A companhia aérea moçambicana LAM – Linhas Aéreas de Moçambique confirmou que vai manter os voos entre Maputo e Lisboa, apesar da decisão da União Europeia (UE) de a incluir na “lista negra”, porque são operados por uma companhia que não é abrangida põe essa decisão, neste caso, como acontece com a STP Airways, a euroAtlantic, de Tomaz Metello e do grupo Pestana.
Esta medida não é nova. Em 2007, a companhia aérea angolana TAAG foi incluída na “lista negra” da União Europeia e alugou um avião à South African Airways para efectuar os voos.
Também a companhia aérea de São Tomé e Príncipe STP Airways foi incluída na “lista negra” da UE em 2009, mas não interrompeu as ligações, porque a operação é da euroAtlantic, que, aliás, é o seu accionista de referência.
Em comunicado divulgado ontem, a LAM destaca que “os voos que ligam Maputo a Lisboa, vão continuar a operar normalmente, tendo para o efeito a LAM assinado um acordo de aluguer de aeronave B767 – 300 ER à euroAtlantic”.
A companhia sublinha ainda que “como empresa responsável, cumpre todos os requisitos e procedimentos internacionais definidos pela ICAO e pela IATA, tendo sido já auditada por duas vezes por entidades externas, no âmbito do programa IOSA – IATA Operational and Safety Audit, com resultados excepcionais”.
Fonte/Via:PressTur
Este conteúdo divulgado neste Blog, Sempre é citado como fonte e o link de referência. O conteúdo divulgado e de Responsabilidade de:Priscilla Campos
Esta medida não é nova. Em 2007, a companhia aérea angolana TAAG foi incluída na “lista negra” da União Europeia e alugou um avião à South African Airways para efectuar os voos.
Também a companhia aérea de São Tomé e Príncipe STP Airways foi incluída na “lista negra” da UE em 2009, mas não interrompeu as ligações, porque a operação é da euroAtlantic, que, aliás, é o seu accionista de referência.
Em comunicado divulgado ontem, a LAM destaca que “os voos que ligam Maputo a Lisboa, vão continuar a operar normalmente, tendo para o efeito a LAM assinado um acordo de aluguer de aeronave B767 – 300 ER à euroAtlantic”.
A companhia sublinha ainda que “como empresa responsável, cumpre todos os requisitos e procedimentos internacionais definidos pela ICAO e pela IATA, tendo sido já auditada por duas vezes por entidades externas, no âmbito do programa IOSA – IATA Operational and Safety Audit, com resultados excepcionais”.
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