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United divulga desempenho operacional de agosto

O tráfego consolidado da United Airlines em agosto de 2013 diminuiu 0,5%, e a capacidade consolidada (milhas por assentos disponíveis), caiu 1,4% comparado com agosto de 2012. Já o fator de carga consolidado da companhia aumentou 0,8%, em relação ao mesmo período do ano passado.


A receita consolidada de passageiros em milhas por assento disponível (PRASM), registrou aumentou aproximadamente entre 3,5 a 4,5%, em comparação ao ano anterior. Segundo a companhia, o fraco desempenho da Pacific, causado pela depreciação do iene, reduziu a PRASM em aproximadamente um ponto percentual.


As informações são"brasilturis".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Delta among suitors for Virgin Atlantic stake


Singapore Airlines is in talks to sell its 49 percent stake in British carrier Virgin Atlantic, with sources saying Delta Air Lines is among the suitors keen to access Virgin's lucrative slots at London's Heathrow airport.

Richard Branson's Virgin Group wants to keep its 51 percent stake in Virgin Atlantic and work with Delta if the U.S. carrier pulls off a deal, a source familiar with Branson's thinking added on Monday.

Singapore Airlines said in a brief statement it was in talks with interested parties but did not name them. It also cautioned the discussions might not result in a deal.

Airlines like Delta have long hoped to break into London's capacity-constrained Heathrow airport, a lucrative hub for corporate passengers where landing slots are generally hard to acquire. Virgin Atlantic is the second-largest carrier at Heathrow after IAG's  British Airways.

Delta has been considering ways to partner with Air France-KLM ( which could also take a stake in Virgin Atlantic, one person familiar with the matter said.

The European Union requires that EU carriers be under European control, meaning Delta would need an EU airline as a partner if it wanted majority control of Virgin Atlantic.

If Air France-KLM were to buy a small percentage of Branson's stake, then Virgin Atlantic could continue to be European controlled. However, the source close to Branson signalled the British entrepreneur was not looking to sell.

"As far as he (Branson) is concerned, it is just Singapore Airlines' 49 percent stake that is up for sale - he is keen to maintain control of Virgin Atlantic and form a stronger airline," the source said, adding Branson supported a deal with Delta because it would make Virgin Atlantic stronger on routes between Britain and the United States.

Delta, the second-largest U.S. airline by revenue after United Continental , has been looking to acquire a stake in Virgin Atlantic for more than two years but previous talks broke down over price and other issues, and there is no guarantee that its recent discussions would result in a pact, two people familiar with the matter said.

"London obviously is the premier market and Heathrow is by and large the market leader. It's the lynchpin transatlantic market in terms of size and revenue, particularly premium traffic revenue," said George Hamlin, an aviation consultant in Fairfax, Virginia.

A deal with Delta would also give Virgin Atlantic access to hundreds of markets on a one-stop connecting basis in the United States, he added.

Delta and Air France-KLM declined to comment.

"We are always talking to many airlines on a number of different matters but we never comment on the details of these discussions," a Virgin Atlantic spokeswoman said.

If Delta succeeds with its bid, Virgin Atlantic, which is not a member of a global airline alliance, would almost certainly join Delta and Air France's SkyTeam, the source close to Branson said. SkyTeam trails its oneworld and Star Alliance counterparts in slot access at Heathrow.

"Delta now finds itself going up against the combination of American Airlines and British Airways," said Hamlin, referring to the two anchor members of the oneworld global alliance.

"British Airways brings along a feed from other destinations - both Europe and intercontinental - at Heathrow. Delta is basically a dead-end at this point."

VIRGIN SALE OPTION

Singapore Airlines  bought 49 percent of Virgin Atlantic for 600 million pounds in 1999, but has been open to selling its stake since at least mid-2011 when a price of $500-$600 million was mooted in markets, a banking source familiar with the talks said at the time.

At the same time, SIA has been refocusing on its key markets where it is under pressure from low-cost airlines, launching its own budget carrier, Scoot, and bolstering its Asian regional carrier, SilkAir.

Virgin Atlantic, like other European carriers, has been battered by rising fuel prices and the euro zone crisis, and posted a loss of around 80 million pounds in its last full year.

"If Virgin is valued on an earnings basis, then it's hard to see SIA getting a good price. On the other hand, SIA is not desperate for cash and they probably won't sell it at a fire sale price," said Andrew Orchard, a regional airlines analyst at CIMB Research.

Branson, who set up Virgin Atlantic in 1984, has been weighing the airline's future for years and two years ago appointed Deutsche Bank  to examine offers.

Virgin Group - made up of more than 400 companies worldwide - has a track record of selling down its stakes in businesses, while retaining a minority interest.

Last year Virgin Group sold a 51 percent stake in its fitness chain Virgin Active to private equity group CVC Capital Partners for $700 million and did a $560 million deal with U.S. investor Wilbur Ross for a 45 percent stake in Virgin Money.

Branson has also reduced his initial 49 percent stake in Virgin Australia Airlines to 26 percent in recent years.

Virgin Atlantic lost out in the battle to take over smaller UK carrier bmi last year to IAG, giving the owner of British Airways and Iberia more than 50 percent of Heathrow's slots.

Virgin has since won the rights to the remaining slots that IAG was forced to give up after the bmi deal was cleared. (Additional reporting by Soyoung Kim in New York, Anjuli Davies and Luke Jeffs in London, and Karen Jacobs in Atlanta; Editing by Mark Bendeich and Mark Potter)


As informações são"Reuters".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes 

United Airlines é destaque negativo em ranking da ANAC


Após a fusão com a Continetal Airlines, em 2010, a United Airlines é atualmente a maior companhia aérea do mundo. No Brasil, ela faz 20 anos de atuação neste mês e comemora o aumento da demanda. Contudo, os serviços da empresa, segundo ranking popular da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estão entre os piores no país. 
Embora a empresa seja um gigante do setor e atue em todo o mundo, chama a atenção a posição da United, e da Continental, no ranking do Espaço Passageiro da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), no qual os próprios passageiros avaliam os serviços da empresa em diversos quesitos. De 40 companhias que compõem a lista, a United está na 38ª colocação, e a Continental é a última, na 40ª.
A companhia reconheceu que “está muito focada em melhorar sua confiabilidade e seu serviço”. Segundo ela, resultados positivos já estão começando a ser percebidos. “Nossos clientes terão uma melhor experiência voando pela United de agora em diante”, disse em nota a empresa. 
Empresa não expandirá operações no Brasil
Segundo John Slater, vice-presidente de vendas da United para a América Latina, o Brasil é um "vencedor" e contribui com parte significativa da receita da empresa na região. Em janeiro de 2013, por conta da demanda, a empresa aumentará a capacidade de passageiros nos voos para Houston, destino corporativo de acordo com Slater, mas que serve como "portão de entrada" para os Estados Unidos. 
Apesar do bom resultado e do vertiginoso crescimento de brasilerios que viajam ao exterior, o executivo afirmou que a empresa não tem planos de novas rotas aéreas no futuro imediato. "Não crescemos só para crescer. Fazemos questão que cada mercado se sustente. Nossas operações no Brasil têm sido constantemente lucrativas. A única coisa que mudará é a rota de Houston, que aumentará a capacidade em 10% e a capacidade de negócios em 40%", revelou.
TAM e Gol
No mesmo ranking, a TAM, maior operadora brasileira, ocupa, em rotas domésticas, o 14° lugar, e nas rotas internacionais, a 35ª posição. Para a empresa, o ranking popular da ANAC é um espaço democrático para o público expressar sua opinião sobre as empresas do setor, mas destacou que se trata de uma “enquete, e não de pesquisa setorial com metodologias comprovadas”.
Já a Gol, segunda maior companhia do país, que acumulou prejuízo de R$ 756,5 milhões no primeiro semestre deste ano, ocupou a 6ª posição do ranking nos voos domésticos e a 14ª nos voos internacionais. Procurada pelo JB, a empresa não comentou a colocação. 
As informações são"Jornal do Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Em entrevista exclusiva, United Airlines faz um panorama do setor de aviação


A demanda por passagens de primeira classe na rota de voos da United Airlines para Houston, nos Estados Unidos, é tanta que ultrapassou a capacidade da empresa. Em janeiro, a companhia aumentará a capacidade de passageiros nesta rota em 10%. De acordo com Slater, Houston é estratégico para a empresa não apenas por ser um destino ligado ao setor de energia - a Petrobras e outras petrolíferas mantêm sede na cidade -, mas porque serve como uma "portão de entrada" de passageiros aos Estados Unidos.   
"Houston é um imenso mercado corporativo, especialmente por conta do setor de petróleo e gás. Mas há outras indústrias brasileiras que utilizam nossa rota diariamente. Esse fluxo permite uma oportunidade de acompanhar os passageiros em outras rotas dentro dos EUA, como um grande portão de entrada de clientes para o país", disse.

A demanda por passagens de primeira classe na rota de voos da United Airlines para Houston, nos Estados Unidos, é tanta que ultrapassou a capacidade da empresa. Em janeiro, a companhia aumentará a capacidade de passageiros nesta rota em 10%. De acordo com Slater, Houston é estratégico para a empresa não apenas por ser um destino ligado ao setor de energia - a Petrobras e outras petrolíferas mantêm sede na cidade -, mas porque serve como uma "portão de entrada" de passageiros aos Estados Unidos.   Demanda
"Houston é um imenso mercado corporativo, especialmente por conta do setor de petróleo e gás. Mas há outras indústrias brasileiras que utilizam nossa rota diariamente. Esse fluxo permite uma oportunidade de acompanhar os passageiros em outras rotas dentro dos EUA, como um grande portão de entrada de clientes para o país", disse.
Sem planos
A diretora geral da United para o Cone Sul, Cristiane Franck, afirmou que o país cresce tanto que a infraestrutura existente não absorve a demanda. "Para nós, é um bom problema ver o Brasil crescendo tanto porque estamos pensando somente em investimentos. E isso leva tempo, porque esse tipo de investimento não acontece de um dia para outro, mas estamos felizes com os aportes em infraestrutura". 
Apesar do bom resultado nas operações brasileiras e do entusiasmo com os investimentos em infraestrutura, o executivo revelou que a empresa não tem planos de novas rotas aéreas no futuro imediato. "Não crescemos só para crescer. Fazemos questão que cada mercado se sustente. Nossas operações no Brasil têm sido constantemente lucrativas. A única coisa que mudará é a rota de Houston, que aumentará a capacidade em 10% e a capacidade de negócios em 40%", revelou.
Slater destacou que, apesar da crise econômica, a United conseguiu manter sua rentabilidade. Segundo ele, isso só foi possível por conta da atuação global da companhia. 
Confira a íntegra da entrevista abaixo:  
JB - Qual a importância do Brasil nos negócios da United Airlines na América Latina?
John Slater - A América Latina é uma das nossas maiores divisões e o Brasil particularmente contribui com parte significativa de nossa receita na região. Celebramos nosso vigésimo aniversario aqui esse ano, e continuamos a ampliar nossas operações no Brasil. Em janeiro, aumentaremos nossa capacidade atualizando nosso serviço para Houston, atualmente operamos em um Boeing 767 e utilizaremos aviões 777.
Houston é um imenso mercado corporativo, especialmente por conta do setor de petróleo e gás. Mas há outras indústrias brasileiras que utilizam nossa rota diariamente. Esse fluxo permite uma oportunidade de acompanhar os passageiros em outras rotas dentro dos EUA, como um grande portão de entrada de clientes para o país.
JB – Existe algum plano de criar novas rotas no Brasil? 
Não temos nada para anunciar no futuro próximo. Mas eu diria que continuaremos buscando oportunidades para aumentar a capacidade nesse mercado. Tem sido lucrativo para nós.
JB - A United realizou uma fusão com a Continental Airlines em 2010. A transição já está completa? Quais os desafios dessa nova empresa?
A fusão está completa, mas há muitos desafios. A complexidade de colocar duas grandes empresas juntas são monumentais. Do ponto de vista operacional, precisamos de novas unidades em locais comuns, porque cada companhia tinha a sua unidade. Essa mudança não acontece do dia para a noite. Estamos nos estágios finais de integrar nossos voos e os acordos coletivos com nossos empregados. Essas são duas áreas que ainda trabalhamos. E, claro, as diferentes culturas das duas companhias. Cada uma tem sua personalidade própria e integrar as duas para atender melhor os clientes é um desafio. Já possuímos uma única plataforma de reserva e juntamos as unidades na maioria de nossos postos ao redor do mundo. Fizemos grandes progressos com os trabalhadores das duas para torná-los mais unidos. Depois disso, poderemos mover mais ativamente os equipamentos dentro do sistema para otimizar a rede de rotas: ter os aviões certos nas rotas certas, nos mercados certos.
JB - A Tam Linhas Aéreas e a empresa chilena Lan se fundiram em julho deste ano. Como isso afeta os negócios da United na região?
Não tem impacto para nós. Estamos acostumados com competição. Se não é a Lan, é outra. Acreditamos que nossa estrutura de rotas se mantém por si mesma. Nossa parceria com a Tam continua na Star Alliance (programa que concentra milhas entre companhias aéreas). Independentemente de as coisas mudarem, se mudarem, estaremos bem. Temos sido bem sucedidos nesse mercado nos últimos 20 anos. Não vejo porque não continuaríamos assim. Temos um coach arrangement com eles e transitamos clientes para a rede deles e eles para a nossa.
JB - A United completa 20 anos no Brasil. Quais os planos da companhia para o país?
Nosso plano é sempre crescer lucrativamente. Não crescemos só para crescer. Fazemos questão que cada mercado se sustente. Nossas operações no Brasil tem sido constamente lucrativas. O que fazemos é procurar oportunidades para aumentar nosso funcionamento e possíveis novas rotas. Mas a única coisa que mudará é a rota de Houston, que aumentará a capacidade em 10% e a capacidade de negócios em 40%. E isso é significativo, porque um desafio nesse mercado foi de que a demanda de passagens de primeira classe de e para Houston excedeu nossa capacidade. Acabamos abrindo espaço para nosso competidores porque não podíamos absorver os clientes.
JB - A economia brasileira cresceu bastante nesses últimos 20 anos e tem como maior destino os Estados Unidos, maior mercado da United. A demanda é tão alta que os governos de Brasil e Estados Unidos fizeram acordos diplomáticos para facilitar a emissão de vistos de entrada. A United não está interessada nesse mercado? 
Estamos, mas tentamos olhar todas as oportunidades globais. Gerar um planejamento de rede não é nosso trabalho aqui hoje. Mas existe um grupo de funcionários que analisa todas as oportunidades e as cataloga e as prioriza nos aspectos de lucratividade e de demanda. Naturalmente, qualquer crescimento que pudermos ter, com maior fluxo de capital, interessa. Vimos muitas companhias aéreas entrar e sair do mercado. Por isso, somos muito metódicos para crescer no mercado. Se achamos que há demanda adicional, crescemos em termos de capacidade aumentando o número de assentos. Sem aumentar essa demanda, podemos adicionar frequência a essa mesma rota. Se há oportunidades para trazer um novo mercado, então você compara com outros que são favoráveis e prioriza isso.
Em relação à maior faciliade de obter um visto, assim que começarmos a perceber que o maior volume de voos é relacionado a isso, podemos fazer uma projeção. Mas não queremos nos precipitar. Preferimos crescer daqui a seis meses do que muito cedo e talvez não obter retorno no investimento.
JB - Como é o relacionamento da empresa com os governos da América Latina?
Temos experiência na região. Não somos novos, somos uma grande força há trinta anos. Estamos familiarizados em como conduzir negócios aqui. Temos colegas na matriz e pessoas nos diferentes locais que trabalham juntos para garantir que tenhamos fluidez. Governos são difíceis de lidar em todo o mundo, inclusive nos EUA. Há sempre diferentes regras e regulações. Estamos em uma área de negócios complexa, e sabemos como organizar isso.  Quando você está preparado para essa complexidade, então você faz muito bem.
JB - Como a crise econômica mundial afeta o setor de aviação mundial?
A única coisa que a United tem que talvez alguns de nossos concorrentes não tenham é nosso portfólio equilibrado. Se olhar para nossas operações, somos os maiores do setor nos America do Norte e na Ásia e os segundos na América Latina e na Europa. A crise econômica afeta as regiões de forma diferente e em tempos diferentes. Agora, a Europa está muito enfraquecida, mas a Ásia está muito forte. A América latina está se mantendo e os EUA estão 'retos'. Não estamos crescendo nem diminuindo também. O equilíbrio nos ajuda a competir com mais efetividade. 
O setor de aviação enfrenta crises todos os dias. Se não é o preço do combustível, são desastres naturais etc, um número de coisas que afetam os negócios. Então, temos que planejar a regularidade todos os dias. Nossa vantagem sobre os concorrentes, em nível global, é esse equilíbrio. A expressão em inglês é “não coloque todos os seus ovos em uma única cesta”.
Também vimos menos demanda. Quando essas regiões enfrentam crises econômicas, todos observam isso e, às vezes, fazem ajustes para se acomodar a um ambiente econômico menos favorável. Estamos preparados para isso. Nossos vôos são flexíveis, o que nos permite colocar os aviões adequados nas rotas para acomodar sua demanda e, se necessário, diminuir a capacidade no mercado reconhecendo que há menos demanda. Aqui, estamos adicionando capacidade, isso mostra que o Brasil é um vencedor. Em alguns lugares da Europa, diminuímos por conta da economia.
JB - Quando o senhor fala de diminuição da demanda e da capacidade, está falando de corte de postos de trabalho?
Sim, há um pouco disso. Mas o que se vê frequentemente é que as companhias vão restringir as viagens ou mudar as políticas de viagem. Algo que vemos nos EUA é que os empregados ficavam num hotel cinco estrelas, e agora ficam num de três. Então, são essas mudanças que vemos que têm impacto na renda. Não vimos companhias mudandos suas políticas gerais de viagens, mas vimos companhias requisitando os empregados a reservarem a viagem mais cedo para economizar. 
As informações são"Jornal do Brasil".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza Santos

Casal gay processa companhia aérea após achar vibrador fora da mala


Dois homens estão processando a empresa de aviação Continental Airlines depois que encontraram um vibrador, que estava dentro da bagagem, amarrado ao lado de fora de suas malas. As informações são do tabloide britânico ‘The Sun’.

Segundo o jornal, o casal gay, que não quis se identificar, estava de férias na Costa Rica e, quando retornaram a Norfolk, nos Estados Unidos, perceberam que a mala estava com o ‘brinquedo sexual’ à vista, preso com uma fita adesiva que ostentava o logotipo da empresa áerea.

Eles entraram com uma ação por negligência e invasão de privacidade. O advogado da causa acredita que a brincadeira foi feita de forma voluntária por funcionários da companhia, após perceberem que o casal era homossexual.


As informações são"AthosGLS".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz

Aeroporto Internacional de Newark fica entre os piores em 2011


Newark ficou em ultimo lugar nas chegadas e decolagens das aeronaves, tendo em comparação aeroportos do mesmo porte, entre janeiro e novembro de 2011
Se o seu voo atrasasse na chegada ou saída do Aeroporto Internacional de Newark durante o feriado do Dia de Ação de Graças em 2011, não seria uma grande surpresa. O Governo posicionou o maior aeroporto de New Jersey, um dos mais movimentados dos EUA, entre aqueles que apresentaram mais atrasos nas chegadas e partidas em novembro.
O Aeroporto de Newark ficou entre os últimos da lista entre os meses de janeiro e novembro de 2011, nos quesitos chegadas e partidas. O Departamento Federal de Estatísticas nos Transportes divulgou na quinta-feira (12) que 75.2% das chegadas e 80.22% das chegadas à Newark não atrasaram em novembro, colocando-o em 28º lugar entre os 29 maiores aeroportos da categoria. Newark pode agradecer ao Aeroporto Internacional de San Francisco por não ocupar o final da lista.
Entretanto, Newark ficou em ultimo lugar nas chegadas e partidas das aeronaves, tendo em comparação aeroportos do mesmo porte, entre janeiro e novembro de 2011, com voos nos horários 66.25%, para chegadas, e 72.78%, para saídas, respectivamente. O Aeroporto Internacional de Seattle-Tacoma liderou a lista, com 86.14% nas chegadas e 87.9% nas decolagens.
O Port Authority of New York & New Jersey, que opera o Aeroporto de Newark, atribuiu os atrasos ao fato de que ele atende o tráfego aéreo mais movimentado da nação. O órgão reiterou seu apoio à proposta apresentada pela Administração Federal de Aviação (FAA) de lançamento do Sistema de Transporte Aéreo da Nova Geração, um programa multibilionário de várias fases controlado via satélite, que visa impedir atrasos.
“Atrasos nos voos em nossa região, um dos espaços aéreos mais movimentados do mundo, é, na maioria das vezes, resultado das condições climáticas ou do grande volume de aeronaves”, alegou o Port Authority através de um comunicado. “O órgão também tem sido um dos principais proponentes na nação da utilização da tecnologia via satélite NextGen, que substituirá o antiquado sistema de radar utilizado há décadas, que permitirá uma aproximação maior entre as aeronaves, entretanto, sem comprometer a segurança”.
Especialistas detalharam que as fortes nevascas e chuvas do ano passado e, até mesmo a rara tempestade de neve em pleno mês de outubro, interferiram no transporte aéreo na região.
Os aeroportos internacionais John F. Kennedy e LaGuardia também ocuparam uma baixa posição. O LaGuardia ficou em 27º lugar em chegadas no horário  e 22º lugar em decolagens. Ambos os aeroportos ficaram no final de lista durante o período de janeiro e novembro.
O Departamento de Transportes também emitiu uma lista formada por 16 linhas aéreas. A Continental Airlines, responsável por 2 terços de todos os voos no Aeroporto de Newark , ocupou o 13º em novembro e 12º durante janeiro e novembro. A Continental uniu-se à United Airlines em novembro.


As informações são"Brazilian Voice por Leonardo Ferreira".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira Ferraz

FAA emite certificado de operação conjunta da United e Continental

Nesta quinta-feira, dia 1º, a United Continental Holdings anunciou que recebeu da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) a autorização para o certificado de operação conjunta, o que se constitui em um importante passo na integração da United Airlines e Continental Airlines. Este marco regulatório, embora significativo em uma perspectiva de políticas operacionais e procedimentos, não altera a forma como os clientes interagem com a companhia aérea. Os clientes da United e Continental continuam, por hora, recorrendo aos sites de cada companhia aérea para adquirir passagens, escolher assentos e consultar informações de seus vôos. A partir do primeiro trimestre de 2012, no entanto, as empresas migrarão para um sistema único de reservas – que será o momento, do ponto de vista do cliente, em que as companhias começam a funcionar como uma só empresa. 

As duas companhias passaram por um rigoroso processo que durou 18 meses no qual alinharam seus procedimentos e políticas de operação com o objetivo de obter da FAA este certificado. Uma equipe formada por mais de 500 funcionários de ambas as companhias se dedicou a avaliar minuciosamente cada um dos programas, processos e especificações de operação de cada companhia antes da integração, a fim de determinar qual era a melhor opção para a nova United. Aliado a isso, a equipe rearranjou mais de 440 manuais de operação, programas e procedimentos para chegar a cerca de 260 manuais para a nova companhia – esse processo implicou em aproximadamente 2 mil modificações. A partir de hoje, as comunicações de controle de tráfego aéreo irão se referir a todos os vôos da United Continental como “United”. A United e Continental anunciaram sua fusão em maio de 2010 e finalizaram a operação em 1º de outubro daquele mesmo ano.


As informações são"Mercado & Eventos".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira da Silva

Continental faz primeiro voo com bio-combustível


A United Continental Holdings, Inc. anunciou que a sua subsidiária Continental Airlines efectuou ontem o primeiro voo comercial nos Estados Unidos com biocombustível avançado. O voo 1403 tornou a United na primeira companhia aérea Americana a realizar um voo com passageiros através de uma mistura de biocombustível sustentável avançado com combustível tradicional derivado de petróleo.
O voo 1403, um Boeing 737-800, partiu do Aeroporto Intercontinental Bush em Houston, às 10h30 de segunda-feira, com destino ao Aeroporto Internacional de Chicago O’Hare, tornando-se a United na primeira companhia aérea Americana a realizar um voo com passageiros através de uma mistura de biocombustível sustentável avançado com combustível tradicional derivado de petróleo.
Este voo acontece cerca de quatro meses depois da aprovação do hidroprocessamento de combustíveis renováveis na aviação comercial.
A Solazyme, que trabalha com a Honeywell na tecnologia de processo UOP, desenvolveu o óleo de algas que foi transformado em combustível de avião para o voo comercial de segunda-feira.
Esta empresa produziu o primeiro combustível do mundo 100 por cento derivado de algas, para aplicações comerciais e militares. 
Além disso, a United anuncia também que assinou uma carta de intenção com a Solazyme para negociar a compra de cerca de 75 milhões de litros de combustível por ano, exclusivamente derivado de óleo de algas, para entrega já em 2014.


As informações são"TVNET.PT".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

United e Continental apresentam o UNITED CLUB


A United Continental Holdings apresentou o novo nome para os seus lounges de aeroporto no início deste mês. United Club é a nova marca que substituirá o Red Carpet Club da United e o Presidents Club da Continental. A ação representa mais um passo na integração dos produtos e serviços das companhias aéreas e tem como objetivo oferecer aos clientes uma experiência de viagem mais consistente.

A marca United Club está presente em mais de 50 lounges em 39 aeroportos ao redor do mundo, oferecendo aos membros e seus convidados serviço de bar gratuito; lanches leves e bebidas; amenidades como Wi-Fi, acesso a salas de conferência e estações de trabalho; atendimento personalizado para reservas, marcação antecipada de assentos, upgrades e emissão de cartões de embarque. Em um futuro próximo, os lounges remodelados proporcionarão novos benefícios para o cliente corporativo de acordo com as suas próprias preferências, como por exemplo, mais estações de trabalho que lhes permitirão aumentar a produtividade durante as viagens.

Os membros do Red Carpet Club e Presidents Club terão acesso a qualquer United Club com suseus cartões de associados atuais. Os associados poderão também utilizar os lounges da Star Alliance em todo o mundo quando a sua viagem incluir segmentos a bordo de companhias aéreas integrantes da aliança.

Há uma grande variedade de opções de associação ao United Club, com anuidades a partir de US$ 495.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Tam participa de seminário da Star Alliance

A Tam Linhas Aéreas participou hoje da segunda edição do Star Alliance Universe, seminário educativo realizado no Hotel Renaissance, em São Paulo. Em 4 de outubro, no Pestana Hotel, será a vez dos agentes de viagem do Rio de Janeiro conhecerem os benefícios e soluções empresariais da companhia. 

Entre os produtos apresentados estão o Corporate Plus (utilizado por corporações que custeiam as viagens a serviço de seus funcionários), o Meetings Plus (para empresas que realizam reuniões com participantes de diversas localidades) e o Conventions Plus (para participantes de congressos e eventos). Os inscritos também serão apresentados à Tarifa Volta ao Mundo, uma opção especial para os passageiros que desejam dar ao redor do globo a bordo de aeronaves das companhias membro da aliança, e às variadas modalidades do Airpass da Star Alliance, ideal para viagens a diversos destinos. 

Do evento, participarão os principais executivos e representantes de vendas dos membros da aliança no Brasil. Além da TAM, confirmaram presença no seminário os representantes das companhias Air Canada, Air China, Continental, Lufthansa, Singapore, South African, Swiss, TAP, Turkish, United e US Airways. 

Interessados devem se inscrever em www.starallianceuniverseevent.com.br. As vagas são limitadas.


As informações são"Mercado & Eventos".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Camila Santos 

United Continental renova serviços a bordo

A United Continental Holdings anunciou que irá investir mais de 550 mil milhões de dólares nos seus produtos a bordo, dando mais um importante passo para se tornar na principal companhia aérea do mundo.
Estas melhorias de produto incluem, entre outros, a inclusão de assentos-cama em 62 aviões de longo curso, quase duplicar o espaço de armazenamento no compartimento acima da cabeça em mais de 150 aviões, instalação de banda larga Wi-Fi avançada em mais de 200 aviões e introdução de vídeo wireless a bordo dos aviões 747-400. 
Estas e outras alterações de produto surgem em conjunto com os 25 novos aviões – incluindo o Boeing 787 Dreamliner – que a companhia aérea irá introduzir à sua frota no próximo ano.


As informações são"Opção Turismo".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

United, Continental e Copa vão unificar programas de milhagem

A United Airlines e a Continental deram um passo adiante no processo de fusão das companhias aéreas. Elas decidiram adotar um único programa de fidelidade para as empresas a partir de 2012, o Mileage Plus, atualmente utilizado apenas pela United.

O programa também será adotado pela companhia panamenha Copa Airlines, uma das principais parceiras comerciais da Continental. Hoje, as duas empresas usam o programa OnePass.

Os clientes do OnePass serão automaticamente cadastrados no Mileage Plus e terão seus pontos transferidos para o programa. O OnePass será extinto no dia 31 de dezembro.]

A fusão entre United e Continental, anunciada em maio de 2010, formará a maior companhia aérea do mundo. Juntas, elas operam cerca de 5.820 voos diários em 373 aeroportos e somam mais de 80 mil funcionários.

Fonte/Via:Economia - iG Marina Gazzoni, iG São Paulo
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência. O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Alan Alves 

Inaugurado voo United-Continental para seu quinto destino no HAWAII

Hilo é a quinta localidade no arquipélago do Hawaii a receber ligação direta com Los Angeles O voo diário, operado pela Continental Airlines, com Boeing 737-800 é o único serviço sem escalas entre a parte continental dos Estados Unidos e Hilo, operação que complementa os voos da empresa para outras quatro cidades do arquipélago: Honolulu, Kahului, Kona e Lihue.

“Juntas, a United e a Continental servem o Hawaii há mais de seis décadas”, declarou o vice-presidente executivo da United Continental Holdings, Inc., Jim Compton. “Este novo voo sem escalas oferece aos nossos clientes um serviço ainda mais amplo para o arquipélago. Estamos orgulhosos de ser a única empresa aérea a oferecer um serviço sem escalas entre o continente e Hilo.”

Entre atrativos de Hilo estão o Parque Nacional dos Vulcões do Hawaii, e o mundialmente famoso festival anual de hula Merrie Monarch.

A United serve o Hawaii desde 1947e é a empresa aérea dos Estados Unidos com o maior número de voos para o arquipélago, a partir de centros de conexões em Los Angeles, San Francisco, Denver, Houston, Chicago e Nova York/Newark.

Fonte/Via:Brasilturis Jornal
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência. O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Priscilla Campos

United e Continental já trabalham em conjunto em Chicago

A United Continental revela um conjunto de alterações para proporcionar uma experiência de viagem mais consistente aos clientes da United Airlines e da Continental Airlines, as duas companhias aéreas fundidas em Outubro de 2010. As alterações, muitas introduzidas pela primeira vez no hub da United no Aeroporto Internacional de Chicago O’Hare, vão ser alargadas a todos os aeroportos em toda a rede global das companhias aéreas ao longo dos próximos meses.

Algumas das mudanças actualmente visíveis para os clientes são a maior capacidade de self-service, os novos serviços “Premier Access” no aeroporto, os novos recursos e benefícios Mileage Plus e One Pass, as novas opções de menu a bordo, a nova sinalética e o lançamento da nova marca nos aeroportos e páginas únicas nas Redes Sociais, tudo aumentando a integração das companhias.

A United Airlines espera obter o certificado de operação única para operações combinadas da Administração Federal de Aviação no último trimestre de 2011 e migrar para um sistema único de reservas no primeiro trimestre de 2012.

A United Continental e a Continental Airlines, juntamente com a United Expresso, Continental Express e Continental Connection, operam um total de aproximadamente 5.820 voos por dia para 373 aeroportos em seis continentes dos seus ‘hubs’ de Chicago, Cleveland, Denver, Guam, Houston, Los Angeles, Nova Iorque/Newark Liberty, São Francisco, Tóquio e Washington D.C. A United e a Continental são membros da Star Alliance, que oferecem 21.000 voos diários para 1.160 aeroportos em 181 países. Os mais de 80.000 colaboradores da United e da Continental residem em todos os estados dos Estados Unidos e em diversos países por todo o mundo. 


Fonte/Via: publico.pt por Paulo Vilarinho
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência. O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Douglas Pereira

United passa o oferecer CHECK-IN a distância nos voos internacionais


A United Continental Holdings, Inc passará a usar seus sistemas de check-in móvel e cartão de embarque móvel também nos voos internacionais. Pelo sistema, o passageiro poderá fazer o check-in no site united.com, usando qualquer dispositivo móvel com acesso à internet, a partir de 24 horas antes da hora marcada para a partida do avião.

As opções relativas ao cartão de embarque móvel, enquanto isso, passam a estar disponíveis para os passageiros embarcando dos aeroportos de Londres, Munique, Amsterdã, Bruxelas, Genebra, Zurique, Moscou e Osaka. A United espera oferecer esta opção nos próximos meses em outros aeroportos, inclusive Frankfurt, Tóquio Narita e Hong Kong. A opção já foi adotada em 62 aeroportos dos Estados Unidos, inclusive em Chicago, Denver, Washington Dulles, São Francisco e Los Angeles, os principais centros de conexões da United.

“A expansão de nosso check-in móvel e da opção de embarque sem papéis às viagens internacionais dará ao cliente maior flexibilidade e controle, durante toda a sua experiência de viagem”, declarou o vice-presidente de Experiência do Cliente, Martin Hand.

A Continental Airlines já oferece a opção do cartão de embarque móvel em 70 aeroportos, inclusive nos seus principais centros de conexões, Nova York, Houston, Cleveland e Guam, e diversos destinos internacionais, entre os quais Londres, Frankfurt, Munique, Bruxelas, Zurique, Genebra, Amsterdã e Saipan. Os clientes de todos os voos da Continental também podem fazer o check-in no site continental.com a partir de qualquer aparelho com acesso à internet.

Os cartões de embarque móveis da United e da Continental têm um código de barras em duas dimensões e informações sobre o passageiro e o voo, que são confirmados por scanners no posto de segurança e no portão de embarque. Além deste cartão de embarque, mais sensível às necessidades do meio ambiente por dispensar o papel, os clientes também podem usar dispositivos móveis com acesso à internet para checar a situação do voo, disponibilidade de serviços, itinerários e verificações de sua conta no plano Mileage Plus. Podem também pedir para serem informados, por e-mail, telefone ou mensagens de texto, de qualquer alteração no seu voo. Com a função My ItinerariesSM, o cliente pode verificar seus itinerários e, na eventualidade de perder uma conexão, saber para qual voo foi automaticamente transferido. Com isso, evita filas no aeroporto para pedir essas informações a um atendente.


Informações: united.com e continental.com.


Via: Brasilturis Jornal
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Continental Airlines expande internet Wi-Fi a mais de 200 aviões

A United Continental Holdings anunciou ontem que a sua subsidiária Continental Airlines assinou um protocolo com o fornecedor de serviço de entretenimento de bordo LiveTV para oferecer Wi-Fi via Ka-band a bordo, devendo o serviço estar operacional em mais de 200 aviões no início do próximo ano.
O serviço de internet Wi-Fi deverá passar a estar disponível em mais de 200 aviões Boeing 737 e 757, que vão ser equipados com DIRECTV, fornecendo ligação a bordo e 95 canais de programação televisiva ao vivo nas rotas domésticas.
“Os planos de expansão dos serviços Wi-Fi a bordo reforçam o compromisso da companhia em fornecer opções únicas que permitam aos clientes personalizar a sua experiência de viagem”, sublinha a United Continental Holdings.
A United Airlines oferece actualmente serviços de internet a bordo em 14 aviões, incluindo todos os voos de serviço Premium, que ligam Nova Iorque Kennedy com Los Angeles e São Francisco. 


Via:Turisver
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Unidos, a Continental aumentar algumas tarifas comerciais


United ea Continental Airlines estão aumentando as tarifas sobre alguns viajantes de negócios dos EUA por US $ 20 a $ 60 por um bilhete de ida e volta.
As companhias aéreas, ambos de propriedade da United Continental Holdings Inc., levantou tarifas terça-feira em primeira classe e bilhetes de autocarro instant-upgrade.
AMR Corp 's American Airlines e Delta Air Lines Inc. disse que eles combinassem os aumentos.
analista do JPMorgan, Jamie Baker disse que a "selecionar" os aumentos foram os primeiros recentemente destinadas a viajantes de negócios, que são menos prováveis de adiar ou cancelar viagens por causa da subida dos preços.
Baker disse que a Southwest Airlines Co., um influente preços praticados, não pode bloquear o aumento porque não vender assentos de primeira classe. Na semana passada, ele se recusou a ir junto com um outro hike da ampla indústria de tarifa, obrigando os rivais para reverter os aumentos nas rotas onde concorrem com a Southwest. Baker disse que as companhias aéreas podem ter empurrado os aumentos das tarifas de lazer ao limite e agora estão se voltando para os aviadores premium.
Companhias aéreas aumentaram os preços em uma ampla gama duas vezes em dezembro, e três vezes até agora este ano antes da última subida, que FareCompare.com CEO Rick Seaney disse orientados "viajantes de negócios high-end".
"Isso não afeta a três dias e bilhetes de 7 dias de compra antecipada, que a maioria das pessoas compram", disse Seaney.
As companhias aéreas têm já os preços do combustível de jato para muitos dos seus recentes aumentos de preços, possibilitada por uma apertada oferta de assentos. Como a demanda de viagens pegou no ano passado, as companhias aéreas têm limitado o número de assentos disponíveis, elevando os preços.
"As companhias aéreas podem aumentar os preços, mas há uma defasagem de compensar os preços do petróleo", disse Mike Derchin, analista da CRT Capital.
Os preços do combustível para jactos aumentaram quase pela metade, para 2,80 dólares o galão na semana passada de 1,95 dólares por galão no ano passado.
Via:TMCnet