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Como funciona um ônibus espacial STS-NASA (Atualizado)

Em seus 30 anos de história, o programa do ônibus espacial passou por momentos muito estimulantes e também devastadores. A frota levou astronautas em várias missões de sucesso, resultando em ganhos científicos imensuráveis. Mas esse sucesso teve um custo sério. Em 1986, o Challenger explodiu durante o lançamento. Em 2003, o Columbia se desintegrou durante a reentrada sobre o Texas. Depois do acidente com o Columbia os ônibus espaciais foram mantidos no chão por causa de pendências no replanejamento para melhorar a segurança. O ônibus espacial Discovery, de 2005, deveria ter reiniciado os voos, mas um grande pedaço da espuma isolante se soltou do tanque de combustível externo, obrigando os cientistas a desvendar o mistério - e mantendo a nave no chão. Só em 2006 voltaram as missões, com voos do Discovery e do Atlantis.
O ônibus espacial tem os seguintes componentes maiores:
  • dois propulsores de foguetes de combustível sólido (SRB) - essenciais para o lançamento
  • tanque de combustível externo (ET) - carrega o combustível para o lançamento
  • módulo - carrega os astronautas e a carga.
Uma missão comum acontece da seguinte maneira:
  • entrar em órbita
    • lançamento - o ônibus espacial é lançado da plataforma
    • subida
    • queima na manobra para entrar em órbita
  • órbita - a vida no espaço
  • reentrada
  • aterrissagem
Uma missão comum dura de 7 a 8 dias, mas pode se estender a até 14 dias dependendo dos seus objetivos.
Entrando em órbita
Para um ônibus espacial de 2,05 milhões de kg (4,5 milhões de libras) decolar da plataforma até a órbita de 185 a 643 km (115 a 400 milhas) acima da Terra, ele usa os seguintes componentes:
  • dois propulsores de foguetes de combustível sólido (SRB)
  • três motores principais para o módulo
  • o tanque de combustível externo (ET)
  • sistema de manobra da órbita (OMS) no módulo

Dimensões SRB
  • altura - aproximadamente 46 m (150 ft)
  • diâmetro - 3,7 m (12 ft)
  • peso:
    • vazio - 87.090 kg (192.000 lbs)
    • cheio - 589.670 kg (1.300,000 lbs)
  • propulsão - 11,7 milhões N (2.65 milhões de lb)
Vamos ver esses componentes mais de perto.
Propulsores de foguetes de combustível sólido
Os SRBs são foguetes com combustível sólido que fornecem a maioria da força principal ou propulsão (71%) necessária para fazer o ônibus espacial decolar da plataforma. E os SRBs agüentam todo o peso do módulo do ônibus espacial e do tanque de combustível na plataforma. Cada SRB tem as seguintes dimensões, parâmetros e peças:
  • motor para o foguete com combustível sólido cápsula, propulsor, ignição, bocal
  • propulsor sólido
    • combustível - alumínio atomizado (16%)
    • oxidante - perclorato de amônia (70%)
    • catalisador - óxido de ferro em pó (0,2%)
    • fixador - ácido acrílico-polibutadieno-acrilonitrila (12%)
    • agente de cura - resina de epóxi (2%)
  • estrutura de juntas
  • anéis de borracha sintética entre as juntas
  • instrumentos de vôo
  • sistemas de recuperação
    • pára-quedas (de desaceleração, principal)
    • dispositivos de flutuação
    • dispositivos de sinalização
  • cargas explosivas para separação do tanque externo
  • sistemas de controle de propulsão
  • mecanismo de autodestruição
Pelo fato dos SRBs serem motores de foguetes de combustível sólido, uma vez que eles são ligados não podem mais ser desligados. Por essa razão, eles são os últimos componentes a ser ligados no lançamento.
Motores principais
O módulo tem três motores principais localizados na parte traseira da fuselagem (corpo da nave espacial). Cada motor tem 4,3 m (14 pés) de comprimento, 2,3 m (7,5 pés) de diâmetro na parte mais larga (o bocal) e pesa cerca de 3.039 kg (6.700 lb).
O perfil do ônibus no lançamento e na subida para a órbita
Enquanto o ônibus está cheio de combustível na plataforma, ele pesa cerca de 2 milhões de kg. O ônibus descansa nos SRBs enquanto o pré-lançamento e as preparações para o lançamento final acontecem em T menos 31 segundos:
  1. T menos 31 s - o computador de bordo assume o controle da seqüência de lançamento;
  2. T menos 6,6 s - os motores principais do ônibus entram em ignição um de cada vez (0,12 s de diferença). Os motores criam mais de 90% do seu impulso máximo;
  3. T menos 3 s - os motores principais estão em posição de lançamento;
  4. T menos 0 s - os SRBs entram em ignição e o ônibus é lançado da plataforma;
  5. T mais 20 s - o ônibus se levanta corretamente (180 graus de subida, 78 graus de inclinação);
  6. T mais 60 s - os motores estão com aceleração máxima;
  7. T mais 2 min - os SRBs se separam do módulo e do tanque de combustível numa altitude de 45 km. Os motores principais continuam funcionando;
    • Os pára-quedas dos SRBs se desdobram.
    • Os SRBs vão pousar no oceano a cerca de 225 km da costa da Flórida.
    • Navios vão recuperar os SRBs e rebocá-los de volta para o Cabo Canaveral para processamento e reutilização.
  8. T mais 7,7 min - os motores principais diminuem para manter a aceleração abaixo de 3g's para que o ônibus não se desintegre;
  9. T mais 8,5 min - desligamento dos motores principais;
  10. T mais 9 min - o ET se separa do módulo. O ET se queimará na reentrada;
  11. T mais 10,5 min - os motores OMS são ativados para colocá-lo na órbita mais baixa;
  12. T mais 45 min - os motores OMS são ativados de novo para colocá-lo numa órbita mais alta e circular (cerca de 400 km);
Você está agora no espaço e pronto para continuar sua missão.
Agora, veremos o lugar em que você vai viver enquanto estiver no espaço.
Módulo
Uma vez no espaço, o módulo é sua casa por 7 a 14 dias. O módulo pode ser orientado para que as portas do compartimento de carga fiquem voltadas para a Terra ou para longe da Terra dependendo dos objetivos da missão; na verdade, as orientações podem ser mudadas durante a missão. Uma das primeiras coisas que o comandante irá fazer é abrir as portas do compartimento de carga para esfriar o módulo.

Manobrando o módulo para a reentrada
Esses materiais são projetados para absorver grandes quantidades de calor sem aumentar muito suas temperaturas (grande capacidade térmica). Durante a reentrada, os jatos de direção traseiros ajudam a manter o módulo numa posição de 40 graus. Os gases quentes ionizados da atmosfera, que cercam o módulo, impedem a comunicação por rádio com quem está em terra por cerca de 12 minutos (blecaute de ionização).
Quando a reentrada é bem sucedida, o módulo encontra a parte mais densa da atmosfera e é capaz de voar como um avião. O módulo é projetado com um corpo elevado com asas "delta" voltadas para trás. Com esse projeto, ele pode gerar uma elevação com uma pequena área de asa. Nesse ponto, computadores de vôo fazem o módulo voar. O módulo faz uma série de voltas inclinadas em forma de S para desacelerar sua velocidade de descida enquanto começa a aproximação final da pista. O comandante pega um sinal de rádio da pista (Sistema Tático de Navegação Aérea) quando o módulo está a cerca de 225 km do lugar de aterrissagem e a 45.700 m de altura. Com 40 km, os computadores de aterrissagem do módulo dão o controle ao comandante. O comandante pilota o ônibus em volta de um cilindro imaginário (5.500 m de diâmetro), para alinhar o módulo com a pista e diminuir a altitude. Durante a aproximação final, o comandante inclina mais o ângulo de descida para menos 20 graus (quase sete vezes mais inclinado que a descida de um avião de passageiros comercial).



Retrospectiva 2009 Aérea: Embraer tem prejuízo de R$ 40,6 milhões

Fabricante registra prejuízo no quarto trimestre de 2008; números totais mostram receita inferior à metade do lucro obtido em 2007
A Embraer anunciou nesta quinta-feira (26/03) que encerrou o quarto trimestre de 2008 com um prejuízo líquido de R$ 40,6 milhões. O resultado negativo contrasta com a receita de R$ 399,7 milhões obtida um ano antes.
Segundo a empresa, o resultado foi impactado por despesas com variação cambial relativa a provisões de hedge. No quarto trimestre de 2007 a companhia teve receita de R$ 12,8 milhões com as variações cambiais. Já nos últimos três meses de 2008 a conta passou a uma despesa de R$ 179,3 milhões.
No total anual, o lucro líquido da Embraer em 2008, de R$ 428,8 milhões, representa menos da metade do R$ 1,185 bilhão registrado em 2007.

10% das pistas públicas estão fechadas, por risco de acidentes

Das 748 pistas públicas de pousos e decolagens de aeronaves espalhadas por todo o País, 99 (13,2%) estão fechadas por risco de acidentes. Isso é o que mostra um levantamento feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os motivos mais comuns para interdição são a falta de cerco patrimonial para evitar a entrada de animais na pista, pavimentação ruim e perigo aviário. A situação mais complicada é a da Bahia, onde 17 aeroportos pequenos ou aeródromos estão impedidos de funcionar. Também preocupam os Estados de Mato Grosso, com dez aeródromos fechados, e Tocantins, com nove. São Paulo tem apenas um nessas condições. O Brasil tem 3,5 mil aeródromos, mas os privados normalmente contam com mais recursos e apresentam melhores condições. Atualmente, 131 aeroportos públicos recebem operações regulares. Mas, segundo o diretor de Infraestrutura da Anac, Alexandre Gomes de Barros, existem pistas públicas fechadas desde 2005, como a de Magalhães de Almeida (MA). "A interdição é uma medida extrema porque priva a cidade do transporte aéreo", frisou.

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TAM diz que vai manter disciplina de custos imposta por Barioni

No dia em que anunciou a saída de seu presidente-executivo, David Barioni Neto, a cúpula da TAM Linhas Aéreas garantiu que irá manter a disciplina de custos implantada pelo executivo. Apesar da versão oficial da companhia aérea dizer que Barioni teria pedido para sair, fontes informam que a direção da TAM é que decidiu por sua saída. "Em hipótese nenhuma sua partida deve significar que nossa gestão dará menor ênfase aos padrões e à disciplina de custos e execução. Pelo contrário, devemos intensificar a busca por eficiência e produtividade, melhorar práticas e procedimentos e não esquecer que a austeridade é condição para a nossa competitividade", diz documento encaminhado a funcionários pela presidente do conselho de administração da TAM, Maria Cláudia Amaro. Também em nota aos empregados da empresa, Barioni afirma que sua saída foi motivada por um "outro projeto profissional" e que foi uma "decisão difícil". O executivo agradeceu ainda a confiança que lhe foi creditada pela família Amaro, que há pouco menos de dois anos o tirou da rival Gol.

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Venezuela doa caças ao Equador

O presidente Hugo Chávez, da Venezuela, doou seis supersônicos Mirage-50 à aviação militar do Equador. Os aviões, comprados da França há pouco mais de 30 anos na versão III, foram revitalizados, recebendo o motor e o radar do tipo 50. Toda a frota de 22 caças foi desativada em julho por determinação de Chávez. Os jatos entregues à força aérea equatoriana passaram por revisão. Chávez ofereceu ao governo de Rafael Correa linha de crédito para comprar 12 caças usados Atlas-Cheetah, uma configuração do Mirage III desenvolvido pela África do Sul. O lote completo - mais peças, documentação e componentes - é estimado em US$ 90 milhões. O ministro adjunto de Relações Exteriores de Quito, Lautaro Pozo, disse que há outras ofertas em avaliação, referência indireta a aeronaves desse tipo disponíveis em Israel e no Paquistão. O Equador já empregou esse modelo de caça. Atualmente, só duas unidades estão em condições de uso limitado: ambas estariam voando sem os radares.Os jatos Mirage-50 cedidos pela Venezuela tem cinco anos, no mínimo, de vida útil. Levam 4,4 toneladas de cargas de combate. Tem autonomia de 2,4 mil quilômetros e voam a 2.200 km/h. O processo de transferência será acompanhado por mecânicos e pilotos venezuelanos. Em 2008, o Equador comprou 24 Supertucanos, turboélice de ataque da Embraer, um negócios de US$ 230 milhões. A versão escolhida é semelhante à especificada pela Aeronáutica da Colômbia, de dois lugares, com pesada carga eletrônica. A velocidade máxima é de 590 km/h. Leva 1,5 tonelada de armas e duas metralhadoras .50.

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Uma criança morreu nesta manhã dentro de um avião da Ocean Air

Uma criança morreu nesta manhã dentro de um avião da Ocean Air que faria voo São Paulo/Brasília no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. O voo 6125 decolaria às 9h15m e o pai e a criança estavam sentados nas últimas poltronas do avião.

A criança teria começado a passar mal e a tripulação acionou a equipe de socorro do aeroporto. O pai, nervoso, não queria deixar que a equipe socorresse a criança e sim prosseguir viagem. Porém, a criança morreu às 9h33m.

Segundo informações da companhia aérea Ocean Air, a criança sofria de câncer, estava em estado terminal, e os médicos não conseguiram salvá-la. O sexo da criança não foi divulgado pela companhia.

O pai da criança, segundo a Ocean Air, afirmou que a família é de Juazeiro do Norte, no Ceará, e ele queria que fosse enterrada lá. O pai foi encaminhado à delegacia do aeroporto.

Brasília-Atlanta, novidade da Delta

Atlanta e Brasília passam a ter três voos semanais diretos a partir do dia 18 de dezembro. O anuncio foi feito ontem à noite (segunda, dia 5) pelo representante da Delta Air Lines no Distrito Federal, Palterson Andrade, para mais de 80 agentes de viagens de Brasília, durante jantar. O voo DL-222 sairá de Brasília direto para Atlanta, às 23h55 às terças, aos sábados e domingos, e o DL-221 sairá de Atlanta às 9h25, segundo antecipou no encontro o supervisor comercial da Delta Air Lines, Daniel Castanho. O equipamento será 757-200ER, com 170 assentos, dos quais 15 na classe Business Elite. Segundo a gerente de Vendas e de Novos Mercados da companhia, Márcia Skaf, a ideia é atender tanto Brasília quanto a região Centro-Oeste, aproveitando a condição de hub do aeroporto internacional Juscelino Kubitschek. Maior companhia aérea do mundo (depois da fusão com a Northwest), a Delta atende 377 destinos em 66 países e vinha estudando a criação dessa nova rota Brasília-Atlanta há cerca de um ano, segundo Skaf, para quem as perspectivas são as melhores pois a ideia é aproveitar a ampla malha de rotas que a companhia tem nos Estados Unidos, a partir de Atlanta, para conquistar passageiros de Brasília e região com destino também a Washington, Nova York, Flórida e ainda Canadá.


Swiss apresenta ótimos preços promocionais

SWISS está com uma série de destinos em promoção na Europa. As tarifas em classe econômica variam a partir de US$ 765 e valem para saídas de São Paulo e Rio de Janeiro para destinos como Paris, Amsterdã, Berlim, Veneza, Nice, Viena e outros. A companhia também oferece tarifas promocionais para viagens iniciando em Porto Alegre, a partir de US$ 865. Os voos com origem no Rio e em Porto Alegre fazem a conexão até São Paulo operados em code-share com a TAM, parceira do grupo Lufthansa, do qual a SWISS também faz parte. A parceria com a TAM se estende também no programa de milhagem, onde os passageiros podem utilizar as milhas adquiridas na SWISS para voar com a TAM, ou viceversa. Estes valores são para embarque até 14 de dezembro, mas as passagens precisam ser adquiridas até 31 de outubro. O tempo mínimo de permanência é de 6 dias e máximo de 3 meses. O pagamento pode ser parcelado em cinco vezes sem juros. Na classe executiva a empresa também lança uma promoção para a Europa a partir de US$ 2499, para todos os destinos operados pela SWISS na Suíça, Alemanha, Itália, França e outros países europeus. O tempo mínimo de permanência é de 4 dias e máximo de 1 mês. O pagamento também pode ser parcelado em cinco vezes sem juros. Um detalhe muito interessante é que a SWISS permite que as tarifas de classes econômica e executiva sejam combinadas ida e volta. Utilizando as promoções acima, um passageiro poderia ter a ida ou a volta na viagem para a Europa em classe executiva, pagando pela passagem o valor de US$ 1632, mais taxas de embarque.

Milhas em dobro para Caracas, promove a TAM, Linhas Aéreas

Os clientes da TAM Linhas Aéreas membros do programa TAM Fidelidade pontuarão em dobro nas rotas entre Brasil e Venezuela. Os pontos em dobro valerão para as classes Econômica e Executiva, nos voos de e para Caracas realizados até o dia 31 de outubro de 2009.

Menos atrasos nas aéreas brasileiras

De acordo com números da Infraero, por meio de nota divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta quarta-feira (6), as cinco maiores empresas aéreas brasileiras - TAM, Gol/Varig, Azul, Webjet e OceanAir, que juntas transportam 97% dos passageiros da aviação regular brasileira - tiveram menos de 10% de seus voos com atrasos acima de 30 minutos no mês de setembro. "O índice de atrasos, considerado a partir de 30 minutos do horário previsto para a partida, foi de 6,1% na OceanAir; 8,4% na Webjet; 8,5% na Azul; 9,4% na TAM e 9,5% na Gol/Varig", diz a nota. Os atrasos de todas as companhias que operam no País, nacionais e estrangeiras, representaram 10,2% do total de voos, próximo dos dados do mês anterior (9,3%) e de setembro de 2008 (10,5%). Entre as principais companhias nacionais que realizam rotas regionais, os atrasos ficaram entre 16% e 18%: a Trip/Total teve 16,1% de seus voos atrasados, a Passaredo, 16,7%, e as Pantanal, 17,9%. Juntas, elas transportam 2,5% dos passageiros dos voos domésticos.

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Atrasos em baixa nas internacionais

Nas companhias estrangeiras com mais de 100 voos em setembro com origem no Brasil, o desempenho também melhorou: todas tiveram menos de 20% de atrasos.

A empresa mais pontual foi a Continental Airlines, com apenas 2,5% de atrasos, seguida por Copa Airlines (4,3%), Lan Chile (6,3%), American Airlines (8,0%) e United Airlines (9,2%). Os índices mais altos foram da Aerolíneas Argentinas (18,9%), TAM Mercosur (15,8%) e Pluna (14,3%). Em setembro, outras quatro companhias estrangeiras, todas com 30 a 50 partidas mensais, não tiveram nenhum atraso nos seus voos em setembro: Aeromexico, Emirates, Swiss International e Lan Peru. Entre as companhias na faixa de 50 a 100 voos mensais, o melhor desempenho foi da Taca Peru, com 7,9% de atrasos, e o pior foi da Aerosur, com 28,7%. Com menos de 50 voos mensais, as mais pontuais foram Alitalia (2,6%), Air Canada (3,2%), South African Airways (4,9%) e Avianca (6,3%). No outro extremo, estão a Air Italy, com 57,7% de seus voos atrasados e a angolana TAAG, com 52,8%.

Fedex doa 727 para Universidade de Aviação Civil da China (CAUC)

A FedEx Express doou um Boeing 727-200F à Universidade de Aviação Civil da China (CAUC), no passado mês de Setembro. A doação insere-se num programa de inutilização da frota aérea 727-200F, que desde 2000 já deu 40 modelos destes a escolas de aviação técnicas, museus, entre outras instituições. O avião 727-200F, o primeiro que a transportadora expresso doa à China, esteve ao serviço da FedEx mais de 25 anos, através do envio de transportes para vários destinos em todo o mundo.

Aeronaves 'grandes' da Trip são proibidas em Mato Grosso

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proibiu a Trip Linhas Aéreas de manter voos utilizando aeronaves do modelo ATR 72, com capacidade para até 68 passageiros. A empresa introduziu o uso dos aviões sem a autorização da Anac. Em Mato Grosso, a Trip utilizava as aeronaves em voos para Alta Floresta, Rondonópolis e Sinop, trechos onde o emprego do modelo também foi suspenso. A Anac informou, via assessoria de imprensa, que nestes destinos a Trip tinha autorização para operar somente com aviões menores, modelo ATR 42, que comportam no máximo 48 passageiros. A proibição ocorreu por motivos de segurança, uma vez que tanto em Rondonópolis como nas outras duas cidades o sistema de proteção contra incêndios não atende o número de passageiros transportados por uma aeronave maior.

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Dia das Crianças bordo na OceanAir 9 a 12 de outubro

Com distribuição de cataventos e sorteio de ursos de pelúcia, a OceanAir comemora o Dia das Crianças juntos com seus passageiros. De 9 a 12 de outubro, serão distribuídos, a bordo das aeronaves da companhia aérea, cataventos em todos os voos que partem dos aeroportos de Guarulhos, Congonhas, Santos Dumont e Brasília, com destino às principais cidades brasileiras. Os passageiros também irão concorrer a sorteios de ursos de pelúcia recheados com balas Perfetti Van Melle.

Brasil tem 878 voos inetrnacionais por semana

Os passageiros que procuram voos do Brasil para outros países já contam hoje com 878 voos diretos por semana, segundo as contas da Agência Nacional de Aviação Civil. São rotas de 40 companhias aéreas para 29 países, incluindo as principais nações da Europa (Alemanha, Espanha, França, Grã-Bretanha, Holanda, Itália, Portugal e Suíça), América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), toda a América do Sul e ainda voos diretos para os Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Angola, Senegal, Cabo Verde e Panamá. Outros 17 voos internacionais diretos já foram autorizados pela ANAC e irão entrar em vigor até o fim deste ano. O interesse pelo Brasil, o crescimento da demanda e a renegociação de acordos bilaterais com outros países permitem que as empresas continuem ampliando a oferta de voos, favorecendo os passageiros.

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American aposenta últimos A300

A American desativou os últimos jatos A300 em operação regular na América do Norte. As aeronaves ainda cumpriam uma extensa malha na costa Leste, com múltiplos serviços diários para a Flórida e Caribe.
Eram os últimos A300 em operação regular na América do Norte. Os Airbus, da versão 600R, chegaram até a realizar voos para a Europa desde Nova York, no início da década. Os jatos europeus foram substituídos por Boeing 757 e 767.

Avianca e TACA vão operar juntas

O Grupo Synergy, controlador da Oceanair e da Avianca anunciou a fusão com o grupo controladora da TACA de El Salvador. Juntas, as duas empresas vão operar 129 jatos para mais de 100 destinos. O Synergy Group fica com 2/3 dos papéis e o restante com a TACA. O Chairman e CEO desta, Roberto Kriete, fica como Chairman e o CEO da Avianca, Fabio Villegas, trabalhará como CEO dessa nova Holding. As vendas anuais passam de US$ 3 bilhões. Juntas, as duas empresas vão servir 75 destinos na América Latina, com hubs em Bogotá, Lima, San Salvador e San José. As marcas continuarão independentes, ao menos por enquanto.

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Gol a pagar R$ 20 mil de indenização a uma família que foi vítima de overbooking

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou a companhia aérea Gol a pagar R$ 20 mil de indenização a uma família que foi vítima de overbooking (venda de passagens em número superior ao de vagas em voos). A empresa terá de pagar mais R$ 1.406 referentes às passagens. A decisão dos desembargadores da 4ª Câmara Cível considerou que houve dano moral. Segundo o processo, Mônica Flores Rick, Rafael Scmitt Rick e suas duas filhas compraram passagens aéreas para passar as festas de fim de ano em Porto Alegre (RS), mas tiveram de viajar com as meninas de 7 e 10 anos no colo, porque não havia assentos disponíveis no avião. Além disso, os bilhetes comprados eram para um voo sem escala, mas o avião parou em Campinas, o que provocou um atraso de quatro horas na viagem. A Gol informou que só se manifestará nos autos do processo.

Amazonas quer aeroporto de Manaus ampliado

O governador do Amazonas, Eduardo Braga, e o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, discutiram sobre melhorias para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes /Manaus (AM). O encontro aconteceu ontem (6/10), na sede da Empresa, em Brasília (DF). Braga pediu cooperação da Infraero para que as adequações do novo terminal de passageiros contemplem o terminal de integração do novo metrô de superfície a ser construído pelo governo. O presidente da Infraero falou sobre o cronograma de obras do aeroporto de Manaus e já marcou para a próxima semana um encontro entre os arquitetos da empresa e do governo para alinhamento de metas. "Vamos cooperar, esta integração é muito importante. Não basta somente a realização das obras no aeroporto sem um bom acesso viário", lembrou Murilo.

Novo terminal de Montevidéu é inaugurado

O escritório Rafael Viñoly Architects (RVA) assina o projeto do novo terminal do aeroporto internacional de Carrasco, inaugurado na última segunda-feira, dia 5 de outubro, a 18 km de Montevidéu, capital do Uruguai. O projeto, contratado pela Puerta del Sur, empresa responsável por operar o aeroporto, foi desenvolvido para expandir a capacidade e impulsionar o crescimento comercial e turístico da região.