A TAP, com mais 58,4 mil passageiros em Janeiro que no mês homólogo de 2013, teve mais impacto para o crescimento do Aeroporto de Lisboa que a entrada na capital portuguesa da Ryanair, ainda que a low cost liderada por Michael O’Leary tenha voltado a ser a terceira maior companhia, à frente de ‘pesos pesados’ com a Lufthansa, a Iberia, a Air France ou a British Airways.
Dados de tráfego do Aeroporto de Lisboa no mês de Janeiro a que o PressTUR teve acesso mostram que teve 1,11 milhões de embarques e desembarques, em alta de 10,4% ou 104,9 mil relativamente ao mês homólogo de 2013, que se ficou a dever em primeiro lugar ao aumento em voos da TAP, que embora com uma variação percentual menor (+9,3%) ‘acrescentou’ 58,4 mil passageiros, totalizando 689,04 mil.
A TAP foi assim, de forma destacada, a companhia que mais contribuiu para o aumento de 104,9 mil no mês de Janeiro, superando mesmo o impacto do início de voos da low cost Ryanair, que teve 28,2 mil passageiros.
Os dados a que o PressTUR teve acesso evidenciam, aliás, que o aumento de passageiros da TAP foi superior em 21,9% ao incremento da totalidade das low cost que operaram de e para Lisboa (easyJet, Germanwings, Norwegian, Ryanair, transavia.com e Vueling).
Estas seis low cost transportaram de e para Lisboa 200,9 mil passageiros, o que significou um incremento em 31,3%, quase 3,4 vezes mais forte que o da TAP, mas porque relativo ao tráfego que tinham em Janeiro, pelo que quando se vê a diferença em número de passageiros, enquanto easyJet, Germanwings, Norwegian, Ryanair, transavia.com e Vueling ‘acrescentaram’ 47,88 mil passageiros, a TAP transportou mais 58,4 mil.
Ainda assim, em Janeiro verificou-se, de facto, uma tendência para a ‘lowcostização’ do Aeroporto de Lisboa, com essas companhias a ganharem 2,9 pontos de quota de mercado, passando de 15,1% em Janeiro de 2013 para 18% no primeiro mês deste ano, pelo acentuado ‘emagrecimento’ das chamadas ‘tradicionais’ estrangeiras, que há um ano foram as transportadoras de 20% dos passageiros de e para Lisboa e em Janeiro de 2014 tiveram a sua quota reduzida para 16,7%, já abaixo da ‘fatia’ das low cost, mesmo quando tradicionalmente estas ‘hibernam’ de forma mais acentuada nas épocas baixas.
Em Janeiro, as chamadas ‘tradicionais’ estrangeiras transportaram de e para Lisboa 186,9 mil passageiros, em queda de 2,1% ou 15,7 mil, sobressaindo as quedas da espanhola Air Europa (-37% ou menos 5,2 mil passageiros, para 8,9 mil), da British Airways (-14,2% ou menos 2,7 mil, para 16,6 mil), dos TACV (-26,3% ou menos 1,8 mil, para cinco mil), da United (-24,4% ou menos 1,6 mil, para 4,7 mil) e da Ukraine (-64,8% ou menos 1,2 mil, para 641).
Ainda em queda estiveram a Brussels (-10,7% ou menos 680, para 5,6 mil), a Air France (-1,6% ou menos cerca de 350, para 21,1 mil), bem como a SATA Internacional (-9,3% ou menos 2,1 mil, para 20,6 mil).
Com crescimentos, mas significativamente abaixo do aumento médio no mês de Janeiro (10,4%), estiveram a Lufthansa (+2% ou mais cerca de 540, para 27,4 mil passageiros), a TAAG (+4,4% ou mais cerca de 720, para 16,9 mil), a Swiss (+2,6% ou mais cerca de 210, para 8,3 mil) e até a easyJet, que se tem mantido como a segunda maior companhia em Lisboa (+4,2% ou mais 5,1 mil passageiros, para 128,2 mil).
Com crescimentos acima do aumento médio do Aeroporto evidenciaram-se a Transavia.com (+81,2% ou mais 8,4 mil, para 18,7 mil), a Vueling (+24,1% ou mais 3,9 mil, para 20 mil), a Emirates (+27,5% ou mais 3,2 mil, para 14,9 mil), a KLM (+13,3% ou mais 1,8 mil, para 15,6 mil), a Aer Lingus (+30,8% ou mais 1,6 mil, par 6,6 mil), a Royal Air Maroc (+34,2% ou mais 1,4 mil, para 5,5 mil) e a Turkish Airlines (+17,7% ou mais 1,2 mil, para 7,9 mil).
A estas companhias, em Janeiro somou-se a Iberia, que depois de uma queda do número de passageiros em Lisboa em 13,6% no ano de 2013, com -25,6% no primeiro mês, começou 2014 em recuperação, com um aumento em 9% ou 1,9 mil, para 22,8 mil.
As informações são"http://www.presstur.com/site/news.asp?news=46149".Sempre é citado o link de referência.
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VisitBritain "aproveita" nascimento "real" para promover o turismo em família
A entidade oficial do turismo do Reino Unido, Visit Britain "aproveitou" o momento mediático em torno do nascimento do novo herdeiro da coroa britânica para promover o território enquanto destino de famílias.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
A Visit Britain divulgou uma série de sugestões de viagens e destinos relacionados com a família real, logo a seguir ao nascimento do filho dos Duques de Cambridge, tais como os Palácios de Kensington, de Buckingham e de Sandringham em Norfolk, bem como "o melhor da Grã-Bretanha para as famílias"
Também as companhias aéreas British Airways e Ryanair aproveitaram o nascimento do filho de William e Kate para lançarem campanhas de promoção para as viagens dos bebés com condições especiais.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Veja as dez maiores aéreas em paxs internacionais
A entrada da companhia turca é, porém, a novidade mais significativa no Top 10, pois, enquanto a entrada da United reflete a integração da Continental, a Turkish entra por crescimento orgânico, ultrapassando a Delta e a American, que eram as candidatas mais prováveis à 10ª posição.
Os rankings divulgados pela Iata indicam que a Ryanair segurou em 2012 a primeira posição que já tinha em 2011, com 79,649 milhões de passageiros de voos internacionais, em alta de 4,2% ou 3,227 milhões em números absolutos.
Mas nem em percentagem nem em valor absoluto a Ryanair foi a primeira em crescimento, pois esse título ficou com a Emirates, nº 4, como em 2011, com +15,3% ou mais 5,003 milhões de passageiros, para 37,733 milhões.
Em percentagem, depois da Emirates os maiores crescimentos foram da British Airways (que integrou a BMI), com 6,7%, e da Easyjet, com 6,1%. Em valor absoluto, depois da Emirates foi a Ryanair, seguira da Easyjet, com mais 2,573 milhões. No caminho oposto esteve a Air Berlin, que baixou da 7ª posição em 2011 para a 9ª no ano passado, por uma queda de 10,2% ou 2,646 milhões de passageiros.
NÚMEROS GERAIS
Em número total de passageiros, incluindo voos internacionais e domésticos, a Delta Airlines manteve-se a nº 1 mundial, com 116,72 milhões (alta de 2,6% ou mais 2,99 milhões), à frente das também norte-americanas Southwest Airlines (112,23 milhões, alta de 2,6%, ou mais 2,99 milhões), United Airlines (92,61 milhões) e American Airlines (86,33 milhões, alta de 0,3% ou mais 293 mil).
As dez maiores companhias do mundo em número de passageiros transportados somaram 822,71 milhões em 2012, alta de 11,6% ou mais 85,28 milhões que o Top10 de 2011. Em voos internacionais, o total transportado pelas Top 10 chega a 374 milhões, alta de 5% ou mais 17,82 milhões que o Top 10 de 2011.
TOP 10 INTERNACIONAL
As dez maiores companhias em número de passageiros transportados em voos internacionais são:
Ryanair: 79,64 milhões (alta de 4,2% ou mais 3,2 milhões)
Lufthansa: 50,87 milhões (alta de 2,3% ou mais 1,12 milhões)
Easyjet: 44,60 milhões (alta de 6,1% ou mais 2,57 milhões)
Emirates: 37,73 milhões (alta de 15,3% ou mais 5 milhões)
Air France: 33,69 milhões (alta de 3,4% ou mais 1,09 milhões)
British: 31,27 milhões (alta de 6,7% ou mais 1,96 milhões)
KLM: 25,77 milhões (alta de 2,8% ou mais 709 mil)
United: 24,84 milhões
Air Berlin: 23,17 milhões (queda de 10,2% ou menos 2,64 milhões)
Turkish: 22,38 milhões.
As informações são"Panrotas".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Delta negocia compra de aviões da Airbus e Boeing
A Delta Air Lines está em negociação para comprar aviões de pequeno e grande portes da Airbus e Boeing em acordos que valeriam 6 bilhões de dólares em preços de tabela, disseram duas fontes ligadas ao assunto.
As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
| Aviões da Delta Airlines em aeroporto: encomendas em potencial envolvem cerca de 20 unidades distribuídas entre os modelos mais populares das duas fabricantes |
As encomendas em potencial envolvem cerca de 20 unidades distribuídas entre os modelos mais populares das duas fabricantes, A320 e 737, assim como A330 e 777, de maior porte.
Nenhuma das partes quis comentar o assunto.
As fontes confirmaram uma matéria da agência Bloomberg, de que a Delta considerava comprar aviões, incluindo de dez a 20 aviões A330 ou 777, avaliados em 4,3 bilhões de dólares.
Na terça-feira, a companhia de baixo custo Ryanair fez a maior encomenda europeia que a Boeing já recebeu, um acordo por 175 737s avaliados em 16 bilhões de dólares a preços de tabela. O acordo veio um dia após a indonésia Lion Air escolher a Airbus para uma encomenda de 24 bilhões de dólares.
As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
Ryanair vai ampliar a sua frota com mais 200 aviões
Os novos aviões substituirão a frota da companhia irlandesa, que é composta maioritariamente por aviões Boeing 737.
Fontes oficiais da companhia recusaram-se a fazer qualquer comentário sobre esta informação e apelidaram-na de “especulação” e “rumor”.
As informações são"Jornal de Negócios".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
bate recorde com mais 200 milhões de passageiros em 2012
A associação europeia das "low-fare airlines" [companhias de tarifa reduzida] divulgou hoje, em comunicado, que as suas associadas transportaram, em 2012, um número recorde de mais de 200 milhões de passageiros, mantendo a tendência anual ascendente.
“Estes resultados demonstram que o modelo de negócio das ‘low cost’ não só é sustentável, mesmo em períodos de dificuldades econômicas como oferecem uma opção de transporte a preços acessíveis para os consumidores”, disse o secretário-geral da associação, John Hanlon.
Segundo o comunicado, para o período entre janeiro e dezembro de 2012, as companhias que integram a Associação Europeia de Linhas Aéreas de Tarifas Baixas (ELFAA, na sigla inglesa) transportaram 202,4 milhões de passageiros, uma subida de 7,2% em relação ao ano anterior, enquanto o fator de carga se manteve estável em média 83,2%.
Para a ELFAA, isto significa que os aviões das suas associadas voaram com uma taxa de ocupação superior à das concorrentes, o que resulta em ganhos em eficiência tanto na perspetiva de negócio quanto na ambiental.
Segundo o comunicado, para o período entre janeiro e dezembro de 2012, as companhias que integram a Associação Europeia de Linhas Aéreas de Tarifas Baixas (ELFAA, na sigla inglesa) transportaram 202,4 milhões de passageiros, uma subida de 7,2% em relação ao ano anterior, enquanto o fator de carga se manteve estável em média 83,2%.
Para a ELFAA, isto significa que os aviões das suas associadas voaram com uma taxa de ocupação superior à das concorrentes, o que resulta em ganhos em eficiência tanto na perspetiva de negócio quanto na ambiental.
As informações são"".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Aeroportos portugueses sobem no ranking europeu e evitam “recessão” nos últimos meses de 2012
De acordo com esse ranking, Lisboa subiu a 28º maior aeroporto (era 29º em 2011) por um aumento em 3,5%, para 15,3 milhões de passageiros, enquanto o aumento médio na Europa foi de 1,8%, tendo ficado em 0,2% nos aeroportos dos países da União Europeia.
Igualmente melhor posicionados ficaram os aeroportos do Porto e de Faro, que subiram de 60º para 58º e de 66º para 61º, respectivamente, mas nestes casos também por efeito de o ranking de 2012 não incluir aeroportos que em 2011 estavam melhor posicionados.
Os dados do ACI Europe, que relativamente ao ano de 2012 publicou o movimento de passageiros em 163 aeroportos, com um total de 1.370,6 milhões de embarques e desembarques, indicam que foi sobretudo nos últimos meses de 2012 que se acentuou o que designa por “recessão” nos aeroportos da União Europeia, tornando mais evidente uma Europa “a duas velocidades”.
Segundo o ACI, o movimento de passageiros em aeroportos europeus estagnou no último trimestre de 2012, pela queda em 1,8% nos países da União Europeia, enquanto fora da União houve crescimento em 7,7%.
Em Portugal, porém, a evolução foi inversa, uma vez que o crescimento no último trimestre foi de 3,6%, superior, portanto, ao aumento médio no ano, que foi de 2,1%.
Para este crescimento contaram os três aeroportos do continente, com destaque para Lisboa, onde o aumento de 3,5% foi impulsionado pela TAP, que pela primeira vez ultrapassou os nove milhões de embarques e desembarques, por um aumento de 5,5% ou 467,3 mil, e assim reforçou a quota de mercado em 1,16 pontos, atingindo 58,9% do total.
Mais modestos foram os crescimentos dos aeroportos do Porto e Faro, o primeiro com +0,8%, para 6,05 milhões de passageiros, e o segundo com +1%, para 5,672 milhões, ambos liderados pela Ryanair, que cresceu 0,8% no Porto, para 2,286 milhões de embarques e desembarques (37,8% do total), e 3,1% em Faro, para 1,569 milhões (27,7% do total).
Porém, dos três aeroportos em Portugal Continental, apenas Lisboa teve um ano de 2012 melhor que a média dos aeroportos europeus da sua dimensão.
De acordo com o ACI, os aeroportos que anualmente têm entre dez milhões e 25 milhões de passageiros (Grupo 2), onde inclui Lisboa, tiveram em 2012 um aumento médio do movimento de passageiros em 1,4%, inferior, portanto aos 3,5% de crescimento do aeroporto da capital portuguesa.
O Grupo 3, dos aeroportos que têm anualmente entre cinco milhões e dez milhões de passageiros, teve um crescimento médio do movimento de passageiros em 1,7%, abaixo do qual ficaram tanto Faro (+1%) como o Porto (+0,8%).
Os maiores crescimentos em 2012 no grupo de aeroportos em que o ACI inclui Lisboa foram em Istambul - Sabiha Gokcen, com +8,4%, para 14,8 milhões, Berlim - Tegel, com +8,1%, para 18,29 milhões, Nice, com +7,4%, para 11,19 milhões, Genebra, com +5,9%, para 13,8 milhões, e Viena, com +5%, para 22,16 milhões.
No grupo onde o ACI classifica os aeroportos do Porto e Faro, os maiores crescimentos foram em Bucareste, com +41%, para 7,12 milhões, Charleroi, com +10,6%, para 6,5 milhões, Izmir, com +9,6%, para 9,39 milhões, Ankara, com +8,6%, para 9,297 milhões, e Toulouse-Balgnac, com +7,9%, para 7,559 milhões.
A Turquia ‘meteu’, assim, três aeroportos entre os líderes dos grupos 2 e 3, mas o seu melhor êxito em 2012 foi no principal aeroporto de Istambul (Istambul - Ataturk), que foi o que mais cresceu na Europa, com um aumento de 20,3%, para 44,992 milhões de passageiros, pelo qual subiu de 8º a 6º maior aeroporto europeu, ultrapassando Munique (+1,6%, para 38,36 milhões) e Roma - Fiumicino (-1,8%, para 36,98 milhões).
Essa foi, aliás, a única novidade no Top10 do ranking dos maiores aeroportos europeus em 2012 segundo os dados do ACI - Europe, cujos líderes são Londres - Heathrow, com 70,038 milhões de passageiros (+0,9% que em 2011), Paris - Charles De Gaulle, com 61,611 milhões (+1,1%), Frankfurt, com 57,52 milhões (+1,9%), Amesterdão, com 51,035 milhões (+2,6%), e Madrid- Barajas, com 45,175 milhões (-9%).
Seguem-se Istambul - Ataturk, Munique e Roma - Fiumicino e, a fechar o Top10, Barcelona - El Prat, com 35,131 milhões (+2,2%), e Londres - Gatwick, com 34,222 milhões (+1,6%).
Em crescimento em valor absoluto relativamente a 2011, segundo os dados do ACI - Europe, os líderes foram Istambul - Ataturk, com mais 7,594 milhões de passageiros, e os dois aeroportos de Moscovo — Sheremetyevo, com mais 3,633 milhões (+16,1%, para 26,188 milhões) e Moscovo - Domodedovo, com mais 2,464 milhões (+9,6%, para 28,165 milhões).
Seguiram-se os aumentos de 2,07 milhões em Bucareste, de 1,372 milhões em Berlim, de 1,28 milhões em Amesterdão, de 1,146 milhões em Istambul - Sabiha, de 1,083 milhões em Frankfurt, de 1,059 milhões em Viena e de 987,56 milhões em Oslo.
Lisboa, com mais 509,97 mil passageiros que em 2011, teve o 25º aumento mais forte entre os 163 aeroportos com dados publicados pelo ACI - Europa, enquanto Faro foi 72º, com mais 56,96 mil, e o Porto foi 74º, com mais 46,9 mil.
Madrid-Barajas foi o aeroporto que teve a maior quebra do número de passageiros, com menos 4,468 milhões de passageiros, seguido por Atenas, com menos 1,5 milhões (-10,4%, para 12,927 milhões), Alicante, com menos 1,059 milhões (-10,7%, para 8,844 milhões), Praga, com menos 980,7 mil (-8,3%, para 10,807 milhões), Milão, com menos 768,6 mil (-4%, para 18,522 milhões), Roma, com menos 671 mil (-1,8%, para 36,98 milhões), Sevilha, com menos 670,36 mil (-13,5%, para 4,282 milhões), Gran Canária, com menos 646,4 mil (-6,1%, para 9,882 milhões), Londres - Stansted, com menos 582,9 mil (-3,2%, para 17,46 milhões), e Fuerteventura, com menos 547,5 mil (-11,1%, para 4,397 milhões).
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Ryanair negoceia criação de base em Lisboa
Michael O’Leary, presidente da companhia aérea "low cost" Ryanair, está em negociações com a Vinci, a empresa francesa que é a nova proprietária da ANA - Aeroportos de Portugal, para criar uma nova base em Lisboa.
O presidente da transportadora irlandesa de baixo custo afirmou que o seu objetivo é ter oito aviões a operar na capital e 14 rotas em atividade já no inverno de 2014.
“Estamos a falar com a Vinci sobre a nossa proposta para Lisboa, um aeroporto que continua com taxas muito altas para as companhias de aviação”, afirmou O'Lear, citado pela Lusa, numa conferência de imprensa realizada esta terça-feira em Lisboa.
Michael O’Leary comentou que a nova base poderá ser positiva para o aeroporto da Portela, uma vez que pode aumentar o tráfego do aeroporto da capital em quatro milhões de passageiros. Na opinião do presidente da Ryanair, esta é uma medida que tem que ser tomada já que o aeroporto de Lisboa “tem o pior rácio de passageiros/população das capitais europeias”.
Nesse sentido, O'Leary disse considerar, também, essencial, uma extensão do Terminal 2, atualmente destinado às operações da Easyjet, devido à grande escala que pretende fazer em Lisboa.
O líder da Ryanair defendeu ainda que a vinda da companhia irlandesa para a capital seria “uma boa competição para a TAP” e salientou que as tarifas da companhia portuguesa são muito altas, representando mais 300% do que a tarifa média da Ryanair, que é de 53 euros.
As informações são"Boas Notícias".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
O presidente da transportadora irlandesa de baixo custo afirmou que o seu objetivo é ter oito aviões a operar na capital e 14 rotas em atividade já no inverno de 2014.
“Estamos a falar com a Vinci sobre a nossa proposta para Lisboa, um aeroporto que continua com taxas muito altas para as companhias de aviação”, afirmou O'Lear, citado pela Lusa, numa conferência de imprensa realizada esta terça-feira em Lisboa.
Michael O’Leary comentou que a nova base poderá ser positiva para o aeroporto da Portela, uma vez que pode aumentar o tráfego do aeroporto da capital em quatro milhões de passageiros. Na opinião do presidente da Ryanair, esta é uma medida que tem que ser tomada já que o aeroporto de Lisboa “tem o pior rácio de passageiros/população das capitais europeias”.
Nesse sentido, O'Leary disse considerar, também, essencial, uma extensão do Terminal 2, atualmente destinado às operações da Easyjet, devido à grande escala que pretende fazer em Lisboa.
O líder da Ryanair defendeu ainda que a vinda da companhia irlandesa para a capital seria “uma boa competição para a TAP” e salientou que as tarifas da companhia portuguesa são muito altas, representando mais 300% do que a tarifa média da Ryanair, que é de 53 euros.
As informações são"Boas Notícias".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
TAP é a 13ª maior companhia estrangeira em França e Portugal é a 5ª maior origem/destino na Europa
A TAP, com 1,065 milhões de passageiros embarcados e desembarcados em aeroportos franceses no ano de 2011, foi a 13ª maior companhia estrangeira em passageiros internacionais nesse mercado, onde a líder é naturalmente Air France, seguida pelas low costs easyJet e Ryanair, segundo os dados publicados pela autoridade aeronáutica francesa.
A informação indica que os aeroportos franceses totalizaram no ano passado 104,1 milhões de passageiros de voos internacionais, 66,7 milhões em companhias estrangeiras (64,1%) e 37,38 milhões em companhias estrangeiras (35,9%).
A líder de mercado é a Air France, com 27,3 milhões de passageiros em voos internacionais (26,2% do total), seguida pelas estrangeiras easyJet (Reino Unido e Suíça), com 11,13 milhões (10,7%), Ryanair, com 6,7 milhões (6,5%), Lufthansa, com 3,85 milhões (3,7%), Royal Air Maroc, com 2,35 milhões (2,3%), e British Airways, com 2,24 milhões (2,2%).
A TAP surge na 13ª posição entre as estrangeiras, com 1% do total de passageiros de voos internacionais nos aeroportos franceses, depois da Vueling, que é a primeira companhia espanhola, com 1,9 milhões, da Air Algerie, com 1,5 milhões, da Tunisair, com 1,3 milhões, da City Jet (subsidiária da Air France baseada no Reino Unido), com 1,26 milhões, da Swiss, com 1,25 milhões, da KLM, com 1,19 milhões, e da Air Europa, com 1,127 milhões.
A seguir à TAP vêm a norte-americana Delta, parceira da Air France, com 983,2 mil, a Alitalia, também parceira da companhia francesa, com 934,28 mil, a escandinava SAS, com 893,1 mil, a Flybe, com 794,8 mil, a Iberia, com 782,57 mil, a Brussels, com 699,5 mil, a Turkish Airlines, com 694,4 mil, e a Emirates, que é a primeira das companhias do Golfo, com 675,6 mil.
Entre as francesas, em passageiros de voos internacionais depois da Air France vem a Aigle Azur (que tem voos para Portugal), com 1,73 milhões, a Transavia France (que também tem voos para Portugal, com 1,55 milhões), a Regional, com 1,46 milhões, a Air Mediterranée, com 1,1 milhões, e a XL Airways France, com 1,07 milhões.
Portugal é 5ª origem/destino europeia
Os dados da autoridade aeronáutica francesa mostram, em relação às ligações internacionais (excluindo os territórios franceses em outros continentes), que a Europa é não só a primeira origem/destino de passageiros, com 63,9% do total (65,09 milhões), como a que mais cresceu em 2011, com um aumento de 11,1% ou cerca de 6,5 milhões.
Entre as origens/destinos na Europa, Portugal ocupa a 5ª posição, com 3,32 milhões de passageiros, o que equivale a 5,1% do total de passageiros de voos europeus e 3,3% do total de passageiros de voos internacionais, e um crescimento ligeiramente acima do aumento médio das ligações europeias, em 11,9%, o que representou um incremento de aproximadamente 550 mil passageiros.
Em relação a este total, a TAP, com 1,065 milhões de passageiros de voos internacionais tem uma quota de 32,1%, que sobe para 33,2% quando se consideram apenas os passageiros de voos regulares, de que a TAP somou 1,059 milhões.
A primeira origem/destino na Europa é o Reino Unido, com 10,79 milhões (16,6% dos passageiros de ligações com a Europa e 10,6% do total de passageiros de ligações internacionais), à frente de Espanha, com 9,442 milhões sem Canárias, Itália, com 9,2 milhões, e Alemanha, com 8,2 milhões.
Entre estas origens/destinos, só o movimento com o Reino Unido teve um aumento menor que o da média da Europa, em 7,6%.
Em voos de e para Espanha (sem Canárias), o aumento foi de 15%, mas ligações com a Itália o aumento foi de 12,8% e nas ligações com a Alemanha foi de 13,3%.
Fora da Europa, a primeira origem/destino foram os Estados Unidos, com 6,34 milhões de passageiros, em alta de 5% relativamente a 2011, seguindo-se Marrocos, com 5,1 milhões, mas em ligeira queda, de 0,5%, Argélia, com 3,1 milhões (+9,7%), Tunísia, com 2,769 milhões (-27,6%), e Canadá, com 1,96 milhões (+2,5%).
No continente americano, depois dos EUA e do Canadá vem o Brasil, com 1,034 milhões de passageiros, em queda de 2,1%, com a brasileira TAM a somar 319,6 mil.
Na Ásia, a primeira origem/destino é a China, com 1,198 milhões de passageiros (+8% que em 2010), seguida dos Emirados Árabes Unidos, com 1,145 milhões (+7,5%).
A informação da autoridade aeronáutica francesa indica que o movimentos de passageiros de voos internacionais apenas baixou nas ligações com África, em 5,9%, para 15,79 milhões (Cabo Verde teve um aumento de 66,6%, para 78,5 mil).
Depois da Europa, que teve um aumento de 11,1%, os maiores crescimentos foram nas ligações com a Ásia (+5,8%, para 9,27 milhões) e com a América (+5,4%, para 11,7 milhões).
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
A informação indica que os aeroportos franceses totalizaram no ano passado 104,1 milhões de passageiros de voos internacionais, 66,7 milhões em companhias estrangeiras (64,1%) e 37,38 milhões em companhias estrangeiras (35,9%).
A líder de mercado é a Air France, com 27,3 milhões de passageiros em voos internacionais (26,2% do total), seguida pelas estrangeiras easyJet (Reino Unido e Suíça), com 11,13 milhões (10,7%), Ryanair, com 6,7 milhões (6,5%), Lufthansa, com 3,85 milhões (3,7%), Royal Air Maroc, com 2,35 milhões (2,3%), e British Airways, com 2,24 milhões (2,2%).
A TAP surge na 13ª posição entre as estrangeiras, com 1% do total de passageiros de voos internacionais nos aeroportos franceses, depois da Vueling, que é a primeira companhia espanhola, com 1,9 milhões, da Air Algerie, com 1,5 milhões, da Tunisair, com 1,3 milhões, da City Jet (subsidiária da Air France baseada no Reino Unido), com 1,26 milhões, da Swiss, com 1,25 milhões, da KLM, com 1,19 milhões, e da Air Europa, com 1,127 milhões.
A seguir à TAP vêm a norte-americana Delta, parceira da Air France, com 983,2 mil, a Alitalia, também parceira da companhia francesa, com 934,28 mil, a escandinava SAS, com 893,1 mil, a Flybe, com 794,8 mil, a Iberia, com 782,57 mil, a Brussels, com 699,5 mil, a Turkish Airlines, com 694,4 mil, e a Emirates, que é a primeira das companhias do Golfo, com 675,6 mil.
Entre as francesas, em passageiros de voos internacionais depois da Air France vem a Aigle Azur (que tem voos para Portugal), com 1,73 milhões, a Transavia France (que também tem voos para Portugal, com 1,55 milhões), a Regional, com 1,46 milhões, a Air Mediterranée, com 1,1 milhões, e a XL Airways France, com 1,07 milhões.
Portugal é 5ª origem/destino europeia
Os dados da autoridade aeronáutica francesa mostram, em relação às ligações internacionais (excluindo os territórios franceses em outros continentes), que a Europa é não só a primeira origem/destino de passageiros, com 63,9% do total (65,09 milhões), como a que mais cresceu em 2011, com um aumento de 11,1% ou cerca de 6,5 milhões.
Entre as origens/destinos na Europa, Portugal ocupa a 5ª posição, com 3,32 milhões de passageiros, o que equivale a 5,1% do total de passageiros de voos europeus e 3,3% do total de passageiros de voos internacionais, e um crescimento ligeiramente acima do aumento médio das ligações europeias, em 11,9%, o que representou um incremento de aproximadamente 550 mil passageiros.
Em relação a este total, a TAP, com 1,065 milhões de passageiros de voos internacionais tem uma quota de 32,1%, que sobe para 33,2% quando se consideram apenas os passageiros de voos regulares, de que a TAP somou 1,059 milhões.
A primeira origem/destino na Europa é o Reino Unido, com 10,79 milhões (16,6% dos passageiros de ligações com a Europa e 10,6% do total de passageiros de ligações internacionais), à frente de Espanha, com 9,442 milhões sem Canárias, Itália, com 9,2 milhões, e Alemanha, com 8,2 milhões.
Entre estas origens/destinos, só o movimento com o Reino Unido teve um aumento menor que o da média da Europa, em 7,6%.
Em voos de e para Espanha (sem Canárias), o aumento foi de 15%, mas ligações com a Itália o aumento foi de 12,8% e nas ligações com a Alemanha foi de 13,3%.
Fora da Europa, a primeira origem/destino foram os Estados Unidos, com 6,34 milhões de passageiros, em alta de 5% relativamente a 2011, seguindo-se Marrocos, com 5,1 milhões, mas em ligeira queda, de 0,5%, Argélia, com 3,1 milhões (+9,7%), Tunísia, com 2,769 milhões (-27,6%), e Canadá, com 1,96 milhões (+2,5%).
No continente americano, depois dos EUA e do Canadá vem o Brasil, com 1,034 milhões de passageiros, em queda de 2,1%, com a brasileira TAM a somar 319,6 mil.
Na Ásia, a primeira origem/destino é a China, com 1,198 milhões de passageiros (+8% que em 2010), seguida dos Emirados Árabes Unidos, com 1,145 milhões (+7,5%).
A informação da autoridade aeronáutica francesa indica que o movimentos de passageiros de voos internacionais apenas baixou nas ligações com África, em 5,9%, para 15,79 milhões (Cabo Verde teve um aumento de 66,6%, para 78,5 mil).
Depois da Europa, que teve um aumento de 11,1%, os maiores crescimentos foram nas ligações com a Ásia (+5,8%, para 9,27 milhões) e com a América (+5,4%, para 11,7 milhões).
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Ryanair ameaça cortar rota Madrid-Faro e reduzir voos de Madrid e Barcelona para o Porto
O Madrid-Faro é uma das 13 rotas que a Ryanair ameaça cortar na capital espanhola, enquanto as ligações ao Porto de Madrid e Barcelona estão entre as 42 em que ameaça reduzir a frequência de voos a partir de 30 de Março, se a AENA, empresa gestora dos aeroportos espanhóis, não recuar nos aumentos das taxas aeroportuárias.
A ameaça foi divulgada ontem em conferência de imprensa pelo vice-presidente da low cost, Michael Cawley, que indicou que se os aumentos forem mantidos a Ryanair cortará 35% dos voos de e para Madrid e 23% das ligações com Barcelona.
Um comunicado publicado entretanto no website da low cost especifica que em Madrid-Barajas, maior aeroporto espanhol, esses cortes compreendem a retirada de quatro aviões, baixando de 14 para dez, e o corte de 272 voos por semana, com o cancelamento de 13 rotas e redução de frequências em outras 22.
Em Barcelona-El Prat a retaliação é mais moderada, compreendendo a retirada de um avião, passando de 13 para 12, e o corte de 170 por semana, com o cancelamento de quatro rotas e a redução de frequências em outras 20.
Entre as rotas que ameaça cancelar em Madrid figura a de Faro, bem como as ligações com Almería, Ancona, Bari, Girona, Eindhoven, Frankfurt, Génova, Londres Gatwick, Poznan, Estocolmo, Turim e Verona.
As rotas a cancelar em Barcelona são Alicante, Lubeck, Munique e Trieste.
Quanto às reduções de frequências, apenas o Porto será afectado com reduções nas ligações com Madrid-Barajas e com Barcelona-El Prat, mas a informação da low cost não especifica quantos voos poderá suprimir.
Pelas estimativas apresentadas pela Ryanair, caso concretize a ameaça a sua operação total de e para Espanha terá um corte de 12% a partir de 30 de Março, equivalendo à supressão de 648 voos por semana.
A low cost diz ainda que com essa redução os aeroportos espanhóis perderão 4,5 milhões de passageiros, já que baixará de 30 milhões para 25,5 milhões, com perdas de 1,9 milhões em Madrid (de 5,3 milhões para 3,4 milhões) e 1,2 milhões em Barcelona (de 5,4 milhões para 4,3 milhões).
A low cost também diz que, baseando-se nos cálculos do ACI - Airports Council International, essas quedas de tráfego acarretarão a perda de 4,5 mil postos de trabalho, 1,9 mil em Madrid e 1,2 mil em Barcelona.
Michael Cawley, citado nessa informação, diz que os aumentos que a AENA está a impor representam nos casos de Madrid e Barcelona uma duplicação das taxas.
As autoridades espanholas têm argumentado que os aumentos têm pouco impacto para os passageiros, situando-se em 0,85 euros, mas sem especificar os casos dos dois maiores aeroportos, e que ainda assim apenas permitirá cobrir 76,7% dos custos operacionais totais dos aeroportos.
A AENA, por sua vez, tem contraposto que as taxas continuarão a ser mais baratas que nos principais aeroportos europeus.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
A ameaça foi divulgada ontem em conferência de imprensa pelo vice-presidente da low cost, Michael Cawley, que indicou que se os aumentos forem mantidos a Ryanair cortará 35% dos voos de e para Madrid e 23% das ligações com Barcelona.
Um comunicado publicado entretanto no website da low cost especifica que em Madrid-Barajas, maior aeroporto espanhol, esses cortes compreendem a retirada de quatro aviões, baixando de 14 para dez, e o corte de 272 voos por semana, com o cancelamento de 13 rotas e redução de frequências em outras 22.
Em Barcelona-El Prat a retaliação é mais moderada, compreendendo a retirada de um avião, passando de 13 para 12, e o corte de 170 por semana, com o cancelamento de quatro rotas e a redução de frequências em outras 20.
Entre as rotas que ameaça cancelar em Madrid figura a de Faro, bem como as ligações com Almería, Ancona, Bari, Girona, Eindhoven, Frankfurt, Génova, Londres Gatwick, Poznan, Estocolmo, Turim e Verona.
As rotas a cancelar em Barcelona são Alicante, Lubeck, Munique e Trieste.
Quanto às reduções de frequências, apenas o Porto será afectado com reduções nas ligações com Madrid-Barajas e com Barcelona-El Prat, mas a informação da low cost não especifica quantos voos poderá suprimir.
Pelas estimativas apresentadas pela Ryanair, caso concretize a ameaça a sua operação total de e para Espanha terá um corte de 12% a partir de 30 de Março, equivalendo à supressão de 648 voos por semana.
A low cost diz ainda que com essa redução os aeroportos espanhóis perderão 4,5 milhões de passageiros, já que baixará de 30 milhões para 25,5 milhões, com perdas de 1,9 milhões em Madrid (de 5,3 milhões para 3,4 milhões) e 1,2 milhões em Barcelona (de 5,4 milhões para 4,3 milhões).
A low cost também diz que, baseando-se nos cálculos do ACI - Airports Council International, essas quedas de tráfego acarretarão a perda de 4,5 mil postos de trabalho, 1,9 mil em Madrid e 1,2 mil em Barcelona.
Michael Cawley, citado nessa informação, diz que os aumentos que a AENA está a impor representam nos casos de Madrid e Barcelona uma duplicação das taxas.
As autoridades espanholas têm argumentado que os aumentos têm pouco impacto para os passageiros, situando-se em 0,85 euros, mas sem especificar os casos dos dois maiores aeroportos, e que ainda assim apenas permitirá cobrir 76,7% dos custos operacionais totais dos aeroportos.
A AENA, por sua vez, tem contraposto que as taxas continuarão a ser mais baratas que nos principais aeroportos europeus.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Ryanair cancela 10 rotas em Budapeste
A Ryanair anunciou que vai fazer um corte de 40% na sua base em Budapeste, Hungria, a partir de 10 de Janeiro, que se reflecte em menos 10 rotas.
Esta decisão prende-se com o aumento de taxas aeroportuárias previsto para essa data. Segundo a Ryanair, o corte vai custar cerca de 800 postos de trabalho e levar à redução de 800 mil passageiros, para 1,2 milhões, diz a companhia.
A companhia vai reduzir a frota na base de cinco para três aviões, e o número de voos semanais serão reduzidos em cerca de 110, para “menos de 170”, diz a companhia, que indica ainda que irá fazer cortes em nove das restantes 20 rotas.
As informações são"Presstur ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Esta decisão prende-se com o aumento de taxas aeroportuárias previsto para essa data. Segundo a Ryanair, o corte vai custar cerca de 800 postos de trabalho e levar à redução de 800 mil passageiros, para 1,2 milhões, diz a companhia.
A companhia vai reduzir a frota na base de cinco para três aviões, e o número de voos semanais serão reduzidos em cerca de 110, para “menos de 170”, diz a companhia, que indica ainda que irá fazer cortes em nove das restantes 20 rotas.
As informações são"Presstur ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Ryanair anuncia duas novas rotas da Alemanha para Faro
A Ryanair anunciou hoje que vai começar a voar entre Colónia e Leipzig, e Faro, a partir do próximo ano, aumentando para oito o número de ligações entre a cidade algarvia e a Alemanha.
Os voos de e para Colónia vão ter início a 31 de Março, quatro vezes por semana, e de e para Liepzig começam a 2 de Abril, duas vezes por semana.
A Ryanair aumenta para oito o número de rotas operadas entre Faro e a Alemanha, onde se inclui Dortmund, que foi anunciada o mês passado.
Com as duas novas rotas, a Ryanair aumenta para 33, o total de destinos servidos de e para Faro.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Os voos de e para Colónia vão ter início a 31 de Março, quatro vezes por semana, e de e para Liepzig começam a 2 de Abril, duas vezes por semana.
A Ryanair aumenta para oito o número de rotas operadas entre Faro e a Alemanha, onde se inclui Dortmund, que foi anunciada o mês passado.
Com as duas novas rotas, a Ryanair aumenta para 33, o total de destinos servidos de e para Faro.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes
Aérea SAS demite funcionários e vende ativos
A companhia aérea deficitária SAS informou nesta segunda-feira (12/11) que vai cortar salários, reduzir o número de funcionários - com corte de 800 postos de trabalho -, vender 3 bilhões de coroas suecas em ativos, além de tentar garantir novos empréstimos, no valor de 3,5 bilhões de coroas suecas (US$ 520 milhões), para evitar seu colapso. A empresa escandinava tem enfrentado concorrência com aéreas de baixo custo, como Ryanair e Norwegian, e não registra lucro anual desde 2007.
As informações são"Mercado & Eventos por Pamela Mascarenhas".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
As informações são"Mercado & Eventos por Pamela Mascarenhas".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Empresa aérea é investigada por pousos por falta de combustível
A companhia aérea low cost Ryanair é líder do mercado na Espanha com mais de 30 milhões de passageiros ao ano, mas vem sendo protagonista nos últimos meses pela falta de segurança. O Ministério de Fomento abriu uma investigação depois de três pousos de emergência da empresa por falta de combustível no aeroporto de Valência.
Investiga-se se outras quatro aterrisagens deste tipo podem ter acontecido, além de mais de 1 mil incidências somente este ano. "A maior economia que se pode fazer num voo é com o combustível e algumas companhias têm uma política de uso do mínimo estipulado pelas normas europeias", explica Iván Gutiérrez Santos, diretor geral técnico do Colégio Oficial de Pilotos da Aviação Comercial na Espanha (Copac).
Se declarada culpada, a Ryanair não perderia a licença para voar na Espanha, mas poderia sim ser levada a questionamentos em Bruxelas, onde se determina as normas de aviação para toda a Europa. Agora, as denúncias estão sob segredo de Justiça, mas a ministra Ana Pastor já começou a endurecer as normas de segurança de voo e fiscalizações para evitar, segundo ela, situações de perigo iminente. "A ministra tinha que mostrar que tem o controle da segurança aérea espanhola, mas se a Ryanair fosse realmente um problema, não poderia voar no continente, como faz", opina Carmen Abril Barrie, professora da Universidade Complutense de Madri.
Para a Copac, as medidas chegam depois de muitos pedidos. "Faz tempo que reclamamos supervisões mais efetivas e sanções para quem coloque os passageiros em risco. Precisávamos destas medidas não só pelo que aconteceu agora, mas para garantir que a segurança seja o principal objetivo também em outras companhias", afirma Gutiérrez Santos.
Michael O'Leary, presidente da Ryanair, defende-se dizendo que cumpre todas as normas, mas como afirma o diretor da Copac, isto pode não ser suficiente. "As regras estabelecem requisitos mínimos, como no caso da carga de combustível, sobre os quais que deve aplicar uma margem em função de problemas que possam ocorrer. Mas, pelo visto, a política de uso de combustível da irlandesa deve ser revisada."
Publicidade negativa e modelo de negócio
Mesmo com a suspeita de insegurança, não se espera que a empresa note uma queda acentuada no número de passageiros, já que há voos por até nove euros (cerca de R$ 22). "Há passagens mais baratas do que um táxi para distâncias curtas, e é com isso que o público da Ryanair está preocupado", explica Carmen Abril. "Todos sabemos que Michael O'Leary gosta de criar polêmica, e creio que mesmo negativas, estas denúncias são na verdade propaganda gratuita para eles", completa.
Em 2011, 76 milhões de pessoas voaram com a companhia irlandesa. E para Carmen, foi justamente este modelo de negócio que fez com que a empresa esteja crescendo em toda Europa, mesmo com a crise dos últimos anos. "O público é constituído principalmente por jovens, estudantes e gente que não se importa em pagar pouco, mesmo não tendo lanche nem muito espaço durante a viagem", diz.
A professora vai mais longe e diz que na América Latina, incluindo o Brasil, este mesmo modelo poderia ter ainda mais sucesso. "As distâncias são mais longas e muita gente de classe média - não somente jovens - que não poderia se permitir pagar uma passagem de avião hoje, iria preferir voar por menos da metade do preço do ônibus. Para garantir que o custo seja baixo assim, a companhia economiza desde o amendoim até o combustível."
Barato, mas com conforto é mais caro
É verdade que há passagens por até nove euros, mas elas demandam também muita atenção do consumidor. Se o passageiro vai voar de Ryanair, é aconselhável fazer o check-in online e levar seu bilhete impresso, senão pode pagar 60 euros (cerca de R$ 150) adicionais ao preço do bilhete no balcão do aeroporto. Além disso, deve verificar se sua bagagem não ultrapassa o tamanho e peso máximos (55 x 40 x 20 cm e 10kg) ou terá que pagar mais 50 euros (cerca de R$ 125) por não poder levá-la na cabine. E só está permitido levar um volume como bagagem de mão, contando pequenas bolsas ou o computador em outra maleta.
Por fim, é preciso verificar o horário e a distância do aeroporto até o local onde precisa ir, já que a companhia trabalha com aeroportos afastados dos grandes centros e o transporte pode custar caro durante o dia e mais ainda se o voo atrasar e for necessário ir de táxi quando o transporte público já está parado.
As informações são"Terra".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de ResponsabilidadePatricia McInnes Queiroz
Ryanar afirma que existe campanha contra na Espanha
Eis um assunto que ainda vai render bastante. O presidente da Ryanair, o polêmico executivo Michael O’Leary, enviou carta ao Ministério de Fomento da Espanha na qual lamenta um campanha que, em sua opinião, tem sido vivamente alimentada na Espanha contra a companhia, a principal low-cost da Europa e que tem várias operações em aeroportos espanhóis.
O governo anunciou sua intenção em sanções mais agudas contra as empresas aéreas e uma solicitação – recusada pela União Européia – para ter maior competência na fiscalização e exigências sobre empresas estrangeiras.
O’Leary afirmou que a companhia foi acusada de acumular 1.201 incidentes de segurança durante o primeiro semestre deste ano. “Temos um excelente recorde de segurança nos 28 anos de existência da companhia que cumpre plenamente as normas internacionais”, afirmou o executivo. Diz estranhar que empresas espanholas como Ibéria e Vueling registram incidências mas nem mesmo foram citadas.
Classificando que o movimento detectado é de ‘acusações infundadas’, o presidente da Ryanar antecipa que as questões das três aterrissagens forçadas observadas em julho no aeroporto de Valencia estão sendo investigadas por autoridades da EU e serão informadas em seus procedimentos oficiais.
e outro lado, o executivo deixa no ar que a campanha contra teria razões políticas e também quanto à política econômica, depois que houve uma recomendação para que os funcionários públicos passassem a voar com empresas aéreas de tarifas baixas. Da mesma maneira que aconteceu na Espanha isto está sendo recomendado em Portugal, já que a Ryanair é a única empresa ultra-low-cost que possibilita viagens a partir de 12 euros, minimizando custos
Neste ano, a companhia pretende completar a temporada transportando mais de 79 milhões de consumidores.
As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz
Ryanair tenta que transportadoras voem para a Irlanda
A Ryanair pediu a seis companhias aéreas que analisassem operar em algumas das rotas da Aer Lingus como forma de conseguir a aprovação de Bruxelas para comprar a transportadora concorrente, avança esta terça-feira o "Financial Times".
A Ryanair está disposta a desembolsar 680 milhões de euros para ficar com a irlandesa Aer Lingus, mas a operação poderá suscitar dúvidas em termos de mercado, devido a problemas de concorrência. Em 2007, Bruxelas já expressou dúvidas sobre a combinação das duas companhias, uma vez que criaria um monopólio ou uma posição dominante em 35 rotas.
A companhia "low cost" já dispõe de 29,8% da Aer Lingus, mas pretende reforçar, o que poderia esbarrar na Comissão Europeia.
Para que pudesse receber luz verde, a Ryanair pediu a outras companhias aéreas que analisem a possibilidade de operar nas rotas de Dublin, onde Ryanair e Aer Lingus são as principais companhias. Mas, o "Financial Times" acrescenta que apenas algumas dessas seis companhias mostraram "algum" interesse.
A companhia presidida por Michael O'Leary manteve contactos com a Air France, Easyjet, Etihad Airways, Flybe, Virgin Atlantic e IAG, a "holding" que domina a British Airways e a Iberia.
A Comissão Europeia deve tomar uma decisão sobre a oferta esta quarta-feira, na terceira tentativa da Ryanair de ficar com a concorrente irlandesa. A Comissão Europeia deverá avançar para uma investigação aprofundada.
As informações são"Jornal de Negócios - Portugal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz
A Ryanair está disposta a desembolsar 680 milhões de euros para ficar com a irlandesa Aer Lingus, mas a operação poderá suscitar dúvidas em termos de mercado, devido a problemas de concorrência. Em 2007, Bruxelas já expressou dúvidas sobre a combinação das duas companhias, uma vez que criaria um monopólio ou uma posição dominante em 35 rotas.
A companhia "low cost" já dispõe de 29,8% da Aer Lingus, mas pretende reforçar, o que poderia esbarrar na Comissão Europeia.
Para que pudesse receber luz verde, a Ryanair pediu a outras companhias aéreas que analisem a possibilidade de operar nas rotas de Dublin, onde Ryanair e Aer Lingus são as principais companhias. Mas, o "Financial Times" acrescenta que apenas algumas dessas seis companhias mostraram "algum" interesse.
A companhia presidida por Michael O'Leary manteve contactos com a Air France, Easyjet, Etihad Airways, Flybe, Virgin Atlantic e IAG, a "holding" que domina a British Airways e a Iberia.
A Comissão Europeia deve tomar uma decisão sobre a oferta esta quarta-feira, na terceira tentativa da Ryanair de ficar com a concorrente irlandesa. A Comissão Europeia deverá avançar para uma investigação aprofundada.
As informações são"Jornal de Negócios - Portugal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz
Ryanair também vai reduzir voos de Madrid e Barcelona para Porto e Faro
A low cost Ryanair, maior companhia aérea nos aeroportos espanhóis, mas que desde ontem assumiu uma rota de colisão, com a divulgação de cortes nas suas operações em resposta ao aumento das taxas aeroportuárias de Espanha, inclui nestes cortes também reduções das frequências de voos dos dois maiores aeroportos espanhóis para o Porto e para Faro.
A informação não especifica quantos voos por semana vão ser reduzidos quando se iniciar o Inverno IATA 2012/2013, no final de Outubro, indicando apenas que entre as 24 rotas de e para Madrid que terão menos voos a low cost inclui as de Faro e do Porto e que no caso de Barcelona, das 22 rotas que terão redução de frequência de voos está também o Porto.
Além destas reduções da frequências de voos, a Ryanair anunciou também que vai suprimir a rota Tenerife-Porto, também no início do Inverno IATA 2012/2013.
As reduções da operação em Madrid e Barcelona foram anunciadas pelo CEO da low cost, Michael O’Leary, como resposta ao aumento das taxas aeroportuárias espanholas e as reduções nas Canárias foram divulgadas pelo vice-CEO, Michael Cawley, em resposta ao que disse ser o incumprimento pelas autoridades regionais do acordo sobre ‘incentivos’ a que se tinham comprometido em 2010.
A Ryanair é a maior companhia em número de passageiros nos aeroportos do Porto e de Faro, embora tanto num como noutro registe queda de tráfego no primeiro semestre deste ano.
No Porto, com 1,092 milhões de passageiros embarcados e desembarcados nos primeiros seis meses deste ano, a Ryanair tem um decréscimo de 1,8% ou quase 20 mil passageiros. Em Faro, com 667,3 mil, está abaixo do período homólogo de 2011 em 3% ou 20,6 mil passageiros.
Estas quedas estão associadas à decisão da low cost de retirar de operação 80 aviões na época baixa, alegadamente para responder ao aumento de custos com combustíveis, mas enquanto no Porto e em Faro tem queda do número de passageiros, na totalidade das rotas está com um aumento de 1,8% ou cerca de 646 mil passageiros no primeiro semestre, para 36,88 milhões.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva
A informação não especifica quantos voos por semana vão ser reduzidos quando se iniciar o Inverno IATA 2012/2013, no final de Outubro, indicando apenas que entre as 24 rotas de e para Madrid que terão menos voos a low cost inclui as de Faro e do Porto e que no caso de Barcelona, das 22 rotas que terão redução de frequência de voos está também o Porto.
Além destas reduções da frequências de voos, a Ryanair anunciou também que vai suprimir a rota Tenerife-Porto, também no início do Inverno IATA 2012/2013.
As reduções da operação em Madrid e Barcelona foram anunciadas pelo CEO da low cost, Michael O’Leary, como resposta ao aumento das taxas aeroportuárias espanholas e as reduções nas Canárias foram divulgadas pelo vice-CEO, Michael Cawley, em resposta ao que disse ser o incumprimento pelas autoridades regionais do acordo sobre ‘incentivos’ a que se tinham comprometido em 2010.
A Ryanair é a maior companhia em número de passageiros nos aeroportos do Porto e de Faro, embora tanto num como noutro registe queda de tráfego no primeiro semestre deste ano.
No Porto, com 1,092 milhões de passageiros embarcados e desembarcados nos primeiros seis meses deste ano, a Ryanair tem um decréscimo de 1,8% ou quase 20 mil passageiros. Em Faro, com 667,3 mil, está abaixo do período homólogo de 2011 em 3% ou 20,6 mil passageiros.
Estas quedas estão associadas à decisão da low cost de retirar de operação 80 aviões na época baixa, alegadamente para responder ao aumento de custos com combustíveis, mas enquanto no Porto e em Faro tem queda do número de passageiros, na totalidade das rotas está com um aumento de 1,8% ou cerca de 646 mil passageiros no primeiro semestre, para 36,88 milhões.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva
Ryanair avança com oferta por fatia da Aer Lingus
A Ryanair vai oferecer 1,30€ por ação da Aer Lingus Group - mais 38,3% do que o valor de fecho das ações em bolsa, ontem -, valorizando a companhia de aviação de bandeira irlandesa para 694 milhões de euros. A oferta será feita através da subsidiária Coinside, com o objetivo de aumentar a quota de 29,82% que a Ryanair já detém há cinco anos.
No momento da proposta, a Ryanair explicou que vê o mercado do transporte aéreo na Europa a consolidar-se inevitavelmente em cinco grandes companhias aéreas/grupos liderados por Air France, British Airways, easyJet, Lufthansa e Ryanair.
Como tal futuro a longo prazo da Aer Lingus, a sua marca e suas perspectivas de crescimento podem ser melhor garantidos dentro de um grupo forte companhia aérea irlandesa, liderada pela Ryanair, o baixo custo transportado em um comunicado a marcador mais precoce. Segundo a proposta, a Ryanair acredita que pode reverter a quebra recente de tráfego da Aer Lingus, reduzindo o custo dos bilhetes e das aeronaves.
Michael O'Leary, CEO da Ryanair, disse que "esta oferta representa uma oportunidade significativa para combinar a Aer Lingus com a Ryanair, para formar um grupo forte irlandês de transporte aéreo".
A Air France, que possui KLM, adquiriu uma participação de 25% na Alitalia recentemente, enquanto a BA se fundiu com a Iberia para criar IAG e, em seguida, adquiriu a British Midland (BMI). A Lufthansa adquiriu a Swiss Air e a Austrian Air e adquiriu participações minoritárias SN Brussels e SAS.
As informações são"Dinheiro Vivo".Sempre é citado o link de referência.
O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz
Tráfego de passageiros nos Aeroportos ANA recua 1,6% em Abril
O tráfego de passageiros nos aeroportos geridos pela ANA caiu 1,6% no passado mês de Abril face a igual mês do ano passado, uma tendência que se registou em todas as estruturas aeroportuárias, com excepção de Beja, onde o crescimento foi superior a 395%.
Os Aeroportos dos Açores foram os que apresentaram maior retracção no tráfego de passageiros em Abril, atingindo os 16,4%, com um total de 95.613 passageiros processados, seguindo-se o Aeroporto de Faro, onde a descida foi de 3,3% para 492.244 passageiros.
E também em Lisboa e no Porto o tráfego de passageiros decresceu, ainda que nestas estruturas a queda tenha sido mais ligeira, com Lisboa a apresentar um decréscimo de 0,3%, com um total de 1.291.612 passageiros, enquanto no Porto a quebra foi de 0,2% para 528.892 passageiros contabilizados.
O Aeroporto de Beja foi o único a apresentar crescimento no quarto mês do ano, uma tendência que é explicada pelo facto de a estrutura só ter começado a funcionar no ano passado, pelo que, no mês de Abril de 2011, tinham passado por este aeroporto apenas 205 passageiros, número que em igual mês deste ano passou para 1.015.
Apesar das descidas, a ANA avança que o segmento low cost cresceu 2,5%, principalmente devido às companhias aéreas easyJet e Transavia, sendo que 66% dos passageiros que passaram pelos aeroportos geridos pela ANA foram transportados pela TAP (38,7%), pela easyJet (12,7%) e pela Ryanair (15,2%), sendo essencialmente provenientes dos mercados francês, alemão e holandês.
Em relação ao acumulado dos primeiros quatro meses do ano, até Abril o tráfego de passageiros subiu 1,4%, com destaque para o segmento tradicional, que subiu 2,6%, representando 126 mil passageiros.
Quanto aos aeroportos com melhores performances durante os primeiros quatro meses do ano, destaque para o Aeroporto de Lisboa, que regista uma subida de 3,5%, seguindo-se o Porto, com um crescimento de 0,3%. Já no Aeroporto de Faro, a tendência foi de decréscimo, perdendo 1,6%, tal como nos Açores, onde a queda chega aos 8,5%.
Por companhias, o maior destaque vai para a TAP, que transportou mais 161,5 mil passageiros que em igual período do ano passado, seguindo-se companhias como a Lufthansa e a Transavia, novamente com destaque para mercados como a França, a Alemanha e a Holanda.
As informações são"Turisver".Sempre é citado o link de referência.
Os Aeroportos dos Açores foram os que apresentaram maior retracção no tráfego de passageiros em Abril, atingindo os 16,4%, com um total de 95.613 passageiros processados, seguindo-se o Aeroporto de Faro, onde a descida foi de 3,3% para 492.244 passageiros.
E também em Lisboa e no Porto o tráfego de passageiros decresceu, ainda que nestas estruturas a queda tenha sido mais ligeira, com Lisboa a apresentar um decréscimo de 0,3%, com um total de 1.291.612 passageiros, enquanto no Porto a quebra foi de 0,2% para 528.892 passageiros contabilizados.
O Aeroporto de Beja foi o único a apresentar crescimento no quarto mês do ano, uma tendência que é explicada pelo facto de a estrutura só ter começado a funcionar no ano passado, pelo que, no mês de Abril de 2011, tinham passado por este aeroporto apenas 205 passageiros, número que em igual mês deste ano passou para 1.015.
Apesar das descidas, a ANA avança que o segmento low cost cresceu 2,5%, principalmente devido às companhias aéreas easyJet e Transavia, sendo que 66% dos passageiros que passaram pelos aeroportos geridos pela ANA foram transportados pela TAP (38,7%), pela easyJet (12,7%) e pela Ryanair (15,2%), sendo essencialmente provenientes dos mercados francês, alemão e holandês.
Em relação ao acumulado dos primeiros quatro meses do ano, até Abril o tráfego de passageiros subiu 1,4%, com destaque para o segmento tradicional, que subiu 2,6%, representando 126 mil passageiros.
Quanto aos aeroportos com melhores performances durante os primeiros quatro meses do ano, destaque para o Aeroporto de Lisboa, que regista uma subida de 3,5%, seguindo-se o Porto, com um crescimento de 0,3%. Já no Aeroporto de Faro, a tendência foi de decréscimo, perdendo 1,6%, tal como nos Açores, onde a queda chega aos 8,5%.
Por companhias, o maior destaque vai para a TAP, que transportou mais 161,5 mil passageiros que em igual período do ano passado, seguindo-se companhias como a Lufthansa e a Transavia, novamente com destaque para mercados como a França, a Alemanha e a Holanda.
As informações são"Turisver".Sempre é citado o link de referência.
Ryanair aumenta tarifa média em 16% e compensa “magro” aumento do tráfego
A low cost Ryanair, que habitualmente se promove como a campeã do crescimento do transporte aéreo e das baixas tarifas, no exercício de 2011, concluído a 31 de Março, teve um “magro” aumento de 5% do número de passageiros transportados, mas apresentou uns robustos +22% de aumento das receitas de tráfego pela subida da tarifa média em 16%.
O balanço publicado hoje mostra que a companhia liderada por Michael O’Leary transportou 75,8 milhões de passageiros nos 12 meses terminados a 31 de Março último, em alta de 5% ou 3,7 milhões face ao período homólogo anterior, e teve um incremento de 19% nas receitas totais, para 4.325 milhões de euros, com um incremento de 22% das receitas de transporte aéreo regular, para 3.438,7 milhões.
Na base deste aumento esteve um incremento de 16% na tarifa média, de 29 para 45 euros, que ainda assim garante estar bastante abaixo da concorrência, com o qual o gasto médio dos passageiros que viajaram com a Ryanair subiu 13%, para 57 euros.
Esta evolução decorre do comportamento das chamadas receitas complementares, que subiram 11% para 888,6 milhões de euros, que a Ryanair atribui a um melhor mix de produtos e aumento das vendas online.
O melhor desempenho, porém, foi ao nível do lucro líquido, que subiu 25% para 502,6 milhões de euros, embora a companhia tenha sofrido um incremento de 30% na factura de combustíveis, para 1.593,6 milhões de euros, equivalendo a 43% do total de despesas operacionais, depois de 39% no exercício anterior, por incremento do preço do fuel e um aumento de 11% no número de horas voadas.
A compensar este agravamento da factura de combustíveis, em 13% por lugar voado, esteve o aumento das receitas, por um lado, e, por outro, uma maior moderação do incremento das outras despesas operacionais, que foi de 6%.
Desta forma, a Ryanair manteve a margem operacional em 14%, com o lucro operacional em alta de 20%, para 617,9 milhões de euros.
A este desempenho somou-se ainda um aumento das receitas financeiras em 62% face a um incremento de 18% nas despesas financeiras, o que lhe permitiu apresentar 633 milhões de euros de lucros antes de impostos, +50,4% que no exercício anterior.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos
O balanço publicado hoje mostra que a companhia liderada por Michael O’Leary transportou 75,8 milhões de passageiros nos 12 meses terminados a 31 de Março último, em alta de 5% ou 3,7 milhões face ao período homólogo anterior, e teve um incremento de 19% nas receitas totais, para 4.325 milhões de euros, com um incremento de 22% das receitas de transporte aéreo regular, para 3.438,7 milhões.
Na base deste aumento esteve um incremento de 16% na tarifa média, de 29 para 45 euros, que ainda assim garante estar bastante abaixo da concorrência, com o qual o gasto médio dos passageiros que viajaram com a Ryanair subiu 13%, para 57 euros.
Esta evolução decorre do comportamento das chamadas receitas complementares, que subiram 11% para 888,6 milhões de euros, que a Ryanair atribui a um melhor mix de produtos e aumento das vendas online.
O melhor desempenho, porém, foi ao nível do lucro líquido, que subiu 25% para 502,6 milhões de euros, embora a companhia tenha sofrido um incremento de 30% na factura de combustíveis, para 1.593,6 milhões de euros, equivalendo a 43% do total de despesas operacionais, depois de 39% no exercício anterior, por incremento do preço do fuel e um aumento de 11% no número de horas voadas.
A compensar este agravamento da factura de combustíveis, em 13% por lugar voado, esteve o aumento das receitas, por um lado, e, por outro, uma maior moderação do incremento das outras despesas operacionais, que foi de 6%.
Desta forma, a Ryanair manteve a margem operacional em 14%, com o lucro operacional em alta de 20%, para 617,9 milhões de euros.
A este desempenho somou-se ainda um aumento das receitas financeiras em 62% face a um incremento de 18% nas despesas financeiras, o que lhe permitiu apresentar 633 milhões de euros de lucros antes de impostos, +50,4% que no exercício anterior.
As informações são"Presstur".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos
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