Ao todo serão mais de 500 servidores da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Polícia Federal e da Receita Federal, entre outros órgãos, que trabalharão nos aeroportos internacionais - Tom Jobim (Galeão) e o de Guarulhos - do Rio de Janeiro e de São Paulo, respectivamente; além dos aeroportos Santos Dumont, na capital fluminense, e o de Congonhas, na capital paulista.
“Fizemos um plano específico para a JMJ, que envolve os dois aeroportos do Rio, dois de São Paulo e mais 17 aeroportos de contingência. Além disso, temos a nossa disposição duas bases aéreas, de São Paulo e o do Galeão. A Base [Aérea] do Galeão, aliás, é onde o papa chegará e deixará o país”, disse Rafael Faria, coordenador Secretaria Nacional de Aviação Civil.
De acordo com o Ministério do Turismo, são esperados entre 1,7 milhão e 2 milhões de visitantes no Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude. Um Centro de Comando e Controle Nacional da Secretaria de Aviação Civil, que começou a funcionar em 15 de julho e ficará aberto até 4 de agosto, ajudará no acompanhamento da movimentação dos aeroportos.
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