A previsão inicial era que estivesse em operação em maio. Mas falta ainda autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
O Sistema de Pouso por Instrumentos (ILS, na sigla em inglês) categoria III-A permite pousos e decolagens seguros, auxiliados por instrumentos em caso de visibilidade mais próxima a zero, aos pilotos e aeronaves certificados para usar esses equipamentos.
Segundo a Infraero (estatal que gerencia os aeroportos brasileiros), a implantação custou R$ 8,9 milhões.
Bariloche Clássico - 8 dias - Saída em 30/06
Passagem aérea ida e volta + 7 noites de hospedagem com café da manhã + passeios + roupa especial para neve por 6 dias R$ 3.281,76
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A maior parte do dinheiro, R$ 8 milhões, foi gasta para a compra de um novo radar de superfície.
O radar é capaz de, mesmo sob forte nevoeiro, captar veículos e outros objetos na pista --requisito essencial para a liberação do ILS nesta categoria.
Com o novo sistema, os pilotos podem ter um pouso considerado seguro quando há contato visual com a iluminação da pista a uma distância de 175 m. No sistema atual, o pouso só pode acontecer quando o piloto conseguir ver a iluminação de uma distância de no mínimo 350 m.
Além do novo equipamento, foram feitas atualizações nos sistemas de sinalização e radiotelecomunicação do ILS categoria II, que já funcionava em Guarulhos.
Mas a Anac não homologou o sistema na categoria III-A, o que impede que ele seja usado. A agência informou que ele ainda não está completo, sem revelar quais são os problemas.
A Folha apurou que a Anac não considerou a nova iluminação feita pela Infraero adequada para essa categoria de pouso por instrumentos.
PRIMEIRO
Cumbica seria o primeiro aeroporto do país com esse sistema de sinalização. A compra do mesmo sistema para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio, está em licitação pela Infraero.
No ano passado, Cumbica ficou 40 horas fechado, sendo 26 horas em junho e julho, por causa do mau tempo.
Foi um número mais de 30% superior ao de 2010, quando Cumbica ficou fechado por 29 horas e 30 minutos. Nos meses críticos, foram 18 horas inoperante. Os números de junho de 2012
ainda não estão finalizados pela estatal.
As informações são"folha.uol".Sempre é citado o link de referência.
