A Embraer Aviação Executiva participa de 15 a 17 de Abril na edição de 2014 da Asian Business Aviation Conference & Exhibition (ABACE), a fim de promover a sua gama completa de aviões e de serviços, disse Marco Túlio Pellegrini.
Pellegrini, presidente da divisão de aviação executiva da Empresa Brasileira de Aeronáutica, adiantou que a ABACE, a decorrer no Aeroporto Internacional Hongqiao de Xangai, China, “é uma boa oportunidade para encontros com clientes e dirigentes de empresas que compreendem o valor dos nossos jactos executivos como ferramentas de negócios.”
A empresa exibirá na exposição estática o Lineage 1000E, pela primeira vez apresentado neste certame, o jato Legacy 650 e o jato da categoria Phenom 300.
O Lineage 1000E, da categoria “ultra-grande”, é o maior jato executivo da Embraer e transporta até 19 passageiros em cinco zonas distintas de cabine.
Por seu turno, o Legacy 650, da categoria “grande”, transporta até 14 passageiros em três zonas distintas de cabine e o Phenom 300, da categoria “leve”, é, de acordo com a empresa, um dos melhores jatos da sua categoria, transportando seis ocupantes a uma velocidade máxima de cruzeiro de 839 quilômetros por hora.
As informações são"http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=74067".Sempre é citado o link de referência.
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Gulfstream faz mais entregas que Cessna em mercado de jatos executivos
A Gulfstream tornou-se a segunda maior fabricante de jatos executivos do mundo em entregas em 2013, com as crescentes vendas de suas aeronaves de maior porte ultrapassando a linha de menor porte da Cessna, disse uma fonte da indústria nesta quarta-feira.
A alta demanda no Oriente Médio levou a um boom do mercado de jatos, ajudando a ofuscar a queda do mercado europeu, disse Steve Tyler, chefe da Associação Geral de Fabricantes da Aviação, em teleconferência.
As fortes vendas do negócio de jatos, mais caro, elevaram o faturamento da indústria em 23,1 por cento no ano passado para o maior nível desde 2008, mesmo que o número de novos aviões tenha crescido apenas 0,9 por cento após uma baixa de oito anos.
A Bombardier ficou com o primeiro lugar no mercado de jatos executivos que movimenta 21 bilhões de dólares, com uma fatia inalterada de 26,5 por cento em entregas, graças aos modelos maiores Challenger e Global.
A Gulfstream, uma divisão da General Dynamics, expandiu sua fatia de mercado para 21,2 por cento no ano passado, de 14 por cento em 2012. A Cessna, da Textron, viu sua fatia cair para 20,5 por cento, da liderança do mercado, de 26,9 por cento.
A Embraer planeja começar a entregar o seu Legacy 500, novo jato de tamanho médio, este ano.
A fabricante de aviões brasileira já solidificou a quarta posição mundial como fabricante de jatos executivos, elevando sua participação de mercado para 17,6 por cento no ano passado, ante 14,7 por cento em 2012.
A Embraer e outros têm crescido às custas da Beechcraft Corporation, que saiu da recuperação judicial no ano passado com uma fatia de mercado de 0,9 por cento para seus jatos executivos Hawker, abaixo dos 12,2 por cento em 2008.
(Por Brad Haynes em São Paulo)
As informações são"http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA1I0ER20140219".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.
Embraer participa do Dubai Airshow 2013
A presença da Embraer Aviação Comercial tem crescido no Oriente Médio e no norte da África desde que a primeira aeronave comercial, um E170, entrou em serviço com a Saudi Arabian Airlines, em 2005. A família de quatro E-Jets, com capacidade para 70 a 124 passageiros, está atualmente em serviço em nove companhias aéreas de seis países, com um total de 63 E-Jets voando na região.
As informações são"http://www.aviacaobrasil.com.br/wp/noticias/embraer-participa-do-dubai-airshow-2013".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Embraer exporta para o Brasil
Segundo revela a Folha de São Paulo, nas duas fábricas que a empresa tem em Évora estão sendo montados componentes para a cauda e as asas dos jatos Legacy 500.
No início de 2014, as fábricas da União Europeia passam a fabricar também componentes para o KC 390, o avião militar que a Embraer vai produzir.
A Embraer tem outras fábricas no exterior, nos Estados Unidos e na China, mas lá a produção é voltada primordialmente para o mercado daqueles países, e não para exportação para o Brasil.
De acordo com especialistas ouvidos pela Folha, a decisão tem em parte a ver com a lógica de construir uma cadeia de fornecimento global e com o fato da economia europeia estar desaquecida, resultado em capacidade ociosa.
Mas não é possível tirar de cena o fator competitividade. No caso, a falta de competitividade do Brasil.
“Isso demonstra que o Brasil não perdeu competitividade apenas para a China, mas também para países europeus. Se o custo não compensasse, eles não fariam isso”, explicou ao jornal paulista Antônio Corrêa de Lacerda, professor de Economia Política da PUC-SP.
Segundo Lacerda, todos os indicadores de competitividade no Brasil -carga tributária, logística, custo de mão de obra. Portugal tem mais oferta de colaboradores e um sistema tributário melhor.
Somente a desvalorização do real poderia levar a Embraer a rever a estratégia, analisa Lacerda.
As informações são"baguete".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Famílias de vítimas de acidente da Gol em MT cobram cassação de pilotos
A audiência com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, foi solicitada pela diretora da Associação, Rosane Gutjah, viúva de uma das vítimas do acidente, para que sejam esclarecidos os motivos do descumprimento de um acordo bilateral entre os dois países e para que, depois de todo esse tempo, "as 154 vítimas da tragédia descansem em paz". O avião caiu na região de Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, no dia 29 de setembro daquele ano, e todos que estavam a bordo morreram. As vítimas eram de vários estados, entre eles do Distrito Federal, Amazonas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Rosane Gutjah disse ao G1 que o Itamaraty e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) consultaram um escritório de advocacia americano para verificar se o argumento apresentado pela Federal Aviation Administration (FAA) para não suspender as permissões de voo dos pilotos tem fundamento ou não. "Eles irão nos repassar essas informações sobre a legislação americana e ainda se pronunciarem sobre as medidas que o país deve tomar sobre o descumprimento desse acordo", contou.
A Anac aplicou multa a um dos pilotos norte-americanos e à empresa dona do jato Legacy, na segunda instância administrativa. O piloto Joseph Lepore, comandante do jato, foi multado em R$ 10 mil por falta de uma carta de voo obrigatória. A empresa do jato também foi multada em R$ 7 mil. O outro piloto não recebeu multa por não estar no comando da aeronave. Eles também foram proibidos de voar no Brasil.
A FAA, órgão que controla o espaço aéreo americano, negou a cassação da licença de Jan Paul Paladino e Joseph Lepore, em 2012. Em documento encaminhado ao Brasil, informou que, após análise dos pedidos e das perícias técnicas, não foram encontrados indícios de responsabilidade dos pilotos para iniciar um processo administrativo para a cassação das autorizações para pilotar. O órgão concluiu que "os pilotos não violaram nenhuma norma".
Os pilotos já foram julgados e condenados pela Justiça de primeira instância a quatro anos e quatro meses de prisão em regime aberto, porém, a pena foi revertida à prestação de serviços comunitários nos Estados Unidos e ainda não foi cumprida. Paladino e Lepore também foram proibidos de voar no país por negligência porque voaram sem autorização em espaço aéreo de separação vertical reduzida e com os equipamentos de segurança desligados.
O advogado da Associação de Familiares, Cezar Bitencourt, afirmou ao G1 que, na semana passada, a Justiça Federal rejeitou recurso impetrado pela defesa dos pilotos na Justiça Federal. "Agora, eles podem entrar com um recurso de agravo de instrumento (onde a parte pede em instância superior a revisão da decisão que lhe prejudicou) e esse recurso sobre para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde já chega enfraquecido", avaliou a defesa.
Agora, os parentes pedem apoio ainda para que a dupla que controlava o jato Legacy envolvido na queda do boeing, no dia 29 de setembro, sejam proibidos de voar também no território dos Estados Unidos. Em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, no ano passado, a Associação dos Familiares solicitou que ela interceda junto ao governo americano e à Anac para que Joseph Lepore e Jan Paul Paladino para a suspensão do direito de voar no país deles.
A pena aplicada aos pilotos não contentou à Associação e ao Ministério Público Federal (MPF), que protocolaram recurso no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). No ano passado, o recurso foi julgado e modificou a decisão de primeira instância, condenando os acusados a três anos e um mês de prisão, em regime aberto, onde seriam obrigados a dormir em um local estabelecido pela Justiça e se apresentar em um tribunal nos Estados Unidos.
A intenção, conforme a Associação, é que o caso seja julgado o quanto antes em última instância para que o processo criminal não haja risco de prescrição, o que deverá ocorrer em fevereiro de 2016. Ocorre que, segundo tratado internacional firmado entre Brasil e EUA, a pena só é cumprida no país de origem do condenado quando não admite mais recursos no processo.
Em janeiro deste ano, o MPF ajuizou novo recurso no TRF-1 solicitando um novo julgamento para Jan Paul Paladino e Joseph Lepore. Para o Ministério Público, a Justiça não levou em consideração o fato de 154 pessoas terem morrido no acidente ocorrido após colisão com o Legacy. No embargo de declaração, definição dada ao 'recurso contra decisão que contém obscuridade, omissão ou contradição, tendo como finalidade esclarecer, tornar clara a decisão', considerando o número de mortes da tragédia.
Os pilotos do jato Legacy, que na data do acidente seguia de São José dos Campos (SP) rumo aos Estados Unidos, saíram ilesos do acidente e conseguiram pousar na Base Aérea da Serra do Cachimbo, no Pará. O boeing da Gol saiu de Manaus (AM) com destino a Brasília (DF).
As informações são"G1".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Embraer anuncia 1ª venda de jato Phenom 300 à China
A Embraer Aviação Executiva anunciou nesta quinta-feira, 27, que um jato executivo Phenom 300 será incorporado à frota da companhia chinesa Erdos General Aviation Co.,
Ltd. no terceiro trimestre deste ano, marcando a venda da primeira aeronave desse modelo na China. O Phenom 300 foi certificado pela Administração de Aviação Civil da China (CAAC, na sigla em inglês) em novembro do ano passado. Ainda conforme o comunicado divulgado nesta noite, a Embraer Aviação Executiva conta com uma carteira de pedidos de 31 jatos executivos na região da Grande China desde 2004, quando a primeira aeronave foi entregue. As encomendas incluem as aeronaves Phenom 300, Legacy 600, Legacy 650 e Lineage 1000.
As informações são"Estadão Conteúdo via R7".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
Ltd. no terceiro trimestre deste ano, marcando a venda da primeira aeronave desse modelo na China. O Phenom 300 foi certificado pela Administração de Aviação Civil da China (CAAC, na sigla em inglês) em novembro do ano passado. Ainda conforme o comunicado divulgado nesta noite, a Embraer Aviação Executiva conta com uma carteira de pedidos de 31 jatos executivos na região da Grande China desde 2004, quando a primeira aeronave foi entregue. As encomendas incluem as aeronaves Phenom 300, Legacy 600, Legacy 650 e Lineage 1000.
As informações são"Estadão Conteúdo via R7".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
Embraer inicia conferências com operadores de jatos executivos
A Embraer agendou para abril e maio três Conferências de Operadores da Aviação Executiva (EEOCs, na sigla em inglês) na França, EUA e Brasil. A Empresa também confirmou a realização de mais EEOCs em outras regiões durante o segundo semestre deste ano.
O evento na Europa acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2013 em Paris, na França, e vai abordar os programas Phenom 100, Phenom 300, Legacy 600 e Legacy 650. A conferência com os operadores da América do Norte está agendada entre os dias 7 e 9 de maio em Fort Lauderdale, Flórida, e vai abordar o programa Legacy, enquanto a conferência com os operadores da América do Sul, que vai tratar dos programas Phenom e Legacy, acontecerá em Atibaia, interior de São Paulo, nos dias 14 e 15 de maio de 2013.
“Essas reuniões representam uma grande oportunidade para que pilotos, operadores e proprietários troquem experiências com o nosso time de suporte e serviços”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer – Aviação Executiva. “Esses encontros são de grande importância para nós. Por isso, este ano aumentamos para cerca de quinze o número de eventos dedicados com os operadores, incluindo miniconferências com nossos frotistas e as EEOCs. Isso demonstra o nosso compromisso em ouvir sempre nossos clientes e assegurar-lhes a melhor experiência possível.”
Com mais de 600 jatos executivos da Embraer operando em todo o mundo, esses encontros com os operadores se tornaram cada vez mais importantes. As conferências abordarão atualizações técnicas, de manutenção e de operações de voo. Os workshops interativos, painéis e a integração permitirão que os participantes troquem ideias em cenários formais e informais.
As EEOCs que acontecerão durante o segundo semestre de 2013 incluem uma conferência na região Ásia-Pacífico, abordando o Phenom e o Legacy, uma conferência no Oriente Médio, sobre o Legacy e o Lineage 1000, e uma segunda conferência na América do Norte, sobre o Phenom.
Esses eventos são oportunidades importantes que permitem à Empresa aperfeiçoar o atendimento e os serviços aos clientes e desenvolver novos programas que aprimorem a experiência de possuir e operar os jatos executivos da Embraer.
As informações são"Embraer, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira
O evento na Europa acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2013 em Paris, na França, e vai abordar os programas Phenom 100, Phenom 300, Legacy 600 e Legacy 650. A conferência com os operadores da América do Norte está agendada entre os dias 7 e 9 de maio em Fort Lauderdale, Flórida, e vai abordar o programa Legacy, enquanto a conferência com os operadores da América do Sul, que vai tratar dos programas Phenom e Legacy, acontecerá em Atibaia, interior de São Paulo, nos dias 14 e 15 de maio de 2013.
“Essas reuniões representam uma grande oportunidade para que pilotos, operadores e proprietários troquem experiências com o nosso time de suporte e serviços”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer – Aviação Executiva. “Esses encontros são de grande importância para nós. Por isso, este ano aumentamos para cerca de quinze o número de eventos dedicados com os operadores, incluindo miniconferências com nossos frotistas e as EEOCs. Isso demonstra o nosso compromisso em ouvir sempre nossos clientes e assegurar-lhes a melhor experiência possível.”
Com mais de 600 jatos executivos da Embraer operando em todo o mundo, esses encontros com os operadores se tornaram cada vez mais importantes. As conferências abordarão atualizações técnicas, de manutenção e de operações de voo. Os workshops interativos, painéis e a integração permitirão que os participantes troquem ideias em cenários formais e informais.
As EEOCs que acontecerão durante o segundo semestre de 2013 incluem uma conferência na região Ásia-Pacífico, abordando o Phenom e o Legacy, uma conferência no Oriente Médio, sobre o Legacy e o Lineage 1000, e uma segunda conferência na América do Norte, sobre o Phenom.
Esses eventos são oportunidades importantes que permitem à Empresa aperfeiçoar o atendimento e os serviços aos clientes e desenvolver novos programas que aprimorem a experiência de possuir e operar os jatos executivos da Embraer.
As informações são"Embraer, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira
Embraer voa o terceiro protótipo do Legacy 500
A Embraer realizou hoje o voo inaugural do terceiro protótipo do revolucionário jato executivo Legacy 500.
"O primeiro voo do terceiro Legacy 500 significa mais um avanço importante do programa, que já tem dois protótipos ativos na campanha de certificação", disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer - Aviação Executiva. "A campanha de testes contará com quatro aeronaves e tem o objetivo de garantir que todos os sistemas e características da aeronave alcancem maturidade antes da entrada em serviço. Os dois primeiros protótipos já registraram 122 horas de voo em 66 ciclos, atingindo os resultados conforme o esperado."
O Legacy 500 número de série 003 deixou o hangar pela primeira vez no dia 25 de fevereiro e vem sendo utilizado para fazer testes em solo de aviônica, ruído, sistemas elétricos e interior.
No caso específico de testes de interior, a Embraer realiza constantes análises a fim de permitir a busca de soluções e aprimoramentos anteriormente às primeiras entregas, o que confirma sua dedicação em oferecer uma experiência incomparável ao cliente. Para este fim, a Empresa deu um passo inédito ao utilizar uma fuselagem metálica real equipada com um interior completo. O objetivo é ganhar maturidade em termos de montagem e realizar voos virtuais de duas a seis horas com engenheiros e especialistas a bordo para averiguar a confiabilidade, conforto e durabilidade. O dispositivo de ensaios passou por verificações rigorosas dos assentos, da cozinha e do lavatório. Os resultados obtidos também foram validados por laboratórios externos.
Desde 2010, já foram realizadas mais de 13 mil horas de testes em dispositivos de ensaio em solo, os quais foram usados em cada fase de desenvolvimento do produto, além de integrarem todos os sistemas, incluindo gerenciamento do ar, aviônica, geração de energia, sistemas elétricos e controles de voo, entre outros.
Além disso, durante a campanha de amadurecimento, cada um dos protótipos terá todos os relatórios de manutenção carregados no sistema de diagnóstico e analise da saúde da aeronave, conhecido como AHEAD, na sigla em inglês, que coleta dados de manutenção para obter um planejamento de manutenção mais fácil, eficiente e abrangente. A plataforma de manutenção computacional baseada na web está projetada para assegurar máxima prontidão, limitando o tempo de inatividade. Uma vez em serviço com os clientes, o AHEAD acelera a identificação de desvios, permitindo aos técnicos de manutenção planejar sua resolução enquanto a aeronave ainda está em voo.
O Legacy 500 já ganhou vários prêmios internacionais de design e inovação. É o primeiro jato da categoria midsize com o sistema de comandos de voo fly-by-wire, totalmente eletrônico, que amplia o conforto, eficiência e segurança da aeronave. O Legacy 500 é o primeiro jato desta categoria com uma cabine de 1,82 m, piso plano, melhor volume interno e cozinha completa. Tem ainda a melhor velocidade de cruzeiro e oferece a melhor pressurização de cabine a 6 mil pés, o que contribui para diminuição da fadiga.
As informações são"Agora Vale".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Embraer realiza primeiro voo do segundo protótipo do Legacy 500
A Embraer realizou hoje o primeiro voo do segundo protótipo do Legacy 500. Primeiro jato executivo da categoria midsize a utilizar um sistema de comandos de voo totalmente eletrônico fly-by-wire, a aeronave ingressa agora oficialmente à campanha de ensaios em voo e certificação ao lado do protótipo 001 que realizou seu bem-sucedido voo inaugural em novembro de 2012.
As informações são"PortalR3".Sempre é citado o link de referência.
O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
“O programa de testes segue conforme o planejado e, com a realização do primeiro voo da segunda aeronave da série, a campanha de ensaios deste jato inovador irá acelerar”, disse Ernest Edwards, Presidente da Embraer – Aviação Executiva. “Os dados coletados deste primeiro voo são bastante favoráveis. O desempenho geral da aeronave e de seus sistemas superaram as expectativas”.
O Legacy 500 já voou 44 horas em 23 voos desde seu primeiro voo em 27 de novembro de 2012. Foram completados os testes de desempenho iniciais, incluindo características de voo, avaliação dos sistemas e partida dos motores em voo, bem como da unidade auxiliar de potência (APU, na sigla em inglês). No final de janeiro, a aeronave executou uma série de manobras de estol atingindo os resultados esperados. Relatórios indicam que os sistemas, desempenho e qualidade de voo são excelentes.
O segundo protótipo do Legacy 500 será dedicado primeiramente ao desenvolvimento e à certificação de sistemas. O programa de teste, assim como diversos outros trabalhos que continuam sendo realizados em paralelo, foi desenvolvido para garantir a maturidade da aeronave, seus sistemas, interior e o suporte ao cliente antes de iniciar as primeiras entregas em 2014. O programa de maturidade garante que os clientes tenham um início tranquilo em suas operações.
Primeiro projeto totalmente novo da categoria midsize dos últimos 15 anos, o Legacy 500 é o único jato executivo de médio porte com um sistema de comandos de voo totalmente eletrônico fly-by-wire, tecnologia que eleva a segurança, eficiência e o conforto do passageiro. Possui o maior alcance da categoria com 5.556 km e uma ampla cabine de 1,80 m de altura e piso plano.
Representando a próxima geração de jatos executivos dessa classe, o Legacy 500 oferece ainda a maior velocidade máxima de cruzeiro e a melhor pressurização de cabine.
A expectativa é a de que o Legacy 500 tenha o mesmo impacto revolucionário na aviação executiva como o que o setor de telecomunicações vivenciou com o advento do smartphone. A aeronave já é a ganhadora de quatro prêmios de design e inovação internacionais.
As informações são"PortalR3".Sempre é citado o link de referência.
O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves
Aviões da Embraer são premiados por revista de luxo na China
Dois aviões da Embraer da linha Legacy ganharam um prêmio de luxo oferecido por uma revista do segmento na China. Segundo a Hurun Report, o Legacy 650 foi considerado o jato de grande porte de melhor desempenho. Já o Legacy 500 foi considerado a melhor novidade do ano em aviões executivos.
De acordo com a Embraer, a publicação é considerada uma das mais influentes do gênero de luxo na China.
"Nós introduzimos diversas características inovadoras para cada um dos jatos executivos que oferecemos ao mercado e é muito gratificante que eles estejam sendo reconhecidos pela Hurun Report", disse, em nota, Ernest Edwards, presidente da Embraer Aviação Executiva.
"Está claro que o auxílio de nossos clientes para nos ajudar a projetar a aeronave ideal é uma estratégia eficaz e isto se reflete no reconhecimento por um de nossos mais rigorosos críticos, a imprensa mundial de aviação e luxo. Esta é uma conquista excepcional para qualquer empresa de aviação executiva", afirma Edwards.
As informações são"Portogente".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira
O primeiro voo do Legacy 500, a grande jogada da Embraer
Na tarde da última terça-feira, 27, o comandante Mozart Louzada Júnior viveu uma experiência inédita. Em São José dos Campos, no interior paulista, Louzada comandou o primeiro voo de uma nova aeronave, o Legacy 500. Piloto aposentado da Força Aérea Brasileira, a FAB, na qual serviu por três décadas, ele trabalha para a Embraer há doze anos. Sair do chão pela primeira vez é um momento decisivo para a carreira de um novo modelo de avião. Resultado de seis anos de pesquisas e de um investimento de 750 milhões de dólares, o Legacy 500 foi concebido para ser o que os americanos definem como game changer - um modelo destinado a revolucionar a sua categoria. O grande diferencial tecnológico em relação aos concorrentes é a tecnologia fly-by-wire, sistema eletrônico que dispensa o uso de cabos e transmite digitalmente aos flaps, leme e outras partes móveis do avião as ordens que o piloto dá pelo sidestick na cabine. O sistema digital permite diminuir o peso do avião e, teoricamente, reduz o risco de falhas. Atualmente ele é usado nos jatos comerciais da Airbus e da Boeing. Os jatos executivos de longo alcance, como o Falcon 7X, da francesa Dassault, que custa 50 milhões de dólares, também voam com o sistema fly-by-wire. Alguns modelos executivos mais baratos usam o sistema de controle digital apenas para alguns comandos. O Legacy 500 será o primeiro modelo executivo de médio porte e preço entre 16 milhões e 20 milhões de dólares com digitalização total dos comandos. Antes da decolagem inaugural, o Legacy 500 passou por 2 500 horas de testes, ao longo de dois anos, no equipamento iron bird, um simulador que permite estudar e testar os controles de voo, os trens de pouso e todo o sistema hidráulico do avião, que também é submetido a testes de resistência estrutural.
Dois em cada três compradores desses aviões são empresas que utilizam as aeronaves como ferramenta de negócios, para transportar os seus executivos com maior agilidade e conforto, sem depender dos horários da aviação comercial. Apenas 5% dos compradores são celebridades. A Embraer tem como trunfo competitivo sua parceria com o grupo alemão BMW, encarregado da concepção do design interno do avião. Diz Marco Pellegrini, vice-presidente de operações de aviação executiva: “Fizemos pesquisas de mercado abrangentes e sabemos que oferecemos um jato com características só encontradas em modelos bem mais caros”.
Embora já apareça como a terceira força da aviação executiva, a Embraer é uma novata no segmento, com uma década de experiência. A americana Learjet, pioneira e hoje pertencente à Bombardier, está no mercado há meio século. A antiga estatal brasileira, privatizada em 1994, mantém preeminência na aviação comercial regional há alguns anos. Mais recentemente, decidiu entrar no mercado de jatos executivos para diversificar as suas vendas. Hoje, 20% do faturamento vem dessa divisão. A rigor seu primeiro modelo nesse segmento foi o Legacy 600, que estreou em 2002. Resultado da adaptação para o mundo executivo de um modelo originalmente destinado à aviação regional, o Legacy 600 não pode ser visto como o pioneiro de uma família de novos e competitivos jatos, como é o caso do Legacy 500. Diz Mauro Kern, vice-presidente de engenharia: “Nesse mercado, somos obrigados a identificar as tendências com quinze anos de antecedência”.
A adoção de novas tecnologias e a flexibilidade são fundamentais nessa competição. Isso fica cada vez mais evidente nas linhas de montagem. No caso do Legacy 500, pela primeira vez os engenheiros da Embraer - são 4 500 de um total de 17 000 funcionários - trocaram os extensos e pesados manuais de instruções em papel por tablets interconectados e capazes de exibir imagens tridimensionais. A eliminação dos manuais e a adoção dos tablets diminuíram em 40% o tempo mínimo de aprendizagem dos funcionários encarregados da fabricação dos novos modelos.
Como é natural na indústria de aviação, o trabalho nunca está completo. O voo inaugural da semana passada foi apenas o começo de uma nova bateria de testes. Até o fim de 2013, o comandante Louzada e sua equipe de trinta pilotos vão voar mais 2 000 horas no Legacy 500, que será exigido em decolagens, aterrissagens e voos nas mais diferentes condições atmosféricas. As perspectivas são favoráveis. Afirma Ronald Epstein, analista do setor aeroespacial do Bank of America Merrill Lynch: “O Legacy 500 será o modelo mais avançado de sua categoria com um preço competitivo”. Os primeiros compradores do Legacy 500, cujo número exato é um segredo industrial na Embraer, devem começar a receber seus jatos em 2014.
As informações são"veja.com por Marcelo Sakate".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Empresa Brasileira de Aeronáutica tem mais aviões a operar na China do que no Brasil
A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) vendeu às transportadoras aéreas chinesas 160 aviões, 130 dos quais estão em operação, ao longo dos últimos 12 anos, “o que faz com que tenhamos mais aviões na China do que no Brasil”, disse o presidente da empresa.
Durante a Conferência Brasil-China realizada quinta-feira em São Paulo, Frederico Fleury Curado disse ainda que o mercado chinês representa 5% a 10% dos negócios da empresa.
A Embraer abriu em 2000 um escritório de representação em Pequim e em 2002 teve lugar a abertura de uma fábrica em Harbin, na região norte do país, numa parceria com a Avic (Aviation Industries of China).
Em 2010 a empresa chegou a considerar o encerramento da fábrica na China devido aos projectos do governo chinês de construir aviões que entrariam em concorrência direta com os Embraer ERJ 145, tendo a unidade sido recativada depois de obtida licença para a produção de aviões a jacto executivos Legacy 600/650.
As informações são"macauhub".Sempre é citado o link de referência.
Embraer estreia o Legacy 650 com novo interior e o Phenom 300 no Airshow China 2012
A Embraer leva pela primeira vez o Legacy 650 com o novo interior e o Phenom 300 para a nona edição da Annual China International Aviation & Aerospace Exhibition (Airshow China 2012) em Zhuhai, Província de Guangdong, de 13 a 18 de novembro de 2012.
As informações são"portalr3".Sempre é citado o link de referência.
Uma coletiva de imprensa sobre atualizações dos programas está agendada para o dia 13 de novembro, das 14h às 16h, na sala 210, do centro de imprensa do evento. Todas as aeronaves comerciais e da aviação executiva serão promovidas no estande B3-1, Hall 1.
“A vibrante economia chinesa resultou no rápido desenvolvimento do mercado de aviação executiva local que é hoje reconhecido pelo seu grande potencial de crescimento”, disse Guan Dongyuan, Presidente da Embraer China. “A Embraer é a única fabricante a ter um portfólio completo de aeronaves para atender às necessidades de todos os clientes. Os visitantes da exposição terão a oportunidade de conhecer nossos premiados produtos, incluindo o Legacy 650 e seu interior aprimorado e o Phenom 300.”
Desde a sua chegada ao mercado chinês, a Embraer já recebeu 159 pedidos, sendo 85 jatos EMBRAER 190, 46 jatos ERJ 145 e 28 jatos executivos. Desse total, 118 jatos comerciais e outros oitos executivos já foram entregues, totalizando 126 aeronaves.
As informações são"portalr3".Sempre é citado o link de referência.
Pilotos do Legacy têm pena reduzida
Por dois votos a um, a 3.ª Turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) reduziu para 3 anos e 1 mês a pena de 4 anos e 4 meses de detenção aplicada pela Justiça Federal no Mato Grosso contra os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Eles comandavam o jato Legacy que colidiu com o Boeing da Gol em setembro de 2006, matando 154 pessoas.
A pena será cumprida em regime aberto. Os condenados podem trabalhar, mas devem se apresentar periodicamente à Justiça, pedir permissão para se deslocar para o exterior e participar de eventos públicos, além de cumprir uma série de outras exigências. A sentença não terá, no entanto, efeito prático. Ambos são americanos e estão nos Estados Unidos. O tribunal não permitiu a conversão da pena em prestação de serviços comunitários, como havia sido decidido.
No momento do acidente, os sistemas anticolisão do Legacy, como transponder e TCAS, estavam desligados. Os pilotos, segundo as investigações, descuidaram-se das checagens dos equipamentos da aeronave por cerca de uma hora e não detectaram a aproximação do Boeing, que seguia de Manaus para o Rio, com escala em Brasília. O TRF1 concordou com a tese da Justiça de primeiro grau de que houve negligência e imprudência dos pilotos, cujo ato produziu resultado catastrófico. No entanto, a tese de dolo, quando há intenção, foi afastada.
A redução da pena foi decidida no julgamento de dois recursos movidos pelo Ministério Público Federal e pela Associação das Vítimas do Acidente do Avião da Gol. Nesses processos, as partes pediam aumento da pena dada em sentença proferida em 2011.
Relator do processo, Tourinho Neto concordou com a condenação dos pilotos por homicídio culposo. "É certo que os dois eram qualificados e experientes, mas ficar uma hora sem se dar conta que o aparelho estava sem transponder e o equipamento anticolisão ligado é prova incontestável de negligência, que teve como resultado a morte de 154 pessoas", observou o magistrado. "Piloto não é passageiro", criticou. Ele discordou da dosimetria - o cálculo da pena para um crime considerado culposo, sem dolo ou intenção.
O advogado dos pilotos, Theo Dias, comemorou a decisão de forma comedida. "Não é o que pleiteamos (a absolvição plena), mas sem dúvida houve avanço", disse ele. "Não entro no mérito da dor e do sofrimento das famílias das vítimas, que são inegáveis, mas a tragédia não decorreu de erro dos pilotos, mas sim dos erros conhecidos, absurdos e contumazes do sistema de controle de tráfego aéreo brasileiro", completou.
Dias não soube explicar como a pena será administrada pela Justiça americana e informou que vai recorrer a todas as instâncias.
A tragédia. Vendido pela Embraer a uma empresa americana, o Legacy ia de São José dos Campos para os Estados Unidos. Todos os passageiros e tripulantes do avião da Gol morreram.
Acusados de responsabilidade, dois controladores de voo foram condenados também por homicídio culposo. Eles não perceberam que o jato estava em rota de colisão do avião da Gol.
As informações são"Vannildo Mendes - O Estado de S. Paulo".Sempre é citado o link de referência.
O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza
Tribunal nega pena alternativa a pilotos condenados por acidente com voo da Gol
O Tribunal Regional Federal da 1ª região negou nessa segunda-feira (15) o cumprimento de pena alternativa pelos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, que conduziam o jato Legacy que se chocou contra um avião da Gol em 2006.
O acidente matou todos os 154 ocupantes do voo 1907. No ano passado, os pilotos foram condenados por um juiz federal de Sinop (MT) a 4 anos e 4 meses de detenção em regime semiaberto, pena que foi convertida em prestação de serviços comunitários, a serem feitos nos EUA.
Pela decisão de hoje, da qual cabe recurso, a condenação foi mantida e a pena foi reduzida para 3 anos e 1 mês de detenção, que deve ser cumprida em regime aberto. Porém, os três magistrados -- o relator Tourinho Neto, Cândido Ribeiro e Mônica Sifuentes -- da 3ª turma do TRF impediram a substituição desta condenação por penas alternativas, como a prestação de serviço.
No Brasil, o regime aberto consiste em o preso dormir todas as noites em um estabelecimento prisional (como uma casa de albergado). As regras a serem aplicadas a Lepore e Paladino, entretanto, serão aquelas dos EUA, onde eles cumprirão a pena, caso ela seja mantida.
A decisão foi praticamente unânime: Sifuentes discordou apenas quanto à pena, arbitrando-a em 4 anos. O julgamento foi acompanhado por familiares dos 154 mortos, que se emocionaram em diversos momentos da sessão.
O advogado Théo Dias, que defende os pilotos, disse que vai esperar o acórdão para "analisar a possibilidade de recorrer".
As informações são"folha por NÁDIA GUERLENDA DE BRASÍLIA".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira
Gol 1907: parentes criticam falta de punição
Os parentes das vítimas do voo 1907 da Gol, que caiu há seis anos - no dia 29 de setembro de 2006 - ainda esperam que os dois pilotos americanos, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, considerados culpados pelo acidente, recebam algum tipo de punição pela morte dos 154 passageiros.
Segundo a diretora da Associação dos Familiares e Amigos do Voo 1907, Rosane Gutjahr, as famílias querem que eles cumpram suas penas e sejam impedidos de pilotar novamente.
Dois processos foram instaurados para investigar e julgar os motivos da colisão, o administrativo e o criminal. No primeiro, os pilotos e a empresa ExcelAire, dona da aeronave, foram condenados pela Anac, em última instância, a pagarem uma multa de R$ 3,5 mil para os pilotos e R$ 7 mil para a empresa. Além disso, foi decidido pela cassação do brevê dos pilotos americanos.
No entanto, a FAA (agência relativa à Anac nos EUA) se nega a cumprir essa sentença. Segundo Rosane Gutjahr, o Itamaraty deve ter uma resposta nos próximos dias sobre as medidas que o Brasil deverá tomar perante essa decisão.
“Um acordo bilateral assinado por Brasil e EUA prevê que a decisão tomada pelo país onde o crime ocorreu deve ser respeitada pelo outro, no entanto, não vemos isso acontecer nesse caso. A FAA simplesmente diz que as falhas cometidas não são suficientes para cassar o brevê dos pilotos e isso é um desrespeito à soberania brasileira” conta Gutjahr, que perdeu seu marido no acidente.
Lepore e Paladino, que ainda trabalham como pilotos, foram condenados por terem decolado com o TCAS (sistema anticolisão) e o transponder deligados, além de estarem voando em espaço aéreo não autorizado, erros considerados primários pela Anac.
Já processo criminal está em andamento no TRF (Tribunal Regional Federal), em segunda instância. “Estamos esperando que na primeira quinzena de outubro ele aconteça” conta Gutjahr. Em primeira instância, o juiz federal Murilo Mendes decretou Lepore e Paladino culpados, com pena de quatro anos e quatro meses em regime semi-aberto, com substituição para serviços comunitários e cassação da licença de voo pelo mesmo período.
“Essa é uma sentença absurda, pois eles devem prestar serviços comunitários nos EUA e apenas quando quiserem. Nós estamos recorrendo, já que queremos que eles sejam condenados em regime fechado e tenham o brevê cassado por tempo indeterminado. É inaceitável que dois homens responsáveis pela morte de 154 pessoas ainda estejam vivendo normalmente e pilotando aviões de passageiros” desabafa Gutjahr.
Indenizações
A empresa Gol já pagou indenizações para a maioria das famílias das vítimas do acidente, diz Gutjahr. No entanto, ela afirma que, para receber o dinheiro, a família é obrigada a assinar uma cláusula desistindo de todos os processos relacionados ao acidente.
“Já me ofereceram até R$ 5 milhões, mas eu não aceitei. Não que eu não precise desse dinheiro, mas para mim a Justiça e a condenação dos culpados são mais importantes” completa.
A diretora da Associação dos Familiares e Amigos do Voo 1907 afirma que a maioria das famílias precisa desse dinheiro. “Não sei muito sobre os valores das indenizações, porque não me interessei por isso, só sei que pelo menos cinco famílias ainda continuam na Justiça” completa a diretora.
O Portal da Band entrou em contato com o escritório de advocacia que representa os pilotos, porém não houve retorno até o fechamento desta reportagem.
O Portal da Band entrou em contato com o escritório de advocacia que representa os pilotos, porém não houve retorno até o fechamento desta reportagem.
Acidente
No dia 29 de setembro de 2006 um Boieng que fazia o voo 1907 da Gol, de Manaus ao Rio de Janeiro, colidiu com um jato Legacy da empresa ExcelAir pilotado pelos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino.
A aeronave da Gol caiu em uma área da floresta amazônica no Mato Grosso deixando os 154 passageiros mortos. Já o jato realizou um pouso de emergência e todos os passageiros saíram ilesos.
As informações são"Band".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos
Embraer começa a produzir Legacy 450
A Embraer iniciou, oficialmente, a produção de seu novo jato executivo – o Legacy 450. Segundo comunicado da empresa, as primeiras peças que comporão a aeronave foram produzidas há alguns dias.
As informações são"Exame Abril por Márcio Juliboni".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva
O Legacy 450 foi lançado em 2008. Na época, seu preço foi estimado em 15 milhões de dólares. Com capacidade para transportar até oito passageiros, além de dois tripulantes, a aeronave pode cobrir uma distância de quase 4.300 quilômetros.
A linha Legacy conta também com outros dois modelos - o 500 e o 600. A principal diferença entre os aviões é o número de passageiros transportados.
As informações são"Exame Abril por Márcio Juliboni".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva
Jato Executivo Lineage 1000 da Embraer Estreia na LABACE 2012
O Lineage 1000, luxuoso jato executivo da Embraer, fará sua estreia na nona edição da Latin American Business Conference and Exhibition (LABACE), de 15 a 17 de agosto, no Aeroporto de Congonhas (CGH), em São Paulo. Na exposição estática, os visitantes terão ainda a oportunidade de visitar os jatos executivos entry-level Phenom 100, light Phenom 300 e o large Legacy 650 com novo interior. Na segunda-feira, 13 de agosto, às 15h, a Embraer realizará uma coletiva de imprensa na sala Santos Dumont, no local da exposição, para apresentar atualizações de seus programas na aviação executiva e previsões de mercado.
“A LABACE é a maior exposição de aviação executiva da América Latina e oferece uma grande oportunidade para fortalecer nossas relações com clientes atuais e potenciais”, disse Marco Túlio Pellegrini, Vice-Presidente de Operações da Embraer – Aviação Executiva. “Durante o evento, teremos a honra de apresentar o Lineage 1000 pela primeira vez, além da família Phenom e do Legacy 650, que combinam baixos custos operacionais e amplas cabines e compartimentos de bagagem, proporcionando aos clientes a melhor experiência em suas respectivas categorias.”
Durante o evento, a equipe de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer mostrará suas premiadas soluções, recentemente classificadas entre as melhores do setor em pesquisas de suporte a produtos publicadas nas revistas especializadas Aviation International News e Professional Pilot. A equipe também apresentará soluções de treinamento e outras iniciativas para apoiar a crescente frota de mais de 110 jatos executivos Embraer em operação no Brasil.
Sobre o Lineage 1000
O Lineage 1000 da categoria ultra-large é o maior jato executivo da Embraer. Pode transportar até 19 passageiros em cinco áreas de cabine, com três a quatro tripulantes. Seu alcance de 8.334 km (4.500 milhas náuticas) com quatro passageiros, ou 8.149 km (4.400 milhas náuticas) com oito passageiros, ambos com reservas de combustível NBAA IFR, possibilita voos sem escala de São Paulo a Lisboa ou de Fortaleza a Calgary.
O interior foi projetado em conjunto com a internacionalmente reconhecida Priestmangoode. A cabine utiliza os materiais mais sofisticados da categoria. A ampla variedade de configurações disponíveis atende aos requisitos de todos os passageiros, com espaço suficiente para trabalho, descanso ou reuniões. Entre os itens opcionais estão um quarto com cama queen-size e chuveiro, wi-fi de alta velocidade para aumentar a produtividade, além de comodidades na galley como cafeteira NespressoTM, refrigerador de vinho e geladeira.
O compartimento de bagagem traseiro do Lineage 1000, pressurizado e acessível durante o voo, tem capacidade total de 323 pés cúbicos (9.140 litros) e é o maior entre todos os jatos executivos. A aeronave incorpora ainda sistema de controle de voo eletrônico fly-by-wire que melhora o desempenho e a segurança da operação..
Para mais informações sobre os jatos executivos Embraer, visite: www.EmbraerExecutiveJets.com.
As informações são"Agora Vale".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz
Primeiro Lineage 1000 Entregue na China Continental
O jato executivo ultra-large Lineage 1000 estenderá suas asas na China Continental, após a entrega para o Xinjiang Guanghui Industry Investment Group Co., Ltd. em cerimônia realizada na sede da Embraer.
“Damos as boas vindas ao Xinjiang Guanghui Group, que se junta à crescente base de clientes da Embraer na China”, disse Guan Dongyuan, Presidente da Embraer China. “O Lineage 1000, o maior jato executivo do portfólio da Embraer, será o parceiro de negócios ideal para nosso novo cliente, aumentando a produtividade de suas operações diárias ao mesmo tempo em que oferece o máximo em conforto.”
“Como uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo, a Embraer logrou avanços excepcionais no segmento de aviação executiva em todo o mundo”, disse Kong Lingjiang, Vice-Presidente da Xinjiang Guanghui Industry Investment Group. “Temos certeza que o Lineage 1000 da Embraer oferecerá um desempenho diferenciado, proporcionando uma experiência de voo única, assim como a ferramenta de negócios que precisamos para otimizar nosso tempo.”
Desde a primeira entrega de um jato executivo da Embraer na Grande China, em 2004, a Empresa recebeu pedidos firmes para 28 aeronaves naquele mercado. Durante o último ano, é notável o fortalecimento da marca e rápido crescimento de negócios da Embraer no segmento de aviação executiva chinês, com 15 pedidos firmes. A indicação do astro de cinema internacional Jackie Chan como embaixador da marca dos jatos executivos Embraer e a entrega de sua aeronave, o primeiro Legacy 650 na região da Grande China, também foram fatos relevantes. A Embraer prevê uma demanda, para toda a indústria, de 635 jatos executivos no mercado chinês nos próximos 10 anos.
Diante deste crescimento, a Embraer está continuamente ampliando a capacidade de atendimento pós-venda, com centros de serviços autorizados de jatos executivos plenamente equipados para atender seus clientes na Grande China.
Lineage 1000 -O alcance de 8.334 quilômetros (4.500 milhas náuticas) do Lineage 1000 garante sua capacidade de voar sem escalas de Pequim a Dubai ou de Hong Kong a Sydney com quatro passageiros e reservas de combustível NBAA IFR. Equipado com um pacote de aviônicos avançado e sistema de controle eletrônico fly-by-wire, o jato proporciona aos pilotos uma cabine de comando altamente intuitiva e profissional para viagens seguras e tranquilas. A aeronave é o único jato em sua categoria a oferecer lugar para até 19 passageiros com cinco diferentes e espaçosas áreas de cabine. As facilidades a bordo podem incluir uma cama queen-size, chuveiro e sistemas completo de áudio e entretenimento. Um amplo compartimento de bagagem na parte traseira, a maior entre todos os jatos executivos do mundo, é convenientemente acessível durante o voo.
As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz
Embraer mostra como será novo jato de US$ 20 milhões
Ele ainda nem estreou, mas já é uma das maiores estratégias da Embraer para estar a frente de seus concorrentes quando o mercado de aviação executiva voltar a crescer, como aconteceu antes da atual crise financeira. Ele nem está exposto no meio das outras aeronaves no aeroporto de Farnborough, onde ocorre essa semana uma das maiores feiras aéreas do mundo, mas não deixa de ser uma das estrelas do show. A maquete em tamanho real do Legacy 500 de US$ 20 milhões, que estreia em 2014 e nunca esteve no Brasil, foi visitada pelo Terra em um hangar da fabricante brasileira Embraer, anexo ao aeroporto de Farnborough.
As informações são"invertia.terra por GUSTAVO CASADIO Direto de Farnborough".Sempre é citado o link de referência.
Ele é um avião executivo de médio porte, mas traz pela primeira vez em uma aeronave deste tipo conceitos de aviões muito maiores, que resultam em maior conforto para passageiros e mais tecnologia para os pilotos. Diante de tudo isso, apreende-se que o novo jato da Embraer é muito mais do que parece.
Segundo a Embraer, uma das maiores vantagens do Legacy 500 é ter um projeto muito mais novo que seus principais concorrentes e também trazer tecnologia de aeronaves maiores para um avião que leva até oito pessoas. Para os passageiros, as maiores diferenças ficam em relação à altura da cabine e o piso plano (em outros modelos dessa categoria, por questão de espaço, o piso é curvado). Já para os pilotos, a aeronave é equipada com a tecnologia "fly by wire", um tipo de sistema de controle eletrônico que comanda as partes móveis do avião.
As informações são"invertia.terra por GUSTAVO CASADIO Direto de Farnborough".Sempre é citado o link de referência.
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