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GOL anuncia que Prask do mês de junho

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, anuncia os números prévios de tráfego aéreo do mês de junho/2013. Prask, Yield e Preço do Combustível - O Prask líquido apresentou crescimento de 11% na comparação com junho/12, mesmo com o menor patamar na redução da oferta (-1,3% no mesmo período). No 2T13, o PRASK atingiu crescimento de aproximadamente 10% e no semestre esse aumento atingiu 11%. O yield líquido no mês apresentou aumento de 11% na comparação com o mesmo período de 2012, ficando entre R$21,0 e R$21,4
centavos. No segundo trimestre de 2013 e no acumulado do ano, o yield líquido atingiu crescimento em cerca de 13%. O Preço Médio do Combustível (PMP) do mês de junho apresentou queda de 8% na comparação com junho/2012. No 2T13 o Preço do Combustível apresentou queda de aproximadamente 4% enquanto no acumulado do ano o aumento foi de aproximadamente 4%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Mercado Doméstico - Em junho, a GOL continuou com sua estratégia de racionalização da oferta e apresentou uma redução de 4,2% no mercado doméstico na comparação anual, em função da parada das atividades da Webjet. O menor patamar de redução se deu em função do início do ajuste na oferta ter ocorrido em abril/2012.   

Mercado Internacional - A oferta do mês de junho apresentou aumento de 31,7%, na comparação com o mesmo período do ano anterior, principalmente devido às operações diárias para Santo Domingo, Miami e Orlando iniciadas no final do ano passado.   Informações: www.voegol.com.br

As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

GOL pode estender redução de oferta, diz presidente

GOL não descarta estender para 2014 a estratégia de redução da capacidade doméstica, afirmou o presidente da companhia aérea, Paulo Kakinoff, em teleconferência com jornalistas nesta terça-feira.

"É difícil dizer que a redução da oferta será necessária somente ao longo de 2013. Hoje, numa ótica particular, acredito que teremos a necessidade de estender essa gestão da oferta ao longo do próximo ano", afirmou.
A GOL informou na divulgação de resultados de quarto trimestre que reduzirá a capacidade doméstica em entre 8 e 10 por cento no primeiro semestre de 2013 e em cerca de 7 por cento no ano fechado, ante os níveis de 2012. O objetivo é elevar a receita por passageiro (rask) em pelo menos 10 por cento e retomar as margens operacionais.

Em novembro do ano passado, a empresa tinha estimado uma redução entre 5 e 8 por cento na oferta, no primeiro semestre de 2013. Segundo Kakinoff, o aumento na estimativa já era programado e reflete também o preço dos combustíveis, que tiveram novo recordo no início deste ano.
"Quando anunciamos a redução da oferta (no fim de 2012) e demos 'guidance' do primeiro semestre, também consideramos que a empresa teria flexibilidade para aumentar o corte (...) É reflexo sim do preço do combustível, mas é uma reação programada", disse.
Webjet
No quarto trimestre de 2012, a GOL registrou custos adicionais de 197 milhões de reais referentes ao fim das operações da Webjet, anunciado em novembro, mas segundo o diretor financeiro e de relações com investidores, Edmar Lopes, a empresa não irá fazer provisões para possíveis multas pelas demissões.
"Não haverá nenhuma provisão (de multas). Há provisão de salário pura e simplesmente", afirmou, na teleconferência.
A GOL enfrenta problemas na Justiça devido à demissão de 850 funcionários da WebJet. Em meados de março, a empresa foi condenada a pagar multas pela Justiça do Trabalho em Brasília e do Rio de Janeiro, no valor de 1 milhão de reais cada, mas poderá recorrer da decisão.


As informações são"Reuters".Sempre é citado o link de referência.

Gol tem prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012 e reduz frota

A Gol apurou um prejuízo líquido de R$ 1,5 bilhão em 2012. Seus resultados operacionais foram pressionados pelo aumento nos preços dos combustíveis, segundo relatório divulgado nesta terça-feira, dia 26. Ano passado, a empresa teve um aumento na despesa com combustível de R$ 680 milhões, cerca de 95% do prejuízo operacional ajustado de R$ 708,9 milhões.

A companhia afirmou que os resultados financeiros do ano passado refletem o cenário desafiador vivenciado pela indústria aérea nos últimos dois anos com aumento anual no preço de combustível de 18%, desvalorização do real frente ao dólar em 17% no ano e aumento acima de 30% nas tarifas aeroportuárias.

A Gol teve ainda custos adicionais de R$ 197 milhões no quarto trimestre de 2012 referente ao fim das operações da Webjet e provisões para perda com ativos. Nos três últimos meses do ano passado, o prejuízo operacional ajustado foi de R$ 160,98 milhões e o líquido, de R$ 447 milhões.

A companhia ajustou a sua oferta doméstica de assentos, reduzindo a capacidade em 5,4% nos 12 meses ante uma perspectiva inicial de redução de 2%. Na decisão, a empresa considerou o baixo crescimento do PIB, a taxa de câmbio e o aumento no preço do combustível, cenário que deve continuar em 2013 segundo a Gol.

“Parte do resultado da estratégia de ajuste de oferta doméstica já pode ser observado no resultado do ano, quando a Gol apresentou um aumento de 1,8 ponto percentual na taxa de ocupação de suas aeronaves no mercado doméstico, contribuindo para um aumento de 3,6% em sua receita por assento ofertado no ano de 2012”, afirmou o presidente-executivo, Paulo Sérgio Kakinoff, na mensagem da administração.

No mercado interno, a oferta no quarto trimestre apresentou queda de 15,5% na comparação anual, sobretudo por conta do redimensionamento da malha decorrente da retirada das aeronaves da Webjet da frota operacional. A demanda apresentou queda de 9,1%, também relacionada à redução de oferta. Como resultado, a taxa de ocupação no mercado interno apresentou um aumento de 5 pontos percentuais, atingindo 70,7% no trimestre, ante 65,7% no mesmo período de 2011.


As informações são"M&E por Rafael Massadar".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

Gol diz que vai recorrer de multa trabalhista


A Procuradora Regional do Trabalho disse, nesta quinta-feira (14), que vai pedir a execução de uma multa de cerca de R$ 58 milhões à Gol por descumprir a decisão judicial de dezembro, que determinava a reintegração de 850 funcionários demitidos da Webjet. A companhia aérea informou, por meio de nota, que mantém seu posicionamento e vai recorrer da decisão.
Veja abaixo íntegra da nota da empresa.
"Em 1º de agosto de 2011 a GOL Linhas Aéreas Inteligentes comunicou que a VRG Linhas Aéreas (sociedade controlada pela Companhia) celebrou, com os acionistas controladores da Webjet Linhas Aéreas, um Contrato de Compra e Venda de Ações para aquisição de 100% do capital social da Webjet pela VRG. Tal aquisição estava, à época, sujeita à aprovação das autoridades governamentais pertinentes. Desde então as companhias seguiram operando como unidades distintas. Em 20 de setembro daquele ano a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), deu sua aprovação.
Em 27 de outubro de 2011, a VRG, a Webjet e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica(CADE) celebraram o Acordo de Preservação de Reversibilidade da Operação (Apro), preservando os ativos até a decisão final a ser proferida pelo CADE. Tal acordo assegurava a independência na gestão das duas empresas, a não implicação na redução da capacidade da Webjet e o compartilhamento de voos entre as empresas (code share), sob acompanhamento de uma auditoria independente. O Apro exigia ainda que não houvesse demissões nos quadros da Webjet durante sua vigência.
Em 10 de outubro de 2012, o CADE aprovou, sem restrições, a aquisição da Webjet Linhas Aéreas pela VRG Linhas Aéreas, subsidiária da GOL Linhas Aéreas Inteligentes. A aprovação ocorreu mediante a celebração de um Termo de Compromisso de Desempenho ("TCD") para atingimento de eficiências operacionais, especificamente com relação à manutenção de um índice de regularidade mínima (85%) na utilização dos horários de operação (Hotran) no aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro. Na ocasião, o Apro perdeu a sua vigência, o que foi formalmente declarado pelo CADE em despacho quando do encerramento do assunto.
São conhecidos os fatores macroeconômicos que atingiram o setor da aviação civil no período entre o anúncio da aquisição e a aprovação definitiva do CADE tais como a apreciação do dólar frente ao real, a elevação do preço do combustível de aviação em patamares jamais registrados no país (60% de 2009 a 2012), o aumento das tarifas aeroportuárias (60% de 2009 a 2012) e a involução do crescimento do PIB e, consequentemente, a retração da atividade econômica.
Em 23 de novembro de 2012, a GOL Linhas Aéreas Inteligentes comunicou o início do processo de encerramento das atividades de sua controlada Webjet. A primeira medida foi a extinção das operações de voo. A Webjet possuía um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo. Em consequência do encerramento das operações, a Webjet decidiu desligar aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves. Naquela ocasião cerca de 500 profissionais foram absorvidos pela GOL para atuar fundamentalmente na área de Aeroportos.
Encerradas as operações da Webjet, os clientes foram integralmente assistidos pela GOL. Tiveram seus voos garantidos e foram reacomodados em voos operados pela GOL sem custos adicionais. Aqueles que, eventualmente, decidiram não mais voar, receberam integralmente o reembolso dos valores pagos.
Em 7 de dezembro de 2012, a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro (23ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho - TRT) concedeu liminar ao Ministério Público do Trabalho em Ação Civil Pública pedindo a nulidade das dispensas e a reintegração dos profissionais demitidos em 23/11 para que houvesse a negociação com os sindicatos das categorias.
Por tratar-se de uma companhia aérea, a negociação prévia não aconteceu para que não houvesse interferência na segurança da atividade fim. Aeronautas – tripulantes técnicos e comerciais – e profissionais de manutenção desempenham funções que estão diretamente ligadas à segurança de uma operação.
Dentro do prazo legal, em 27 de dezembro de 2012, a Webjet reintegrou os profissionais e restabeleceu todas as obrigações legais como quitação de salários, recolhimento de impostos e concessão de benefícios. Tais ações foram mantidas daquela data até 1º de março.
Após cumprimento da decisão de reintegração, a Webjet deu início imediato ao envio de convites aos sindicatos das categorias envolvidas (aeronautas e aeroviários) para o início das negociações visando condições compensatórias adicionais às obrigações garantidas por lei nos casos de desligamento.
Ao longo de dois meses foram realizadas oito reuniões com os sindicatos envolvidos. Foram oferecidos valores adicionais às obrigações de rescisão, subsídio de 100% do pagamento do plano de saúde para o profissional e seus dependentes por cinco meses, 20 dias adicionais ao Aviso Prévio e cinco meses de cestas básicas. Durante o cumprimento do período de negociação (dois meses), a Webjet arcou com os custos da folha de pagamento, considerando salários e encargos.
Atas assinadas pelos representantes da empresa e dos sindicatos atestam as tentativas de negociação e respectivas frustrações. Todas as propostas apresentadas pela Companhia foram rejeitadas. Tendo exauridas todas as tentativas, a Companhia considerou as negociações encerradas e frustradas.
Não tendo havido êxito nas negociações a Webjet desligou, em 1º de março, 748 profissionais que haviam sido reintegrados – sendo que os demais já haviam solicitado desligamento por vontade própria. Em 6 de março, desligou 84 colaboradores do quadro administrativo em continuidade ao processo de encerramento das atividades.
Em 11 de março de 2013 a Webjet e a VRG tomaram ciência da decisão de primeira instância, tendo a juíza da 23ª Vara do TRT-RJ julgado procedente o pedido do Ministério Público e determinado uma nova reintegração na empresa VRG.
Diante dos fatos expostos – que explicitam as razões do desligamento, a frustração das negociações e o cumprimento da primeira reintegração – a Companhia informa que manterá o seu posicionamento e recorrerá da decisão."


As informações são"Primeira Edição".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira 

Gol demite funcionários reintegrados da Webjet

Neste fim de semana, a Gol informou que demitiu os funcionários da extinta Webjet, que haviam sido reintegrados ao quadro de funcionários por determinação judicial. Foram reintegrados 850 funcionários, que já haviam sido demitidos da Webjet em novembro de 2012. De acordo com o comunicado da Gol, após cumprir a decisão judicial de reintegração, no dia 27 de dezembro, a empresa afirma que iniciou o processo de negociação com os sindicatos envolvidos.

A determinação para reintegrar os funcionários da Webjet foi tomada, em caráter liminar, pela 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, no dia 6 de dezembro do ano passado, após o Ministério Público do Trabalho (MPT) da 1ª Região (Rio de Janeiro) entrar com uma ação. A Gol recorreu da decisão, mas a liminar foi mantida. No dia 18 de dezembro, uma reunião de conciliação estabeleceu multa diária para a companhia aérea de R$ 1 mil, por trabalhador, caso a reintegração não fosse cumprida.

A Webjet foi comprada pela Gol em julho de 2011 por R$ 96 milhões, mais dívidas de R$ 214 milhões.

A nota divulgada pela Gol:
Nota à Imprensa
“São Paulo, 2º de março de 2013 – A Gol Linhas Aéreas Inteligentes informa que a Webjet, após cumprir a decisão judicial de reintegração, em 27 de dezembro de 2012, iniciou o processo de negociação com os sindicatos envolvidos. Por aproximadamente dois meses, a companhia apresentou propostas de negociação, que foram rejeitadas. Tendo exauridas todas as tentativas, a companhia considera as negociações mantidas frustradas e se viu limitada a prosseguir com os desligamentos do seu quadro.
Atenciosamente,
Gol Linhas Aéreas Inteligentes”


As informações são"M&E por Rafael Massadar".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

Oferta da Gol cai 21% em dezembro

Com o encerramento das operações da Webjet, no final de novembro, a Gol registrou uma queda de 21% na sua oferta doméstica em dezembro de 2012. Segundo a companhia, a “racionalização da oferta no mercado nacional ”tem como objetivo acelerar a retomada das margens operacionais positivas. Na comparação anual, a queda foi de 5,4%. A taxa de ocupação no mercado interno ficou 2,9 pontos percentuais acima de dezembro de 2011, atingindo 72,7%. A demanda teve redução de 13,9% comparada ao ano anterior. Por outro lado, o Prask (receita de passageiros por assentos-quilômetro) apresentou crescimento de 14%.

No internacional, a oferta teve um aumento de 13,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Fator explicado pelo crescimento em cerca de 50% nas operações de fretamentos internacionais e pelas novas operações diárias para Santo Domingo e Miami iniciadas em dezembro.

O yield líquido consolidado no mês apresentou um aumento de aproximadamente 7% na comparação com o mesmo período de 2011, ficando entre R$ 23 e R$ 23,5. O yield líquido consolidado no quarto trimestre de 2012 apresentou crescimento anual de aproximadamente 5%, ficando entre R$ 21,9 e R$ 22,4.


As informações são"Mercado & Eventos por Anderson Masetto".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Anac alerta Gol para atendimento a clientes da Webjet


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) notificou, hoje (21), a Gol Linhas Aéreas para que assegure o adequado atendimento aos clientes que adquiriram passagens da Webjet. A Gol comprou a Webjet e, em novembro, decidiu fechar a empresa. Pouco tempo depois, agência recebeu notícias relatando supostas irregularidades na cobrança de taxas ou diferenças tarifárias para remarcar bilhetes da companhia extinta.
Se comprovada a cobrança irregular, a Gol poderá ser multada no valor de R$ 4 mil a R$ 10 mil por passageiro. Além da multa, a companhia terá que devolver o valor cobrado irregularmente. A Anac orienta os passageiros que se sentirem prejudicados a procurar a Webjet ou a Gol e encaminhar a reclamação à Anac para atuação administrativa contra a empresa. A queixa pode ser levada também aos órgãos de defesa do consumidor ou ao Judiciário para requerer reparações.
A nota da Anac informa sobre outros direitos dos passageiros: “todos os passageiros que adquiriram bilhetes da Webjet têm direito à reacomodação gratuita em outros voos, dentro das opções existentes e disponíveis. O passageiro também poderá optar pelo cancelamento da compra da passagem, caso em que a Gol Linhas Aéreas terá que devolver integralmente o valor pago, nas mesmas condições em que o bilhete foi adquirido. Também é proibida a cobrança de diferenças tarifárias para esses clientes da Webjet que tiveram seus voos cancelados e que precisam ser remarcados”.
O telefone da Anac é 0800 725 4445 e funciona 24 horas com atendimento em português, inglês e espanhol.


As informações são"Infonet".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

GOL completa 12 anos de operações


A GOL completa hoje 12 anos de operações regulares. No período, a empresa expandiu sua frota operacional de seis para 127 aeronaves, atingindo, aproximadamente, 40% de participação no mercado doméstico brasileiro e consolidando uma rede internacional que engloba 10 países na América do Sul, Caribe e Estados Unidos.

O ano de 2012 foi marcado por decisões estratégicas importantes para a continuidade do crescimento rentável e sustentável da companhia, a partir do modelo bem sucedido de uma estrutura de baixo custo e com alta qualidade no atendimento ao cliente. Em julho de 2012, Paulo Kakinoff assumiu a Presidência da GOL enquanto Constantino de Oliveira Junior passou a Presidente do Conselho de Administração da companhia.

No último ano o programa de relacionamento Smiles também registrou mudanças significativas. Tornou-se uma unidade de negócios independente, lançou parcerias para compartilhamento de milhas com a Qatar Airways e de acumulo com a Iberia, registrando no ano o expressivo crescimento de 49,90% na quantidade de resgate de milhas para a utilização na malha aérea internacional dos parceiros aereos globais da companhia (Air France, KLM,Delta Air Lines, Qatar e Iberia).

Como resultado da experiência bem sucedida dos voos Smiles, a GOL iniciou, em dezembro, voos regulares diários de São Paulo/Guarulhos para Orlando e do Rio de Janeiro/Galeão, para Miami, com uma parada em Santo Domingo (República Dominicana). A companhia mantem o seu foco em identificar oportunidades em mercados internacionais que podem ser atendidos pela frota composta por modelos Boeing 737-800 NG.

Em 10 de outubro de 2012 o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a aquisição da Webjet Linhas Aéreas Econômicas pela VRG Linhas Aéreas, subsidiária da GOL Linhas Aéreas Inteligentes. No dia 23 de novembro foi anunciado o início do processo de encerramento das atividades da Webjet com a extinção das operações de voo.

A GOL também obteve conquistas no campo de operações e manutenção. Recebeu a homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para realizar trabalhos de pintura (convencional e eletrostática), pesagem e recálculo para aeronaves outras empresas aéreas em seu Centro de Manutenção, localizado em Belo Horizonte/Confins. Em maio, a companhia foi a primeira aérea brasileira a utilizar a RNP-AR-Approach (Performance de Navegação Requerida) no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Outro destaque do ano foi o investimento em melhorias no atendimento aos clientes. Dentre as soluções oferecidas pela companhia estão o perfil no Twitter exclusivo para atendimento a clientes, o aumento do numero de totens de autoatendimento nos aeroportos, a otimização do check in online e por celular – que agora pode ser feito com antecedência máxima de 7 dias e mínima de 45 minutos antes do horário de partida do voo – e a criação do robo virtual que esclarece duvidas on line de forma simples e rápida.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Aéreas registram aumento na taxa de ocupação em voos de novembro

Durante o mês de novembro de 2012 as empresas associadas da ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas produziram 9,29 bilhões de assentos-quilômetros (ASK), transportando um total de 6.363.229 passageiros, que demandaram 7,09 bilhões de passageiros-quilômetros pagos (RPK). Nesse período, a indústria de transporte aéreo apresentou retração na oferta de 5,62% e na demanda de 2,35%, se comparadas com o mês de outubro desse ano. Isso elevou em 2,55% o fator de aproveitamento (Load Factor – RPK/ASK), de 73,73% para 76,28% em novembro. “Esses números já refletem o momento em que o setor aéreo vive atualmente. As empresas estão revendo suas estratégias para melhorar a taxa de ocupação de seus voos e, com isso, aumentar sua rentabilidade e tentar manter os preços das passagens, sem repassar para os consumidores as dificuldades enfrentadas pelas empresas durante este ano”, diz o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz.

O comparativo entre as associadas mostra que, no mês de novembro, já é possível sentir a contração na oferta de assentos da TAM, com queda de 3,14%, se comparado a outubro de 2012. A TRIP também apresentou retração na oferta, com queda de 6%, enquanto a AZUL manteve-se estável, com aumento de 0,15% na oferta. A AVIANCA continua no seu processo de expansão, e ofereceu 4,29% a mais de assentos-quilômetros em novembro, comparado a outubro. Os dados da GOL e da WEBJET já foram consolidados, o que levou a uma expansão na oferta da GOL em 2,75% e um incremento na demanda de 1,96%. Entretanto, a demanda total de passageiros diminuiu. AVIANCA, AZUL e TAM viram a procura por seus serviços aumentar em 5,00%, 3,70% e 2,51%, respectivamente. A TRIP teve retração na demanda de 1,02%. Em termos de participação de mercado na demanda, a AVIANCA alcançou 6,43%; a AZUL, 9,97%; a GOL, 35,63%; a TAM, 43,36% e a TRIP, 4,61%. Em aproveitamento de voos a AVIANCA continua líder, com 82,75% dos assentos ocupados. (Vide anexo).


2012: ano difícil – 2013: realidades diferentes

Para o setor de aviação civil, 2012 pode ser considerado um ano difícil, em que a rentabilidade das empresas ficou comprometida devido a entraves, como o aumento do preço do combustível, alta do dólar, taxas e tarifas de navegação aérea, infraestrutura e, ainda, o ritmo desacelerado da economia global. Mesmo com o crescimento abaixo do esperado, em que companhias mais consolidadas no mercado como GOL e TAM vêm diminuindo sua oferta, AVIANCA e a AZUL têm mantido uma tendência de crescimento, elevando ou pelo menos mantendo sua oferta. “Tivemos até um aumento em rotas e destinos, mas não foi suficiente. O negócio de transporte aéreo é muito ligado ao desempenho da economia, e a situação da economia esse ano também é refletida na realidade das aéreas”, conta Eduardo Sanovicz.
A realidade das companhias em 2013 deve ser diferente, tanto para a aviação regional quanto para a aviação doméstica. “AVIANCA e AZUL/TRIP preveem crescimento, com aumento da oferta, enquanto GOL e TAM veem de um ano de ajuste nas frequências de voos e devem manter essa diminuição da oferta”, aponta Sanovicz. A perspectiva, portanto, é de que haverá uma diminuição na oferta total, mas a demanda será mantida, para que as taxas de ocupação sejam mais altas, as empresas tenham melhor rentabilidade e o preço médio das passagens também não passe por ajustes muito impactantes.


Equipes reforçadas e aviões reservas na alta temporada

As companhias aéreas associadas à ABEAR, desde a semana passada, já colocaram em prática uma série de medidas, como a disponibilização de aeronaves e tripulações reservas, a fim de evitar problemas nos aeroportos do país durante os meses de dezembro e janeiro. “Os associados ABEAR orientam para que os passageiros realizem, quando possível, o check-in on line (web e celular) e nos totens de autoatendimento; atentem para os documentos necessários para passageiros menores de idade; e viajem com malas com o peso permitido e não danificadas”, diz Eduardo Sanovicz, presidente da ABEAR. Para as companhias, estes cuidados garantem filas menores e agilidade no embarque dos passageiros.

Confira as principais ações das empresas aéreas neste período: reforço de escala de funcionários em aeroportos na ordem de 10 a 12%; contratação de equipes extras em aeroportos com novos voos; reforço nas equipes de manutenção; incremento nos sistemas de Call Center com estruturas preparadas para contingências operacionais e para acionar tripulantes; preparação de sistemas de atendimento de check-in capazes de trabalhar off-line (caso ocorram queda de sistema); disponibilização de aeronaves reservas por todas as companhias (em dias de pico chegam a 17 aeronaves); tripulações reservas; e voos extras para os destinos mais procurados.

Na área de aeroporto haverá aumento no número de funcionários de balcão, sala de embarque e check-in. Todas essas equipes são submetidas a treinamentos específicos para atendimento a situações de contingência.

As empresas também cumprem a resolução 141, da ANAC, quando ocorrem atrasos e cancelamentos: garantem alimentação, transporte, hospedagem e comunicação aos passageiros afetados.


As informações são"http://www.abear.com.br/".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Gol diz que demissões na Webjet foram necessárias

O representante da companhia aérea Gol Alberto Fajerman disse hoje que foi "cruel", mas necessária a dispensa dos 850 funcionários da extinta Webjet, devido ao setor de aviação civil enfrentar um momento difícil por causa de mudanças na economia como o aumento do dólar e de combustíveis. As informações são da Agência Brasil.

Ele justificou que, quando a empresa apresentou ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a fusão da Gol com a Webjet, em 2011, a intenção era manter esses funcionários e adequá-los em aviões mais modernos.

Na sexta-feira, a justiça do trabalho determinou a reintegração dos 850 funcionários demitidos. A empresa, no entanto, só foi notificada oficialmente sobre a decisão nesta segunda-feira.

Fajerman participou de audiência pública na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) para debater a fusão das duas companhias aéreas e suas consequências. Ainda sobre o aumento dos custos da empresa, o assessor da presidência da Gol reconheceu que não há como crescer sem aumento de custos.

Ele frisou que somente o preço do combustível representa R$ 60 do custo de uma passagem aérea uma vez que o valor está atrelado à variação do dólar.

O representante da Gol reconheceu que as promoções de bilhetes publicadas no site da Gol funciona como um chamariz para o cliente. "Quando rapidamente o número dos assentos [incluídos na promoção] é atingido nós paramos [de vender]".

A representante do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas) Graziella Baggio qualificou o processo de compra da Webjet pela Gol de um "escândalo". Segundo ela, ao contrário do que prometeu ao Cade, a empresa reduziu o número de voos e demitiu os funcionários da Webjet. "Isso é um escândalo. Grandes empresas aéreas adquirem outras de médio porte com pretexto de expansão de oferta de voos."

Ela acrescentou que a autorização do Cade para a aquisição, mesmo que com restrições, representou um "cheque em branco" para a concorrente demitir os funcionários da Webjet e aumentar os preços das tarifas cobradas ao consumidor. Graziella disse ainda que o setor já soma 6 mil demissões de aeronautas.

A representante do SNA ressaltou que as presidências da TAM e da Gol já anunciaram reduções em 2013 da malha aeroviária em 6% e 7%, respectivamente. "É inaceitável como esta situação vem ocorrendo."

Já o representante do Ministério do Trabalho e do Emprego, que tentou uma conciliação entre as partes, Eudes Carneiro destacou que o objetivo era encontrar alguma opção como concessão de férias coletivas ou redução de jornada com diminuição de salários. "A tentativa de acordo não prosperou", acrescentou ele.

Eudes Carneiro disse que o ministério vê com preocupação as demissões que ocorrem não só na aviação civil, mas também em setores como o de calçados e o bancário. "Agora, com uma possível fusão da Trip com a Azul, queremos começar as negociações antes de sua conclusão para evitar que se repita o que aconteceu entre a Gol e a Webjet", destacou.

O conselheiro do Cade Ricardo Machado Ruiz disse que essa compra não é um fato isolado no setor. "Estamos vendo isso nos últimos anos e estaremos vendo nos próximos."


As informações são"Jornal A Cidade via FolhaPress".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Agora, sobram pilotos de avião no País


O piloto Derek Medeiros, de 26 anos, não tinha medo de ficar desempregado quando começou a voar, há quatro anos. Ele iniciou sua carreira em um momento bem diferente da aviação brasileira, quando as companhias aéreas disputavam tripulantes para pilotar as aeronaves que não paravam de chegar. Mas, neste ano, o cenário mudou. Medeiros é um dos 850 profissionais que perderam o emprego com o fim da Webjet, anunciado no último dia 23, e teme não conseguir mais voar no Brasil.
O temor faz sentido. O setor aéreo deve fechar 2012 com menos pilotos contratados do que em 2011, segundo números das quatro principais empresas do setor (veja abaixo). Essa será a primeira vez que haverá retração de vagas para esses profissionais desde 2007, quando o setor perdeu parte dos pilotos da Varig, que havia parado de voar no ano anterior.
"Quero continuar a voar no Brasil e chegar a ser comandante. Mas, se não conseguir, vou tentar emprego no exterior", diz Medeiros.
As quatro maiores empresas do País - TAM, Gol/Webjet, Azul/Trip e Avianca - empregam hoje 5,8 mil pilotos, cerca de 200 a menos que em 2011, segundo levantamento feito pelo Estado com base em dados das empresas e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Essa redução na equipe é puxada pela Gol, que chega ao fim deste ano com 1.565 pilotos, exatos 591 a menos do que empregavam Gol e Webjet em 2011. Em comunicado, a empresa atribuiu as demissões à redução da malha no primeiro semestre deste ano, quando cortou cerca de 100 voos para se readequar a uma demanda menor.
Falta ou sobra? O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), que representa a categoria, estima que existam atualmente entre 500 e 800 pilotos desempregados no Brasil. "Estão sobrando pilotos no Brasil", disse o presidente do SNA, Gelson Fochesato.
O diagnóstico do sindicato contraria o cenário desenhado pelas empresas aéreas em 2010, quando as companhias diziam temer escassez de profissionais. Naquele ano, a demanda por voos cresceu 23,5% e as empresas correram para encomendar novas aeronaves.
As companhias precisavam manter em seus quadros tripulantes prontos para comandar esses aviões assim que eles chegassem, e aceleraram as contratações. De 2010 para 2011, as quatro maiores empresas abriram cerca de 750 vagas para pilotos.
"O cenário muda a partir do fim de 2010, quando houve uma explosão nos custos. A rentabilidade das empresas começa a cair, mas elas mantiveram seus planos de expansão e as contratações até o limite. A situação piorou em 2012 e houve um ajuste", explica o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz .
O ajuste veio com corte de voos e frota das líderes TAM e Gol. Com um plano mais conservador, as empresas só precisavam de pilotos para sua frota atual, e não para novos aviões.
A estimativa de Sanovicz é de que o setor só volte a crescer - e, consequentemente, a contratar - no segundo semestre do ano que vem. "Se superarmos as questões que inibem a competitividade do setor, a aviação voltará a crescer e a criar empregos."


As informações são"MARINA GAZZONI - O Estado de S.Paulo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

Apesar de extinção da Webjet, ministro descarta problemas em aeroportos nas férias de fim de ano


O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wagner Bittencourt, reiterou hoje (28) que, apesar da diminuição do número de empresas de aviação no mercado - com a extinção da Webjet -, aeroportos e companhias aéreas prestarão 'um bom serviço' para a população durante as férias de fim de ano.
'Está tudo planejado. Teremos uma posição muito tranquila de final de ano, com todos os aeroportos e as companhias organizadas e planejadas para um bom serviço. As pessoas poderão ir tranquilas para suas férias porque não terão problemas', disse o ministro. 'A Webjet ter sido extinta não causará problemas para o consumidor porque a Gol está tomando todas as providências', acrescentou após reunião com o presidente da empresa, Paulo Sérgio Kakinoff.
Bittencourt argumentou que a Webjet tinha participação 'muito pequena' no mercado brasileiro e que 'a concorrência no setor é grande', o que favorece a prestação de um bom serviço para o consumidor. 'Existe uma competição entre várias empresas. Algumas delas têm crescido no mercado e levado à população a possibilidade de um serviço de melhor qualidade a um preço mais baixo', avaliou o ministro.

Edição: Lílian Beraldo
Agência Brasil


As informações são"Agência Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira 

Comandante soube do fim da Webjet em pleno voo, diz comissária

A WEBJET E O TALENTO DE DALCIO MACHADO

Funcionários da Webjet foram pegos de surpresa com a demissão de todos os trabalhadores da companhia, inesperada para eles. Alguns souberam que não teriam mais emprego em pleno voo. Uma comissária de bordo da Webjet, que pediu anonimato, disse que a tripulação de um voo que voltava da região sul do país para o Rio na noite de quinta-feira foi informada que a empresa iria acabar em pleno ar.

Segundo ela, que contou o caso após participar de uma das reuniões em que as demissões foram anunciadas ontem no Rio, o comandante recebeu a notícia sistema de comunicação da aeronave e repassou à tripulação. Nervosos, os tripulantes iniciaram os procedimentos de pouso.

"Estávamos voltando para o Rio quando um operador da Gol avisou ao comandante que os integrantes da tripulação que precisassem voltar para seus Estados deveriam se dirigir ao balcão da Gol porque a Webjet não existia mais", disse ela, que trabalhou por quatro anos na empresa. Os funcionários disseram que foram avisados da reunião de sexta-feira às 23h do dia anterior. Muitos disseram que ficaram cerca de 15 dias fora da escala de trabalho, sem motivo aparente.

"Começamos a desconfiar das demissões quando colegas não foram escalados para trabalhar por 15 dias", disse a comissária Tatiana Pueyo, 36.

Para o comandante Rogério Coelho, 50, faltou uma mobilização antecipada dos empregados diante dos indícios que as demissões ocorreriam. De acordo com ele, houve demora de mobilização principalmente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que aprovaram a fusão.

"Onde estão o Cade e a Anac numa hora dessas? Eles não têm a obrigação de defender nossos empregos, mas têm de defender os direitos dos consumidores que perdem uma companhia aérea de baixo custo. Se tivessem garantido a permanência da empresa, teríamos, indiretamente, nossos empregos assegurados", afirmou Coelho.

Ele alega que a empresa foi pouco transparente com seus funcionários ao lidar com a possibilidade de cortes. "Até ontem, a empresa não tinha um número de quantos empregados iriam ficar e quantos iriam deixar a companhia. Agora, você imagina um piloto voando sem saber se amanhã ele está ou não desempregado", disse ele, que tinha também quatro anos de empresa e trabalhou em outras companhias aéreas que acabaram, como Vasp e Rio Sul.

Depois da demissão, alguns ex-funcionários tiveram ontem uma reunião na procuradoria do Ministério Público do Trabalho. Coelho, que participou da reunião, disse que foi registrado um pedido para que sentem numa mesma mesa representantes da Gol e da Webjet, dos funcionários, dos sindicatos de classe, da Anac e do Cade para tentar reverter a situação.

No final da tarde de ontem, funcionários demitidos da Webjet fizeram uma manifestação no saguão do desembarque do aeroporto Santos Dumont. Cerca de cem ex-funcionários participaram da manifestação, com cartazes, máscaras e narizes de palhaço.

Os passageiros da Webjet foram remanejados para voos da Gol. Não foram registrados grandes tumultos ontem nem na manhã de hoje no aeroporto do Santos Dumond, na região central do Rio. A área de check-in da Webjet foi absorvida pela Gol.


As informações são"Jornal A Cidade".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira 

Gol Linhas Aéreas acumula prejuízo de mais de R$ 1 bilhão no ano


A interrupção das operações da Webjet levará a Gol a cortar ainda mais sua oferta de passagens aéreas no ano que vem. A empresa espera uma redução entre 5% e 8% no volume de assentos à venda no primeiro semestre de 2013, dando continuidade ao corte de cerca de 4,5% feito neste ano. A retração da oferta é consequência da devolução da frota da Webjet, anunciada na quinta-feira.
"Seis das 20 aeronaves estavam operantes e pararam de voar na quinta. Essa decisão (de cortar a oferta) está em linha com o cenário do setor aéreo, que demanda atenção em função de resultados negativos", disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.

A vice-líder do setor aéreo brasileiro atravessa sua pior crise em 2012. A empresa cortou 2 mil funcionários nos últimos meses e deixou de voar cerca de 100 frequências diárias. A Gol acumula um prejuízo líquido de mais de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses deste ano, o pior da história da empresa no período. O remédio para tentar reverter as perdas - ou, pelo menos, minimizá-las - foi enxugar a operação, cortando voos menos rentáveis.

Sua maior concorrente, a TAM, passa por situação semelhante. A companhia reduziu sua oferta em 2% neste ano e anunciou um corte de mais 7% no volume de assentos à venda em 2013. O último balanço divulgado apontou um prejuízo líquido de R$ 928 milhões no segundo trimestre - no terceiro trimestre, os resultados da companhia já foram consolidados nos números da Latam, empresa criada após a fusão com a LAN.

"Os cortes anunciados confirmam o quadro de excesso de oferta no mercado brasileiro", disse o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company. A estimativa dele é que o excedente chegue a 10% dos assentos disponíveis para voos domésticos. Nos últimos anos, as empresas ampliaram suas frotas esperando um crescimento maior da demanda. Mas foram surpreendidas por aumentos de custos principalmente do querosene de aviação, que ficou 50% mais caro entre 2010 e 2012, segundo cálculos da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).

"O produto transporte aéreo ficou mais caro. Há excesso de oferta porque não há passageiros suficientes dispostos a pagar o valor necessário para a operação ser rentável para as companhias aéreas", explica Castellini.
Sem conseguir repassar os aumentos de custos ao valor das passagens, as empresas tentam aumentar sua rentabilidade com mais eficiência na operação. Ou seja, voando com aviões mais cheios. Uma das intenções da Gol ao eliminar as aeronaves da Webjet é incorporar os passageiros da empresa em seus voos. "Temos uma expectativa de aumento da nossa taxa de ocupação, mas não é possível precisar de quanto", disse Kakinoff.


As informações são"D24am.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

Gol anuncia fim da Webjet e demissão de 850

A Gol informou que, a partir desta sexta-feira, inicia o processo de encerramento das atividades de sua controlada Webjet e a descontinuidade de sua marca. A primeira medida é a extinção das operações de voo. De acordo com a Gol, a Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. "Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo", informa a empresa em fato relevante.


Segundo o comunicado, os clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela Gol, e terão seus voos garantidos, permanecendo a Gol, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse ainda que nenhuma frequência será cortada, pois as frequências atuais da WebJet passam a partir de hoje a serem atendidas pela Gol.
Como consequência do encerramento das operações, a Webjet desliga aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves. Após os cortes, a empresa ficará com pouco mais de 17 mil empregados, segundo Kakinoff. No final do ano passado, a empresa tinha cerca de 20,5 mil trabalhadores.
Segundo ele, aproximadamente 450 funcionários da WebJet serão absorvidos pela Gol - principalmente pessoal que atua nos aeroportos. Entre as 850 demissões, são cerca de 140 tripulantes técnicos (comandantes e copilotos), 400 da equipe comercial e os demais da área de manutenção. Outros 150 e 200 funcionários permanecerão ao longo dos próximos meses durante a fase de transição do fim da empresa.
Kakinoff disse que a decisão do fim da WebJet foi tomada nesta semana e começou a ser analisada pelas diretorias de ambas as empresas após a aprovação da fusão pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Custos e oferta
Com essa decisão e as consequências dela decorrentes, a companhia estima um aumento pontual de custos durante o quarto trimestre de 2012, que, de acordo com a Gol, serão oportunamente informados. "Tais medidas deverão resultar em uma operação mais eficiente a partir de 2013", afirma a empresa.
Com relação à frota Boeing 737-300 da Webjet, estima-se a devolução total das 20 aeronaves até o final do primeiro semestre de 2013, sendo 16 dessas devolvidas até o final do primeiro trimestre do próximo ano.
Nesse cenário de redução de sua frota, a Gol prevê uma redução da oferta doméstica (ASK) entre 5% e 8% no primeiro semestre do ano de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012. "Essas medidas reforçam o comprometimento da Gol na recuperação de suas margens operacionais e na sustentabilidade do negócio", informa o fato relevante.



As informações são"Agência Estado".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

Gol estuda voos regulares para Cancún, Los Angeles e Las Vegas


Com a retomada dos voos para os Estados Unidos cinco anos depois de abandonar as rotas herdadas com a compra da Varig, a Gol dá início à segunda fase de sua expansão internacional, disse ontem o presidente da empresa, Paulo Kakinoff. A empresa vê grande potencial na rota ligando o Brasil à América do Norte e não pretende se restringir aos voos ligando Rio e São Paulo a Orlando, Miami e Nova York, já anunciados para dezembro.
De acordo com Kakinoff, com a utilização de Santo Domingo, na República Dominicana, como hub (centro de conexões), as aeronaves da Gol terão autonomia para alcançar praticamente todo o mercado norte-americano. Embora ainda não haja decisão sobre outros destinos, já estão no radar da companhia cidades como Cancún, no México, e Los Angeles e Las Vegas, nos Estados Unidos.
"O nosso equipamento pode alcançar muito mais cidades interessantes, que estão no nosso radar em plena fase de avaliação de densidade de passageiros para entrar na nossa lista de expansão", declarou Kakinoff, durante a feira da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), no Rio. Hoje, o mercado americano é explorado com voos regulares apenas pela TAM e por empresas dos Estados Unidos.
Enquanto não lança novas rotas, a companhia aposta na parceira com a aérea americana Delta Airlines, uma de seus acionistas, para atender os passageiros no mercado americano. A empresa estrangeira voa da República Dominicana para Atlanta, nos Estados Unidos, onde está localizado seu principal centro de conexões. "De Atlanta, a Delta pode distribuir esses passageiros para todo o mundo", disse o presidente da Gol.
O lançamento dos voos para os Estados Unidos não deve trazer de volta a marca Varig nos voos internacionais. A avaliação de Kakinoff é que a companhia ainda é associada a um tipo de serviço diferente do oferecido pela Gol hoje. A empresa se vende ao mercado como uma companhia low cost, low fare (baixo custo, baixa tarifa), enquanto que a Varig era percebida como uma empresa que prestava um serviço de padrão mais elevado.
Enquanto planeja sua expansão internacional, a Gol mantém parte de seus esforços concentrados na integração com a Webjet.
Depois da aprovação da compra da empresa pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) este mês, a Gol ainda está trabalhando no plano de unificação das duas companhias, porém ainda não resolveu se acabará ou não com a marca Webjet.
Kakinoff revelou, no entanto, que as duas empresas já têm o mesmo padrão tarifário.
Reajuste. Outro foco da atenção da Gol é a busca pela recomposição dos preços dos bilhetes no mercado doméstico. O presidente da aérea afirmou que há grande probabilidade de haver aumento das passagens no ano que vem. Ele explicou que o cenário atual de alta do preço do combustível e desvalorização do real aponta para a necessidade de aumentar tarifas.
Segundo ele, a recente desoneração da folha de pagamentos pelo governo, considerada positiva pelo setor, será neutralizada pelo aumento e criação de tarifas aeroportuárias. "No nosso caso, representa impacto que não só neutraliza a desoneração, como adiciona um custo anual de R$ 70 milhões", declarou.
A preocupação é compartilhada pela TAM. A vice-presidente da unidade de Negócios Domésticos da companhia, Cláudia Sender, estima que as aéreas brasileiras precisariam aumentar a tarifa média no segmento doméstico em 10% para zerar os prejuízos que vêm amargando desde o ano passado. A previsão, segundo ela, foi feita com base em relatórios assinados por analistas do mercado financeiro, que apontam novas perdas no terceiro trimestre.
"Para as empresas chegarem no zero a zero, deveria haver pelo menos uma recuperação de 10% na tarifa média", disse a executiva. Ela explicou, porém, que esse movimento de recuperação dos preços das passagens não é fácil e deve ser feito de forma gradual. "É um processo que tem de ocorrer, senão não vamos ter uma indústria saudável", comentou.


As informações são"GLAUBER GONÇALVES / RIO - O Estado de S.Paulo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira 

Passagens aéreas da Webjet e Gol Linhas aéreas terão o mesmo preço


Após a compra da empresa aérea Webjet por R$310,7 milhões em julho deste ano pela Gol Linhas Aéreas, a Webjet passará por mudanças estratégicas. Segundo o presidente da Gol, Constantino Júnior, a fusão tem o objetivo de integrar progressivamente os grupos aéreos até que a marca Webjet seja totalmente absorvida pela Gol.

Os processos para a eliminação da marca Webjet no mercado aéreo já entraram em vigor. Há três semanas, as empresas unificaram seus canais de venda e alinharam as tarifas entre as companhias. Sendo assim, o consumidor que anteriormente buscava a Webjet para comprar passagens aereas baratas agora pagará pelo preço da Gol, que é relativamente mais caro

A Gol Linhas Aéreas expandiu-se no mercado com a proposta de ser uma companhia low-cost (baixo custo), já a Webjet buscou reduzir todos seus custos e gerou uma nova categoria no Brasil, o ultra-low cost (custo superbaixo). Antes da fusão, comparando-se um voo da Webjet, todos saindo do mesmo dia, no mês de setembro, do Aeroporto Internacional de Guarulhos a Salvador, o custo das passagens aereas era de R$ 191 por ida e volta. Com a fusão, a mesma passagem custaria R$ 171,90 só pela ida. 

Em nota, a Gol informou que os preços de seus serviços são avaliados de maneira dinâmica. Segundo especialistas, o aumento já era previsto, mas há quem afirme que a compra da Webjet foi estratégica para limar um concorrente do caminho da Gol, que se distancia progressivamente do modelo low-cost.


As informações são"PBAgora - A Paraíba o tempo todo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Gol passa a ter voos regulares para Miami e Orlando


A Gol vai iniciar voos para Orlando a partir de Guarulhos (SP) no próximo dia 15 de dezembro, informou ontem o diretor comercial da empresa, Eduardo Benásio. O voo, que terá escala em Santo Domingo, na República Dominicana, marca a entrada da companhia no mercado dos Estados Unidos com frequências regulares.
Até agora, a Gol fazia voos eventuais apenas para os clientes do programa de fidelidade Smiles. A empresa também espera começar a voar para Miami, a partir do Galeão no dia 15 de dezembro. Mas isso ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O voo também terá escala em Santo Domingos, pois os aviões usados pela Gol, os 737-800, não têm autonomia para fazer trajetos tão longos. O voo para Orlando, que será diário, foi autorizado pela agência na última quinta-feira e começará a ser vendido até o fim da semana. Tanto neste caso como no caso dos voos a partir do Rio, as tarifas ainda não foram definidas, disse Benásio.
Hoje, a Gol voa para dez destinos na América do Sul e Caribe, entre eles Buenos Aires e Caracas. Com os novos voos, o número de destinos internacionais subirá para três, considerando Santo Domingos. Benásio disse ainda que a empresa assumiu 100% dos canais de venda da Webjet.
Mesmo as passagens vendidas no balcão pela Webjet já estão sendo comercializadas dentro do sistema da Gol. Os balcões da Webjet vão atender os passageiros até 30 de novembro, nos casos das passagens compradas antes do dia 16 de outubro.


As informações são"Correio da Bahia".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira 

GOL prevê para dezembro integração da malha com Webjet

O presidente da GOL Linhas Aéreas, Paulo Kakinoff, afirmou nesta quarta-feira que a companhia prevê integrar a partir de dezembro a malha da Webjet. Segundo o executivo, as compras de passagens já estão acontecendo de forma integrada, sendo que para tal os clientes da Webjet podem utilizar o site da GOL.

Na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da Webjet pela GOL, um ano e três meses após o anúncio. "Até a aprovação do Cade, o Apro (acordo de reversibilidade) era muito rigoroso e não permitia qualquer tipo de sinergia. Mas desde quinta-feira temos uma equipe de RH (Recursos Humanos) dentro da Webjet para verificar possibilidades de sinergia", disse Kakinoff, destacando que as sinergias começam pelo quadro pessoal, mas que a GOL estuda oportunidades também na malha.
"A integração da malha representa uma redução de custos importante para a companhia", afirmou o executivo. A companhia aérea estuda ainda reavaliação do acordo com a Delta, mas segundo o presidente, não é possível dizer em qual momento.
O executivo afirmou que por enquanto a companhia não tomou nenhum tipo de decisão com relação à mudança de visual das aeronaves. "A marca Webjet será mantida até que algum plano seja anunciado", disse Kakinoff.


As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira

Gol e Webjet unificam canais de vendas

A compra da Webjet pela Gol cumpre mais uma etapa. A partir desta quarta-feira (17/10) as duas companhias unificam os seus canais de vendas. Os voos da Webjet poderão ser comprados somente no sistema da Gol, incluindo o site www.voegol.com.br e o web sercive da companhia.

No último dia 10 o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a compra, que havia sido anunciada em julho. Com o aval do órgão, as duas companhias puderam integrar as suas operações, embora a aprovação tenha imposto algumas restrições, como o cancelamento de no máximo 15% dos pousos e decolagens da Webjet no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

O negócio foi estimado em R$ 258 milhões.

As informações são"Mercado & Eventos por Anderson Masetto".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira