As duas empresas já desenvolvem uma aliança operacional na parte de planejamento conjunto da malha. O primeiro passado dessa aliança operacional entre a TAM e a Trip foi dado em 2004, com a operação de check in compartilhado. A partir dessa parceria operacional com a Trip, segundo Caprioli, a TAM tem focado cada vez mais as suas operações em aviões de maior capacidade.
“Um exemplo são as rotas da Pantanal, que a TAM decidiu abandonar. A Trip deverá operar essas rotas a partir de setembro. Isso tudo está sendo feito de maneira coordenada entre as duas companhias”, disse. Os aviões de até 110 assentos usados pela Trip, segundo ele, já são suficientes para a calibração entre a oferta e a demanda nesses mercados.
O presidente da Trip disse ainda que a companhia tem analisado com interesse as perspectivas de criação de uma aviação regional sul-americana, uma tendência que deve se consolidar nos próximos anos. “Estamos olhando para esse mercado, mas neste momento o nosso foco está em melhorar a nossa malha no Brasil”, disse.