operação bilateral, dois pilotos venezuelanos participaram, na condição de observadores, de 11 voos a bordo dos Super Tucano, atuando como interceptadores. O turboélice da Embraer esteve a ponto de ser comprado pela aviação militar da Venezuela. Em 2006, estavam sendo negociadas 24 unidades. Todavia, a administração do então presidente George W. Bush, dos EUA, vetou a operação invocando o fato do caça utilizar sistemas eletrônicos americanos. O negócio não saiu.
Os Super Tucano da FAB executaram 21 interceptações


As informações são"".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Projeto Santos Dumont ensina a voar de graça

Quem tem paixão por aventura pode aprender a voar de graça. Mais uma vez o Aeroclube de Montenegro, juntamente com a Federação Brasileira de Voo a Vela (FBVV) e o Ministério dos Esportes, está participando do Projeto Santos Dumont. Até dia 28 de fevereiro estão abertas inscrições para cursos gratuitos para formação de pilotos de planador nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para se garantir a vaga e concorrer às bolsas de estudos integrais é preciso entrar no hotsite dos projetos em www.hotsite.planadores.org.br.
A experiência de voar em um planador pode ser sinônimo de aventura e emoção. Apreciando paisagens incríveis, a modalidade possibilita chegar a quase 200 km/h em percursos surpreendentes onde é possível cruzar grandes distâncias aproveitando as correntes de ar com o motor desligado. 
O projeto Santos Dumont, que conta com apoio do Ministério dos Esportes e da Oi Telecomunicações, é sucesso desde que iniciou sua primeira rodada em 2010. Desde então o projeto já brevetou 16 novos pilotos e conta ainda com mais doze bolsistas na fase final do treinamento, momento em que os aprendizes já estão voando sozinhos. Neste ano, o projeto Santos Dumont está disponibilizando cerca de 20 vagas. 
O presidente do Aeroclube de Montenegro, Carlos Eduardo Müller, o "Kadu", ressalta que os montenegrinos e interessados da região podem se inscrever para tentar ganhar a bolsa de estudos. No ano passado dois foram contemplados e mais dois montenegrinos fizeram o curso de piloto de planador em parceria. "Nossa escola tem mais de vinte anos de tradição na formação de pilotos de planador", lembra "Kadu", informando que o Aeroclube de Montenegro conta com quatro planadores.



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também homologou os cursos de piloto privado de helicóptero comercial, instrutor de vôo, piloto comercial de avião e de vôo por instrumentos. Com a recente chegada de um helicóptero, o Aeroclube já conta com onze aeronaves, incluindo também aviões e planadores. E em Montenegro, onde o Aeroclube completou 71 anos no dia 14 de dezembro, já são ministrados treze cursos de piloto.

As informações são"fatonovo por Guilherme Baptista guilherme.baptista@fatonovo.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Caça Rafale pode ter fabricação interrompida


Com seu avião encalhado, o governo francês abre uma polêmica ao romper um tabu e admitir que considera encerrar a produção do caça Rafale. O jato foi considerado pelo governo brasileiro como o favorito para vencer a licitação aberta para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Mas até hoje, a Dassault, fabricante do Rafale, não conseguiu um só comprador fora da França para seu modelo, em mais de uma década de produção e milhões de euros gastos em lobby.
As declarações foram feitas pelo ministro da Defesa, Gerard Longuet, e abriram imediatamente um debate no país. Horas depois, o ministro foi obrigado a emitir um comunicado para retificar sua avaliação e prometer publicamente que o avião continuaria sendo fabricado até 2030, pelo menos para suprir a Forças Aérea Francesa. 
Mas a crise já havia sido instalada. A declaração que criou a polêmica foi a de que se o país não encontrasse compradores para seu caça, não teria outra alternativa senão a de fechar a linha de produção. "Se a Dassault não vender seu aparelho ao exterior, a cadeia (de produção) será encerrada", disse o ministro. Segundo ele, se nenhum modelo for vendido, os jatos em fabricação hoje e que estão programados para ser entregues em 2018 serão os últimos a ser produzidos. 
Longuet foi obrigado a corrigir suas declarações, insistindo que, mesmo sem vender um só jato ao exterior, a Dassault continuará sua linha de produção até 2030 para fornecer os aviões aos militares franceses. Questionado sobre a falta de comprador, o ministro admitiu que o avião francês é mais caro que o norte-americano e que a produção em escala dos Estados Unidos reduz o custo do concorrente. Duzentos aviões Rafale foram encomendados pelo governo francês em 15 anos, enquanto os americanos produziram 3 mil. 


As informações são"Diário do Grande ABC O Estado de S. Paulo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Caça Rafale volta ao páreo com Celso Amorim no Ministério da Defesa?

A Dassault, a empresa francesa que fabrica o caça Rafale, pode ter ganho um importante aliado na disputa pela venda de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira. Celso Amorim, que sucederá Nelson Jobim no Ministério da Defesa, já manifestou seu apoio público aos caças franceses em diversas ocasiões, quando era chanceler do governo Lula.

A compra dos caças foi um dos temas mais controversos do último governo. Avaliada em 7 bilhões de dólares, a licitação foi suspensa pela presidente Dilma Rousseff, no início de seu mandato. O argumento é que, em um ano de ajuste fiscal, não há “clima” para que o processo continue.

Seu padrinho político, Lula, e Amorim defenderem, várias vezes, a escolha do Rafale. A favor do caça francês, estariam não apenas a proposta de transferência de tecnologia – algo que os concorrentes do Rafale oferecem com restrições – mas, sobretudo, uma troca de apoio político da França às pretensões brasileiras de ocupar postos importantes em organismos internacionais.

Polêmica

A opção pelo Rafale, porém, não é um consenso nem mesmo entre a cúpula das Forças Armadas. Um relatório do Comando da Aeronáutica concluiu, por exemplo, que a melhor opção é o caça Gripen NG, da empresa sueca Saab.

Para se ter uma ideia do clima de polarização, Amorim, então chanceler brasileiro, chegou a declarar, em janeiro do ano passado, que a compra dos caças “era uma decisão política.”

Agora, como ministro da Defesa, poderá usar sua influência para continuar defendendo o caça francês junto à presidente Dilma. O problema é que a política externa brasileira mudou de rumo, chefiada agora por Antônio Patriota. E a própria presidente Dilma já teria manifestado a intenção de rever o processo de compra – e manifestado uma inclinação pessoal pelos caças da Boeing.

A batalha pelo maior contrato em jogo na área de Defesa brasileira entra em uma nova fase. E a Dassault torce para que Amorim ainda esteja na cabine de seu caça.

As informações são"exame.abril por Márcio Juliboni".
Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Camila Santos

Brasil só volta a examinar compra de caças no início de 2012

O governo brasileiro não revisará as ofertas para a compra bilionária de caças de combate antes do início do próximo ano, disse no sábado o ministro da Defesa, Nelson Jobim. O ministro havia afirmado em fevereiro deste ano que o corte no Orçamento não teria impacto na decisão sobre o Projeto FX-2, que prevê a compra de um pacote tecnológico relativo a caças para Aeronáutica.
"Vamos examinar isso no início do próximo ano. Neste momento, estamos focados apenas na agenda doméstica", disse Jobim, durante um fórum empresarial no sul da França. O Brasil, que quer modernizar sua força aérea, está avaliando as ofertas da francesa Dassault Aviation, da americana Boeing e da sueca Saab.
Para executar uma transferência de tecnologia semelhante, a americana Boeing e a sueca Saab devem receber a autorização dos Congressos de seus países. A compra dos caças deve custar mais de R$ 10 bilhões e Dilma pretende ouvir setores de fora do governo, principalmente a Embraer, e criar um grupo interministerial que examine a compra dos caças, reanalisando os argumentos da Força Aérea Brasileira (favorável ao modelo sueco, Saab Gripen) e da Defesa (pró-Dassault Rafale, da França).

Fonte/Via:Terra Brasil
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência. O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Camila Santos

Caça da FAB não encontra poeira de vulcão no Brasil

Uma aeronave A-1, do 1º/10º Grupo de Aviação da FAB, sediado na Base Aérea de Santa Maria (RS), foi empregada, na tarde desta terça-feira, para realizar reconhecimento meteorológico a fim de verificar as condições relativas ao alcance das cinzas vulcânicas sobre a região sul.

Durante o voo, informa uma nota a Aeronáutica, o piloto não visualizou nenhuma incidência da poeira nas porções central e oeste do Rio Grande do Sul.

Essa é uma das missões da unidade aérea que consiste em uma observação visual das condições meteorológicas da região.

O voo durou cerca de uma hora e meia na área compreendida entre Santa Maria, Uruguaiana e a fronteira do Brasil com a Argentina.

Sobre o 1º/10º GAv - Esquadrão Poker


O 1º/10º Grupo de Aviação - Esquadrão Poker foi criado no dia 24 de março de 1947 e ativado no dia 1º de abril do mesmo ano, operando inicialmente na Base Aérea de Cumbica, em São Paulo, através da Portaria 199/GM3. Em dezembro de 1978 a unidade foi transferida para a Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde está até hoje.

Subordinado operacionalmente à Terceira Força Aérea, o Esquadrão Poker é a única unidade da Força Aérea Brasileira que tem por missão principal o reconhecimento tático, operando desde 1999 com as aeronaves A-1A e A-1B (extra-oficialmente chamados de RA-1), fabricadas pela Embraer em parceria com as empresas italianas Alenia e Aermacchi. Anteriormente, foram utilizadas as aeronaves Embraer RT-26 Xavante, uma versão de reconhecimento equipada com um pod sub-alar contendo câmeras fotográficas Vinten e metralhadoras de médio calibre. Com aproximadamente 23 anos de uso, as aeronaves Xavante voaram mais de 60.000 horas com o Esquadrão Poker.

Além das missões de reconhecimento tático, o Esquadrão Poker realiza missões de reconhecimento visual, fotográfico (frontal, lateral e vertical), meteorológico e estratégico, além de missões de ataque ao solo, superioridade aérea e interdição, utilizando diversos armamentos e equipamentos.

Devido ao seu código-rádio Poker, as esquadrilhas que compõem o 1º/10º GAv são identificadas pelos nomes dos quatro naipes do baralho.

Seu lema é: "Da Pátria, os olhos. Na guerra e na paz, Poker!"

Fonte/Via:Jornal do Brasil
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência.
O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Denilson Pereira

Venda de caças à FAB está na pauta

Durante a visita de Obama, os americanos deverão ainda fazer lobby pelos caças F-18 Super Hornet, da Boeing, no processo de seleção para a compra de 36 novos caças destinados à Força Aérea Brasileira (FAB).
O processo, chamado de FX-2, foi suspenso pelo Brasil, por razões orçamentárias, mas um dos entraves à escolha dos americanos seria o fato de o Brasil desejar que o negócio envolvesse uma transferência mais ampla de tecnologia. 

A presidente Dilma Rousseff parece estar se inclinando a favor da Boeing, e Washington tem esperança de avanços nas discussões, embora nenhuma conversa importante seja esperada desta vez.
A decisão surpresa de Dilma em janeiro de reiniciar o processo foi um dos mais recentes sinais de uma mudança em favor dos EUA sob seu governo.

Acordo com a Nasa
Ontem, Brasil e Estados Unidos assinaram um acordo na área espacial de cooperação com a Nasa (a Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica para uso pacífico do espaço) para pesquisa, desenvolvimento e fabricação de veículos lançadores ao espaço. Também estão previstas, conforme o documento, atividades de treinamento e o desenvolvimento de programas ou projetos de cooperação para o monitoramento do planeta e operações espaciais.


Via:Diário do Nordeste
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência.

Rafale, que disputa FX-2, fará evento em São José dos Campos

São José dos Campos - O consórcio Rafale, um dos participantes da concorrência do FX-2, para a compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), realiza hoje em São José dos Campos o seminário "Tecnologias do Grupo Rafale para a região de São José dos Campos - Educação, P&D e Inovação". O evento começa às 9 horas, no Parque Tecnológico. Serão discutidas as possibilidades de parcerias entre empresas e institutos de pesquisa do Brasil e da França envolvendo processos de transferência de tecnologia.

Haverá também oportunidade de contato direto entre executivos da Dassault, fabricante francesa do jato Rafale, e empresários brasileiros do setor aeronáutico. Há cerca de dois anos, a empresa francesa assinou memorandos de entendimento com mais de 50 empresas brasileiras no âmbito da concorrência dos caças com vistas a futuras cooperações. São José dos Campos concentra o principal polo de defesa do País, tanto no setor industrial como na área de pesquisa e desenvolvimento. 

O evento promovido pelo consórcio Rafale tem apoio do Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (Cecompi), braço da administração municipal para a implementação de ações como o APL (Arranjo Produtivo Local) Aeroespacial, com 70 empresas associadas. Os APLs são concentrações de empresas de um mesmo segmento que cooperam entre si e com entidades públicas e privadas. Em 2010, a administração municipal repassou R$ 1,290 milhão ao Cecompi para a gestão dos programas de inovação tecnológica, entre eles o APL Aeroespacial. 

Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, o APL facilita o acesso de micro, pequenas e médias empresas a programas de gestão empresarial, produtos e linhas de financiamento. E também impulsiona o acesso destas empresas ao mercado externo. O Arranjo Produtivo Local Aeroespacial de São José é um dos principais APLs do Estado de São Paulo. A Prefeitura de São José dos Campos informou que apesar do apoio ao consórcio Rafale também está aberta a parcerias com todas as empresas participantes do FX-2. Além da francesa Dassault, chegaram à etapa final da licitação a americana Boeing, e a Saab (Suécia).



Via:DCI 
Foto: Blog parceiro  HANGAR DO VINNA 

Dilma deixa compra de caças da FAB para 2012


Por conta da situação fiscal preocupante e de dúvidas sobre a melhor opção, a presidente Dilma Rousseff definiu que a compra dos novos caças da FAB pode até ser decidida no fim deste ano, mas qualquer gasto só será feito a partir de 2012.
Com um corte em estudo que deve superar os R$ 40 bilhões no Orçamento e o trauma gerado pela tragédia no Rio, seria politicamente difícil para o governo decidir por um negócio tão caro neste momento em que o discurso é de austeridade.
A compra dos 36 aviões de combate não sairá por menos de R$ 10 bilhões. Será financiado, mas requer uma parcela imediata. Dilma também já havia decidido colher mais informações. O antecessor, Lula, havia concentrado o processo nas mãos do ministro Nelson Jobim (Defesa).
Além de ter feito questão de uma conversa a sós com o comandante Juniti Saito (Aeronáutica), ela também entregou documentos ao ministro do Desenvolvimento, seu amigo Fernando Pimentel.
Dilma quer ouvir setores fora do governo, principalmente a Embraer, e criar um grupo interministerial que examine a questão, reanalisando os argumentos da FAB (pró-Gripen sueco) e da Defesa (pró-Rafale francês).
A negociação de preço provavelmente só ocorrerá após a escolha de um dos três concorrentes --o terceiro é o F/A-18 dos EUA-- e não há hoje a possibilidade de reabertura do negócio a outros concorrentes.
O adiamento confirma a enfraquecida posição do francês Dassault Rafale, preferido de Lula e de Jobim.
Mais caro dos aviões oferecidos e o último na preferência da FAB, ele sairia por US$ 8 bilhões (R$ 13,3 bilhões ontem), mas Jobim diz ter conseguido abater US$ 2 bilhões (R$ 3,3 bilhões) do valor.
Crescem, por consequência, as chances da opção mais barata, que era a escolhida pela avaliação técnica da FAB, o sueco Saab Gripen --cujo pacote custa US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).
E um reforçado lobby norte-americano recolocou no páreo o Boeing F/A-18, cuja venda com armas e logística foi ofertada por US$ 7,7 bilhões (R$ 12,9 bilhões).
Dilma ouviu o lobby pessoalmente do senador John McCain, na semana passada.
Disse a ele que o avião seria considerado, se houvesse uma manifestação explícita do Congresso americano de que não haveria veto à transferência de tecnologia de componentes do caça.
Até aqui, argumenta, a garantia é do governo dos Estados Unidos.
O senador americano disse que conseguirá uma carta com manifestação do Congresso americano. A instituição já aprovou a proposta da Boeing, mas pode haver vetos no futuro.
O maior derrotado no processo, contudo, é Jobim, que buscava uma decisão rápida. Ele defende a consonância com a parceria já estabelecida com a França, que vendeu submarinos e helicópteros por mais de R$ 20 bilhões no ano retrasado.


Via:Correio do Estado

F-X2: Boeing diz mais uma vez que assegura transferência de tecnologia


A Boeing, concorrente americana na licitação do governo brasileiro para compra de caças, divulgou nota nesta terça-feira afirmando que está disposta a trabalhar com o novo governo para “entender suas prioridades e o que se quer alcançar com o programa”. “Dado que esses aviões terão um papel vital na defesa da soberania e dos interesses de segurança nacional nos próximos 30 anos ou mais, entendemos a importância da análise cuidadosa, não apenas da capacidade do equipamento, mas dos benefícios econômicos de longo prazo que cada competidor pode oferecer”, afirma a nota da Boeing, maior empresa de aviação do mundo.
A companhia americana destaca seu histórico para afirmar que “tem a capacidade e os recursos para cumprir suas promessas de transferência de tecnologia e os registros que provam isso”. Para sinalizar seu comprometimento com a transferência de tecnologia, ponto considerado crucial pelo governo brasileiro, a Boeing informa que aceita o envolvimento da indústria brasileira não apenas na produção do Super Hornet, mas também na “colaboração para as futuras variantes desta plataforma”.
A empresa americana afirma ter completado negócios com 40 países nas últimas três décadas, com 100% de sucesso no cumprimento de prazos.
Suecos dizem que não mudarão proposta
Fabricante dos jatos Gripen NG, a empresa sueca Saab informou que não deverá modificar sua proposta de venda ao Brasil, apesar de a presidente Dilma Rousseff anunciar que reverá a licitação para a compra de 36 caças. A porta-voz da companhia, Anne Lewis-Olson, disse que a revisão do processo não preocupa a Saab.
Custos menores para a compra e manutenção do avião sueco convenceram os técnicos da FAB, segundo o relatório da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate, da FAB, que colocou o Gripen em primeiro lugar, seguido pelo F/A-18 e Rafale.


Via:O Globo – Fernanda Godoy e Tatiana Farah 
Via:CavokBlog Por Fernando Valduga

Coreia do Sul prepara-se contra 'vizinho instável'

Centenas de tropas, aviões de combate, tanques e helicópteros de ataque da Coreia do Sul preparam exercícios militares junto da fronteira com a Coreia do Norte, um mês depois desta ter bombardeado a ilha de Yeonpyeong.
Na segunda-feira a Coreia do Norte recuou nas suas afirmações de que retaliaria caso Seoul insistisse em realizar exercícios nas águas em disputa. No entanto, as forças militares sul-coreanas continuam em alerta máximo, precavendo quaisquer ataques surpresa.
Pyongyang fez nos últimos dias alguns gestos que podem ser encarados como provas de boa vontade. O regime de Kim Jong-Il disse a um governador norte-americano de visita ao país que pretendia permitir aos inspectores internacionais uma visita ao principal complexo nuclear.
No entanto, Seoul continua a preparar-se para uma possível agressão.
De acordo com a edição online do The Guardian, o exército sul-coreano declarou que nos exercícios de amanhã perto da fronteira terrestre estará envolvido um enorme dispositivo militar, numa demonstração de força conjunta do exército e da força aérea.




Via:SOL

Decisão sobre caças da FAB só sairá no primeiro semestre de 2011

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta segunda-feira que a decisão sobre a compra de aviões caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) só será tomada no primeiro semestre do ano que vem, pela presidente Dilma Rousseff.
— Não há mais tempo útil para que se possa tomar uma decisão desse tipo. Há uma promessa de que precisamos resolver o problema no primeiro semestre — afirmou o ministro, que permanecerá como titular da Defesa no próximo governo.
A disputa está entre o modelo Gripen, da empresa sueca Saab, o F-18, fabricado pela Boeing, dos Estados Unidos, e o caça francês Rafale, da Dassault, apontado como favorito. Para Jobim, a definição precisa ocorrer em breve, pois a FAB iniciará a desativação das aeronaves antigas nos próximos anos.
As Forças Armadas receberam hoje os três primeiros helicópteros EC 725, da empresa francesa Eurocopter, resultado de uma parceria do Brasil com a França, firmada em 2008. No total, serão entregues 50 unidades até 2016, sendo 16 aeronaves para cada uma das Forças (Exército, Aeronáutica e Marinha) e dois para a Presidência da República.
Os modelos entregues foram totalmente fabricados na França. A partir de 2012, a montagem será feita pela Helibras, subsidiária da Eurocopter, na cidade de Itajubá (MG). O projeto prevê que, até 2016, metade das peças usadas nos aparelhos será de fabricação brasileira. O helicóptero tem capacidade para transportar 29 pessoas, com autonomia de voo de cinco horas.
De acordo com o Ministério da Defesa, o acordo está orçado em R$ 5,1 bilhões. A maior parte, R$ 4,9 bilhões, financiada pelo governo francês, com contrapartida de R$ 232 milhões do governo brasileiro.



Via:AGÊNCIA BRASIL Zero Hora

Dilma acerta hoje compra de caças da FAB com Jobim

A presidente eleita, Dilma Rousseff, formaliza hoje o convite para que o ministro Nelson Jobim permaneça na Defesa e conclua dois processos já iniciados: a compra dos novos caças da Aeronáutica e a retirada do setor de aviação civil da pasta.
A primeira sondagem para Jobim continuar na Defesa foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda durante as eleições. Os dois acertaram que ele ficaria pelo menos nos dois primeiros anos do novo governo, caso Dilma fosse eleita.
Depois da vitória, o ministro foi também procurado por Antônio Palocci, que é da equipe de transição de Dilma e será o futuro chefe da Casa Civil.
Eles discutiram a conclusão dos processos de reestruturação das Forças Armadas e de modernização dos equipamentos militares, principalmente com a compra dos novos caças, que se arrasta desde os dois governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003).
Palocci, assim, organizou a pauta do encontro Dilma-Jobim de hoje. Na sexta-feira, 7/11, a própria Dilma telefonou para Jobim, marcando a data para bater o martelo.
A expectativa é a de que saia desse encontro a definição do modelo de caça que irá renovar a frota da FAB (Força Aérea Brasileira). 


Via:O Globo

Caças decolam para mais um dia do exercício militar no Nordeste

Caças decolaram nesta quarta-feira no Nordeste para mais um dia do exercício militar que reúne seis países que simulam uma guerra. O desafio dessa vez foi reagir ao ataque inimigo.

Nesta guerra, uma força de coalizão tenta libertar um país que foi invadido por outro. O primeiro objetivo dos militares é retomar o espaço aéreo e liberar a entrada por terra. A principal missão dos militares é saber lidar com os desafios de uma guerra como, por exemplo, ser interceptado por um inimigo ou ter o avião atingido.

Pilotos de seis países empregando a 2 mil km/h táticas de guerra sobrevoaram sozinhos, em dupla e, até mesmo, em grupos de cinco. Hoje, foram as primeiras missões de guerra, em que até 60 aviões disputavam território no céu nordestino.



Fonte:eBand

Compra de caças para Aeronáutica será resolvida ainda no Governo Lula

A compra dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) será feita ainda no governo Lula. De acordo com informação divulgada nesta última segunda-feira pelo site do jornal "O Globo", tudo indica que a escolha deverá ser pelo modelo Rafale, produzido pela empresa francesa Dassault, tipo preferido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo atual ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Antes do anúncio da decisão, Lula pretende deixar um histórico detalhado do processo para sua futura sucessora, Dilma Rousseff, e ter uma conversa com o presidente da França, Nicolas Sarkozy. O tema do encontro será a transferência de tecnologia para os caças, um dos pontos centrais nas negociações.
Além do modelo Rafale, também estavam no processo os modelos Super Hornet F/A-18 (fabricado pela empresa americana Boeing), e Gripen NG (produzido pela sueca Saab. Durante o primeiro semestre deste ano, o processo de escolha do tipo de caça causou divergência entre o Governo Federal, que prefere os aviões Rafale e a FAB, cujo relatório final decidiu pelo modelo Gripen NG.


Fonte:SRZD

Israel comprará 20 aviões de combate dos EUA

O Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, aprovou a compra de uma frota de aviões americanos de combate F-35 em um movimento para aumentar os armamentos da Força Aérea israelense. O ministro "aprovou a princípio" uma recomendação do Exército para compra do caça de ataque conjunto F-35, segundo um comunicado de seu gabinete.

Israel espera inicialmente comprar 20 aviões em um acordo avaliado em cerca de US$ 2,7 bilhões, reportou o jornal israelense Yediot Aharonot em várias reportagens publicadas na semana passada.

Se o negócio for aprovado pelo gabinete de segurança, ele representará o acordo mais caro para a compra de armamentos já assinado pelo Estado judeu, segundo o jornal.

"O F-35 é o avião de combate do futuro, que dará à Força Aérea recursos de curto e longo alcance que ajudarão a segurança do Estado", disse Barak em comunicado.

O jornal afirmou que a entrega dos primeiros aviões, que ainda não foram colocados em operação, está prevista somente para 2015. As informações são da Dow Jones.

Fonte:AE - Agência Estado
Abaixo tem uma Maps

Boeing melhora proposta para o MRCA da Força Aérea da Índia com seu Super Hornet International

A fabricante norte-americana Boeing disse nessa quarta-feira que se a Índia selecionar o caça Super Hornet para seu contrato de US$ 11 bilhões para 126 aeronaves de combate médias multi-missão (MMRCA), ela permitirá que a Força Aérea Indiana adicione avançadas capacidades aos caças caso apareçam futuras exigências.

“A Índia poderá estar apta a participar como uma cliente do International Super Hornet Roadmap, se desejar, e poderá incrementar os futuros Super Hornet Indianos… Este roadmap (roteiro) dará para Força Aérea da Índia a flexibilidade nos próximos anos se eles quiserem integrar ou inserir novas tecnologias,” disse o chefe da Boeing Defense, Space and Security da Índia, Vivek Lall, em Nova Delhi.

O caça Boeing F/A-18 E/F é uma das seis aeronaves que estão competindo na corrida para fornecer 126 aeronaves de combate multi-missão para o acordo com a Força Aérea da Índia.

A companhia recentemente anunciou um projeto com investimento da U.S. Navy e desenvolvido pela Boeing para um roteiro (roadmap) de um Super Hornet Internacional para os próximos 40 anos nos quais existem planos para amadurecer as tecnologias e inserir essas nas aeronaves.

“A Boeing também possui um plano de crescimento para os clientes internacionais que garantirá que os caças Super Hornet atendam as necessidades das forças aéreas internacionais tais como a Força Aérea da Índia, a qual difere das exigências dos EUA,” ele adiciona.

Lall disse que algumas tecnologias oferecidas nesse roteiro já estão presentes no modelo de aeronave oferecida para a Força Aérea da Índia. Os roteiros oferecerão capacidade para uma sobrevivência avançada e capacidades melhoradas para detecção de inimigos aos clientes do projeto.

Fonte:EMPinto

Decepção de Lula com Sarkozy atrasa compra de caças da FAB

Segundo interlocutores próximos do presidente Lula, ele anda desapontado com o governo do presidente francês Nicolas Sarkozy. E tal decepção pode vir a atrasar ainda mais o anúncio oficial, antes dado como certo, da compra dos caças franceses Rafale para a Aeronáutica.

Seriam três as razões para a decepção de Lula — duas de ordem diplomática e a terceira de ordem técnica.

A primeira seria a “traição” da França à política externa brasileira na votação a favor de sanções diplomáticas ao Irã no âmbito do Conselho de Segurança da ONU. Apenas o próprio Brasil e a Turquia votaram contra as sanções, no último mês de junho. Lula e o chanceler Celso Amorim esperavam que se não votasse contra as sanções, ao menos que a França se abstivesse e não votasse contra. Mas isso não ocorreu.

Já a segunda razão tem a ver com a falta de ajuda francesa para que o Brasil e o Mercosul consigam fechar um acordo de livre comércio com a União Europeia. O maior obstáculo para o acordo tem sido a manutenção dos subsídios agrícolas europeus. E mais uma vez nesse quesito, a última rodada de negociação entre os dois blocos, feita em junho na Argentina, não resultou em avanço.

Note-se que durante os quase oito anos do governo Lula, o Brasil só fechou um acordo de livre comércio, com Israel, e ainda sim também no âmbito do Mercosul.

Finalmente, o terceiro motivo tem a ver com o alto índice de componentes americanos no caça francês, além do sistema americano de navegação GPS.

Como se sabe, na briga pela venda de caças ao Brasil, além do Rafale, fabricado pela Dassault, estão também o sueco Gripen NG, da Saab, e o americano F/A-18 Hornet, da Boeing. Trata-se de uma compra estimada em 5 bilhões de dólares.

De acordo com o Ministério da Defesa, depois de um relatório com mais de 30 000 páginas confeccionado no início do ano sobre os três aviões, o ministério ainda deverá entregar um parecer final ao presidente Lula.

O próximo passo seria Lula convocar o Conselho de Defesa Nacional para apreciar e opinar sobre o parecer da Defesa. Só então o presidente tomaria a decisão final. Trocando em miúdos, existe a chance que o anúncio seja feito apenas pelo sucessor (a) de Lula no Planalto.

E mesmo depois de tomada a decisão, começaria então uma nova fase de negociação com o vencedor da disputa, envolvendo a Força Aérea Brasileira e o Tesouro Nacional.

Fonte:Exame

Primeira aterrissagem vertical bem-sucedida do F-35 (Lockheed Martin)

O F-35 Ligthning II realizou com êxito sua primeira aterrissagem vertical, anunciou neste sábado a fabricante Lockheed Martin, responsável pelo projeto do caça-bombadeiro invisível aos radares destinado a renovar a frota da Força Aérea americana.

A aterrissagem foi realizada na base aeronaval de Patuxent River, no estado de Maryland (leste), indica o grupo aeronáutico e de Defesa americano em um comunicado.

O piloto de testes conseguiu aterrissar o avião em uma região de menos de 9 m2, delimitada antes do pouso, que durou cerca de um minuto.

O teste confirma que o avião "é capaz de aterrissar em pequenos espaços em terra e no mar", acrescenta a empresa no comunicado.

FONTE:G1