Na quinta-feira, a agência americana firmou um acordo com a agência espacial brasileira (AEB) para desenvolvimento de pesquisas sobre a camada de ozônio e o regime de chuvas no Terra. A carta de intenções, no entanto, não prevê a construção de um satélite.
A espaçonave de duas toneladas é uma parceria entre a Nasa e a agência nacional de administração oceânica e atmosférica, a Noaa, com participação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Com cinco instrumentos a bordo, o NPP vai ficar em órbita polar a 820 km de altura, monitorando terra, oceano e a atmosfera. O satélite vai obter dados sobre temperatura, umidade e sobre quanta luz do sol é refletida pelo gelo do ártico.
Ele deve ficar em órbita até 2017, quando deve ser substituído por um satélite da próxima geração, o JPSS-1.
As informações são"G1".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Douglas Pereira