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Phenom 300 da Embraer recebe certificação para aproximação íngrime

A Embraer Aviação Executiva anunciou hoje que o Phenom 300 recebeu certificação da EASA (European Aviation Safety Agency ou Agência Europeia para a Segurança da Aviação) para aproximação íngrime, o que permite ângulos de descida de até 5,5 graus.

“Esta certificação amplia a flexibilidade operacional do Phenom 300”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente da Embraer Aviação Executiva. “Nossos clientes europeus passarão a ter acesso a aeroportos especiais, como o de London City.”
O novo recurso, associado ao seu excelente desempenho de pista, faz do Phenom 300 um jato executivo muito versátil para operar no aeroporto de London City, alcançando destinos tão distantes quanto Samara, na Rússia, ou Ankara, na Turquia. A aproximação íngrime está disponível a partir de maio de 2014 nos jatos Phenom 300 a serem configurados para certificação EASA.
Sobre o jato Phenom 300
O Phenom 300 tem desempenho entre os melhores jatos da categoria light, com velocidade máxima de cruzeiro de 453 nós (839 km/h) e um alcance de 3.650 quilômetros (1,971 milhas náuticas) com seis ocupantes nas condições NBAA IFR, o que permite voos diretos de London City Airport até Samara, na Rússia, ou Ankara, na Turquia. Com a melhor razão de subida e desempenho de pista da sua classe, o Phenom 300 tem custos de operação e de manutenção menor do que seus concorrentes. A aeronave voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros), propulsionada por dois motores Pratt & Whitney Canada PW535E, com 3.360 libras de empuxo cada.
O Phenom 300 oferece uma cabine espaçosa, projetada em parceria com o BMW Group DesignworksUSA e o maior bagageiro de sua categoria. As maiores janelas de sua classe proporcionam luz natural abundante na cabine e no toalete. O conforto dos assentos, com capacidade de reclínio e amplo movimento é acentuado pela melhor pressurização de cabine entre os jatos leves (altitude máxima de 6.600 pés). O Phenom 300 oferece zonas de temperatura distintas para pilotos e passageiros, uma ampla galley, opções de comunicação de voz e de dados e um sistema de entretenimento.
A cabine de comando permite operação por um só piloto e oferece a opção avançada Prodigy Touch Flight Deck. Os recursos tipicamente encontrados em categorias superiores são ponto único de reabastecimento, manutenção externa do toalete e uma elegante escada.

As informações são"http://www.portalr3.com.br/2014/05/phenom-300-da-embraer-recebe-certificacao-para-aproximacao-ingrime/#.U3uJQtJdXTo".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer expõe gama completa de aviões executivos em Xangai, China

A Embraer Aviação Executiva participa de 15 a 17 de Abril na edição de 2014 da Asian Business Aviation Conference & Exhibition (ABACE), a fim de promover a sua gama completa de aviões e de serviços, disse Marco Túlio Pellegrini.

Pellegrini, presidente da divisão de aviação executiva da Empresa Brasileira de Aeronáutica, adiantou que a ABACE, a decorrer no Aeroporto Internacional Hongqiao de Xangai, China, “é uma boa oportunidade para encontros com clientes e dirigentes de empresas que compreendem o valor dos nossos jactos executivos como ferramentas de negócios.”



A empresa exibirá na exposição estática o Lineage 1000E, pela primeira vez apresentado neste certame, o jato Legacy 650 e o jato da categoria Phenom 300.

O Lineage 1000E, da categoria “ultra-grande”, é o maior jato executivo da Embraer e transporta até 19 passageiros em cinco zonas distintas de cabine.

Por seu turno, o Legacy 650, da categoria “grande”, transporta até 14 passageiros em três zonas distintas de cabine e o Phenom 300, da categoria “leve”, é, de acordo com a empresa, um dos melhores jatos da sua categoria, transportando seis ocupantes a uma velocidade máxima de cruzeiro de 839 quilômetros por hora.


As informações são"http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=74067".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Estreia de novo rival da Embraer está marcada para maio


A Bombardier anunciou nesta segunda-feira que o primeiro modelo de produção do Learjet 75 fará sua estreia na feira europeia de aviação (Ebace), que será realizada de 21 a 23 de maio em Genebra, na Suíça. A aeronave é mais uma concorrente da Embraer no segmento de jatos comerciais.
De acordo com a fabricante canadense, quarta maior em aviões comerciais no mundo, o Learjet 75 é capaz de percorrer até 3.704 km sem precisar de reabastecimento e pode voar a uma altitude de até 51 mil pés (cerca de 15.545 metros). O preço da aeronave é estimado em US$ 13,5 milhões.
O Phenom 300, da Embraer, voa a uma altitude de até 45 mil pés (13.716 metros) e tem autonomia para 3.650 km. A Embraer teve lucro líquido de US$ 30 milhões de janeiro a março, abaixo da média das expectativas de analistas de US$ 58 milhões. A empresa brasileira entregou 17 aeronaves comerciais e 12 executivas no primeiro trimestre, contra 21 e 13 unidades nesses dois segmentos um ano antes, respectivamente.


As informações são"Terra ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes 

Embraer inicia conferências com operadores de jatos executivos

A Embraer agendou para abril e maio três Conferências de Operadores da Aviação Executiva (EEOCs, na sigla em inglês) na França, EUA e Brasil. A Empresa também confirmou a realização de mais EEOCs em outras regiões durante o segundo semestre deste ano.


O evento na Europa acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2013 em Paris, na França, e vai abordar os programas Phenom 100, Phenom 300, Legacy 600 e Legacy 650. A conferência com os operadores da América do Norte está agendada entre os dias 7 e 9 de maio em Fort Lauderdale, Flórida, e vai abordar o programa Legacy, enquanto a conferência com os operadores da América do Sul, que vai tratar dos programas Phenom e Legacy, acontecerá em Atibaia, interior de São Paulo, nos dias 14 e 15 de maio de 2013.

“Essas reuniões representam uma grande oportunidade para que pilotos, operadores e proprietários troquem experiências com o nosso time de suporte e serviços”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer – Aviação Executiva. “Esses encontros são de grande importância para nós. Por isso, este ano aumentamos para cerca de quinze o número de eventos dedicados com os operadores, incluindo miniconferências com nossos frotistas e as EEOCs.  Isso demonstra o nosso compromisso em ouvir sempre nossos clientes e assegurar-lhes a melhor experiência possível.”

Com mais de 600 jatos executivos da Embraer operando em todo o mundo, esses encontros com os operadores se tornaram cada vez mais importantes. As conferências abordarão atualizações técnicas, de manutenção e de operações de voo. Os workshops interativos, painéis e a integração permitirão que os participantes troquem ideias em cenários formais e informais.

As EEOCs que acontecerão durante o segundo semestre de 2013 incluem uma conferência na região Ásia-Pacífico, abordando o Phenom e o Legacy, uma conferência no Oriente Médio, sobre o Legacy e o Lineage 1000, e uma segunda conferência na América do Norte, sobre o Phenom.

Esses eventos são oportunidades importantes que permitem à Empresa aperfeiçoar o atendimento e os serviços aos clientes e desenvolver novos programas que aprimorem a experiência de possuir e operar os jatos executivos da Embraer.


As informações são"Embraer, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira 

Embraer traz jatos a São José dos Campos


A Embraer Aviação Executiva concentrou em São José dos Campos e nos Estados Unidos as atividades de produção e entregas de jatos executivos.

No ano passado, a empresa transferiu da fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, interior paulista, a linha de produção dos jatos Phenom 100 e 300.

Na fábrica de São José dos Campos já são montados o Legacy e o Lineage.

A mudança está atrelada a vários fatores. Entre eles, permitir à Embraer Defesa e Segurança ampliar suas atividades em Gavião Peixoto, principalmente com a produção do cargueiro militar KC-390, que vai entrar em operação em 2015.


“Houve necessidade de otimizar espaço. Em São José temos a competência da montagem final, do interior da aeronave, da aceitação do avião em voo. Toda essa dinâmica favorece a concentração das atividades em um único local”, explicou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini.

Além disso, o executivo destaca outro fator favorável à fábrica de São José: o setor produtivo e o corpo de engenharia estão na planta local. A localização da cidade, no eixo Rio-São Paulo, favorece as entregas.
“O cliente normalmente fica hospedado em São Paulo, que está há 15 minutos de voo de São José, e que tem mais ofertas de hotéis, restaurantes e lazer e vem à Embraer para receber o seu jato”, disse Pellegrini.

Perspectiva/ Ainda em fase de recuperação, após atravessar sérias turbulências entre 2008 e 2012 por causa da crise da economia mundial, a aviação executiva mostra sinais de retomada.

“A aviação executiva caminha em paralelo com a situação da economia. Em 2008, foram entregues 1.100 jatos no mundo. No ano passado, 663. Esperamos que a partir deste ano ocorra uma estabilização e até um certo crescimento.”

Nesse contexto, o desempenho da Embraer foi positivo se comparado com a concorrência. Nos últimos dois anos a empresa despachou 188 jatos executivos. O restante da indústria mundial registrou redução de 6%. Foram 703 aviões em 2011 e 663 no ano passado.

A empresa também registrou crescimento de receita no período, de 15%. No ano passado, faturou US$ 1,2 bilhão. A previsão para este ano é atingir receita de até US$ 1,6 bilhões e aumentar sua participação na receita global da empresa de 21% para 25%.

Expectativa é de US$ 200 bi em vendas em 10 anos
A estimativa do mercado mundial para a aviação executiva nos próximos dez anos é de negócios em torno de US$ 200 bilhões, com demanda de 9.300 jatos.

A Embraer trabalha para abocanhar uma boa fatia desse mercado, informou o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini.

O executivo relatou que os Estados Unidos deve consumir 50% dessa demanda.

Atualmente, o país tem uma frota de 11 mil jatos executivos, a maior do mundo.

Por isso, a Embraer investe nos EUA, onde já possui uma unidade industrial em Melbourne, na Flórida, para a montagem final do Phenom.
Pellegrini disse que o mercado brasileiro também é promissor. “O Brasil tem mercado potencial com perspectivas de crescimento”, disse.
A China é outro mercado promissor. A Embraer montou uma unidade industrial no país para produzir o Legacy.

A empresa estima que o primeiro Legacy montado em território chinês será entregue até o final do ano para um cliente da própria China.
Apesar da crise econômica, a Europa também tem mercado potencial. O Oriente Médio é visto como uma promessa para o futuro.
SAIBA MAIS
UnidadeA Embraer Aviação Executiva se fortaleceu após 2005 e com o lançamento da família Phenom, em 2008
ReceitaNo ano passado, a unidade faturou US$ 1,2 bilhão
PrevisãoA previsão para este ano é obtenção de receita entre US$ 1,4 bilhão e US$ 1,6 bilhão
FrotaA Embraer Aviação Executiva já entregou 600 jatos executivos que voam em 50 países
MercadoO mercado potencial do segmento nos próximos dez anos é de US$ 200 bilhões
FrotaA demanda de aeronaves no período está estimada em 9.300 unidades. Metade somente para os EUA.


As informações são"Bom Dia Sorocaba".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

O primeiro voo do Legacy 500, a grande jogada da Embraer


Na tarde da última terça-feira, 27, o comandante Mozart Louzada Júnior viveu uma experiência inédita. Em São José dos Campos, no interior paulista, Louzada comandou o primeiro voo de uma nova aeronave, o Legacy 500. Piloto aposentado da Força Aérea Brasileira, a FAB, na qual serviu por três décadas, ele trabalha para a Embraer há doze anos. Sair do chão pela primeira vez é um momento decisivo para a carreira de um novo modelo de avião. Resultado de seis anos de pesquisas e de um investimento de 750 milhões de dólares, o Legacy 500 foi concebido para ser o que os americanos definem como game changer - um modelo destinado a revolucionar a sua categoria. O grande diferencial tecnológico em relação aos concorrentes é a tecnologia fly-by-wire, sistema eletrônico que dispensa o uso de cabos e transmite digitalmente aos flaps, leme e outras partes móveis do avião as ordens que o piloto dá pelo sidestick na cabine. O sistema digital permite diminuir o peso do avião e, teoricamente, reduz o risco de falhas. Atualmente ele é usado nos jatos comerciais da Airbus e da Boeing. Os jatos executivos de longo alcance, como o Falcon 7X, da francesa Dassault, que custa 50 milhões de dólares, também voam com o sistema fly-by-wire. Alguns modelos executivos mais baratos usam o sistema de controle digital apenas para alguns comandos. O Legacy 500 será o primeiro modelo executivo de médio porte e preço entre 16 milhões e 20 milhões de dólares com digitalização total dos comandos. Antes da decolagem inaugural, o Legacy 500 passou por 2 500 horas de testes, ao longo de dois anos, no equipamento iron bird, um simulador que permite estudar e testar os controles de voo, os trens de pouso e todo o sistema hidráulico do avião, que também é submetido a testes de resistência estrutural.
A indústria aeroespacial é uma das mais competitivas do mundo. Entre os jatos executivos, a Embraer disputa mercado com a canadense Bombardier e as americanas Gulfstream, Cessna e Hawker Beechcraft, além da francesa Dassault. A Embraer ganhou espaço em 2008 com a primeira entrega do modelo Phenom 100, jato executivo para até oito passageiros. Um ano depois veio o Phenom 300, com formato ovalado, mais espaço interno e freios de carbono, ideais para pistas curtas. Com o Legacy 500, a Embraer vai oferecer uma opção aos compradores de jatos executivos médios porque a aeronave, além de possuir digitalização total dos comandos, é a única da sua categoria com cabine stand up, ou seja, alta o bastante para uma pessoa de 1,80 metro ficar de pé. A Embraer ainda tem o Lineage 1 000, o topo de linha, que briga com os jatos executivos intercontinentais.
Dois em cada três compradores desses aviões são empresas que utilizam as aeronaves como ferramenta de negócios, para transportar os seus executivos com maior agilidade e conforto, sem depender dos horários da aviação comercial. Apenas 5% dos compradores são celebridades. A Embraer tem como trunfo competitivo sua parceria com o grupo alemão BMW, encarregado da concepção do design interno do avião. Diz Marco Pellegrini, vice-presidente de operações de aviação executiva: “Fizemos pesquisas de mercado abrangentes e sabemos que oferecemos um jato com características só encontradas em modelos bem mais caros”.
Embora já apareça como a terceira força da aviação executiva, a Embraer é uma novata no segmento, com uma década de experiência. A americana Learjet, pioneira e hoje pertencente à Bombardier, está no mercado há meio século. A antiga estatal brasileira, privatizada em 1994, mantém preeminência na aviação comercial regional há alguns anos. Mais recentemente, decidiu entrar no mercado de jatos executivos para diversificar as suas vendas. Hoje, 20% do faturamento vem dessa divisão. A rigor seu primeiro modelo nesse segmento foi o Legacy 600, que estreou em 2002. Resultado da adaptação para o mundo executivo de um modelo originalmente destinado à aviação regional, o Legacy 600 não pode ser visto como o pioneiro de uma família de novos e competitivos jatos, como é o caso do Legacy 500. Diz Mauro Kern, vice-presidente de engenharia: “Nesse mercado, somos obrigados a identificar as tendências com quinze anos de antecedência”.
A adoção de novas tecnologias e a flexibilidade são fundamentais nessa competição. Isso fica cada vez mais evidente nas linhas de montagem. No caso do Legacy 500, pela primeira vez os engenheiros da Embraer - são 4 500 de um total de 17 000 funcionários - trocaram os extensos e pesados manuais de instruções em papel por tablets interconectados e capazes de exibir imagens tridimensionais. A eliminação dos manuais e a adoção dos tablets diminuíram em 40% o tempo mínimo de aprendizagem dos funcionários encarregados da fabricação dos novos modelos.
Como é natural na indústria de aviação, o trabalho nunca está completo. O voo inaugural da semana passada foi apenas o começo de uma nova bateria de testes. Até o fim de 2013, o comandante Louzada e sua equipe de trinta pilotos vão voar mais 2 000 horas no Legacy 500, que será exigido em decolagens, aterrissagens e voos nas mais diferentes condições atmosféricas. As perspectivas são favoráveis. Afirma Ronald Epstein, analista do setor aeroespacial do Bank of America Merrill Lynch: “O Legacy 500 será o modelo mais avançado de sua categoria com um preço competitivo”. Os primeiros compradores do Legacy 500, cujo número exato é um segredo industrial na Embraer, devem começar a receber seus jatos em 2014. 



As informações são"veja.com por Marcelo Sakate".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza 

Legacy 500 da Embraer realiza primeiro voo “impecável”


A Embraer voou hoje pela primeira vez o Legacy 500, marcando o início de uma nova geração de jatos executivos. O bem-sucedido primeiro voo do Legacy 500 é o marco inicial de seu programa de testes em voo. As primeiras entregas da aeronave estão previstas para o início de 2014.
“Este jato extraordinário simboliza o futuro da aviação executiva e é fruto da inovação, talento e dedicação que fazem parte da cultura da Embraer”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer.
“Esta é a aeronave que nos levará de importante competidor da indústria de jatos executivos para a liderança do mercado”, disse Ernest Edwards, presidente da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 quebra todos os paradigmas de jatos desta categoria ao oferecer o que nunca foi oferecido antes. É inestimável a importância do sistema eletrônico de voo fly-by-wire. Essa tecnologia é para a aviação executiva o que o GPS tem sido para a navegação. Isso garantirá maior segurança, precisão, eficiência e conforto para cada voo da aeronave.”
Os pilotos de teste Mozart Louzada e Eduardo Camelier, acompanhados dos engenheiros de ensaios em voo Gustavo Monteiro Paixão e Alexandre Figueiredo, voaram o Legacy 500 por 1 hora e 45 minutos, executando ampla variedade de testes de sistemas e avaliando características de desempenho e dirigibilidade. Em razão da extensa utilização de simuladores e da campanha de testes em solo, a aeronave foi capaz de atingir um significativo envelope operacional logo em seu voo inaugural. Vários sistemas foram acionados, inclusive recolhimento do trem de pouso.
“A partir do momento em que você entra no cockpit, é possível afirmar que se trata claramente de uma nova e surpreendente geração de jatos executivos", disse o comandante Louzada. “O voo foi um sucesso, exatamente como o previsto no plano. Foi impecável.” A cabine espaçosa tem um manche lateral de controle (sidestick) e o mais avançado sistema de aviônica disponível hoje no mercado.
O Legacy 500 é o que a indústria denomina de projeto “clean-sheet”, ou seja, desenvolvido do zero, sem utilizar desenhos de outras aeronaves. Seu design é baseado em uma extensiva pesquisa de mercado realizada com operadores e clientes. “Nós ouvimos com entusiasmo e agimos com agressividade”, disse Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer – Aviação Executiva. “O Legacy 500 é realmente o produto que o mercado deseja e busca.”
Primeiro jato executivo da categoria midsize a incorporar o sistema de controle eletrônico fly-by-wire, a aeronave tem uma cabine de 1,82 metro de altura e piso plano.“De longe, o Legacy 500 tem a maior cabine de toda a categoria, com o conforto e a tecnologia encontrados somente em aeronaves maiores e bem mais caras”, disse Pellegrini. “Ele elevará, sem dúvida, o padrão da indústria para projetos futuros em relação à tecnologia, desempenho, estilo e conforto.”
O Legacy 500 será seguido pelo quarto projeto clean-sheet da Embraer Aviação Executiva, o Legacy 450, da categoria midlight, que entrará em serviço um ano depois. “Projetos clean-sheet são parte do nosso DNA. Eles são a razão da nossa sensibilidade às necessidades dos clientes”, afirmou Pellegrini. Os bem-sucedidos jatos Phenom 100 e Phenom 300 também são projetos clean-sheet.
Dois modernos motores Honeywell HTF 7500E, de baixo consumo de combustível e capazes de produzir até 6.540 libras de força propulsora equipam o Legacy 500, bem como a aviônica Pro Line Fusion da Rockwell Collins com sistema de visão sintética. 


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

Aprender mais com o que funciona


Há 15 dias, visitei as instalações da Embraer na cidade de Melbourne, na Flórida - EUA, perto do conhecido Cabo Canaveral, local de lançamento de foguetes e base da NASA, a pouco mais de 120 km da cidade de Orlando.
JOSÉ ROBERTO FERRO, PRESIDENTE E
FUNDADOR DO LEAN INSTITUTE BRASIL
Trata-se de uma unidade de Aviação Executiva da empresa. No site, há plantas de manufatura (montagem e pintura da fuselagem dos jatos Phenom), um centro de engenharia que deverá ter cerca de 200 engenheiros em 4 a 5 anos, além de um Centro de Entrega para permitir o acesso a potencias clientes, ajudar os clientes a definir o tipo de configuração do interior e exterior e servir para a entrega do produto acabado. Os EUA são o maior mercado mundial para a aviação executiva. 
Como é possível o Brasil ter uma pujante empresa aeronáutica, a terceira do mundo, perdendo apenas para as gigantes Boeing e Airbus, ambas contando com substanciais apoios governamentais, e não ter nem ao menos uma importante empresa no setor automotivo, quer seja montadora quer seja empresa de autopeças? Lembramos que a indústria automotiva é mais madura e tem menor intensidade tecnológica do que a indústria aeronáutica.
Na coluna da semana passada (“Novo regime automotivo não traz inovação e gera mais burocracia”), comentei sobre o novo regime automotivo e, em particular, por que as propostas de estimular o incremento da inovação no setor tendem a não funcionar da forma esperada pelo governo federal.
Perguntei ainda por que não há uma montadora nacional, pois países com indústria automobilística mais nova, como a Coreia, Índia e China, já têm suas próprias montadoras locais.
Inevitável o sentimento de orgulho ao caminhar pela unidade da Embraer nos EUA e conversar com pessoas originárias das mais avançadas empresas do setor aeronáutico do mundo, como da Boeing, United Technologies e da própria NASA, trabalhando em uma empresa brasileira em um mercado global, de alta tecnologia e supercompetitivo.
Mas essa visita me fez lembrar uma sensação semelhante de orgulho que tive no final dos anos 80, por ocasião de uma visita a recém-inaugurada fábrica da Metal Leve, na Carolina do Sul, então uma das poucas empresas de capital nacional no setor. Na época, estava trabalhando em um projeto de pesquisa sobre a indústria automobilística mundial no MIT. Tratava-se de uma empresa referência, com elevados investimentos em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), muitos deles apoiados pelo governo. E era capaz de empreender um esforço de globalização, como o da planta nos EUA, para se aproximar de seus clientes norte-americanos, enfrentando os desafios competitivos da época.
Apesar do sucesso momentâneo e aparente, a empresa não conseguiu sobreviver à abertura do mercado brasileiro e à intensificação da competição global na década de 90. Acabou sendo vendida a um grupo estrangeiro.
Por que a Embraer vem tendo sucesso e não há nenhuma empresa nacional globalmente relevante no setor automotivo? Para chegar a esse estágio atual em sua evolução, a Embraer incorporou uma longa história de desenvolvimento tecnológico e empresarial desde os anos 50, quando o ITA e o CTA foram criados, até o período de empresa estatal com gestão militarizada, chegando, enfim, ao estágio mais recente de empresa privada com capital aberto e gestão profissional.
Inicialmente, a importância do acesso à alta tecnologia e pesquisas de base foi essencial. Tanto o ITA quanto o CTA tiveram em suas origens o apoio do Departamento de Engenharia Aerospacial do MIT. Esse período inicial levou a uma aliança forte entre militares e pesquisadores, criando equipes extremamente capazes. Porém, igualmente importante foi a capacidade da empresa se manter competitiva através do lançamento de novos produtos mais rapidamente e pela busca de maior eficiência após a privatização.
O mesmo tipo de estímulo dado recentemente à indústria automobilística foi oferecido por décadas à indústria de eletrônica, prioridade de diversos governos. Como resultado, temos algumas empresas locais com capacidade de montagem de peças e componentes importados desenvolvidos em outros países e uma pequena indústria nacional de software. Muito pouco frente os estímulos de bilhões oferecidos.
Precisamos aprender mais com o que tem dado certo e não replicar o que deu errado. Políticas de governo burocráticas, protecionistas e geradoras de artificialismos não terão sucesso. Estimular a competência e a competição dá certo. Governos podem ajudar com as políticas certas. No mundo empresarial, cada vez mais competitivo e em alta velocidade, a sobrevivência é apenas uma possibilidade.  
(José Roberto Ferro escreve às segundas-feiras)



As informações são"epocanegocios.globo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira 

Jato Executivo Lineage 1000 da Embraer Estreia na LABACE 2012

O Lineage 1000, luxuoso jato executivo da Embraer, fará sua estreia na nona edição da Latin American Business Conference and Exhibition (LABACE), de 15 a 17 de agosto, no Aeroporto de Congonhas (CGH), em São Paulo. Na exposição estática, os visitantes terão ainda a oportunidade de visitar os jatos executivos entry-level Phenom 100, light Phenom 300 e o large Legacy 650 com novo interior. 

Na segunda-feira, 13 de agosto, às 15h, a Embraer realizará uma coletiva de imprensa na sala Santos Dumont, no local da exposição, para apresentar atualizações de seus programas na aviação executiva e previsões de mercado. 

“A LABACE é a maior exposição de aviação executiva da América Latina e oferece uma grande oportunidade para fortalecer nossas relações com clientes atuais e potenciais”, disse Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer – Aviação Executiva. “Durante o evento, teremos a honra de apresentar o Lineage 1000 pela primeira vez, além da família Phenom e do Legacy 650, que combinam baixos custos operacionais e amplas cabines e compartimentos de bagagem, proporcionando aos clientes a melhor experiência em suas respectivas categorias.” 

Durante o evento, a equipe de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer mostrará suas premiadas soluções, recentemente classificadas entre as melhores do setor em pesquisas de suporte a produtos publicadas nas revistas especializadas Aviation International News e Professional Pilot. A equipe também apresentará soluções de treinamento e outras iniciativas para apoiar a crescente frota de mais de 110 jatos executivos Embraer em operação no Brasil. 


Sobre o Lineage 1000 

O Lineage 1000 da categoria ultra-large é o maior jato executivo da Embraer. Pode transportar até 19 passageiros em cinco áreas de cabine, com três a quatro tripulantes. Seu alcance de 8.334 km (4.500 milhas náuticas) com quatro passageiros, ou 8.149 km (4.400 milhas náuticas) com oito passageiros, ambos com reservas de combustível NBAA IFR, possibilita voos sem escala de São Paulo a Lisboa ou de Fortaleza a Calgary. 

O interior foi projetado em conjunto com a internacionalmente reconhecida Priestmangoode. A cabine utiliza os materiais mais sofisticados da categoria. A ampla variedade de configurações disponíveis atende aos requisitos de todos os passageiros, com espaço suficiente para trabalho, descanso ou reuniões. Entre os itens opcionais estão um quarto com cama queen-size e chuveiro, wi-fi de alta velocidade para aumentar a produtividade, além de comodidades na galley como cafeteira NespressoTM, refrigerador de vinho e geladeira.

O compartimento de bagagem traseiro do Lineage 1000, pressurizado e acessível durante o voo, tem capacidade total de 323 pés cúbicos (9.140 litros) e é o maior entre todos os jatos executivos. A aeronave incorpora ainda  sistema de controle de voo eletrônico fly-by-wire que melhora o desempenho e a segurança da operação.. 

Para mais informações sobre os jatos executivos Embraer, visite: www.EmbraerExecutiveJets.com.


As informações são"Agora Vale".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz

Embraer recebe certificação nos Estados Unidos


Nesta segunda-feira, 18, a Embraer recebeu da FAA (Federal Aviation Administration), entidade norte-americana de aviação, o Certificado de Produção para montagem do Phenom 100 na unidade de jatos executivos da empresa, na cidade americana de Melbourne, no Estado da Flórida. Antes disso, os aviões produzidos no local recebiam a mesma certificação dos modelos produzidos no Brasil.
“Esse é mais um passo significativo para a Embraer e o ápice de uma série de conquistas realizadas desde o ano passado”, disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer - Aviação Executiva. “Inauguramos a fábrica há pouco mais de um ano, entregamos o primeiro Phenom 100 produzido nos Estados Unidos, em dezembro, e a primeira aeronave montada nesta unidade destinada a um cliente internacional em março” , completou.
Este Certificado de Produção é uma aprovação sob o 14 CFR (Code of Federal Regulation) Part 21, sendo administrado pelo Small Aircraft Directorate. As equipes da Embraer e da FAA trabalharam em manuais de qualidade, procedimentos e auditorias de produtos, além de visitas a fornecedores internos e externos, para garantir que todos os aspectos da produção atendesse padrões de qualidade e segurança.
"O certificado de produção é um atestado do empenho de uma equipe", disse Phil Krull, diretor de Produção da Embraer – Aviação Executiva, em Melbourne. “Estamos orgulhosos desta unidade, que combina pessoal altamente capacitado com técnicas de produção avançadas. Melbourne é a primeira linha de montagem ‘paper-less’ da Embraer, com um processo mais enxuto, limpo e rápido. Nossos funcionários estão comprovando esses conceitos e inovando. A certificação da FAA é o reconhecimento disso”, destaca.


As informações são"Portogente".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Embraer recebe certificado de produção para unidade de Melbourne


Em cerimônia realizada hoje, nos Estados Unidos, a Embraer recebeu da Federal Aviation Administration (FAA) o Certificado de Produção para montagem do Phenom 100 na unidade de aviação executiva em Melbourne, no Estado da Flórida. Até recentemente, os jatos montados em Melbourne recebiam a mesma certificação dos modelos produzidos no Brasil.

“Este é mais um passo significativo para a embraer e o ápice de uma série de conquistas realizadas desde o ano passado”, disse o presidente da Embraer – Aviação Executiva, Ernest Edwards. “Inauguramos a fábrica há pouco mais de um ano, entregamos o primeiro Phenom 100 produzido nos Estados Unidos em dezembro e a primeira aeronave montada nesta unidade destinada a um cliente internacional em março.”

O certificado é a coroação de quatro anos de trabalho de uma equipe dedicada de profissionais da Embraer e da FAA, tanto no Manufacturing Inspection District Office (MIDO), da autoridade americana, em Orlando, como em seu Small Aircraft Directorate, em Kansas City, que inspeciona e certifica fabricantes para produzir aeronaves de acordo com especificações aprovadas pela FAA.

"O certificado de produção é um atestado do empenho de uma equipe", disse o diretor de Produção da Embraer – Aviação Executiva, em Melbourne, Phil Krull. “Estamos orgulhosos desta unidade, que combina pessoal altamente capacitado com técnicas de produção avançadas. Melbourne é a primeira linha de montagem ‘paper-less’ da Embraer, com um processo mais enxuto, limpo e rápido. Nossos funcionários estão comprovando esses conceitos e inovando. A certificação da FAA é o reconhecimento disso”, complementou

O Certificado de Produção é uma aprovação sob o 14 Code of Federal Regulation (CFR) Part 21, sendo administrado pelo Small Aircraft Directorate. As equipes da Embraer e da FAA trabalharam em manuais de qualidade, procedimentos e auditorias de produtos, além de visitas a fornecedores internos e externos, para garantir que todos os aspectos da produção atendessem aos padrões mais elevados de qualidade e segurança.



As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes Queiroz

Centros de serviços para jatos executivos da EMBRAER recebem prêmio da FAA

Os centros de serviços para jatos executivos da Embraer na América do Norte receberam o cobiçado Diamond Award, concedido pela Federal Aviation Administration (FAA), pela participação ativa no Programa de Capacitação de Técnicos de Aviação (Aviation Technician Training Program).

O Certificado de Excelência Diamond Award de Técnico de Manutenção de Aviação (AMT) é o maior reconhecimento da indústria. Todos os técnicos da Embraer foram qualificados, um passo significativo se considerado que os requisitos deste programa são hoje mais exigentes e difíceis de serem atendidos.

“Este é um marco importante que reforça para todos os proprietários dos nossos jatos executivos Phenom e Legacy a qualidade do trabalho e da capacitação dos técnicos de aeronaves em nossos centros de serviços”, disse Jacques Blondeau, Diretor dos Centros de MRO da Embraer – Aviação Executiva. “Obtivemos o maior reconhecimento em manutenção aeronáutica e esse prêmio é mais uma prova do nosso compromisso em oferecer o melhor suporte e serviços aos clientes. Este certificado é o resultado de importantes investimentos feitos pela Embraer para qualificação dos seus técnicos e representa o alto valor que a Empresa atribui à correta capacitação da sua força de trabalho.”

Os prêmios foram concedidos para as instalações de manutenção, reparo e revisão de jatos executivos da Embraer no Aeroporto Internacional Hartford Bradley, em Windsor Locks, CT; no Aeroporto Mesa Gateway, em Mesa, AZ; e no Aeroporto Internacional Fort Lauderdale-Hollywood, FL, todos nos EUA.

A Embraer tem uma rede global para apoiar a operação dos seus jatos executivos, composta por mais de 60 centros próprios e autorizados de serviços em todo o mundo. Esta rede é complementada pelo Centro de Atendimento ao Cliente em São José dos Campos, Brasil, que funciona 24 horas.  


As informações são"EMBRAER, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência.

Embraer aposta no mercado asiático


A Embraer está a apostar no mercado asiático. Índia e Indonésia são dois países onde a empresa brasileira de aviação pretende alargar o negócio.
Em cima da mesa está a possibilidade da Embraer instalar uma fábrica de jatos comerciais na Indonésia.
O assunto foi discutido entre o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e o homólogo indonésio, Gita Wirjawan, depois da experiência da companhia na China se ter revelado problemática.
As autoridades locais daquele país não permitiram que a empresa de aviação fabricasse aviões comerciais.
A Indonésia é vista, assim, como uma boa alternativa para aquele continente.
Por outro lado, a Embraer assinou um memorando de entendimento com a Air Works India Engineering Pvt. Ltd. para criar um stock de peças sobressalentes para todos os seus jatos executivos na Índia.
Peças para os jatos Phenom 100, Legacy 600/650 e Lineage 1000 da companhia vão poder ser armazenadas nas instalações da Air Works em Bangalore.
Segundo a imprensa brasileira, o depósito em Bangalore servirá como eixo central de onde essas peças serão despachadas para oito Centros Autorizados de Serviços da Embraer (EASC) no país.
A operação pretende otimizar as operações num mercado que tem um terço de todos os jatos da Embraer na região.
Ainda na índia, o jato executivo Legacy 650 da Embraer, da categoria Large (grande), recebeu o certificado de tipo da Directorate General of Civil Aviation (DGCA).
Este certificado permite que os clientes do Legacy 650 naquele país registem e operem a aeronave.
Este é o sexto jato executivo a ser certificado na Índia, depois do Phenom 100, light Phenom 300, super midsize Legacy 600, large Legacy 650 e ultra-large Lineage 1000.


As informações são"TVNET.PT".Sempre é citado o link de referência.

Jato Executivo Legacy 650 da Embraer é Certificado na Índia


Mais uma aernoave da Embraer pode decolar suas vendas na Índia, dentro em breve. Nesta semana, o jato executivo Legacy 650 da Embraer, da categoria large, recebeu o certificado de tipo da Directorate General of Civil Aviation (DGCA) na Índia. 
De acordo com José Eduardo Costas, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer, Ásia Pacífico -Aviação Executiva, essa certificação abre caminho para que os clientes do Legacy 650 naquele país. “A presença do Legacy 650 em Hyderabad é um evento significante, pois se trata do sexto jato executivo da Embraer a ser certificado na Índia”, disse.
A versão 2012 do Legacy 650 realiza atualmente uma turnê mundial neste mês de março. Na Índia, está sendo exibido pela Embraer na mostra estática da India Aviation 2012, que acontece em Hyderabad. Esta versão será o novo padrão das aeronaves produzidas em 2012.
Já foram certificadas na Índia as aeronaves Phenom 100, light Phenom 300, super midsize Legacy 600, large Legacy 650 e ultra-large Lineage 1000. 


As informações são"Agora Vale por Lucas Lacaz Ruiz ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

EMBRAER estréia versão 2012 do jato Legacy 650 na India Aviation

A Embraer participará da terceira Mostra e Conferência Internacional de Aviação Civil (India Aviation), que acontecerá no aeroporto Begumpet, em Hyderabad, Índia, de 14 à 18 de março. Em exibição no chalé 14, a versão 2012 do jato executivo Legacy 650 será mostrada pela primeira vez na Índia. O avião possui refinamentos no interior e sistema de gerenciamento de cabine no estado-da–arte. Disponibiliza maior eficiência e mais segurança para as operações, aumentando significativamente o padrão de qualidade na sua categoria.

Os jatos executivos Phenom 100 e Phenom 300, que chegaram ao mercado em 2009 e 2010, também estarão na exposição estática. Mais de 300 jatos Phenom já foram entregues para clientes no mundo inteiro e o Phenom 100 alcançou recentemente a marca de 100,000 horas de vôo.

A Embraer realizará uma conferência de imprensa no dia 15 de março, quinta-feira, às 10:50 horas, no Centro de Conferências de Imprensa.

“A Índia é um país chave para nossa estratégia de crescimento na Ásia Pacífico”, disse José Eduardo Costas, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a Ásia Pacífico – Aviação Executiva. “Com uma crescente frota de jatos executivos em serviço, dos quais mais de 60% tem menos de dez anos, a Índia é um dos principais mercados para o desenvolvimento da indústria de jatos executivos e esperamos que o país seja o maior mercado nesta região, sem considerar a China. Atualmente, um terço da frota de jatos executivos da Embraer em operação na Ásia Pacífico está na Índia.”

A Embraer também investiu no desenvolvimento de uma rede de serviços na Ásia Pacífico. Na Índia, a Embraer nomeou as empresas Airworks e Indamer Pvt. Ltd. centros autorizados de serviços (EASC) para fornecer manutenção para os jatos Phenom 100, Legacy 600, Legacy 650 e Lineage 1000.


As informações são"EMBRAER, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Mercado de jatos executivos ganha força

O mercado brasileiro deve responder por 5% da demanda mundial de jatos executivos nos próximos dez anos. A afirmação é do diretor de Vendas e Marketing da Aviação Executiva da Embraer na América Latina, Breno Corrêa. "Esperamos capturar uma parcela importante desse mercado", afirmou, sem revelar números. O executivo ressaltou, porém, que a presença da Embraer nesse segmento do mercado brasileiro vem crescendo.

"Dos cerca de 700 jatos executivos existentes no Brasil, 100, ou seja, 15%, são da Embraer. Mas considerando apenas os últimos 300 que forem entregues, um terço deles foi fabricado por nós", destacou.

Segundo ele, nos próximos dez anos devem ser comercializados no mundo entre 8.600 e 11.000 novos jatos executivos, o que pode representar negócios de até US$ 260 bilhões. Corrêa disse que o Brasil caminha para se tornar, em um ou dois anos, o segundo maior mercado do mundo em número de aviões executivos. Hoje, o maior é os EUA, seguido pelo México.

No ano passado, considerando o mercado global, a Embraer entregou 105 aeronaves comerciais e 99 executivas, sendo 83 jatos leves e 16 grandes. Para este ano, a estimativa é de um desempenho semelhante ao de 2011. 

A empresa espera entregar entre 105 e 110 jatos comerciais e entre 75 e 85 jatos executivos leves e entre 15 e 20 grandes. A projeção é de uma receita entre US$ 5,8 bilhões e US$ 6,8 bilhões. Na estimativa mais otimista, a aviação comercial deve gerar US$ 3,850 bilhões, a executiva, US$ 1,3 bilhão, e a área de Defesa e Segurança, US$ 950 milhões.


Número Cem

Ontem, a Embraer entregou, em uma cerimônia na sede da companhia, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, o jato de número 100 para o Amil Resgate Saúde. Esta será a primeira versão do Phenom 300 adaptada para operação aeromédica. "Com a venda desse avião, abrimos a possibilidade de uma nova área de geração de receita. O segmento aeromédico é um nicho de expressão", destacou Corrêa.

Questionado sobre a decisão do governo norte-americano de cancelar a licitação para a compra de vinte aviões Super Tucano, da Embraer, Corrêa disse que não poderia falar a respeito, porque esse é um negócio ligado a outra área da empresa, a de Defesa e Segurança.


As informações são"odiario.com".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla McInnes Queiroz Campos

Embraer entrega aeronave Phenom, construído nos Estados Unidos


A Embraer entregou nos últimos dias o 300º jato executivo Phenom para um cliente norte-americano. A aeronave é a primeira a ser construída pela unidade da Embraer inaugurada há um ano em Melbourne, Estado da Flórida, EUA. 
Robert Knebel, Diretor de Vendas da Embraer para a América do Norte – Aviação Executiva, definiu o momento como um marco para a empresa. “Com a entrega deste Phenom 300 para um cliente norte-americano, o 300º da linha Phenom, a Embraer atingiu uma importante marca”,
O Phenom é considerado um sucesso entre os clientes, com 50% de entregas para norte-americanos e 30% para latino-americanos, ficando 17% para a Europa, Oriente Médio e África (EMEA) e os  restante 3% para o mercado asiático.” 
Cabe aqui enfatizar que recentemente a Embraer transferiu as operações mundiais da sua unidade de aviação executiva do Brasil para Melbourne, onde foram criados 200 empregos para engenheiros e técnicos.


As informações são"Agora Vale".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos