Algumas dessas aeronaves são da República Democrática do Congo, já proibidos de sobrevoar o espaço europeu e que foram enviadas para São Tomé para colocar a matrícula da companhia aérea.
A União Europeia exigiu que as autoridades são-tomenses forneçam a lista de operadores registados por São Tomé, incluindo outras informações complementares, tais como o número de acidentes registados nos últimos cinco anos com essas mesmas aeronaves.
O governo são-tomense já pediu ajuda às autoridades portuguesas para evitar que a ameaça seja executada.