As informações são"".Sempre é citado o link de referência.
Avianca terá voo de carga para América Latina e Central
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Level 3 gere voz e dados da Avianca
A Avianca emprega mais de 2,3 mil colaboradores, dos quais 400 ficam em São Paulo, e voa para 22 destinos no Brasil.As informações são"Baguete por Gláucia Civa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz
Avianca Brasil inicia operação internacional
As iniciativas ocorrem seis meses depois de a companhia anunciar a mudança da marca de Ocean Air Linhas Aéreas para Avianca Brasil, e depois de a empresa incluir na sua frota novas aeronaves no modelo Airbus A-319 na frota da empresa brasileira.
Em julho deste ano, a Avianca Brasil obteve o Certificado IOSA, concedido pela Associação Internacional dos Transportes Aéreos. O certificado é uma pré-condição da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que a empresa aérea possa dar início às suas operações com rotas internacionais. O documento também é fundamental para que a Avianca Brasil passe a realizar acordos com companhias aéreas estrangeiras.
Fonte:DCI
Avianca Brasil anunciará início de operação internacional
Outra novidade é o o Certificado IOSA, concedido pela Iata, pré-condição da Anac para início de operações internacionais. E o lançamento de um cartão com o banco Panamericano.
Fonte:Panrotas
Avianca Brasil – Passagens de Linhas Aéreas
O que outrora era um meio de transporte de uma pequena elite brasileira, hoje já está acessível a praticamente todo o povo brasileiro. Obviamente, o nosso sistema ainda é bastante atrasado e ineficiente, e acaba não dando conta de toda a demanda que existe.
Atualmente no Brasil temos diversas companhias ativas com vôos diários como Tam, Gol e webjet que disputam a todo custo a atenção e o bolso do cliente. Com uma proposta de redução de custos, as empresas oferecem o mínimo de serviço aos clientes para poder em troca oferecer passagens mais baratas.
Uma dessas empresas que está nesse emaranhado aéreo é a ex-Ocean Air. Hoje a empresa atende pelo nome de Avianca Brasil. Com mais de 17 aeronaves e voando para mais de 24 destinos, a empresa tem sede em São Paulo e pertence ao Grupo Synergy.
Para comprar passagens aéreas você tem duas opções. Ir a um dos guichês nos aeroportos de todo país ou adiquirir sua passagem pelo site da empresa. Caso venha efetuar a compra via site, fique atento aos horários e planos afimd e evitar problemas futuros.
Fonte:sempretops
Egyptair recebe o seu primeiro A330-300 de sua frota
Juntando-se à frota Airbus já existente na Egyptair, composta de 17 aviões da Família A320, sete A330-200 e três A340-200, o novo A330-300 será o primeiro jato da companhia aérea egípcia a possuir tecnologia de comunicações a bordo, o que permitirá aos passageiros utilizar os serviços de telefonia celular e acesso a internet WI-FI durante o voo.
Durante a cerimônia de entrega da aeronave, o engenheiro Hussein Massoud, presidente e diretor geral da Companhia Holding Egyptair declarou que dentro dos ambiciosos planos da empresa de expansão e modernização da sua frota, a chegada desse avião é um marco importante na história da companhia aérea, pois permitirá continuar oferecendo o que há de mais moderno aos seus passageiros, os quais merecem esse excelente e altamente competitivo produto.
A cabine de comando dos jatos comerciais da Airbus possui uma exclusiva comunalidade operacional, que permite às companhias aéreas utilizar o mesmo grupo de pilotos, tripulação de cabine e técnicos de manutenção, trazendo flexibilidade operacional e significativa economia de custos.
Na região conhecida como Mena (Middle East and North Africa: Oriente Médio e Norte da África, em português), a Airbus já vendeu cerca de 1.000 aviões e conta com mais de 500 encomendas. Também são mais de 500, os jatos Airbus que voam com operadores da Mena, representando cerca de 40% da frota em serviço na região.
O A330 é um dos aviões de fuselagem larga (com dois corredores) mais usados atualmente. Hoje, a Airbus conta com mais de 1.000 encomendas firmes das diferentes versões da aeronave. Mais de 700 A330 já foram entregues e estão voando em mais de 80 companhias aéreas em todo o mundo.
Brasil: demanda por transporte aéreo doméstico aumentou 34% em agosto
A demanda por transporte aéreo em rotas domésticas cresceu 34,13% em relação a agosto de 2009. De acordo com os dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta quarta-feira, a empresa TAM continua na liderança dos voos domésticos, com 42,61% do mercado, seguida da Gol/Varig, que mantém 39%.
A Azul é a terceira maior empresa brasileira, com 6,14%, na frente da Webjet, que tem 5,82% de participação nos voos domésticos. Em quinto lugar, ficou a empresa Avianca, antiga OceanAir, (2,89%) e em sexto, a Trip (2,38%).
Nas rotas internacionais feitas pelas empresas brasileiras, o crescimento foi de 28,53% comparado ao mesmo período de 2009. Segundo a Anac, de janeiro a agosto deste ano, as companhias aéreas brasileiras acumularam crescimento de 27,04% no mercado nacional e 17,34% no internacional.
Fonte:Monitor Mercantil
Ocean Air diz que os três tripulantes de avião não tiveram ferimentos
Segundo a nota, os três tripulantes foram resgatados sem ferimentos e encaminhados para avaliação médica, com acompanhamento da empresa. A Ocean Air Táxi Aéreo diz que já iniciou as investigações para apurar o motivo do acidente.
A assessoria de imprensa da Infraero em Brasília informou que o jato já havia decolado do Aeroporto Santos Dumont, em direção ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, e teve que retornar por causa de um problema. A Infraero, entretanto, não divulgou o que aconteceu. De acordo com a Infraero, as ações iniciais de investigação já começaram a ser executadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
Ainda segundo a Infraero, uma pista ao lado de onde caiu o avião de pequeno porte foi liberada para manobras de pouso e decolagem por volta das 10h30. As manobras haviam sido suspensas mais cedo por causa do acidente.
A Infraero esclareceu também que está se empenhando junto com a empresa aérea e o Corpo de Bombeiros em apoiar a retirada do equipamento do local. Dois guindastes já foram colocados próximo à aeronave.
Inicialmente, a informação dada por bombeiros era de que o acidente havia acontecido durante a decolagem. Ainda não há informações sobre o que teria provocado o acidente.
Duas lanchas do Grupamento Marítimo (G-Mar) dão apoio à operação de resgate.
Fonte: G1.com.br
Abaixo tem uma Maps
Grupo marca mais 2 reuniões para debater horários de Congonhas
Três associações de moradores entraram com ação civil para tentar limitar o horário de operação no aeroporto e também restringir o nível de ruído na região. O primeiro encontro, realizado na sede da Procuradoria da República no Estado de São Paulo, localizado na Rua Peixoto Gomide, na região da Paulista, teve início pouco depois das 14h desta quinta-feira (29) e terminou por volta das 18h50. Participaram dois representantes de cada uma das partes envolvidas.
Os proponentes da ação civil são a Associação de Moradores e Amigos de Moema (Amam), Movimento de Moradores pela Preservação Urbanística do Campo Belo (Movibelo) e Associação dos Verdadeiros e Moradores do Jardim Aeroporto (Avamoja). Constam como réus a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Infraero, a Prefeitura de São Paulo e as empresas TAM, Gol, Pantanal, BRA, Ocean Air e VGR. As companhias aéreas já haviam decidido, anteriormente, que serão representadas pelo Sindicato Nacional de Empresas Aéreas (Snea). A reunião foi mediada pela procuradora da República Adriana Zawada Melo.
De acordo com a ação civil, os moradores querem que os pousos e decolagens sejam limitados ao período das 7h às 23h e que os testes das turbinas das aeronaves em hangares do aeroporto ocorram das 9h às 22h. Além disso, pleiteiam que seja feita uma proteção acústica adequada destes locais, para que atendam norma ABNT de emissão de ruídos. E ainda pedem que sejam custeados os equipamentos anti-ruído nas residências próximas ao aeroporto.
As partes envolvidas terão até o dia 30 de novembro para chegar a um consenso. Caso isso não ocorra, o juiz federal Paulo Cezar Neves Júnior, da 2ª Vara Federal Cível de São Paulo, decidirá se dará prosseguimento ou não à ação civil.
Fonte:G1.com.br
Falta de pilotos pode travar setor aéreo em dois anos
Com o crescimento projetado para o turismo do Brasil, que está às vésperas de sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, o setor aéreo tende a entrar em colapso em, no máximo, três anos.
Entre 2007 e 2009, a média de licenciamento de novos pilotos comerciais de linhas aéreas foi de 373 profissionais por ano. Esse número é suficiente para atender apenas 62 novas aeronaves, de acordo com especialistas ouvidos pelo R7.
TAM, Gol e Azul, juntas, absorveriam pelo menos 70% desse total, considerando o número de aviões que elas compram a cada ano.
Isso porque é preciso ter 12 pilotos por avião em uso no país, para que se formem seis duplas por aeronave, entre piloto e copiloto. Esse arranjo é necessário porque ambas as categorias profissionais têm limites de horas para voar.
Nesse cenário, sobraria menos de um terço dos formandos para atender todo o restante do mercado, que inclui as outras empresas que precisam repor seus quadros devido à aposentadoria de seus pilotos, companhias aéreas internacionais e novatas como Webjet e OceanAir.
Anac oferece bolsa para quem quer ser piloto
Um dos principais empecilhos para quem quer ser piloto é o preço do curso. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informa que o investimento necessário para este tipo de formação vai de R$ 14 mil a R$ 70 mil.
O superintendente de capacitação e desenvolvimento da agência, Sidney Nogueira, afirma que formar um piloto é certamente o processo que mais exige investimento financeiro de um aspirante à profissão.
- Sem contar que o candidato também precisa reunir outras habilidades e características bem específicas, como ter boa visão, boa audição e reflexos apurados. Por isso é que esta é provavelmente a área da aviação civil em que a oferta de profissionais é mais escassa.
fonte: R7
Aérea estreia em São Paulo com foco no Nordeste e África
A companhia, que operava voos regionais desde 2002 no Pará e foi vendida em 2009 para um grupo de investidores nacionais que incluem o empresário Geison Gambogi e a Ipiranga Obras Públicas e Privadas, tem planos de investir R$ 100 milhões no primeiro ano de operação e pode iniciar estudos de abertura de capital em bolsa já no segundo semestre de 2011.
A empresa inicia voo diário entre o aeroporto de Guarulhos (SP) e Belém no próximo dia 29, operando avião Boeing 737-300 que integrava a frota da Gol.
A expectativa da empresa é transportar 1 milhão de passageiros nos primeiros 12 meses de operação. Em termos de participação de mercado, o vice-presidente da Puma, Jorge Vianna, afirmou que isso equivale a uma fatia de 1,5% do mercado doméstico e de 2,5% do internacional.
A frota da Puma crescerá até o final do ano para três jatos Boeing 737-300, com capacidades para 134 passageiros cada, e um Boeing 767 que será usado na rota Recife-Luanda, na Angola. Esse voo começará a ser operado em junho ou julho, disse Gambogi, presidente da Puma.
"Vamos ser a única companhia brasileira de bandeira com voos para a África", disse o executivo. O 767 é resultado de acordo de leasing da Puma com a Gol, que vai operar o voo sob a bandeira da Puma, enquanto a nova empresa se encarregará da comercialização, disse o executivo.
Além dos investidores brasileiros, a Puma tem como sócia, com 20% do capital, a companhia aérea Angola Air Service. Vianna, que trabalhou na OceanAir antes de integrar a diretoria da Puma Air, afirmou que existem 45 mil brasileiros vivendo em Luanda, mercado que é reforçado por projetos de empresas brasileiras como Petrobras.
Até agora, a ligação de Angola e o Brasil é feita pela estatal angolana TAAG, disseram os executivos. Após a consolidação da operação com os voos nacionais iniciais - rotas Belém-Macapá (AP) e São Paulo-Belém - a empresa avalia retomar as operações regionais no Pará, para cidades como Altamira, Marabá, e também São Luís, no Maranhão, afirmou o diretor comercial da Puma, Eduardo Figueiredo.
"O objetivo agora é lançar a empresa. Depois que atingirmos a sustentabilidade com esses voos iniciais, poderemos partir para essa operação regional", afirmou Figueiredo.
Para as futuras rotas regionais, a empresa poderá utilizar aeronaves de 50 a 70 lugares, que podem ser fornecidas pela francesa ATR (turboélices) ou pela Embraer, disse Vianna, sem confirmar se há negociações específicas em curso. "As distâncias lá (no Pará) são grandes. Talvez o modelo de jato para a aviação regional seja mais adequado", disse.
FONTE:Terra Brasil
Tarifas promocionais prometem voos mais baratos em Joinville
A Trip está operando em Joinville desde o dia 1°, com voos para São Paulo (dois por dia), Criciúma e Porto Alegre (um), e Navegantes (um). Mas não é qualquer passagem que pode ser comprada a preços. promocionais.
O principal conselho de especialistas é comprar os bilhetes com antecedência porque, quanto mais próximo do dia do voo, mais cara tende a ser a passagem. Outra advertência é optar por horários e dias da semana com menor movimento para fugir dos efeitos da tradicional lei da oferta e da procura.
Na busca de tarifas mais em conta, é aconselhável fugir dos horários de quem embarca a trabalho, normalmente viajando no início da manhã e retornando no final da tarde. Como tem pouca flexibilidade de horário, paga mais caro para voar.
— Quem pretende viajar em um feriado deve comprar com dois meses de antecedência e, quem vai para férias, de três a quatro meses antes, buscando o momento de baixa dos preços —, alerta o diretor executivo da OceanAir, Renato Pascowitch.
A empresa não voa para Joinville, mas chega no aeroporto de Curitiba, a 110 quilômetros. A curtíssimo prazo, para quem é atento ou tem sorte, também é possível encontrar pechinchas. Segundo Pascowitch, a chegada da baixa temporada é propensa a promoções relâmpago de companhias aéreas.
A diretora da Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav), Carmem Marum, observa que as ofertas não têm uma periodicidade definida e, por isso, quem quiser aproveitá-las têm de ser rápido no mouse do computador.
— E sempre que uma companhia lança uma promoção, outras em seguida fazem o mesmo —, lembra Carmem, aconselhando o consumidor a também vasculhar os portais na internet das concorrentes assim que uma aérea anuncia uma promoção.
Outra opção está nos sites que vendem passagens aéreas de todas as empresas e costumam avisar via mailing os clientes quando há ofertas.
FONTE:zn
Azul não definiu se vai operar em Congonhas, mesmo após obter concessões
A Azul informou que não definiu ainda se vai operar no aeroporto de Congonhas, mesmo após obter nesta segunda-feira a concessão de oito slots por semana no local. O diretor de relações institucionais da empresa, Adalberto Febeliano, disse ao iG que os custos para manter a operação no aeroporto são altos e que a Azul avaliar a viabilidade econômica dos voos nos slots concedidos para decidir se oferecerá rotas a partir de Congonhas.
A empresa conseguiu apenas horários para pousar no aeroporto durante o final de semana, quando possui todos os seus 15 aviões em operação. Para cada voo que oferecer em Congonhas, a Azul terá que cancelar uma linha em funcionamento hoje. “Além dos voos em Congonhas serem lucrativos, eles precisam ser mais rentáveis que as rota operadas hoje pelos aviões”, disse Febeliano. Segundo ele, a empresa fará um estudo de viabilidade econômica para decidir a questão. A Azul foi a última empresa a escolher slots em Congonhas e possui apenas 0,28% dos horários disponíveis no aeroporto para pousos e decolagens.
A Webjet também não conseguiu slots para voos regulares no dias de semana, rotas consideradas mais rentáveis em Congonhas. A companhia, que opera no aeroporto de Guarulhos, obteve 18 slots no final de semana. “A Webjet está avaliando as opções e definirá os destinos e origens dos voos ao longo de março”, informou a empresa, em comunicado.
A gaúcha NHT foi a única entre as que ainda não operavam em Congonhas que conseguiu slots para voos em dias de semana. Ao todo, a NHT conquistou 28 horários para pousos ou decolagens no aeroporto. Procurada pelo iG, a NHT não se pronunciou sobre o tema até a publicação desta reportagem.
O prazo para apresentar propostas de voos regulares à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é de 30 dias após a publicação no Diário Oficial da União do resultado da distribuição de slots, que deve sair até dia 16 de março. Se elas não oferecerem voos para os slots concedidos, eles serão retomados pela Anac e redistribuídos para outras companhias.
As três companhias aéreas que receberam autorização para iniciar voos em Congonhas somam menos de 2% dos slots disponíveis no aeroporto por semana. TAM e Gol detêm mais de 80% dos horários, seguidas de Oceanair (4,9%) e Pantanal (3,8%). Cerca de 4% dos slots disponíveis permaneceram vagos, por não interessarem a nenhuma companhia aérea, segundo a Anac.
FONTE:Último Segundo
Com tripulação composta só por mulheres, OceanAir faz homenagem especial no Dia Internacional da Mulher
Para os voos que chegam em Guarulhos, Congonhas e Santos Dumont, as comissárias da OceanAir irão entregar rosas no momento do desembarque junto à porta da aeronave ou às escadas. Em todos os voos da companhia nesse dia, a tripulação fará um speech parabenizando as mulheres.
Sobre OceanAir
A OceanAir cobre os principais destinos brasileiros e é a empresa aérea que oferece ao passageiro maior conforto, com maior espaço entre as poltronas, e o melhor serviço de bordo, segundo os próprios passageiros, em pesquisa recente realizada pela ANAC- Agência Nacional de Aviação Civil (http://www.anac.gov.br/passageiro/). Criada em 2002, é uma empresa do grupo brasileiro Synergy, que também controla a Avianca, uma das mais antigas companhias aéreas do mundo.
Fonte: Sérgio Poroger
Concessão de aeroportos só a partir do ano que vem
A exceção, segundo ele, será o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (em Natal, no Rio Grande do Norte), que "precisa" do processo e deverá ser concedido.
- O governo deverá fazer a concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante. E durante este ano eleitoral, não haverá concessões. Vamos deixar para o outro governo a decisão a respeito do assunto - disse o ministro, em entrevista após aula magna a oficiais na Escola de Guerra Naval (EGN), prevendo que em 20 dias o governo anunciará o vencedor da licitação para compra de novos caças da Aeronáutica, disputada por americanos (Boeing), franceses (Dassault) e suecos (Saab).
Anac - A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu na última quarta-feira, por unanimidade, que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode distribuir 61 slots (horários de pousos e decolagens) que a companhia aérea Pantanal operava no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Com a decisão, a Agência irá agendar uma nova data e reiniciar a sessão de distribuição do total de 355 slots, iniciada no dia 3 de fevereiro, e interrompida até a decisão judicial. Seis empresas estão inscritas para concorrer aos slots: NHT, Webjet e Azul, que passariam a operar voos a partir de Congonhas, e as atuais empresas que atuam no aeroporto, OceanAir, Gol/Varig e TAM.
Entre os 355 slots que serão distribuídos, 61 eram operados pela Pantanal e outros 19 pela Gol. Nos meses de março, abril e maio de 2009, as duas companhias descumpriram a Resolução nº 02/2006 da Anac, que exige o mínimo de 80% de regularidade nos pousos e decolagens no prazo de 90 dias - ou seja, cancelaram mais de 20% das operações previstas nestes horários. Para que a infra-estrutura do aeroporto tenha melhor aproveitamento, a regulamentação obriga que os horários subutilizados sejam redistribuídos pela agência reguladora para outras companhias, tanto as que já operam naquele aeroporto quanto as que tem interesse em iniciar os vôos. Entre os 61 slots que eram operados pela Pantanal, 40 são de dias de semana. Estes são os horários de maior movimento e interesse de todas as companhias aéreas, devido ao perfil de viagens de negócios que predomina em Congonhas.
FONTE:Monitor Mercantil
OceanAir é empresa mais pontual em fevereiro
Foi também o menor índice de atrasos nos voos desde setembro de 2009, quando o percentual foi de 10,2%. O indicador considera as decolagens com mais de 30 minutos além do horário previsto, de voos domésticos e internacionais, de todas as companhias nacionais e estrangeiras, partindo dos 67 aeroportos administrados pela Infraero.
Em fevereiro de 2009, os atrasos haviam sido de 8,6%, mas a elevação do índice neste ano deve-se principalmente às fortes chuvas.
Por exemplo, o Aeroporto de Congonhas, um dos mais movimentados do País, teve de ser fechado por alguns momentos quase todos os dias de fevereiro.
Na página da ANAC na Internet é possível visualizar o histórico de atrasos de voos desde maio de 2007, quando os dados começaram a ser apurados (www.anac.gov.br/atrasovoo).
A empresa nacional com melhor pontualidade no mês passado foi a OceanAir, com 5,0% das decolagens além de 30 minutos do horário previsto. Em seguida, ficaram a Azul (5,2%), a Webjet (10,8%) e a Gol/Varig (12,4%). A TAM melhorou significativamente seu desempenho e reduziu o índice de atrasos de 23,9% em janeiro para 14,6% em fevereiro.
Dentre as companhias aéreas de menor porte, a Trip/Total teve 11,5% de atrasos (16,4% em janeiro), seguida pela Passaredo (13,8%), queda expressiva ante 24,5% registrados em janeiro). A Pantanal ficou praticamente estável, passando de 21,9% de atrasos em janeiro para 22,0% em fevereiro.
Nos voos internacionais, entre as empresas com mais de 100 decolagens por mês no País, a melhor pontualidade foi da Lufthansa (4,4% de atrasos), seguida pela Copa (7,5%) e United Airlines (7,7%).
Na outra ponta, as mais atrasadas foram a TAM Mercosur (46,5%), TAM (31,1%) e Aerolíneas Argentinas (24,8%). Assim como em janeiro, nevascas na Europa e América do Norte na primeira quinzena de fevereiro impactaram os índices de atrasos das empresas que voam para aqueles continentes.
Com menos de 100 voos partindo do Brasil, os atrasos mais significativos foram da Livingston (84,2%), Air Italy (70%) e a Surinam Airways (40%). Já as mais pontuais foram Korean Air e Avianca, que não tiveram nenhuma decolagem além de 30 minutos do previsto, seguidas pela Aerosur (3,2%).
Fonte: ANAC
Anac registra 12,7% de voos com atraso em fevereiro
Entre as companhias aéreas brasileiras, a TAM foi a que teve o maior índice de atrasos superiores a 30 minutos, com 14,6%, seguida pela Gol/Varig com 12,4%. Por outro lado, a OceanAir registrou 5% de decolagens além do horário previsto.
No comparativo dos voos internacionais, a maior quantidade de atrasos foi da TAM Mercosul, com 46,5%. A mais pontual foi a Lufthansa, com 4,4% das decolagens com tempo superior a 30 minutos.
FONTE:Investimentos e Notícias
MTUR e ABETAR firmam parceria para qualificação da aviação regional
A iniciativa faz parte do Programa Bem Receber - Copa 2014, criado pela pasta, com o objetivo de elevar a qualidade no atendimento prestado pelos profissionais que atuam na linha de frente do atendimento ao turista.
De acordo com o MTUR, a meta do programa, que também inclui entidades das áreas de hospedagem, alimentação, entre outros segmentos, é qualificar aproximadamente 306 mil pessoas.
Segundo o presidente da ABETAR, Apostole Lazaro Chryssafidis, a inclusão da aviação no programa possibilitará uma maior integração entre a aviação civil e o turismo, particularmente o segmento regional e os 65 destinos indutores. Nesta primeira fase, a meta da entidade é capacitar cerca de 1.500 profissionais em um prazo de 12 meses.
"Em um país com grandes dimensões como o Brasil é fundamental que tenhamos uma malha aérea capilarizada e com conectividade, que possibilite a integração do país e a universalização do transporte aéreo. Mas, para que isso aconteça é preciso que tenhamos profissionais qualificados capazes de atender essa demanda", disse Lack.
APOIO - Para a diretora do Departamento de Qualificação e Certificação e de Produção Associada ao Turismo, Dra. Regina Cavalcante, o apoio das entidades é fundamental para o sucesso do programa.
"Estamos construindo com as entidades um programa para aperfeiçoar o serviço turístico prestado no país. O Bem Receber-Copa 2014 é uma resposta do governo a demanda do país, que se prepara para esse mega evento. Nesse momento estamos levantando a demanda, para em seguida começarmos a sensibilizar e mobilizar, desafio que todas as entidades parceiras nos ajudarão a superar até dezembro/2012. E a ABETAR é importante neste processo", disse a diretora do MTUR, que ressalta a importância do cumprimento das metas antes da Copa das Confederações, em jun/2013, oportunidade em que a capacidade do país para sediar a Copa 2014 será avaliada pela FIFA.
CURSOS - A programação dos cursos da ABETAR foi dividida em três módulos, com carga horária total de 160 horas por turma. As aulas serão ministradas na modalidade de Ensino à Distância (EAD) e com previsão de início após a conclusão da fase de levantamento das necessidades do setor.
No primeiro, os profissionais terão acesso a temas como: ética e cidadania, importância do turismo como atividade econômica, postura profissional e qualidade no atendimento, sustentabilidade, pluralidade cultural, entre outros.
A segunda etapa trará conteúdos mais específicos ao transporte aéreo regional e será formatada de acordo com as necessidades do setor e resultados obtidos na primeira fase.
O último módulo envolve parte teórica e prática e dará aos participantes a oportunidade de vivenciar e aprender mais sobre a história, cultura e atrativos turísticos das localidades e regiões onde operam.
Empresas associadas à ABETAR: Trip Linhas Aéreas, OceanAir, Passaredo Linhas Aéreas, NHT Linhas Aéreas, Air Minas Linhas Aéreas, Meta Linhas Aéreas, Total Linhas Aéreas, Team Brasil Linhas Aéreas, Rico Linhas Aéreas, Abaeté, Sol Linhas Aéreas e Puma Air Linhas Aéreas.
Fonte: Assessoria de Imprensa ABETAR
Distribuição de slots: regra não incentiva entrada de novas empresas
As empresas aéreas que querem entrar no aeroporto de Congonhas não devem obter os melhores slots (autorizações de pouso e decolagem) ofertados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e podem desistir de iniciar as atividades no aeroporto.
O motivo é que as regras da Anac para concessão de slots permitem que as empresas aéreas em operação no aeroporto obtenham maior número de slots e tenham prioridade na escolha dos horários.
A disputa pelos 355 slots que devem ser distribuídos pela Anac na segunda-feira inclui três companhias que ainda não voam em Congonhas Azul, Webjet e NHT e outras três que já operam no local TAM, Gol e OceanAir.
Cerca de 80% dos slots disponíveis serão ofertados a empresas que já operam em Congonhas. O restante será distribuído entre NHT, Webjet e Azul, nesta ordem, que foi definida em sorteio.
Como será a última companhia a escolher slots, a Azul dificilmente vai obter horários competitivos para oferecer voos regulares, afirma o diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano.
Segundo ele, o custo de manter a operação no aeroporto será inviabilizado se a companhia tiver poucos slots ou horários não competitivos para a oferta de voos. "Nossa chance de operar em Congonhas é quase nula", diz Febeliano.
Os slots mais atraentes ofertados são para dias de semana, mas há apenas 40 disponíveis, que devem ser ocupadas antes de a Azul escolher seus horários.
Os demais slots são para o fim de semana e, segundo as companhias aéreas, não possibilitam a oferta de voos competitivos.
"Quem vai querer voar no sábado à noite em Congonhas para voltar no domingo pela manhã?", questiona Febeliano.
Congonhas é o aeroporto mais rentável do Brasil. Sua localização no centro de São Paulo o torna acessível para pessoas que fazem viagens de negócios, passageiros que pagam tarifas maiores para voar.
Restrição a voos
A única forma de uma companhia aérea iniciar as atividades em Congonhas é pela redistribuição de slots perdidos pelas empresas que já operam.
Desde o acidente aéreo da TAM, em 2007, o limite de slots por hora em Congonhas foi reduzido de 54 para 30.
Para o consultor em aviação Paulo Bittencourt Sampaio, a redução no volume de pousos e decolagens foi uma decisão tomada num momento de comoção, motivada mais "pela emoção do que pela razão".
O brigadeiro Allemander Pereira, ex-diretor da Anac e consultor em aviação, concorda. Para ele, investimentos em Congonhas poderiam permitir a ampliação da capacidade de voos do aeroporto.
"É preciso ampliar a capacidade de Congonhas antes de oferecer os slots. O que não dá é distribuir 'mixaria'", afirma.
Entenda o sistema de distribuição
A Anac realizou um sorteio para definir a ordem de distribuição dos slots entre as empresas que já operam e as que querem entrar em Congonhas.
As três companhias que já voam em Congonhas poderão escolher quatro pares de slots cada uma OceanAir, Gol e TAM, nesta ordem.
Em seguida, a NHT define seus slots e a rodada recomeça com as empresas que já estão no aeroporto, seguidas da Webjet, e, após nova distribuição a OceanAir, Gol e TAM, a Azul pode solicitar seu espaço.
Esse sistema de distribuição de slots dificulta a entrada de novas empresas em Congonhas e favorece o duopólio de TAM e Gol no aeroporto, afirma Sampaio.
A Gol detém 41,7% dos slots em Congonhas, enquanto a TAM possui 40,4%, segundo dados da Anac.
A agência diz que as normas de concessão de slots foram criadas na primeira gestão da Anac e seguem os padrões internacionais, mas admite revisar o sistema após a distribuição de Congonhas para "evitar que os aeroportos fiquem concentrados em poucas empresas e melhorar os mecanismos de aumento da concorrência".
O brigadeiro Allemander Pereira defende a manutenção das regras para evitar distorções com o mercado internacional e favorecer empresas pioneiras nos aeroportos.
"As empresas que já estão no aeroporto investiram para estar ali. É correto elas terem prioridade para obter slots nas redistribuições."
A NHT e a Webjet disseram que só concederão entrevistas sobre seus interesses em Congonhas após a distribuição dos slots.
fonte: Último Segundo IG com edição
Mande sua pergunta para o diretor executivo da OceanAir
O G1 vai entrevistar nesta segunda-feira (22) o diretor-executivo da OceanAir, uma das maiores companhias aéreas do país. Renato Pascowitch vai falar sobre os desafios que o setor aéreo enfrenta para atender à demanda crescente.
Com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos marcados para os próximos anos, a procura pela aviação deve crescer ainda mais. Por isso, nas próximas semanas os principais executivos das maiores empresas aéreas do país falarão sobre o tema "Setor aéreo: desafios para 2014 e 2016”.
Site do G1: g1.globo.com/
FONTE: G1
Horários dos voos mudarão em Chapecó
Os horários de voos da Gol e da OceanAir no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, em Chapecó, terão de ser alterados. Esta é uma das exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que, desde a semana passada, restringiu a venda de passagens a um prazo não superior a 15 dias.
A agência disse que a mudança deve ser imediata, por questão de segurança. A Anac fez uma vistoria no aeroporto e, no dia 9 de fevereiro, fez um encaminhamento das exigências, como presença de bombeiros, aumento do pátio, contratação de mais funcionários e cerca nova.
O diretor do Departamento de Defesa do Cidadão, Sérgio Wallner, informou que o intervalo entre os voos, que atualmente chega a 35 minutos, deve ser de duas horas. Isso sem contar que, no período da tarde, o tempo entre a saída do avião da OceanAir e a chegada do voo da Gol é de apenas cinco minutos. Wallner conversou com representantes das empresas para que eles entrem num acordo. As empresas solicitaram um prazo até 2 de março para a alteração.
Ontem, o prefeito João Rodrigues anunciou medidas implantadas pelo município, que é responsável pela administração do aeroporto. Foram colocados três bombeiros por turno e contratados mais seis funcionários. O governo do Estado deve liberar R$ 2 milhões para construção de uma nova cerca de isolamento da pista e ampliação do pátio.
O prefeito espera que, em 30 dias, as melhorias sejam encaminhadas e afirmou que lançará edital para terceirizar a administração do aeroporto.
FONTE:A Notícia - Jornal de Joinville

