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Gulfstream faz mais entregas que Cessna em mercado de jatos executivos

A Gulfstream tornou-se a segunda maior fabricante de jatos executivos do mundo em entregas em 2013, com as crescentes vendas de suas aeronaves de maior porte ultrapassando a linha de menor porte da Cessna, disse uma fonte da indústria nesta quarta-feira.

A alta demanda no Oriente Médio levou a um boom do mercado de jatos, ajudando a ofuscar a queda do mercado europeu, disse Steve Tyler, chefe da Associação Geral de Fabricantes da Aviação, em teleconferência.
As fortes vendas do negócio de jatos, mais caro, elevaram o faturamento da indústria em 23,1 por cento no ano passado para o maior nível desde 2008, mesmo que o número de novos aviões tenha crescido apenas 0,9 por cento após uma baixa de oito anos.
A Bombardier ficou com o primeiro lugar no mercado de jatos executivos que movimenta 21 bilhões de dólares, com uma fatia inalterada de 26,5 por cento em entregas, graças aos modelos maiores Challenger e Global.
A Gulfstream, uma divisão da General Dynamics, expandiu sua fatia de mercado para 21,2 por cento no ano passado, de 14 por cento em 2012. A Cessna, da Textron, viu sua fatia cair para 20,5 por cento, da liderança do mercado, de 26,9 por cento.
A Embraer planeja começar a entregar o seu Legacy 500, novo jato de tamanho médio, este ano.
A fabricante de aviões brasileira já solidificou a quarta posição mundial como fabricante de jatos executivos, elevando sua participação de mercado para 17,6 por cento no ano passado, ante 14,7 por cento em 2012.
A Embraer e outros têm crescido às custas da Beechcraft Corporation, que saiu da recuperação judicial no ano passado com uma fatia de mercado de 0,9 por cento para seus jatos executivos Hawker, abaixo dos 12,2 por cento em 2008.

(Por Brad Haynes em São Paulo)

As informações são"http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPEA1I0ER20140219".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer Aviação Executiva assina contrato com Hawker Pacific para suporte ao Legacy 500 e Legacy 450 na região Ásia-Pacífico

A Embraer Aviação Executiva assinou um contrato com a Hawker Pacific para fornecer suporte e serviços de manutenção completa para clientes do Legacy 500 e Legacy 450 na região da Ásia-Pacífico. Este acordo antecede a entrada em serviço do jato executivo midsize Legacy 500, ainda no primeiro semestre de 2014. A certificação do mid-light Legacy 450 está prevista para meados de 2015.

“O anúncio da Hawker Pacific como Centro de Serviço Autorizado para o Legacy 500 e Legacy 450 faz parte do nosso plano em oferecer suporte aos clientes desde a entrada em serviço destas aeronaves”, disse Edson Carlos Mallaco, Diretor de Suporte e Serviços ao Cliente da Embraer Aviação Executiva.  “Atingimos um alto nível de satisfação do nosso serviço de suporte ao cliente e queremos que nossos clientes continuem tranquilos, sabendo que temos uma infraestrutura completa que nos permite antecipar suas necessidades de forma efetiva e de responder prontamente”

Desde setembro de 2012, a Embraer vem desenvolvendo uma rede mundial, que atualmente já conta com 21 centros de serviços para o Legacy 500 e o Legacy 450, incluindo a Hawker Pacific.

“Trabalhamos com a Embraer para apoiar as operações dos seus clientes na região desde 2007 e o anúncio de hoje estreita ainda mais esse relacionamento”, disse Tony Jones, Chefe de Operações na Ásia da Hawker Pacific. “Com este novo contrato, passamos a ser certificados para fornecer suporte de manutenção ao portfólio completo da Embraer Aviação Executiva, desde o Phenom 100E até o Lineage 1000E.”

A rede de Centros de Serviços Autorizados da Embraer na Ásia-Pacífico é complementado pelo time de suporte ao cliente em Singapura e pelos representantes técnicos atuando na região. A Embraer Aviaçao Executiva também possui estoques de peças de reposição em Singapura, Austrália e Índia. 

Essa rede é apoiada por uma central de atendimento 24 horas na matriz da Companhia em  São José dos Campos, para dar assistência em tempo integral a clientes de todo o mundo. 

A Embraer Aviação Executiva mantém uma rede global com cerca de 70 Centros de Serviços, entre autorizados e próprios. 


As informações são"http://www.embraer.com.br/pt-BR/ImprensaEventos/Press-releases/noticias/Paginas/Embraer-Aviacao-Executiva-assina-contrato-com-Hawker-Pacific-para-suporte-ao-Legacy-500-e-Legacy-450-na-regiao-Asia-Pacific.aspx".Sempre é citado o link de referência.

Hawker se diz descontente com regras da Força Aérea dos EUA


A empresa privada Hawker Beechcraft afirmou nesta segunda-feira que estava "profundamente decepcionada" com a Força Aérea dos Estados Unidos por manter exigências "antiquadas" de ejeção de assentos nas regras reformuladas em uma competição para a compra de 20 aviões que serão usados no Afeganistão.
A Força Aérea está refazendo uma licitação após um processo movido pela Hawker, que perdeu um contrato inicial de 355 milhões de dólares para a Sierra Nevada e a brasileira Embraer.
A Força Aérea emitiu um pedido alterado para as propostas na sexta-feira, que parecia ter poucas mudanças em relação ao projeto que atraiu críticas da Sierra Nevada.
A Sierra Nevada não estava disponível para comentários sobre as novas regras.
A Hawker afirmou que ainda era muito cedo para fazer comentários substantivos, já que havia acabado de iniciar as regras finais para a competição, mas que o tema de ejeção de assentos já havia despertado preocupações.
"Estamos profundamente decepcionados de ver... que a Força Aérea dos Estados Unidos continua a permitir padrões de acomodação do piloto antiquados para a ejeção de assentos em aeronaves equipadas que podem colocar ambos (Força Aérea) e pilotos em risco desnecessário", afirmou.
A Força Aérea afirmou na sexta-feira que espera escolher um novo vencedor no início de 2013, com a entrega da primeira aeronave no terceiro trimestre de 2014.


As informações são"Yahoo via Reuters ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Embraer vê chance de vencer contrato com a Defesa dos EUA


Mesmo que a Embraer ganhe de novo um contrato de US$ 355 milhões com a Defesa dos EUA --que foi sustado em fevereiro e está sob revisão--, manter o prazo original de abril de 2013 para entrega de 20 aviões SuperTucano já é impossível, afirmou ontem em Washington o presidente da empresa, Frederico Curado.

O grupo que vencer a concorrência, que vai ser reaberta, fornecerá aviões para a campanha de contrainsurgência norte-americana no Afeganistão.

"A ideia era entregar os aviões antes da próxima primavera afegã, que é a temporada de combates. Se vencermos de novo, vamos tentar não alongar o cronograma de produção, mas para abril não dá mais, foi tudo empurrado", disse Curado.

Ele não quis especular sobre possíveis motivações políticas para o cancelamento.

Curado afirmou que não tocou no assunto com o governo americano durante sua visita a Washington, mas que o governo brasileiro o abordou em meio à ida da presidente Dilma Rousseff aos EUA.

O cancelamento ocorreu após ação impetrada pela americana Hawker Beechcraft na Justiça dos EUA após seu avião AT-6 ser eliminado da disputa. Oficialmente, o governo dos EUA diz que encontrou problemas de documentação na concorrência.

"Se não mudarem os requerimentos, ganhamos de novo. O SuperTucano não é o melhor da categoria, é o único", afirmou Curado.


As informações são"Jornal Floripa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Empresa de manutenção no Aeroporto de Jundiaí espera 40% de crescimento em 2012

Com o crescimento da aviação executiva no Brasil, a cidade de Jundiaí começa a perceber os benefícios tanto na expansão dos negócios, quanto na geração de empregos. Principalmente, quando se fala das empresas instaladas no aeroporto da cidade. A Japi Aeronaves é uma delas. Fundada há 16 anos, a empresa atua na manutenção de jatos e turboélices. Pelo seu hangar passam nada menos de 350 aeronaves por ano, na média, é como se todo dia pousasse uma aeronave só para ir até o hangar da Japi.

Além disso, a equipe da Japi conta hoje com 35 profissionais especializados em manutenção de aeronaves, gente capacitada para cuidar dos diferentes modelos atendidos pela empresa. Para 2012, a expectativa é aumentar a equipe, chegando a, pelo menos, 40 pessoas. “Estamos nos preparando para atender a demanda que devem ser 40% maior em 2012 em comparação com o ano passado”, disse, Claudio Bernstein, diretor da Japi Aeronaves.


Sobre a Japi Aeronaves

Especializada em manutenção de turboélices e jatos executivos, a Japi aeronaves conta com profissionais de primeira linha, modernos equipamentos, estrutura de apoio e certificações para as aeronaves Beechjet 400, 400A, Hawker 400XP e as famílias Cessna Citation 500 séries I, II, SII e V; Citation 525 séries CJ, CJ1, CJ1+ e CJ2+; Citation 550B (Bravo), Citation 560 XL/XLS (Excel/XLS) até o 750 Citation X. Já os turboélices homologados pela Japi são os modelos: Beechcraft King Air C90, C90A, C90B, C90GT, E90, F90 e C90GTI; King Air 200, B200; King Air 300/350; Pilatus PC 12/45, 12/47. Sempre com padrão internacional de qualidade e atendimento 24 x 7. A Japi conta com uma equipe de atendimento dedicada e comprometida com os detalhes de cada operação. 

Mais informações pelo telefone (11) 4582 2251 ou na internet em www.japijet.com.br.


As informações são"Japi Aeronaves, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Denilson Pereira da Silva

Japi Aeronaves comemora homologação de mais um Cessna


O CJ3; a partir de agora empresa está autorizada a fazer manutenção também deste modelo.
A Japi Aeronaves, situada no Aeroporto de Jundiaí (SP), recebeu esta semana a homologação para atender aeronaves Cessna Citation CJ3. A empresa que já é homologada para atender diversos outros modelos de jatos e turboélices vem experimentando um crescimento constante nos últimos anos, como resultado não apenas do aumento da demanda da aviação executiva, mas também dos investimentos feitos em pessoal, capacitação da equipe e tecnologia.
A empresa já tem homologação para atender jatos dos modelos Beechjet 400, 400A, Hawker 400XP e as famílias Cessna Citation 500 séries I, II, SII e V; Citation 525 séries CJ, CJ1, CJ1+ e CJ2+; Citation 550B (Bravo), Citation 560 XL/XLS (Excel/XLS) até o 750 Citation X. Já os turboélices homologados pela Japi são os modelos: Beechcraft King Air C90, C90A, C90B, C90GT, E90, F90 e C90GTI; King Air 200, B200; King Air 300/350; Pilatus PC 12/45, 12/47. Sempre com padrão internacional de qualidade e atendimento 24 x 7.
“Estamos muito contentes com a homologação e queremos convidar os proprietários de CJ3 a conhecer a nossa empresa”, disse Cláudio Bernstein, diretor da Japi. Segundo ele, outras homologações virão ainda este ano, dentro do processo de expansão da empresa. O Citation CJ3 foi lançado oficialmente pela Cessna em 2002 e a primeira entrega foi feita em 2004. O sucesso do novo modelo foi grande e em 2006 a empresa já comemorava a 100.ª aeronave entregue. Com capacidade para dois tripulantes e seis passageiros, a aeronave é equipada com dois motores Two Williams FJ44-3A. A Japi atende também todas as aeronaves que estão no programa pró-parts da Cessna. [Telefone (11) 4582 2251 ou na internet em www.japijet.com.br ].


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva

Embraer quer vender aeronaves para a Otan (Atualizado)


A suspensão do contrato de venda de 20 aviões Super Tucanos para o governo dos Estados Unidos será resolvida rapidamente, afirmou o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar.
Para ele, a venda de aeronaves brasileiras à força aérea mais poderosa do mundo poderá abrir espaço para negócios da Embraer com outros países, como os da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
“Quando você vende para o principal mercado do mundo, o cliente mais exigente do planeta, que produz tecnologia e vende para o mundo inteiro, é sempre uma vitrine”, disse Aguiar.
De acordo com o executivo, a vitória da Embraer na concorrência nos EUA é “inequívoca”, e não existem dúvidas de que o contrato será retomado.
“O sistema jurídico americano é absolutamente inquestionável e notoriamente eficiente e rápido nas suas decisões. Nós acreditamos piamente que isso vai ocorrer. A nossa aeronave foi desenhada para a missão que eles estão necessitando agora. E eles estão necessitando com uma certa urgência”, afirmou Aguiar.
No início do mês, os EUA suspenderam temporariamente a compra de 20 aviões militares Super Tucano, após uma rival contestar o resultado da licitação.
A força aérea norte-americana havia concedido o contrato de US$ 355 milhões em 22 de dezembro à Embraer, mas a Hawker Beechcraft contestou a licitação na Justiça, após sua aeronave AT-6 ser excluída da competição.
“Tem uma ordem de parada do processo, mas nossas equipes estão de prontidão. Elas não foram desativadas e estão prontas para que, assim que for retomado (o contrato), a gente faça isso com a maior eficiência e a maior rapidez possível.”
O volume de vendas para a força aérea americana pode chegar a 55 unidades do Super Tucano, elevando o valor do contrato a até US$ 950 milhões.
O executivo da Embraer disse ainda que existe a expectativa de que a empresa abra novos mercados dentro dos EUA para aviões da mesma categoria.
“Nossa expectativa é de longo prazo. (Queremos) servir esse contrato e conseguir outros até mesmo nos Estados Unidos”, disse Aguiar.
Segundo ele, existem pelo menos outros três projetos na categoria que podem ser disputados pela Embraer.
Para Aguiar, uma eventual venda dos Super Tucanos para os países da Otan é um “caminho natural”.
“A comunalidade é cada vez mais importante nas forças de defesa e operações combinadas, porque você reduz o custo da operação absurdamente”, explicou.
Cargueiro
De acordo com o executivo, em 2012 haverá a definição das características do KC-390, o cargueiro militar que está sendo desenvolvido pela Embraer em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB).
Segundo Aguiar, os fornecedores da Embraer para o projeto já foram escolhidos. A empresa pretende fechar as configurações neste ano e começar a vender o cargueiro no primeiro trimestre do ano que vem.
A Embraer tem cartas de intenções de 60 unidades do cargueiro, sendo 28 para a FAB. Os 32 restantes estão divididos entre República Checa, Portugal e Argentina - que também participam do projeto do avião -, além de Chile e Colômbia, que têm cartas de intenção de aquisição.
Monitoramento
O sistema de defesa do Brasil prevê dois importantes investimentos para os próximos anos: o Sisfron, que fornecerá sistemas de monitoramento das fronteiras pelo Exército; e o Sisgás, que atuará no monitoramento da região do pré-sal.
As aquisições e parcerias feitas no ano passado tinham como foco, justamente, preparar a Embraer Defesa e Segurança para um melhor posicionamento, oferecendo uma solução integrada, com radares, satélites e Veículos Aéreos Não Tripulados (Vant).
A definição da empresa que atuará no Sisfron deve sair ainda no primeiro semestre de 2012, espera Aguiar.
Já o SISGAAZ - Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, que é um projeto da Marinha brasileira, é um contrato mais de longo prazo. “É concomitante com os investimentos do pré-sal, que devem ocorrer nos próximos anos”, completou o executivo da Embraer.

As informações são" Jornalismo T1 com O Estado de São Paulo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade: Priscilla McInnes Queiroz Campos

FAB destrói pistas clandestinas no AM

Imagens editadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) mostram caças destruindo uma pista de pouso clandestina na floresta Amazônica, em uma região a cerca de 68 km de São Gabriel da Cachoeira (AM).

O bombardeio foi realizado no âmbito da chamada Operação Ágata, deflagrada na semana passada, que mobilizou mais de 3 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.

O objetivo da operação, segundo a Aeronáutica, é coibir o tráfico de drogas e o contrabando de mercadorias na região da fronteira com a Colômbia.

A missão de destruição da pista contou com seis aeronaves da FAB, sendo quatro caças A-29 Super Tucano e dois helicópteros H-60 Black Hawk.

Antes do bombardeio, agentes da Polícia Federal e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) fizeram a inspeção da pista. Militares interditaram a área e alertaram moradores da região para que não se aproximassem.

A pista de pouso media cerca de 1.400 metros de comprimento e 15 metros de largura, o suficiente para receber pequenas aeronaves. Oito bombas de 230 kg foram utilizadas na missão, que impossibilitou pousos e decolagens na pista.

"Em uma situação normal, nós temos meios de defesa aérea em Porto Velho, Boa Vista e Manaus. O controle das fronteiras já é feito, mas elas são muito extensas. Essa Operação é um primeiro esforço de coordenação do Governo para intensificar as ações na fronteira. Vamos fazer, periodicamente, operações de intensificação desse controle", afirmou o comandante do Grupo, Coronel José Maurilo Machado de Lima.


As informações são"Diário do Nordeste". Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Priscilla Campos

Líder lançará avião na Labace 2011

A Líder Aviação acaba de divulgar a relação das aeronaves que irá expor na Labace, maior feira de aviação executiva da América Latina, que ocorre entre 11 e 13 de agosto, em São Paulo. A maior novidade ficará por conta do lançamento, para o mercado latinoamericano, do turboélice King Air 250. Duas vendas desse modelo já foram confirmadas no Brasil.

A Líder representa no país, com exclusividade, os aviões da norteamericana Hawker Beechcraft. Também estarão expostos os jatos Hawker 4000; Hawker 900XP e Premier IA; os turboélices King Air 350ER (pela 1ª vez no Brasil) e King Air C90GTx, além do King Air 350i que estará exposto no hangar da empresa no aeroporto de Congonhas; e o bimotor a pistão Baron G58.

As informações são"Revista Fator".
Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves