A ligação às cidades-sede terá um aumento superior a 31% no volume de operações. Serão adicionados 16,1 mil voos à malha regular nessas cidades durante o período dos jogos, totalizando 67,8 mil deslocamentos. A oferta de assentos cresce 9,7%, o que significa 645 mil novos lugares aos 6,6 milhões regulares. “A criação de uma malha aérea específica para o período da Copa do Mundo é um processo que requer uma disciplina organizacional extrema”, explica Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.
Das cidades-sede com maior movimentação, São Paulo é a que terá o maior fluxo, com 2,8 milhões de assentos nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e também em Viracopos. No entanto, esse volume representa apenas 9% a mais no número de assentos regulares para o período. No Rio de Janeiro, serão 89 mil assentos extra para os terminais do Galeão e Santos Dumont, totalizando 881 mil. Em volume de operações, haverá um crescimento de cerca de 45% em função de 2,6 mil novos voos. Em Belo Horizonte, os aeroportos da Pampulha e Confins terão 873 mil lugares em 7,7 mil voos, dos quais 789 são operações específicas para os seis jogos na capital mineira.
Em termos de operação, o aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, terá aumento de 64% no volume de pousos e decolagens no período, chegando a 5,5 mil voos e 560 mil assentos. Fortaleza também supera a margem de 60% com 826 voos extras, somados à malha de 1.350 deslocamentos regulares.
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