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Nasa quer testar efeitos de viagem espacial em irmãos gêmeos

Os astronautas americanos Scott Kelly e Mark Kelly são conhecidos como os primeiros — e até agora únicos — irmãos gêmeos a viajarem para o espaço. Um documento divulgado pela Nasa no último dia 30 anuncia que eles devem fazer parte de outro feito inédito. Dessa vez, um experimento científico. Segundo a agência, Scott Kelly será enviado ao espaço em 2015, onde permanecerá a bordo da Estação Espacial Internacional, enquanto Mark permanecerá na Terra. O objetivo é comparar as condições fisiológicas dos irmãos, para estudar como a exposição às condições do espaço afeta a biologia dos seres humanos.

Scott e Mark são gêmeos idênticos, nascidos no dia 21 de fevereiro de 1964. Antes de entrar para a Nasa, em 1996, ambos foram pilotos da marinha americana. Como astronauta, Scott Kelly participou de duas missões em ônibus espaciais e passou seis meses na Estação Espacial Internacional. Mark também participou de quatro missões em ônibus espaciais, mas se aposentou em 2011 para cuidar da mulher, a deputada Gabrielle Giffords, ferida em um tiroteio no início de 2011.
A experiência planejada pela Nasa partiu de uma ideia da própria dupla. Segundo os planos, Scott deve embarcar em março de 2015, para passar um ano a bordo da Estação Espacial. Nesse meio tempo, ele e seu irmão deverão passar por testes físicos e cognitivos frequentes, além de recolher amostras de sangue, saliva e urina, para comparar em tempo reala saúde dos gêmeos.
Paradoxo — Em 1911, o físico francês Paul Langevin formulou um experimento mental conhecido como Paradoxo dos Gêmeos para ajudar a compreender as consequências da Teoria da Relatividade, formulada por Albert Einstein poucos anos antes. Segundo a teoria, a velocidade da luz é constante, o que torna tempo e espaço relativos. Assim, quanto mais perto da velocidade da luz um objeto se movimentasse, mais devagar o tempo iria passar.
Em seu experimento, Langevin imaginou uma dupla de gêmeos idênticos. Um deles é escolhido para fazer uma viagem espacial, a bordo de uma nave que se movimenta a velocidades próximas à da luz. Quando ele voltar à Terra e se encontrar com seu irmão, estará mais jovem que este — apesar de terem nascido no mesmo dia —, pois o tempo terá passado de modo mais devagar durante sua viagem. Por enquanto, o experimento permanece apenas mental, pois não existe nenhuma tecnologia capaz de reproduzi-lo nos dias de hoje.
Embora o experimento projetado pelos irmãos Scott e Mark Kelly lembre, de certa forma, o Paradoxo dos Gêmeos, os planos da Nasa passam longe de testar a Teoria da Relatividade. O objetivo da agência espacial é realizar investigações de curto prazo sobre as diferenças genéticas, metabólicas e corporais entre os irmãos.
Uma das características que será analisada, por exemplo, é se a radiação espacial pode alterar o DNA de Scott. Segundo o documento da Nasa, outras sugestões de pesquisa podem ser enviadas por cientistas para a agência até o dia 17 de setembro. Os projetos escolhidos serão divulgados em janeiro de 2014. 

As informações são"Veja ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

NASA: caminhada espacial é interrompida por água misteriosa no capacete

Como você já deve ter imaginado, os astronautas que estão na Estação Espacial Internacional — também conhecida pela sigla em inglês, que é ISS — costumam sair das dependências do local e realizar caminhadas espaciais com objetivos variados, como substituir peças importantes da estrutura ou realizar estudos diversificados.


Contudo, uma dessas caminhadas foi cancelada nesta semana por conta de um motivo um pouco estranho e misterioso. O astronauta Luca Parmitano estava se preparando para sair da ISS e instalar novos instrumentos na nave, até que um vazamento fez com que meio litro de água entrasse no seu capacete.

E ninguém sabe qual é o motivo...
O problema com a água foi tão sério que Parmitano precisou da ajuda de um de seus parceiros, o astronauta Chris Cassidy, para conseguir voltar para a Estação Espacial e retirar o uniforme. Por conta disso, a NASA achou melhor cancelar a operação até que o problema seja resolvido em todos os trajes.

Contudo, o mais curioso nessa situação toda é o fato de que a Agência Espacial Americana ainda não sabe qual é o defeito que resultou no vazamento — e uma dúvida dessas é algo bem importante para quem está no espaço e conta com suporte de vida especial para poder respirar. Apesar disso, os astronautas parecem não estarem muito preocupados, sendo que Parmitano não se feriu.

Fonte: Gizmodo

As informações são"Tecmundo por Rafael Gazzarrini".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

NASA usa smartphones como satélite


No último fim de semana, a NASA lançou com sucesso no espaço três satélites que consistiam substancialmente em smartphones a bordo de um foguete. Os nanosatélites, chamados de PhoneSats, estão transmitindo sinais à estações em solo terrestre e vão ficar em órbita por mais duas semanas.
O foguete Antares foi lançado da base Wallops Island Flight Facility da NASA em Virgínia (EUA) contendo dois satélites PhoneSat 1.0, apelidados de Graham e Bell, e o novo protótipo do PhoneSat 2.0, chamado de Alexander. O que faz os satélites serem únicos é o uso de componentes comerciais customizados de smartphones. O PhoneSat 1.0 foi construído utilizando o HTC Nexus One, enquanto o PhoneSat 2.0 – que contém software mais avançado e mais sensores – é alimentado pelo Nexus S da Samsung.

Os smartphones possuem mais de 100 vezes o poder computacional do que os satélites, incluindo processadores rápidos, sensores múltiplos, câmeras de alta resolução, receptores de GPS e rádios. Essa é a principal razão pela qual eles foram escolhidos como microprocessadores para os PhoneSats, explica a Nasa. No entanto, alguns componentes que não integram os smartphones tiveram que ser acrescentados, incluindo uma bateria externa de lítio-íon maior e outra de rádio mais potente para enviar mensagens a partir do espaço.
Cada satélite em miniatura, medindo apenas quatro centímetros de cada lado e pesando menos de quatro quilos, custa US$ 3.500 para ser construído. A Nasa disse que seu objetivo com os PhoneSats é enviar satélites mais baratos e mais fáceis de construir para o espaço. Estima-se que o custo do lançamento feito no domingo é próximo a U$50.000. Como comparação, o custo típico de um satélite gira em torno de U$500 milhões.
“Os smartphones oferecem uma riqueza de recursos potenciais por serem pequenos, de baixo custo e por serem poderosos satélites para as ciências, comunicações ou outras aplicações espaciais”, afirma Michael Gazarik, administrador associado da NASA para a tecnologia espacial, em uma declaração escrita. “Eles também podem abrir espaço para toda uma nova geração de usuários comerciais, acadêmicos e cidadãos do espaço.”
Desde que o início do voo de demonstração, Alexander, Graham e Bell transmitiram sinais a partir da banda de rádio amador em 437,425 MHz. A NASA criou o Phonesat.org, um site onde qualquer pessoa no mundo pode fazer o upload de “pacotes” de dados que recebem dos PhoneSats. O site já recolheu mais de 200 pacotes de operadores de rádio amador que foram rastreados dos satélites.
A NASA tem trabalhado neste projeto desde 2010, buscando maneiras diferentes de usar smartphones para tornar os satélites mais inteligentes. O projeto faz parte Small Spacecraft Technology Program. Os PhoneSats foram criados por uma pequena equipe de engenheiros do Centro de Pesquisa Ames da NASA no Vale do Silício, na Califórnia
O foguete Antares, que o parceiro comercial Orbital Sciences da Nasa está testando em órbita com as PhoneSats, será eventualmente usado para transportar experimentos e suprimentos para a Estação Espacial Internacional.


As informações são"IT We".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

NASA testará comunicações por meio de raios laser


Se vez ou outra nós resmungamos um pouco sobre a velocidade de conexão da internet que temos em casa, imagina só o que os cientistas da NASA devem reclamar na hora em que precisam trocar dados entre os laboratórios espaciais e os que ficam em terra firme. Esse problema, contudo, pode estar com os dias contados – pelo menos para os pesquisadores da agência espacial dos Estados Unidos.

A NASA trabalha no desenvolvimento de um protótipo de um novo modelo de troca de dados. Dessa vez, eles pretendem utilizar um sistema baseado em lasers. Isso mesmo, chamado de OPALS (Optical Payload for Lasercomm Science), o sistema utilizará de raios laser para estabelecer a troca de dados entre o espaço e os laboratórios terrestres.

Mais rápido e preciso
O sistema de comunicação da NASA não é dos mais modernos, pois a troca de informações ainda acontece utilizando um sistema de rádio semelhante àquele que você tem no seu carro. Assim, o envio de dados e vídeos é algo sofrível para os bravos cientistas da agência espacial.

Segundo a NASA, os raios laser são capazes de transmitir muito mais informações do que as tradicionais ondas de radiofrequência. A sua utilização, contudo, também tem tudo para ser mais complicada. Isso porque é preciso haver uma precisão muito grande na hora em que eles deverão “mirar” o laser até o receptor dos dados.

Isso, de acordo com os pesquisadores, deve ser mais ou menos como você mirar uma daquelas canetinhas-laser em uma área do diâmetro do cabelo de uma cabeça humana a uma distância de mais ou menos dez metros – isso enquanto ele (o alvo!) se move sem parar, é claro.

Por fim, a agência norte-americana afirma que pretende colocar a nova plataforma de comunicações à prova já no próximo mês de outubro. Nos testes, um laser será “disparado” da Estação Espacial Internacional e enviará dados de vídeos diretamente para o Jet Propulsion Laboratory’s Optical Communications Telescope Laboratory, em Wrightwood, na California. O alvo estará cerca de 400 quilômetros abaixo da EEI. Cada laser vai durar dois minutos e meio durante os testes, que deverão ocorrer por cerca de três meses. 

Fonte: NASA



As informações são"Tecmundo via Nasa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

Atualização de software deixa Nasa sem contato com estação espacial


A Nasa - agência espacial americana - perdeu contato com Estação Espacial Internacional (ISS) na manhã desta terça-feira, em uma falha causado por uma atualização de software nos computadores da Estação, diz o site The Verge. Segundo a agência, o sistema de dados sofreu de mau funcionamento durante a atualização.
Durante o procedimento, o computador primário, que controla operações fundamentais para o funcionamento da estação teve que reportar um computador com cópia de segurança dos dados. Esse processo cortou a comunicação, segundo o Verge.
Conforme a Nasa, a estação e a equipe estão em "boas condições", e o controle da missão foi capaz de se comunicar com a ISS quando esta passou por estações da Rússia.
As equipes estão trabalhando para restaurar as comunicações entre Controle e Estação.


As informações são"Terra".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

Foto tuitada por astronauta mostra meteoro em queda

Os astronautas que se encontram na ISS (sigla em inglês de Estação Espacial Internacional) também viram a chuva de meteoros Perseidas no último fim de semana.

Ron Garan, que se encontra na plataforma, tirou algumas fotos no sábado (13) e tuitou sobre o fenômeno que tradicionalmente acontece neste mês.
O meteoros em queda estava sob o céu da China, a aproximadamente 400 km da capital, Pequim, quando foi fotografado por Garan. Na foto, a imagem é bem pequena, mas a graça está no instantâneo que mostra no mesmo enquadramento o planeta Terra e parte da ISS.

A chuva é formada com a passagem do cometa Swift-Turtle, o qual orbita o Sol a cada 133 anos.
Em agosto, a Terra passa no interior da nuvem de detritos deixados pelo cometa que, formada por fragmentos de gelo e poeira, se choca com a atmosfera terrestre e se desintegra como se fosse explosões de luz.



As informações são"Folha via REUTERS".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

EUA gastaram mais de US$ 20 mi com projetos cancelados da Nasa


Os cortes acentuados no orçamento da Nasa deixam rombos pelo caminho. Nos últimos 20 anos, o governo americano gastou mais de US$ 20 milhões em projetos da agência espacial que foram cancelados. Esse número foi divulgado pelo Comitê de Estudos do Partido Republicano dos Estados Unidos. Ironizando o ambicioso projeto Constellation, que criaria uma nova geração de naves espaciais para voos com humanos, mas que nunca aconteceu por causa de cortes no orçamento, ex-funcionários da Nasa apelidaram a atual situação da agência de Cancellation.
Os dados motivaram congressistas da Câmara dos Representantes a apresentarem um projeto de lei que daria mais autonomia à agência espacial americana. A proposta é que o administrador, nomeado pelo presidente, tenha um prazo de 10 anos para realizar o seu trabalho; e daria mais autonomia ao conselho de diretores. Assim, a Nasa teria mais independência, e seu modelo de gestão se aproximaria ao do FBI.
Mesmo que as previsões sobre a aprovação do projeto de lei sejam pessimistas, ele reacende a discussão sobre os sucessivos cortes no orçamento da Nasa. Em 1966, a agência recebeu 4,4% do orçamento americano. Hoje, a verba que recebe corresponde a apenas 0,5% do montante. Essa redução foi um dos motivos que levou, recentemente, à terceirização de setores e à aposentadoria do Programa de Ônibus Espaciais. Atualmente, astronautas americanos precisam pegar carona em naves russas para chegar à Estação Espacial Internacional (ISS).


As informações são"Terra".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

Serviço da Nasa avisa quando estação espacial é visível


O turismo espacial ainda é um sonho para a maioria dos mortais, mas para os interessados em observar a Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), a Nasa está pronta para ajudar.
Para comemorar os 12 anos em que os astronautas vivem e trabalham no laboratório espacial em órbita, a Nasa lançou, nesta sexta-feira (2), um serviço que informa aos interessados quando a ISS é visível.
Aqueles que se cadastrarem receberão um e-mail ou mensagem de texto com algumas horas de antecedência. No momento informado, pode-se sair de casa e olhar para o céu, sem a necessidade de qualquer equipamento especial. 
"É impressionante ver a estação espacial voar acima de nós e perceber que o homem construiu um complexo orbital que pode ser visto da Terra por quase todos os que respeitarem o momento indicado", comentou William Gerstenmaier, administrador associado da Nasa para a exploração humana e operações.
A ISS costuma ser visível ao amanhecer ou entardecer, quando a Lua é o corpo celeste mais luminoso, assinala a Nasa. A estação é vista como um ponto de luz que se move rapidamente, semelhante a Vênus.
O serviço Spot the Station está disponível para todos, afirma a agência, segundo a qual a trajetória da estação cobre mais de 90% da população terrestre. O cadastro deve ser feito na página spotthestation.nasa.gov ou http://www.n2yo.com/.



As informações são"IG via AFP".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira 

SpaceX se prepara para lançar cápsula Dragon à ISS


Após o sucesso do voo de sua cápsula Dragon para a Estação Espacial Internacional (ISS), em maio passado, a empresa americana SpaceX tentará no domingo a primeira de 12 missões de abastecimento previstas no âmbito de um contrato com a Nasa. A SpaceX inaugurou uma nova era no transporte espacial em órbita ao conseguir em maio, durante seu voo de demonstração, acoplar a primeira nave privada à ISS, que retornou sem problemas à Terra uma semana depois, pousando no oceano Pacífico.
"O lançamento do domingo (...) marca o verdadeiro início dos voos comerciais de transporte de provisões em direção à ISS para a Nasa", declarou na sexta-feira o diretor da agência espacial americana Charles Bolden durante uma coletiva on-line via Google com o diretor-geral da SpaceX, o multimilionário Elon Musk, fundador da sociedade. "Queria lembrar que se tratará da segunda vez, apenas, que tentaremos ir à ISS e há, sem dúvida, riscos de que algo não funcione", afirmou com prudência Musk.
O lançamento do foguete de dois estágios Falcon 9, que transporta a cápsula Dragon, está previsto para as 00H35 GMT de segunda-feira (21h35 de Brasília) a partir da base da força aérea em Cabo Cañaveral (Flórida, sudeste), nas proximidades do centro espacial Kennedy. Caso a operação não possa ser realizada no domingo, uma nova tentativa está prevista para os dias 8 e 9 de outubro.
A cápsula não tripulada, de seis toneladas de peso, ativará suas duas antenas solares antes de iniciar seu trajeto em direção à ISS, onde sua chegada está prevista na quarta-feira, dia 10 de outubro. A Dragon deve retornar à Terra no dia 28 de outubro, com um pouso de paraquedas no oceano Pacífico, na costa do sul da Califórnia. A cápsula transportará cerca de 454 quilos de equipamento, incluindo materiais essenciais para a realização de 166 experiências científicas por parte dos seis integrantes da tripulação atual da ISS, a Expedição 33, composta por dois americanos, entre eles uma mulher, um japonês e três russos.


As informações são"Terra Brasil ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

NASA dá vida a ideias de alunos escolares


A astronauta Sunita Williams, da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço norte-americana, NASA, que está atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional, começou na quinta-feira experimentos científicos propostos por alunos escolares de todo o mundo.

É claro que não será possível verificar por experimentos todas as propostas recebidas para a competição, por isso em concurso foram escolhidas as duas propostas mais interessantes, que Sunita Williams irá realizar em modo de transmissão online de bordo da estação espacial. A transmissão dos experimentos está sendo realizada no serviço YouTube:http://www.youtube.com/user/spacelab

As informações são"Voz da Russia".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira

Nasa aos 54 anos: da conquista da Lua à busca por vida em Marte


Em 1958, a corrida espacial que marcou a disputa entre as duas superpotências da Guerra Fria ganhava uma nova etapa. Em resposta ao lançamento do satélite artificial Sputnik 1 e da cadelinha Laika ao espaço - realizado pela União Soviética um ano antes -, o então presidente americano, Dwight Eisenhower, estabeleceu em 29 de julho a criação da National Aeronautics and Space Administration (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço), a Nasa. A agência espacial americana cresceu a partir do National Advisory Committee on Aeronautics (Comitê Consultivo Nacional de Aeronáutica), que já pesquisava tecnologia de voo há 40 anos.

Até o momento, os Estados Unidos perdiam a importante batalha espacial para os soviéticos. Em 1961, o russo Yuri Gagarin se tornaria o primeiro homem a orbitar a Terra. O presidente americano John F. Kennedy, então, determinou que a Nasa e a nação deveriam se focar em enviar astronautas à Lua até fim dos anos 1960 - algo de que muitos duvidaram.

Por meio dos projetos Mercury e Gemini, a Nasa desenvolveu a tecnologia e as habilidades necessárias para a jornada. Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin se tornaram os primeiros homens a pisar na Lua, na missão Apollo 11. Assassinado em 1963, Kennedy não pôde presenciar a conquista.

Em 17 de julho de 1975, a Guerra Fria foi colocada de lado e astronautas soviéticos e americanos tiveram um encontro inédito no espaço. O programa Apollo-Soyuz levou os astronautas Tom Stafford, Donald K. "Deke" Slayton e Vance Brand em um módulo de serviço Apollo.

Tragédias
Antes do sucesso da missão, no entanto, a Nasa enfrentou alguns percalços. No dia 27 de janeiro de 1967, os astronautas Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee morreram durante um teste pré-voo em um incêndio no módulo de comando da Apollo 204. Após o desastre, a Nasa decidiu chamar a missão de Apollo 1, em homenagem aos mortos no acidente.

Além da Apollo 1, outras duas grandes tragédias marcaram a conquista espacial americana. Em 28 de janeiro de 1986, pouco mais de um minuto após seu lançamento no Centro Espacial Kennedy, a nave Challenger se desintegrou, matando sete tripulantes. Em fevereiro de 2003, os sete tripulantes da nave Columbia morreram no momento em que entraram na atmosfera terrestre.

A era dos ônibus espaciais
Depois do sucesso da Apollo, a Nasa focou em criar um veículo reutilizável que pudesse voar regularmente ao espaço, dando início à era dos ônibus espaciais. O primeiro lançamento aconteceu em 12 de abril de 1981, começando com o Columbia e continuando com a Challenger, Discovery, Atlantis e Endeavour.

A era teve fim em 21 de julho de 2011, quando a Atlantis pousou com sucesso no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Foi o 25º pouso noturno, o 78º no Centro e o 133º de um ônibus espacial.

Desde a aposentadoria dos ônibus espaciais, os Estados Unidos ficaram dependentes da Rússia para levar astronautas até a ISS.

ISS
A Estação Espacial Internacional (ISS) começou a ser montada em órbita em 1998. Em 2000, os Estados Unidos e a Rússia estabeleceram a presença humana permanente no espaço, em um projeto que representa o trabalho de 16 nações. Até julho deste ano, já haviam sido realizados 125 lançamentos para a ISS.

Marte
Em 1997, a Mars Pathfinder foi a primeira da frota de espaçonaves que exploraria Marte durante a década. No início de 2012, o robô explorador Opportunity completou oito anos de missão no planeta, com o objetivo de estudar a formação geológica do local.

Agora, a Nasa envia o robô Curiosity, para, segundo a agência, "iniciar dois anos de uma exploração científica sem precedentes em busca de vida no planeta vermelho" no passado. Segundo o subdiretor da Nasa para missões científicas, John Grunsfeld, o pouso do robô será "a missão mais difícil já empreendida pela Nasa na história da exploração robótica planetária". A previsão é que o robô chegue à superfície marciana no dia 6 de agosto.

Cortes no orçamento
Segundo informações da AFP, o orçamento proposto por Barack Obama para o conjunto da agência espacial americana para o ano fiscal que começa em 1º de outubro chega a US$ 17,7 bilhões, uma redução de 0,3% ou de US$ 59 milhões com relação ao orçamento de 2012.

O projeto para 2013 impôs uma redução de US$ 226 milhões ou um corte de cerca de 39% no programa da agência para exploração marciana - de US$ 587 milhões a US$ 361 milhões. A redução fez com que a Nasa começasse a buscar novas ideias para missões não tripuladas para explorar Marte.


As informações são"Jornal Florip".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:

Astronauta apresenta a sua coleção de câmeras


Recentemente, trouxemos para você, leitor, uma galeria de imagens com algumas das incríveis fotos de Don Petit, um astronauta que reside na Estação Espacial Internacional e utiliza técnicas de longa exposição para capturar o rastro das estrelas.


Mas, se você pensava que Petit utilizava apenas uma câmera para isso, dê uma olhada na imagem acima e refaça a conta! Na verdade, de acordo com o pessoal do site Gizmodo, o astronauta conta com 10 câmeras, todas enviadas ao espaço em diferentes ocasiões. Contudo, devido às restrições de peso para as viagens de retorno à Terra, os equipamentos devem ser deixados na estação ou descartados.


Fonte: Gizmodo


As informações são"Tecmundo Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Nasa conclui solda da cápsula tripulada Orion para voo em 2014

A agência espacial americana (Nasa) concluiu a solda da cápsula tripulada Orion, que vai substituir os antigos ônibus espaciais e deve percorrer longas distâncias.



Cápsula tripulada Orion passará por operações finais para
voo inaugural em 2014
 (Foto: Nasa/Eric Bordelon)
Da mesma forma que as naves lunares, a Orion vai pousar na água quando voltar das missões.
A solda foi feita em Nova Orleans e, de lá, a cápsula seguirá para o Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, para montagem e operações finais.
para 2014, levará a Orion a uma altitude de mais de 5.700 quilômetros, distância superior a 15 vezes a extensão entre a Terra e a Estação Espacial Internacional.
A cápsula tripulada deverá voltar para casa a uma velocidade de 40 mil quilômetros, cerca de 8 mil quilômetros por hora mais rápido que qualquer nave espacial já desenvolvida.
A Orion vai imitar as condições de retorno que os astronautas enfrentam quando chegam de viagens em órbita baixa. Ao reentrar na atmosfera, a cápsula deve suportar temperaturas de mais de 2.200º C, as maiores que qualquer nave aguentou desde que o homem voltou da Lua.



As informações são" G1".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Cápsula Dragon se prepara para voltar à Terra


A cápsula privada não-tripulada Dragon, da companhia americana SpaceX, se prepara para voltar à Terra após concluir uma missão histórica na Estação Espacial Internacional, informaram nesta quarta-feira representantes da Nasa e da SpaceX.

A cápsula Dragon deve se desacoplar do laboratório orbital às 06h35 de Brasília de quinta-feira e o pouso nas águas do Oceano Pacífico, na altura da costa californiana, está programado para às 11h44 de Brasília, informou a Nasa.

"Temos um longo caminho pela frente com a SpaceX", disse o diretor da missão, John Couluris, em um relatório à imprensa na véspera do retorno da nave após uma missão de sete dias na estação orbital.

"Já conseguimos uma vez", acrescentou, referindo-se ao voo de teste da Dragon, em dezembro de 2010, quando a cápsula entrou em órbita e retornou com segurança pela primeira vez.

"Mas ainda é uma fase do voo muito desafiadora", acrescentou. "Não a estamos encarando com leveza", emendou.

Estima-se que a cápsula faça o pouso na água, 907 km a sudoeste de Los Angeles, onde três embarcações estão em alerta para atuar como barcos de resgate.

A nave será, então, transportada para o Texas, de forma que a carga que trouxe da ISS seja devolvida à Nasa, embora a agência espacial americana tenha reportado que se qualquer coisa der errado, não há nada a bordo que seja insubstituível.

"Não há nada voltando para casa que não possamos deixar de recuperar", disse Holly Ridings, diretor de voo da Nasa.

A nave foi lançada em 22 de maio levando 521 quilos para estação espacial, incluindo comida, provisões, computadores, utensílios e experimentos científicos. Trará de volta à Terra 660 quilos de carga.

Em 25 de maio, a Dragon se tornou a primeira espaçonave privada a se acoplar à estação, um evento que autoridades da Nasa e da Casa Branca comemoraram como o início de uma nova era nos voos espaciais, na qual o setor comercial assumirá um papel maior.

Os Estados Unidos aposentaram sua frota de ônibus espaciais no ano passado, deixando as missões de carga sob responsabilidade de agências espaciais de Rússia, Japão e Europa.

Até que companhias privadas desenvolvam um veículo capaz de transportar humanos à estação orbital de US$ 100 bilhões, os astronautas dependem das cápsulas russas Soyuz ao custo de US$63 milhões.

O astronauta americano Don Pettit, que integrou a tripulação de seis membros da ISS que ajudou a descarregar e recarregar a cápsula, a descreveu como "mais espaçosa do que a Soyuz".

A cápsula branca Dragon tem 4,4 metros de altura e 3,66 metros de diâmetro e é capaz de transportar até 3.310 quilos divididos entre seu compartimento pressurizado da cápsula e o compartimento despressurizado no bagageiro.

Também foi construída para transportar até sete pessoas ao espaço, enquanto a Soyuz transporta três.

De propriedade do bilionário da internet Elon Musk, a SpaceX pretende começar a levar pessoas à Estação Espacial Internacional em 2015.

Usando parte de seu próprio capital e recursos da Nasa, a SpaceX e sua concorrente, a Orbital Sciences Corporation, provavelmente se tornarão líderes no serviço de transporte de carga à estação orbital, que deve permanecer operacional até 2020, segundo a Nasa.

A SpaceX tem um contrato de US$1,6 bilhão com a Nasa para abastecer a estação nos próximos anos, enquanto o contrato da Orbital Sciences é de US$1,9 bilhão para fazer o mesmo. O primeiro voo de testes da Orbital está previsto para o final deste ano.


As informações são"band via AFP".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Foguete SpaceX decola para teste comercial rumo à Estação Espacial


CABO CANAVERAL, Estados Unidos, 22 Mai (Reuters) - Um foguete não tripulado de propriedade da empresa Space Exploration Technologies decolou nesta terça-feira da Base Aérea de Cabo Canaveral para o primeiro voo comercial rumo à Estação Espacial Internacional.
O Falcon 9, com 54 metros de altura, decolou às 3h44 (4h44 em Brasília), de uma plataforma de lançamento um pouco ao sul do local onde a Nasa lançava seus agora aposentados ônibus espaciais.
Menos de dez minutos depois, o foguete liberou em órbita a sua carga -- uma cápsula Dragon com 544 quilos de mantimentos para os tripulantes da Estação.
"A sensação é de que um peso gigante saiu das minhas costas", disse pelo Twitter o fundador e executivo-chefe da empresa, Elon Musk, depois de ver o Dragon abrir seus painéis solares, primeira de várias etapas necessárias para que o módulo possa atracar na Estação. "?O Falcon voou perfeitamente!", acrescentou Musk.
A Nasa espera que empresas como a Space Exploration Technologies, ou SpaceX, assumam a tarefa de levar cargas --e depois astronautas-- até o complexo orbital multinacional, que flutua a 390 quilômetros sobre a Terra.
Atualmente, a Nasa depende da Rússia para levar tripulantes à Estação, a um custo que supera 60 milhões de dólares por pessoa. Rússia, Europa e Japão também levam cargas à Estação.
Se o voo-teste for bem sucedido, a SpaceX vai se tornar a primeira empresa privada a chegar à Estação. A SpaceX e a concorrente Orbital Sciences Corp. já têm contratos num valor total de 3,5 bilhões de dólares para levar cargas ao complexo.
A SpaceX está também entre as quatro empresas que planejam fabricar táxis espaciais que transportem astronautas, turistas e pesquisadores alheios à Nasa.
Separadamente, a Nasa contribuiu com quase 400 milhões de dólares para o programa espacial comercial da SpaceX, uma empreitada de 1,2 bilhão de dólares que inclui o desenvolvimento e até três testes dos foguetes Falcon 9 e das cápsulas Dragon.
Uma análise do Congresso mostra que um programa semelhante, sob a égide da Nasa, custaria de quatro a dez vezes mais.
O Dragon deve levar cerca de um dia para chegar à órbita da Estação Espacial, e depois passará mais um dia treinando as manobras e testando seus sistemas de comunicação e auxílio à navegação. Se tudo correr conforme o previsto, a Nasa deve autorizar a atracagem na sexta-feira.


As informações são"Terra Por Irene Klotz".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Primeira espaçonave particular deve ser lançada neste sábado


Depois de vários adiamentos, a nave privada Dragon deve decolar neste sábado rumo à ISS (Estação Espacial Internacional). Se tudo der certo, na terça-feira ela entrará para a história como o primeiro veículo de uma empresa particular a se acoplar à estação.

A nave vai decolar da base da Nasa em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), levada por um foguete Falcon 9.

Como se trata de um voo de teste, a pequena cápsula carregará apenas carga considerada não essencial. Serão quase 500 kg de material como suprimentos adicionais de comida e água e alguns experimentos científicos de baixa complexidade.

Até agora, somente espaçonaves pertencentes a agências espaciais visitaram o complexo flutuante na órbita baixa da Terra. Mas mudanças estruturais --e de orçamento-- na Nasa estão promovendo uma espécie de terceirização dessa atividade.

A agência agora quer concentrar seus esforços de desenvolvimento em missões complexas, como uma visita a Marte ou a um asteroide. E, por isso, está transferindo dinheiro e tecnologia para que empresas americanas façam esse trabalho mais "simples" de levar cargas à ISS.

A enxurrada de projetos que querem abocanhar uma fatia do bilionário orçamento da Nasa já é considerada uma nova corrida espacial.

Por enquanto, a californiana SpaceX, fabricante da Dragon, sai na frente. A empresa tem contrato de US$ 1,6 bilhão para 12 voos de transporte até a ISS. A atual missão não está incluída entre eles, pois ainda é um teste.

Antes de receber autorização para se acoplar à ISS, a Dragon vai passar por testes já no espaço. A junção das duas naves é complexa e uma eventual falha pode pôr em risco a vida dos astronautas e das instalações de mais de US$ 100 bilhões.

Na segunda-feira, terceiro dia de viagem, a Dragon vai se aproximar e voar próxima à estação. Se liberada, ela completará a acoplagem no dia seguinte. Pelo cronograma, caberá ao astronauta americano Don Pettit manobrar o braço mecânico da ISS que "puxará" a cápsula.

A Dragon deve permanecer na ISS até junho, quando voltará à Terra trazendo cerca de 600 kg. As naves cargueiras em uso hoje não retornam com material ao planeta. Segundo a Nasa, o fato de a Dragon fazer isso permitirá economizar com a "reciclagem" de equipamento.

A missão marcará o retorno das naves americanas ao espaço. Desde meados do ano passado, com a aposentadoria dos ônibus espaciais, os EUA não têm veículos espaciais próprios.

A SpaceX tem planos de, no futuro, usar a Dragon também para o transporte de astronautas.


As informações são"Jornal Floripa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Lançamento de cápsula privada termina em fiasco

Nasa acredita que alta pressão na câmara de um
dos motores do foguete Falcon 9
provocou a falha (Reprodução / Nasa.gov)
A primeira tentativa de uma empresa privada de enviar uma cápsula de reabastecimento à Estação Espacial Internacional (ISS) terminou em fiasco neste sábado. A falha aconteceu quando diversas televisões internacionais acompanhavam ao vivo o final da contagem regressiva para o lançamento do foguete Falcon 9.

A Nasa indicou que uma primeira revisão dos sistemas mostrava uma pressão muito alta na câmara de um dos motores do foguete. A agêncial espacial e a empresa Space Exploration Technologies (SpaceX), proprietária da cápsula não tripulada Dragon, concederão uma entrevista coletiva ainda neste sábado para dar mais detalhes sobre a missão frustrada.

O lançamento, que já fora postergado duas vezes no último mês, foi inicialmente reprogramado para o próximo 22 de maio. A cápsula deveria partir de Cabo Canaveral, no sul da Flórida, para acoplar-se quatro dias depois à ISS, a 385 quilômetros da Terra. 

A Nasa aposentou no ano passado o programa das naves que durante trinta anos realizou suas missões espaciais, abastecendo periodicamente a ISS. A agência outorgou à empresa SpaceX um contrato de 1,6 bilhão de dólares para uma dúzia de missões das cápsulas Dragon.


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Com três tripulantes a bordo, Soyuz se acopla com sucesso à ISS


A nave russa Soyuz TMA-04M, lançada na última terça da base cazaque de Baikonur com três tripulantes a bordo - os russos Gennady Padalka e Sergey Revin e o astronauta da Nasa Joe Acaba - se acoplou nesta quinta-feira com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
A nave se enganchou ao porto de acoplamento do módulo Poisk, que faz parte do segmento russo da ISS, informou o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia, citado pela agência Interfax.
Centro de controle de missão russo, em Korolev,
 faz contato com os seis tripulantes da ISS.
Três deles chegaram à Estação Espacial Internacional na
madrugada desta quinta
 (horário de Brasília) Foto: Roscosmos/Divulgação
Os três astronautas foram recebidos por outros três tripulantes da plataforma internacional: o russo Oleg Kononenko, o holandês André Kuipers e o americano Donald Pettit.
A duração da missão espacial de Padalka, Revin e Acaba será de 126 dias. Eles serão testemunhas da histórica chegada à plataforma espacial do novo cargueiro americano Dragon, que será lançado pela Nasa em 19 de maio. Em caso de êxito, essa será a primeira nave espacial privada a acoplar-se à ISS. O comandante da missão será Padalka que, aos 53 anos, é um veterano cosmonauta que já viajou duas vezes à ISS e uma à lendária estação soviética MIR, totalizando 585 dias no espaço.
Para Acaba, ex-professor de ciências e matemática, que acedeu ao programa de astronautas da Nasa em 2004 e voou ao espaço nas hoje aposentadas naves americanas, é a segunda missão à ISS. Já o russo Revin, de 46 anos, voa pela primeira vez ao espaço, embora faça parte do programa de pilotos da Roscosmos, a agência espacial russa, desde 1996.
Além dos tradicionais experimentos e caminhadas espaciais, a missão deve lançar um satélite que se encarregará de prever os prazos e o lugar da queda em nosso planeta dos restos de estruturas espaciais e satélites de comunicações. O programa científico da expedição inclui a realização de 40 experimentos em áreas como ecologia, medicina e física.


As informações são"Terra Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

SpaceX volta a adiar lançamento de foguete de carga para a ISS

A empresa americana SpaceX voltou a adiar, nesta quarta-feira, para uma data não determinada, o primeiro voo privado à Estação Espacial Internacional (ISS) de sua cápsula Dragon, previsto para 7 de maio, anunciou o porta-voz da companhia.
"Neste momento, o lançamento em 7 de maio parece pouco provável", destacou em um comunicado a porta-voz da SpaceX, Kirstin Brost Grantham.
"A SpaceX continua trabalhando com a Nasa na verificação do software" da Dragon para assegurar a compatibilidade com o sistema informático da ISS, acrescentou.
"Emitiremos um comunicado quando a nova data de lançamento for agendada", destacou a funcionária.
Consultada pela AFP, Brost Grantham disse que o lançamento poderia ocorrer em 10 de maio. Se não for possível, se esperará uma semana mais, explicou.
Inicialmente, o lançamento da cápsula Dragon rumo à ISS estava previsto para 30 de abril, mas o mesmo foi adiado por razões técnicas.


As informações são"Terra ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

SpaceX confirma primeiro voo privado à ISS


A empresa americana SpaceX confirmou os planos de enviar o primeiro voo privado à ISS (Estação Espacial Internacional) em uma cápsula não tripulada Dragon, em sete de maio, após o adiamento do lançamento, inicialmente previsto para a próxima segunda-feira.

"A Nasa e a base aérea de Cabo Cañaveral, na Flórida, aprovaram a solicitação da SpaceX de fixar o dia 7 de maio como nova data para o lançamento da cápsula Dragon", informou nesta terça-feira à AFP a porta-voz da SpaceX, Kirstin Brost Grantham.

Fonte:AFP
Em sua página no Facebook, a empresa disse que o lançamento ocorrerá às 09h38 locais.

O lançamento da cápsula Dragon, propulsionada pelo foguete Falcon 9 da SpaceX, está previsto da base aérea de Cabo Cañaveral, perto do Centro Espacial Kennedy da Nasa.

"Apreciamos que a SpaceX leve o tempo necessário para assegurar o êxito deste voo histórico", disse o chefe de programas tripulados de exploração espacial da Nasa, William Gerstenmaier.

"Continuaremos trabalhando com a SpaceX para preparar o lançamento de sete de maio à Estação Espacial Internacional", acrescentou.

A cápsula Dragon deverá sobrevoar a ISS e se aproximar do laboratório orbital, cuja tripulação usará um braço mecânico para acoplá-la.

A cápsula levará 521 quilos de carga para o laboratório espacial e trará de volta à Terra 660 quilos, segundo o diretor do programa ISS, Michael Suffredini.

De propriedade do empresário da internet e co-fundador do sistema de pagamentos online PayPal, Elon Musk, a SpaceX fez história ao lançar o Dragon em dezembro de 2010, tornando-se a primeira empresa a por em órbita e retornar à Terra uma nave espacial.

Na noite de segunda-feira, Musk havia dito, em mensagem publicada em sua conta no microblog Twitter, que o voo seria adiado em uma semana, de 30 de abril a sete de maio, explicando que a demora era necessária "para realizar mais testes nos códigos informáticos para o acoplamento da Dragon" à ISS.


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