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Dilma inaugura hangar da Embraer em Gavião Peixoto nesta terça-feira

A presidente da República, Dilma Rousseff, inaugura nesta terça-feira (20), às 11h30, na unidade da Embraer, em Gavião Peixoto (306 km de São Paulo), o hangar onde será instalada a linha de montagem do KC-390, o maior avião já feito no país, produzido a pedido da FAB (Força Aérea Brasileira).


O cargueiro servirá para transporte e reabastecimento aéreo.

Segundo a assessoria de imprensa da Embraer, o cronograma de fabricação da aeronave está dentro do previsto. Um primeiro voo com o novo modelo deve ocorrer até o final deste ano.

Um contrato para o desenvolvimento do avião foi assinado entre FAB e Embraer, que prevê projeto, desenho e produção de dois protótipos.

A assessoria da Embraer informou que negociações estão em andamento para que o governo compre 28 unidades do KC-390.

De acordo com a Embraer, quando a empresa estiver produzindo os aviões em série há expectativa de que sejam criados 1.100 empregos diretos e 5.500 indiretos.

De acordo com o prefeito de Gavião Peixoto, Gustavo Piccolo (PHS), é a primeira vez que a cidade de 4.635 habitantes recebe um presidente da República.

Ele diz que vai aproveitar a visita de Dilma Rousseff para entregar pedidos de liberação de obras para a cidade. "Um dos projetos é a Praça da Juventude", disse o prefeito. O projeto prevê a instalação de equipamentos esportivos para uso comunitário.

A unidade da Embraer em Gavião Peixoto opera desde outubro de 2001 e abriga atividades de montagem final de aeronaves destinadas aos mercados executivos e de defesa. Também conta com uma pista para ensaios em voo.

No evento desta terça-feira, marcado para começar às 11h30, a presidente vai discursar. Logo depois, o hangar vai ser apresentado.

O KC-390 e o Prosub –projeto para o desenvolvimento de submarinos, com tecnologia francesa– são os dois programas militares que mais estão recebendo investimentos do governo federal neste ano.

Ambos foram incluídos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). 

As informações são"http://www.jornalfloripa.com.br/emcimadahora/site/?p=noticias_ver&id=4096".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer espera ter cliente do cargueiro KC-390 até junho de 2014

O primeiro contrato firme de venda do cargueiro KC-390, da Embraer, deve estar fechado até junho do ano que vem, e o cliente não necessariamente será o governo brasileiro, afirmou nesta sexta-feira o presidente da Embraer Defesa & Segurança, Luiz Carlos Aguiar.

"A expectativa é de que a gente tenha algum cliente, que não necessariamente seja o Brasil, até o primeiro semestre do ano que vem", disse Aguiar, após reunião com o ministro da Defesa, Celso Amorim.
Ter um governo estrangeiro como primeiro cliente do KC-390 contrariaria expectativas de que a Força Aérea Brasileira (FAB) fechasse a encomenda firme inicial pela aeronave. Isso porque os investimentos para desenvolver o cargueiro, de cerca de US$ 2 bilhões, estão sendo feitos pelo governo brasileiro. A previsão é que a FAB compre 28 unidades do KC-390.
Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, Portugal e República Tcheca firmaram acordos preliminares para aquisição potencial, em conjunto, de 60 novos aviões de carga da Embraer. Mas nenhum pedido firme foi assinado até o momento.
Metas na defesa
Aguiar disse também que a Embraer Defesa & Segurança está perto de superar suas metas de 2013. A companhia estimou no começo do ano que teria receita de US$ 1,25 bilhão a US$ 1,35 bilhão na área de Defesa e Segurança no atual exercício.
"Estamos muito próximos disso (superar a meta). Estamos correndo atrás para fazer isso", disse o executivo, ressaltando que o quarto trimestre é, historicamente, o melhor para o setor de aeronáutica.

As informações são"http://economia.terra.com.br/embraer-espera-ter-cliente-do-cargueiro-kc-390-ate-junho-de-2014,42800b74c2232410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Embraer tem 600 vagas para atuar na 'obra' de avião em Gavião Peixoto, SP

A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) vai construir um novo avião em Gavião Peixoto (SP) e procura profissionais para trabalhar na área. São 600 vagas disponíveis para quem tem ensino médio e curso no Senai. Os interessados devem enviar currículo ao Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) e procurar a capacitação que também tem inscrições abertas.

O KC 390 é um super cargueiro e será o maior avião fabricado no país. Com 12 metros de altura e 35 de comprimento, o avião terá capacidade para transportar até 20 toneladas de carga a uma velocidade de 87 quilômetros por hora. E pode ter várias utilidades, entre elas,  ser usado como tanque para reabastecimento de outros aviões durante o voo.
Os cargueiros devem começar a ser fabricados no ano que vem e boa parte deles será feita no polo da Embraer em Gavião Peixoto, inclusive o acabamento. Para isso será necessário contratar mão de obra. Das 600 vagas disponíveis, 200 devem ser preenchidas por moradores da cidade.
Capacitação
A Embraer exige que os candidatos interessados nessas vagas tenham o ensino médio completo e também um curso no Senai. Por isso, por meio de uma parceria com a Prefeitura, será oferecido um curso de eletricista instalador pelo programa Via Rápida.
“O jovem que quiser lutar por uma vaga na Embraer tem que correr procurar o PAT. Nós tivemos muitas adesões, mas sabemos que vários jovens que trazem currículo não têm o curso do Senai”, comentou o diretor do PAT, Cláudio Barbosa.  Mas ainda há tempo. “Então, procurem o PAT, o mais rápido possível, e se inscrevam no Via Rápida. Vamos iniciar as aulas em 15 dias”, completou.
O curso terá 160 horas e deve durar cerca de três meses. Cerca de 80 jovens já fizeram a inscrição. André Benedito Bueno, de 18 anos, é um deles. Assim que soube da oportunidade, se apressou para tentar uma vaga no curso.
Ele colocou a experiência profissional no papel e entregou o currículo no PAT.  “A ansiedade está grande. Eu quero conseguir a vaga. Vim até atrás do curso para engrenar nele e quero muito conseguir a vaga”, falou Bueno.
O auxiliar de serviços gerais Everton Sousa da Silva, de 18 anos, está empregado e mesmo assim quer fazer o curso do Senai para tentar uma oportunidade na Embraer. O processo seletivo para o emprego deve ser no começo do ano que vem e ele já tem planos para o futuro.
“Eu pretendo entrar na Embraer. Não que seja ruim onde estou hoje, mas procuro um lugar melhor, fazer o futuro melhor. Porque não é só o hoje ou o amanhã, tem que pensar no futuro, plantar hoje para colher o melhor amanhã”, falou o jovem.
O Posto de Atendimento ao Trabalhador de Gavião Peixoto fica na Alameda Estevo, 370. Os currículos podem ser entregues apenas até esta segunda-feira (16).

As informações são"G1".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:

Embraer exporta para o Brasil

Segundo revela a Folha de São Paulo, nas duas fábricas que a empresa tem em Évora estão sendo montados componentes para a cauda e as asas dos jatos Legacy 500.

No início de 2014, as fábricas da União Europeia passam a fabricar também componentes para o KC 390, o avião militar que a Embraer vai produzir.
A Embraer tem outras fábricas no exterior, nos Estados Unidos e na China, mas lá a produção é voltada primordialmente para o mercado daqueles países, e não para exportação para o Brasil.
De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, a decisão tem em parte a ver com a lógica de construir uma cadeia de fornecimento global e com o fato da economia europeia estar desaquecida, resultado em capacidade ociosa.
Mas não é possível tirar de cena o fator competitividade. No caso, a falta de competitividade do Brasil.
“Isso demonstra que o Brasil não perdeu competitividade apenas para a China, mas também para países europeus. Se o custo não compensasse, eles não fariam isso”, explicou ao jornal paulista  Antônio Corrêa de Lacerda, professor de Economia Política da PUC-SP.
Segundo Lacerda, todos os indicadores de competitividade no Brasil -carga tributária, logística, custo de mão de obra. Portugal tem mais oferta de colaboradores e um sistema tributário melhor.
Somente a desvalorização do real poderia levar a Embraer a rever a estratégia, analisa Lacerda.

As informações são"baguete".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Com Boeing, Embraer quer ganhar mercado para cargueiro militar nos EUA e Reino Unido

A Embraer espera abrir os mercados dos EUA, Reino Unido e países do Oriente Médio para seu cargueiro de transporte militar KC-390, aeronave de transporte militar e reabastecimento aéreo de médio porte, com a parceria anunciada nesta terça-feira (18) com a americana Boeing.
Esses são mercados em que a empresa brasileira ainda não atua no segmento em que se enquadra o KC-390, que concorre diretamente com o C-130 Hercules, fabricado pela também americana Lockheed Martin, empresa do setor de defesa que tem o maior número de contratos com o governo dos Estados Unidos.
Nesses mercados, a Boeing vai liderar as campanhas de vendas, oferecendo também suporte e treinamento. Já a Embraer irá fabricar a aeronave e colaborar nas vendas, além de também oferecer suporte e treinamento. A Boeing não tem, em seu portfólio, um avião da categoria do KC-390.

As estimativas iniciais do mercado potencial para o KC-390 são de aproximadamente 700 aeronaves, mas esse número poderá aumentar com a inclusão de novos mercados, afirmou a Embraer.
"O anúncio feito hoje reforça o amplo acordo de cooperação que a Boeing e a Embraer firmaram em 2012. As empresas estão colaborando nas áreas de eficiência e segurança de voo, pesquisa e tecnologia, produtos de defesa e biocombustíveis sustentáveis para a aviação", informou a fabricante brasileira, em comunicado.
A fabricante está desenvolvendo o KC-390 sob contrato com a Força Aérea Brasileira e espera fazer o primeiro voo teste no segundo semestre de 2014.

ENCOMENDAS
A Embraer também informou nesta terça-feira ter recebido encomendas de aviões feitas por companhias aéreas da Venezuela, Japão, Índia, e também da Lituânia.
A fabricante afirmou ter assinado contrato com o Consórcio Venezolano de Indústrias Aeronáuticas y Servicios Aéreos (Conviasa) para a compra de mais sete jatos E-190. O acordo confirma opções contratadas em uma negociação anterior que contemplava seis pedidos firmes e 14 opções.
Assim, a Conviasa passa a ter 13 pedidos firmes do E-190, além de manter opções adicionais para outras sete aeronaves do mesmo modelo.
Já a Japan Airlines (JAL)(fez um pedido firme para mais quatro E-170, sendo esta uma encomenda que já está incluída na carteira de pedidos da Embraer como "cliente não divulgado". Com este novo acordo, o pedido total da JAL para o E170 soma 15 aeronaves.
Ainda na Ásia, a Air Costa, da Índia, adquiriu três E-Jets para o lançamento de um serviço regular de rotas regionais. Dois E-170 foram arrendados junto à ECC Leasing, subsidiária da Embraer, enquanto uma unidade do E-190 foi adquirida diretamente da fabricante. A encomenda também já está incluída na carteira de pedidos da Embraer como "cliente não divulgado".
Por fim, a Air Lituanica, da Lituânia, adquiriu dois aviões da Embraer e irá lançar seus serviços regulares em 30 de junho, com um E-170 arrendado de terceiros. Em julho, a companhia aérea adicionará outro E-Jet ao acordo, um E-175, arrendado da ECC Leasing Company.

As informações são"Folha.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza

Embraer traz jatos a São José dos Campos


A Embraer Aviação Executiva concentrou em São José dos Campos e nos Estados Unidos as atividades de produção e entregas de jatos executivos.

No ano passado, a empresa transferiu da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, interior paulista, a linha de produção dos jatos Phenom 100 e 300.

Na fábrica de São José dos Campos já são montados o Legacy e o Lineage.

A mudança está atrelada a vários fatores. Entre eles, permitir à Embraer Defesa e Segurança ampliar suas atividades em Gavião Peixoto, principalmente com a produção do cargueiro militar KC-390, que vai entrar em operação em 2015.


“Houve necessidade de otimizar espaço. Em São José temos a competência da montagem final, do interior da aeronave, da aceitação do avião em voo. Toda essa dinâmica favorece a concentração das atividades em um único local”, explicou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini.

Além disso, o executivo destaca outro fator favorável à fábrica de São José: o setor produtivo e o corpo de engenharia estão na planta local. A localização da cidade, no eixo Rio-São Paulo, favorece as entregas.
“O cliente normalmente fica hospedado em São Paulo, que está há 15 minutos de voo de São José, e que tem mais ofertas de hotéis, restaurantes e lazer e vem à Embraer para receber o seu jato”, disse Pellegrini.

Perspectiva/ Ainda em fase de recuperação, após atravessar sérias turbulências entre 2008 e 2012 por causa da crise da economia mundial, a aviação executiva mostra sinais de retomada.

“A aviação executiva caminha em paralelo com a situação da economia. Em 2008, foram entregues 1.100 jatos no mundo. No ano passado, 663. Esperamos que a partir deste ano ocorra uma estabilização e até um certo crescimento.”

Nesse contexto, o desempenho da Embraer foi positivo se comparado com a concorrência. Nos últimos dois anos a empresa despachou 188 jatos executivos. O restante da indústria mundial registrou redução de 6%. Foram 703 aviões em 2011 e 663 no ano passado.

A empresa também registrou crescimento de receita no período, de 15%. No ano passado, faturou US$ 1,2 bilhão. A previsão para este ano é atingir receita de até US$ 1,6 bilhões e aumentar sua participação na receita global da empresa de 21% para 25%.

Expectativa é de US$ 200 bi em vendas em 10 anos
A estimativa do mercado mundial para a aviação executiva nos próximos dez anos é de negócios em torno de US$ 200 bilhões, com demanda de 9.300 jatos.

A Embraer trabalha para abocanhar uma boa fatia desse mercado, informou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini.

O executivo relatou que os Estados Unidos deve consumir 50% dessa demanda.

Atualmente, o país tem uma frota de 11 mil jatos executivos, a maior do mundo.

Por isso, a Embraer investe nos EUA, onde já possui uma unidade industrial em Melbourne, na Flórida, para a montagem final do Phenom.
Pellegrini disse que o mercado brasileiro também é promissor. “O Brasil tem mercado potencial com perspectivas de crescimento”, disse.
A China é outro mercado promissor. A Embraer montou uma unidade industrial no país para produzir o Legacy.

A empresa estima que o primeiro Legacy montado em território chinês será entregue até o final do ano para um cliente da própria China.
Apesar da crise econômica, a Europa também tem mercado potencial. O Oriente Médio é visto como uma promessa para o futuro.
SAIBA MAIS
UnidadeA Embraer Aviação Executiva se fortaleceu após 2005 e com o lançamento da família Phenom, em 2008
ReceitaNo ano passado, a unidade faturou US$ 1,2 bilhão
PrevisãoA previsão para este ano é obtenção de receita entre US$ 1,4 bilhão e US$ 1,6 bilhão
FrotaA Embraer Aviação Executiva já entregou 600 jatos executivos que voam em 50 países
MercadoO mercado potencial do segmento nos próximos dez anos é de US$ 200 bilhões
FrotaA demanda de aeronaves no período está estimada em 9.300 unidades. Metade somente para os EUA.


As informações são"Bom Dia Sorocaba".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Embraer conclui projeto de cargueiro militar e vai construir protótipo

A Embraer e a FAB (Força Aérea Brasileira) concluíram a etapa de revisão crítica (CDR, do inglês Critical Design Review) do projeto de jato de transporte militar KC-390. 
O próximo passo agora será a construção de um protótipo para testes. 
"Prestamos contas à FAB do trabalho realizado. Vamos agora iniciar a fase de produção dos protótipos", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa & Segurança. 


A FAB aprovou o projeto após duas semanas de apresentação. "Saímos destas discussões convictos de que a fabricação dos protótipos pode ser iniciada", disse o coronel Sérgio Carneiro, gerente do projeto KC-X na FAB. 
A revisão contou com integrantes do Alto-Comando da FAB, incluindo o chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Aprígio Eduardo de Moura Azevedo. 
O primeiro voo do KC-390, maior avião já construído pela indústria aeronáutica brasileira, está previsto para o segundo semestre de 2014.  


As informações são"Diario de Guarapuava".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz

Embraer descarta adiantar segunda geração de E-Jets

A direção da Embraer estima ser "muito difícil" que as aeronaves comerciais da segunda geração da família dos E-Jets entrem em operação antes de 2018.

A informação é do diretor-presidente da empresa, Frederico Curado, e do diretor de Relação com Investidores, Luciano Froes, em teleconferência com analistas para comentar os resultados da companhia no quarto trimestre de 2012.
Os executivos informaram que os trabalhos de desenvolvimento da nova geração dos E-Jets estão evoluindo para a substituição de alguns dos fornecedores.
Os motivos, segundo eles, são melhoras nos sistemas das aeronaves e redução de custos de fabricação. Por outro lado, a empresa está aumentando suas atividades com clientes para a venda dos aviões.
De acordo com Curado e Froes, a nova geração dos E-Jets será sucesso de vendas. "Estamos confiantes nisso", disse o CEO da Embraer. Os executivos também comentaram sobre o desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390. Segundo eles, o projeto "caminha bem" e o primeiro voo está marcado para o final do ano que vem.


As informações são"http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/embraer-descarta-adiantar-segunda-geracao-de-e-jets-2".Sempre é citado o link de referência.

Embraer vê recuperação de vendas em 2013 com pedidos nos EUA


A fabricante de jatos Embraer confia em recompor sua carteira de pedidos no ano que vem com duas novas ofertas: o cargueiro militar KC-390 e a família remotorizada de seus aviões regionais.
Com expectativa de aprovação do plano e do fornecedor para o novo motor dos E-Jets "nos próximos meses", a Embraer planeja impulsionar as vendas de seus aviões regionais, disse o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo Cesar de Souza e Silva, durante almoço de fim de ano com jornalistas nesta quarta-feira.
A atual família de E-Jets fez da Embraer a maior produtora mundial de jatos regionais, mas a rival Bombardier conseguiu uma grande encomenda da Delta Air Lines na semana passada, ajudando a canadense a liderar as vendas no segmento até aqui em 2012.
A Embraer espera voltar à carga com sua próxima geração de E-Jets, com expectativa de oferecer até 15 por cento de economia de combustível, mas também está apostando em sua unidade de defesa para compensar os ciclos voláteis na aviação comercial.
A empresa deve ter um preço definido para seu cargueiro KC-390 no primeiro trimestre de 2013, permitindo o início de campanhas de vendas e a assinatura de contratos firmes com forças aéreas de diversos países que assinaram cartas de intenção para comprar a aeronave, disse o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar.
Neste ano, a unidade de defesa deve ter receita em torno de 1 bilhão de dólares, acima da projeção inicial da Embraer, de 950 milhões de dólares.
Ainda sobre 2012, o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, disse que a empresa está "bastante próxima" de atingir as metas para receita e margens.
Em fevereiro, a Embraer previu receita líquida de 5,8 bilhões a 6,2 bilhões de dólares para este ano.
As ações da Embraer tiveram queda nesta sessão de 1,47 por cento, enquanto o Ibovespa perdeu 0,25 por cento.
A ausência de grandes encomendas de aviões regionais reduziu a carteira de pedidos (backlog) da Embraer, um indicador da receita futura, para o menor patamar em seis anos em setembro, levando alguns analistas a sugerirem que a empresa pode ter que cortar a produção no ano que vem.
A Embraer continua com a estimativa de manter estável a produção em 2013, se conseguir fechar novas vendas em 2013.
"Nossa visão é manter o nível de produção. Se tivermos que fazer uma pequena redução (na aviação comercial), será compensada por crescimentos em outros negócios. Nossos funcionários não devem ter preocupação com nível de emprego", afirmou Curado.
GRANDE PEDIDO NOS EUA
A maior chance de um grande pedido para a Embraer na aviação comercial é da American Airlines, segundo executivos da fabricante, depois que a controladora AMR negociou um novo acordo trabalhista para permitir aviões maiores na frota regional.
A Embraer está em conversas preliminares com a American Eagle, que agora pode voar jatos de até 76 assentos, disse Silva, acrecentando que a companhia aérea deve pedir ofertas formais de fabricantes de jatos nas próximas semanas.
Campanhas de vendas para US Airways e United Continental envolvendo grande quantidade de aeronaves também são promessas, afirmou Silva, acrescentando que importantes empresas aéreas dos EUA terão que fechar acordos para renovar suas frotas nos próximos 18 meses.
A versão remotorizada dos E-Jets também poderá ampliar as vendas a partir do segundo semestre de 2013, bem como o KC-390, embora as entregas de tais produtos sejam esperadas apenas para 2018 e 2015, respectivamente.
Depois da remotorização dos E-Jets, Silva disse que a Embraer poderá desenvolver um novo avião de até 150 passageiros para entrada em serviço depois de 2025. Ele afirmou que tal desenvolvimento dependerá da decisão das gigantes Boeing e Airbus de se concentrarem ou não em aviões de maior porte.


As informações são"Reuters Por Brad Haynes e Cesar Bianconi".Sempre é citado o link de referência.

Embraer prevê gerar mais de 20 mil vagas


A Embraer prevê a criação de 20.400 empregos diretos e indiretos durante as fases de desenvolvimento e produção do cargueiro militar KC-390, que está sendo projetado na unidade de São José dos Campos.

A expectativa da companhia é construir os protótipos e fazer o voo inaugural até o final de 2014. A primeira entrega foi prevista para 2016.

Na avaliação do presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, o projeto entrará na fase de pico do desenvolvimento no primeiro semestre de 2013, com a geração de 1.300 empregos diretos e 6.500 indiretos.

Atualmente, 1.000 engenheiros trabalham no projeto do cargueiro, cuja revisão preliminar foi concluída em agosto deste ano por técnicos da Embraer e militares da FAB (Força Aérea Brasileira).

Um modelo em escala 1:6 do avião passou por testes em túneis de vento em empresas da Inglaterra, França, Estados Unidos e Holanda.

Com 35,20 metros de comprimento e 35 metros de envergadura, o KC-390 será a maior aeronave construída pela indústria brasileira.

Produção/ A Embraer informou que o cargueiro será produzido na unidade da empresa em Gavião Peixoto.

Nesta fase, que começa logo após os voos de testes, previstos para 2014, serão gerados 2.100 empregos diretos e 10.500 indiretos em toda a cadeia aeroespacial, que está concentrada em São José e no Vale do Paraíba.

Ainda segundo a avaliação da fabricante, os empregos gerados pelo cargueiro representaram uma movimentação de renda de cerca de R$ 6,8 bilhões durante 20 anos, prazo projetado pelo plano de negócios da aeronave.

Nesse período, o país deverá arrecadar R$ 6 bilhões em impostos em torno do KC-390.

Otimismo/ Gerente executivo do Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), Agliberto Chagas disse que as perspectivas para a cadeia de produção na região são “as melhores possíveis”, quase um “céu de brigadeiro”.

O projeto e a produção do cargueiro militar, que já recebeu 60 intenções de compra de vários países, irá beneficiar todo o Cluster Aeroespacial Brasileiro, formado por 120 empresas, sendo 100 delas associadas ao Cecompi.

“Temos bastante mão de obra especializada na região, de nível técnico e superior, com 11 mil engenheiros formados todos os anos, e eles terão campo de trabalho no projeto do KC-390”, disse Chagas. 


As informações são"Bom Dia Sorocaba".Sempre é citado o link de referência.

Helibras projeta modelo 100% nacional e fomenta parcerias


O plano da Eurocopter, controlada pela poderosa EADS, de projetar um helicóptero mundial no Brasil ganha mais impulso a partir de hoje, com a inauguração da nova linha de produção da Helibras, subsidiária da companhia europeia em Itajubá (MG). Para firmar ainda mais sua intenção, anuncia hoje duas parcerias de peso dentro da cadeia produtiva brasileira do EC 725, uma sofisticada aeronave de transporte civil e de missões militares. O primeiro é com a Atech, joint venture entre a Embraer e a Cassidian ( empresa do grupo EADS) para a produção de sistemas navais.
O outro é com a Inbra Aerospace, que vai produzir em Mauá (SP) a fuselagem intermediária, parte que une a cabine principal à cauda do helicóptero. A transferência tecnológica, a construção de uma linha de produção e o treinamento custarão R$ 17,5 milhões à Inbra e a credenciará para fornecer o equipamento para outras linhas de produção do EC 725 ao redor do mundo.
A nova fábrica da Helibras, que custou R$ 430 milhões, contando com o centro de engenharia e formação de mão de obra, também abrigará a produção do Esquilo, um dos modelos mais populares do mundo. A unidade antiga passa a realizar os trabalhos de manutenção das aeronaves.
“Nosso centro de engenharia possui os mesmos meios tecnológicos que as instalações da Eurocopter na França, na Alemanha e na Espanha. Temos 70 engenheiros ante os 300 da matriz francesa, mas os níveis dos softwares e de processos são os mesmos que os europeus”, afirmou ao BRASIL ECONÔMICO Eduardo Marson, presidente da Helibras desde 2009.
Mas deve levar um tempo, contudo, para que o projeto do helicóptero nacional ganhe músculos, de acordo com o executivo. “Antes de mais nada, devemos conversar com potenciais clientes para decidir os próximos passos”, disse Marson, que acredita que o futuro helicóptero tenha uso dual - militar e civil. O modelo 100% brasileiro pode ganhar linhas de produção mundo afora. Hoje, os helicópteros made in Brasil foram desenvolvidos pela Eurocopter, maior fabricante dessas aeronaves no mundo, e produzidos sob licença.
O governo, claro, também será ouvido. “A construção de um novo modelo de helicóptero movimenta uma engrenagem enorme. E queremos ter a mesma visibilidade mundial que a Embraer, assegurar aos nossos clientes linhas de financiamento vantajosas e, com isso, ser uma forte alternativa para a Eurocopter diante de encomendas mundiais”, disse Marson. Vale lembrar que Embraer e Helibras possuem o mesmo berço: nasceram dentro do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, mais conhecido como CTA, em São José dos Campos (SP). Em 2013 a fabricante de helicópteros completa 35 anos.
A nova linha da Helibras foi construída para atender à maior parte das encomendas do governo brasileiro, que no fim de 2008 formalizou o pedido de 50 helicópteros EC 725 para modernizar e ampliar as Forças Armadas do país. O acordo de US$ 2,4 bilhões foi assinado entre os então presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Nicolas Sarkozy. Dois equipamentos servirão à Presidência da República; Exército, Marinha e Aeronáutica receberão 16 unidades cada um, sendo divididos entre missões de combate e de transporte de tropas.
Quatro deles - um para cada Força e outro para a presidência - já foram entregues, produzidos na fábrica da Eurocopter na França. A estrutura do helicóptero de número 17 já está na linha mineira e terá 12% de conteúdo nacional quando ficar pronto. A intenção é chegar a 50% de valor agregado brasileiro. Para isso, a Helibras está reforçando sua cadeia de fornecedores - trazendo novas empresas e requalificando antigos parceiros de negócios. A fábrica deve operar a pleno vapor no fim do ano que vem e terá até 2017 para cumprir as encomendas do governo. 
Inbra se credencia para fornecimento internacional
Ao anunciar a Atech e a Inbra Aerospace entre seus novos parceiros, a Helibras aumenta para 16 o número de fornecedores do do modelo EC 725 e de sua futura versão civil, o EC 225. A fabricante brasileira de helicópteros passa por um longo processo de transferência tecnológica e de qualificação de antigos fornecedores para chegar aos 50% de conteúdo nacional nos aparelhos militares, condição que consta do contrato entre os governos do Brasil e da França, assinado em 2008. O patamar de 50% de nacionalização deve ser alcançado a partir da produção do exemplar de número 24, em meados de 2015.
Salto global
De acordo com Melis de Bruyn, diretor industrial da Inbra Aerospace, a companhia está na primeira das quatro etapas de transferência tecnológica da fuselagem intermediária do EC 725. Na conclusão do processo, a empresa poderá fabricar toda a estrutura. Enquanto isso, já vai produzir, neste ano, alguns componentes da estrutura em sua fábrica em Mauá (SP). Uma equipe de oito pessoas passou três meses dentro das instalações da Eurocopter, na França, para absorver conhecimentos. A exportação dos equipamentos, porém, deverá acontecer somente após 2014.
“A transferência de tecnologia da Eurocopter nos credencia a produzir peças de classe de segurança nível 1, que podem ser exportadas para o mundo todo”, comemora o executivo. Na indústria aeroespacial há três níveis de segurança para as peças e componentes: caso sofram alguma avaria em voo, as peças de nível 3 não comprometem a segurança do voo; as de nível 1 não podem apresentar falhas, sob o risco de afetar a segurança em voo.
A Inbra Aerospace investiu R$ 17,5 milhões na nova linha em Mauá, incluindo o treinamento de funcionários. Há ainda a intenção da Inbra de abrir uma nova unidade em São Bernardo do Campo (SP) para atender à futura demanda.
A fuselagem intermediária é feita majoritariamente com compostos de carbono e outros materiais complexos. Eles serão unidos por um processo de colagem estrutural, livrando a fuselagem rebites e parafusos. “É uma tecnologia bastante difícil, mas que proporciona mais segurança do que peças unidas com rebites”, explica Bruyn.
Mão brasileira
A Helibras enviou mais de cem funcionários à França para acompanhar de perto a montagem do EC 725 e também dos complexos sistemas de segurança embarcados nas aeronaves militares — dependendo da configuração e do tipo de missão, deverá contar com sonar, radares, armamentos e muita tecnologia de guerra eletrônica. “É um processo bastante delicado, em que um equipamento deve funcionar com precisão e sem interferir nos demais aparelhos”, explica Eduardo Marson, presidente da Helibras.
A Embraer, afirma Marson, foi um dos grandes “fornecedores” de mão de obra especializada, mas que tiveram de passar por treinamento igualmente intenso nos últimos meses. n P.N.
Caça, helicóptero, fusão: a luta da EADS para crescer
Embora não assuma, o interesse do Eurocopter em desenvolver no Brasil um helicóptero mundial faz parte dos esforços do poderoso conglomerado de aviação e defesa EADS de avançar seus domínios para novos mercados e depender menos do continente europeu.
Neste sentido,a companhia de capital francês, alemão e espanhol está às voltas com a proposta de fusão com outra grande representante do segmento de defesa, a inglesa BAE Systems. A operação, caso saia do papel, deve criar a maior companhia do segmento do mundo, com US$ 45 bilhões em negócios por ano. A fusão daria à EADS acesso ao ultraprotegido mercado americano por meio dos contratos firmados pela BAE com as Forças Armadas locais.
Entretanto, o negócio sofre com o fogo cruzado de acionistas e governos dos países que abrigam instalações das duas empresas. Elas têm até o dia 10 para ratificar a intenção de levar o negócio adiante.
O primeiro sinal contrário ao negócio foi de Arnaud Lagadere, um dos principais acionistas individuais da EADS. “Ainda não está claro qual será o ganho de escala que a fusão das empresas irá gerar”, questionou o empresário francês por meio de sua assessoria de imprensa. Os comentários aumentaram a pressão sobre os ombros dos presidentes da EADS, Tom Enders, e da BAE, Ian King, horas depois de pedirem que os investidores peçam em seus países regras mais flexíveis para que a operação siga adiante, uma forma de conter a forte oscilação dos papeis das empresas nas bolsas internacionais.
Caças
A EADS também se esforça, mesmo que indiretamente, para emplacar as vendas do caça Rafale, produzido pela francesa Dassault para as forças aéreas internacionais, incluindo o Brasil. O conglomerado francês é dono de pouco mais de 46% das ações da Dassault.
E o Brasil, mais uma vez, é foco de atenção do conglomerado, uma vez que decidirá no início do ano que vem o fornecedor de 36 caças para reforçar a Força Aérea local. Além do Rafale francës, estão na disputa o Gripen, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da Boeing. Nos últimos tempos, a companhia americana é quem tem feito os maiores esforços para agradar ao governo brasileiro. Criou parcerias locais para o desenvolvimento de combustíveis limpos e formalizou parceria com a Embraer para desenvolver e comercializar o cargueiro militar KC 390, projeto que há muito tempo estava parado nas pranchetas.



As informações são"IG Patrícia Nakamura - Brasil Econômico Com Reuters".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:

Boeing fornecerá armamento para Super Tucano da Embraer


A norte-americana Boeing vai fornecer novos sistemas de armamento para o avião de combate leve Super Tucano, da Embraer, fortalecendo a posição da fabricante brasileira em uma licitação promovida pela Força Aérea dos Estados Unidos.

O novo sistema de armamentos oferecerá um maior alcance inteligente de bombas guiadas por laser e GPS, e atenderão a futuras demandas de clientes, disseram as companhias em comunicado conjunto nesta terça-feira.

O acordo reforça a oferta da Embraer em uma licitação de um contrato da Força Aérea norte-americana fortemente contestado no início deste ano. A licitação para compra de 20 aviões de combate leve para missões de contrainsurgência no Afeganistão tinha sido vencida pela Embraer, mas foi cancelada e reiniciada.

"Essa integração amplia o conteúdo da proposta apresentada à Força Aérea dos EUA, oferecendo recursos que atendem não apenas aos requisitos do programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve, mas que os superam de forma significativa", disse a Embraer.

O contrato com a Força Aérea dos EUA representaria a entrada da Embraer no importante mercado de Defesa norte-americano, que tem o maior orçamento do mundo. Inicialmente, o negócio é estimado em 355 milhões de dólares.

A Embraer e sua parceria norte-americana Sierra Nevada venceram a disputa em uma rodada anterior de licitação, mas que foi cancelada após uma ação judicial da concorrente Hawker Beechcraft.

A frota de Super Tucano já acumulou mais de 157 mil horas de voo, incluindo 23 mil horas de combate. A aeronave está certificada para mais de 130 configurações de armamento e já foi selecionada por 10 clientes em três continentes.

O anúncio desta terça-feira é um desdobramento da assinatura de um acordo feito entre Boeing e Embraer em abril para parceria em diversas áreas.

Em 26 de junho, Boeing e Embraer anunciaram cooperação no programa do cargueiro KC-390 da fabricante brasileira. Nessa frente, as empresas irão compartilhar conhecimentos técnicos específicos e avaliar conjuntamente mercados onde poderão estabelecer estratégias de vendas no segmento de aeronaves de transporte militar de médio porte. 

As informações são"Reuters Brasil Por Carolina Marcondes e Brad Haynes".Sempre é citado o link de referência.

Boeing e Embraer assinam acordo de cooperação


Boeing Company e Embraer assinam um acordo de cooperação para o programa KC-390. O acordo prevê o compartilhamento de conhecimentos técnicos específicos e a avaliação conjunta de mercados onde poderão estabelecer estratégias de vendas no segmento de aeronaves de transporte militar de médio porte.

“A Boeing tem grande experiência em aeronaves militares de transporte e reabastecimento em voo, assim como profundo conhecimento de clientes potenciais para o KC-390, em especial nos mercados que não foram incluídos no nosso plano de marketing original”, disse o presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar. “Este acordo reforçará a posição de destaque do KC-390 no mercado global de transporte militar.”

A cooperação para o programa KC-390 é parte de um amplo acordo assinado pela Boeing e pela Embraer em abril deste ano, quando as empresas anunciaram cooperação em diversas áreas, incluindo funcionalidades para aeronaves comerciais que aumentem sua segurança e eficiência, pesquisa e tecnologia, bem como biocombustíveis sustentáveis para aviação. Boeing e Embraer vão analisar, em conjunto, o mercado de aeronaves militares de transporte de médio porte e possíveis parcerias comerciais. Essa análise de mercado incluirá potenciais clientes que não haviam sido considerados nas projeções iniciais de mercado para o KC-390.

“A Embraer é uma líder global em inovação e ambos reconhecemos o valor de trabalhar em parceria para fornecer soluções acessíveis e de alta qualidade para os nossos clientes”, disse o presidente e CEO da Boeing Defense, Space & Security, Dennis Muilenburg. “Essa colaboração combina a comprovada excelência da Boeing em aeronaves de transporte militar com as realizações do KC-390 da Embraer, de forma a avançar ainda mais com esta aeronave altamente capacitada”, complementou o executivo.

O KC-390 é um projeto da Força Aérea Brasileira, para o qual a Embraer foi contratada para desenvolver a aeronave, em abril de 2009. Trata-se do maior avião a ser produzido pela indústria aeroespacial brasileira e estabelecerá novos padrões para aeronaves de transporte militar de médio porte em termos de desempenho, capacidade de carga, flexibilidade e custos de operação.

A Boeing mantém uma sólida e longa parceria com o Brasil, por mais de 80 anos, que teve início com a entrega dos primeiros caças F4B-4 para o Governo Brasileiro, em 1932, e fornece aeronaves comerciais para empresas aéreas brasileiras desde 1960. A Boeing inaugurou seu escritório em São Paulo em outubro de 2011.


As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Boeing e Embraer assinam acordo de cooperação para o KC-390


Boeing Company e Embraer assinaram hoje um acordo de cooperação para o programa KC-390. O acordo prevê o compartilhamento de conhecimentos técnicos específicos e a avaliação conjunta de mercados onde poderão estabelecer estratégias de vendas no segmento de aeronaves de transporte militar de médio porte.


“A Boeing tem grande experiência em aeronaves militares de transporte e reabastecimento em voo, assim como profundo conhecimento de clientes potenciais para o KC-390, em especial nos mercados que não foram incluídos no nosso plano de marketing original”, disse Luiz Carlos Aguiar, Presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança. “Este acordo reforçará a posição de destaque do KC-390 no mercado global de transporte militar.”


A cooperação para o programa KC-390 é parte de um amplo acordo assinado pela Boeing e pela Embraer em abril deste ano, quando as empresas anunciaram cooperação em diversas áreas, incluindo funcionalidades para aeronaves comerciais que aumentem sua segurança e eficiência, pesquisa e tecnologia, bem como bio-combustíveis sustentáveis para aviação. Boeing e Embraer vão analisar, em conjunto, o mercado de aeronaves militares de transporte de médio porte e possíveis parcerias comerciais. Essa análise de mercado incluirá potenciais clientes que não haviam sido considerados nas projeções iniciais de mercado para o KC-390. “A Embraer é uma líder global em inovação e ambos reconhecemos o valor de trabalhar em parceria para fornecer soluções acessíveis e de alta qualidade para os nossos clientes”, disse Dennis Muilenburg, Presidente e CEO da Boeing Defense, Space & Security. “Essa colaboração combina a comprovada excelência da Boeing em aeronaves de transporte militar com as realizações do KC-390 da Embraer, de forma a avançar ainda mais com esta aeronave altamente capacitada.”


O KC-390 é um projeto da Força Aérea Brasileira, para o qual a Embraer foi contratada para desenvolver a aeronave, em abril de 2009. Trata-se do maior avião a ser produzido pela indústria aeroespacial brasileira e estabelecerá novos padrões para aeronaves de transporte militar de médio porte em termos de desempenho, capacidade de carga, flexibilidade e custos de operação.


A Boeing mantém uma sólida e longa parceria com o Brasil, por mais de 80 anos, que teve início com a entrega dos primeiros caças F4B-4 para o Governo Brasileiro, em 1932, e fornece aeronaves comerciais para empresas aéreas brasileiras desde 1960. A Boeing inaugurou seu escritório em São Paulo em outubro de 2011.



As informações são"Jornal Floripa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Embraer faz parceria com Boeing para cargueiro militar KC-390


A Boeing dará suporte comercial para a venda do avião de transporte militar KC-390 da Embraer, ampliando o mercado potencial da aeronave e garantindo que a fabricante brasileira dispute potenciais contratos em países como os Estados Unidos.
As companhias firmaram um acordo de parceria anunciado nesta terça-feira, que pode tornar o cargueiro um avião complementar no conjunto de produtos da companhia norte-americana, afirmou o presidente-executivo da divisão de defesa e espaço da Boeing, Dennis Muilenburg.
A aliança envolve o compartilhamento de conhecimentos técnicos e as empresas vão avaliar possíveis parcerias na comercialização do cargueiro.
O presidente-executivo da área de defesa da fabricante brasileira de aviões, Luiz Carlos Aguiar, comentou que no estudo inicial do KC-390 a Embraer não considerava a venda para alguns mercados ocupados por fabricantes de aviões similares, como Estados Unidos, Rússia, Canadá e Índia. Após a parceria, a empresa poderá, eventualmente, ingressar com o modelo nesses mercados, com o apoio comercial da Boeing.
"Não estamos aqui escolhendo parceiro de risco ou fornecedor, é simplesmente uma colaboração técnica de uma empresa líder que já passou por várias experiências de uma aeronave não do mesmo segmento, mas também de transporte militar... é colaboração, é contato", disse Aguiar a jornalistas.
A Embraer está desenvolvendo o KC-390, jato de transporte militar e reabastecimento, sob contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB), que tem aprovação final sobre a seleção dos sistemas da aeronave considerados de interesse estratégico, como propulsão, aviônica, missão, autoproteção, manuseio e lançamento de cargas, entre outros.


As informações são"Yahoo via Reuters Por Cesar Bianconi".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz

Preço do cargueiro militar KC-390 da Embraer deverá ser definido até final deste ano

A definição das características do KC-390, cargueiro militar que está sendo desenvolvido pela Embrarer em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), e que conta com a participação de Portugal, República Checa e Argentina, deverá ficar concluída este ano, segundo o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar.

Em entrevista à agência Reuters, publicada hoje no site do Estado S.Paulo, o executivo da construtora brasileira de aeronaves disse também que a suspensão do contrato de venda de 20 aviões Super-Tucanos para o governo dos Estados Unidos será resolvida rapidamente.

De acordo com Luiz Aguiar, a venda à Força Aérea dos EUA poderá abrir espaço para negócios com outros países, como os da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Na entrevista, o executivo reafirmou que a vitória da Embraer nesta concorrência do governo norte-americano é "inequívoca".

"O sistema jurídico americano é absolutamente inquestionável e notoriamente eficiente e rápido nas suas decisões. Nós acreditamos piamente que isso vai ocorrer... a nossa aeronave foi desenhada... para a missão que eles estão necessitando agora. E eles estão necessitando com uma certa urgência."

No início do mês, os EUA suspenderam temporariamente a compra de 20 aviões militares Super Tucano, após a Hawker Beechcraft contestar o resultado da licitação, que excluiu o avião AT-6.

O volume de vendas pode chegar a 55 unidades do Super Tucano ou que equivalera a US$ 950 milhões de dólares.

KC-390

Um outro projeto que está a ser desenvolvido pela Embraer é o KC-390, de que Portugal também participa.

De acordo com Luiz Aguiar, em 2012 haverá a definição das características do KC-390, cargueiro militar que está sendo desenvolvido em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB).

"A ideia é até o início do ano que vem congelar a configuração e ter condições de precificá-lo para poder começar a fazer a venda no primeiro trimestre do ano que vem."

A Embraer tem cartas de intenções de 60 unidades do cargueiro, sendo 28 para a FAB. Os 32 restantes estão divididos entre República Tcheca, Portugal e Argentina, que também participam do projeto do avião, além de Chile e Colômbia, que têm cartas de intenção de aquisição.


As informações são"Portugal Digital".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:
Thiago Oliveira Ferraz