A British Airways, que faz parte, com a Iberia, do IAG, primeiro grupo a declarar interesse na privatização da TAP, informou hoje que o seu projecto de integração da BMI, comprada à Lufthansa, vai deixar 1.200 postos de trabalho “redundantes”, ou seja, a cortar.
Uma informação da British Airways divulgada hoje diz que iniciou consultas com os sindicatos quanto à integração da BMI e que a sua proposta é integrar 1.500 dos actuais 2.700 trabalhadores no Reino Unido da antiga subsidiária da Lufthansa, entre eles cerca de 1.100 tripulantes de cabina, pilotos e técnicos de manutenção baseados no aeroporto de Heathrow e 400 trabalhadores de outros serviços, para serem integrados no Terminal 1 deste aeroporto.
Quanto aos restantes 1.200, que a British Airways diz serem principalmente trabalhadores da sede da BMI em Castle Donington e em aeroportos regionais.
A companhia argumenta que antes da compra, para a qual teve “luz verde” da Comissão Europeia em finais de Março, a BMI estava a perder três milhões de libras por dia e, assim, era a totalidade dos 2.700 postos de trabalho que estava em risco.
A BMI “não era viável tal como está hoje”, salientou o CEO da British Airways, Keith Williams, numa declaração citada no comunicado da companhia em que repisa o argumento de que assim se salvarão 1.500 postos de trabalho, “que de outra forma seriam perdidos”.
“As perdas de empregos são profundamente lamentáveis, mas são inevitáveis”, sublinha Keith Williams no comunicado em que a British também indica estar a trabalhar em possíveis oportunidades de emprego, como por exemplo na Rolls-Royce, em Midlands, e nas suas oficinas de manutenção em Glasgow, quando em Janeiro de 2014 expirarem os contratos de manutenção pesada feita fora do Reino Unido.
As informações são"presstur".Sempre é citado o link de referência.
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