Disse ainda o superintendente: “Esse aeroporto deve deixar de operar aviação comercial, mas existem várias opções para utilizar esse espaço no futuro, não só no segmento da aviação, mas como indústria aeronáutica, centro de distribuição logística, uma grande universidade ou um centro atacadista. O investimento que foi feito aqui vai atender ao que se propõe. A Infraero fez essa obra com toda responsabilidade, investindo adequadamente naquilo que achou necessário”.
Nós, meros passageiros mortais, vamos sentir muitas saudades do criticado (porém próximo) Augusto Severo, em Parnamirim. Levar uma hora em caminhos sinuosos e certamente esburacados para chegar ao aeroporto “colossal” de São Gonçalo do Amarante vai gerar muita polêmica num estado onde pouco se planeja. É esperar para ver. Primeiro, se o aeroporto sai mesmo. Depois, se haverá acessos. Por último, se ele será realmente viável como o hub a que se propôs.
As informações são"Tribuna do Norte - Natal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira da Silva