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American Airlines e parceira de fusão US Airways lança acordo de codeshare com parceira de negócios conjuntos British Airways

A US Airways, parte do American Airlines Group, anuncia hoje o lançamento de acordo de codeshare com a parceira de negócios conjuntos transatlântica e membro da organização oneworld® British Airways, melhorando ainda mais o relacionamento com a transportadora com sede em Londres. A partir de hoje, os viajantes podem reservar bilhetes em voos codeshare para viagens a partir de 14 de maio.


US Airways, part of American Airlines Group, today announces the launch of its codeshare agreement with trans-Atlantic joint business partner and fellow oneworld® member British Airways, further enhancing its relationship with the London-based carrier. Beginning today, customers can book tickets on codeshare flights for travel beginning May 14.
Launched in a phased approach, the codeshare will initially cover nearly all of the two carriers' trans-Atlantic flights. Customers will now have access to British Airways flights to London from 21 destinations in the United States, and British Airways will place its code on US Airways flights to Charlotte and Philadelphia from 17 destinations throughout Europe.
The remaining flights in the codeshare will be implemented in phases and will include British Airways routes from London to more than 70 destinations throughout EuropeAsia and the Middle East, and US Airways flights to nearly 40 destinations inNorth America and the Caribbean. Customers can expect to have access to all codeshare flights by the end of this summer.
"US Airways' entry into the Atlantic Joint Business marked a crucial step in our overall integration process, and this codeshare agreement with our longtime partner British Airways is essential to the continued expansion of our combined networks," saidKurt Stache, senior vice president – Alliances and Partnerships. "British Airways' network out of London offers unparalleled access to key destinations in EuropeAsia and the Middle East, providing our customers another tangible benefit of both the joint business and our merger."
"This is great news for our customers who now have even more flexibility and convenience when travelling between the United States and Europe," said Sean Doyle, British Airways executive vice president – Americas. "This marks another key milestone in our joint business and with the addition of US Airways' network, British Airways customers have greater opportunities to travel around the world."
US Airways expects in the coming weeks to begin implementing codeshare agreements with the other member airlines in the trans-Atlantic joint business, Iberia and Finnair, providing customers easy access to the joint venture's combined global network.
As part of the joint business relationship, members of the US Airways Dividend Miles and British Airways Executive Club frequent flyer programs are able to earn and redeem miles on flights operated by the other carrier, providing another valuable benefit to customers. In addition, customers will be able to earn miles when traveling on codeshare flights operated by the other airline.
US Airways joined the joint venture as an affiliate member earlier this year, and will remain as such until it fully integrates with American Airlines as part of their merger to create the largest airline in the world. More information about the trans-Atlantic joint business can be found at aa.com/moreeurope.

As informações são"http://noticias.r7.com/pr-newswire/economia/american-airlines-e-parceira-de-fusao-us-airways-lanca-acordo-de-codeshare-com-parceira-de-negocios-conjuntos-british-airways-20140506.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

oneworld é líder na América Latina e Estados Unidos

Com a entrada da Tam e da US Airways, a oneworld passa a ser a principal aliança de companhias aéreas da América do Sul e também se torna a aliança líder nos Estados Unidos. “Ao adicionar a Tam e a US Airways, a oneworld irá consolidar seu papel de liderança na América Latina e em voos entre a região e os Estados Unidos e a Europa. Nós já temos relações fortes e duradouras com os grupos Latam Airlines e American Airlines. Esses dois novos parceiros trazem excelente qualidade e escala para a aliança, fortalecendo ainda mais a sua posição como a melhor opção para os viajantes internacionais frequentes”, disse Willie Walsh, chairman do Conselho da oneworld e CEO da IAG.

Para Walsh, este é um marco na história da oneworld, que com os dois novos parceiros irá reforçar sua proposta de oferecer os melhores serviços para seus clientes. Juntas, essas companhias fazem com que a oneworld chegue a quase mil destinos em 150 países. Com uma frota somada de 3.300 aeronaves, elas realizam 14.250 voos diários e oferecem salas VIPs em 600 aeroportos, incluindo algumas frequentemente apontadas como as melhores do mundo em rankings especializados. Toda essa estrutura transporta mais de 500 milhões de passageiros todos os anos, gerando receitas de U$140 bilhões de dólares.


As informações são"http://www.mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/104689/oneworld-e-lider-na-america-latina-e-estados-unidos".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

American Airlines e JetBlue encerram acordo comercial

A companhia aérea American Airlines anunciou nesta segunda-feira (10) o fim de seu acordo comercial com a JetBlue Airways, que compreendia programas de fidelidade e de voos compartilhados.

A partir deste 10 de março, nenhuma das duas empresas aceitará passageiros que tenham comprado um bilhete na plataforma de compras da outra, segundo comunicado da American Airlines, novo número um mundial em termos de capacidade desde sua fusão em 9 de dezembro com a US Airways.

A partir de 1o. de abril, os passageiros não acumularão mais milhas nem pontos quando viajarem nos voos da outra companhia, apesar de todos aqueles que que já acumularam serão devidamente creditados nas contas dos passageiros e não se verão afetados por esta mudança, afirmou ainda a American Airlines.

A compra da JetBlue, companhia de low-cost que opera na América do Norte, América Central e América do Sul, pela número um mundial da aviação foi mencionada no an opassado no caso de fracasso da fusão com a US Airways.


As informações são"http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2014/03/10/internas_economia,493272/american-airlines-e-jetblue-encerram-acordo-comercial.shtml".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

SriLankan Airlines entra na Oneworld em Maio Primeira do subcontinente indiano numa aliança

A SriLankan Airlines vai integrar oneworld, a que pertencem a British Airways e a Iberia, do grupo IAG, a partir de 1 de Maio, sendo a primeira companhia aérea do subcontinente indiano a entrar numa aliança global, diz a oneworld.
A entrada da companhia aérea segue em quase um mês a chegada da TAM e da US Airways, que passam a membros efectivos da oneworld a partir de 31 de Março.
Com a entrada da SriLankan, a rede da oneworld passará a ter dois novos destinos, nomeadamente, Hambantota no Sir Lanka e Tiruchirapalli na Índia.
Os membros do programa FlySmiLes da SriLankan vão a partir de 1 de Maio passar a poder acumular milhas nos voos das outras companhias aéreas da oneworld. 


As informações são"http://www.presstur.com/site/news.asp?news=46373".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Airlines offer first-class perk: privacy

On flights from San Francisco to Hong Kong, first-class passengers can enjoy a Mesclun salad with king crab or a grilled USDA prime beef tenderloin, stretch out in a 3-foot-wide seat that converts to a bed, and wash it all down with a pre-slumber Krug “Grande Cuvee” Brut Champagne.


Yet some of the most cherished new international first-class perks have nothing to do with meals, drinks or seats. Global airlines are increasingly rewarding wealthy fliers with something more intangible: physical distance between them and everyone else.

The idea is to provide an exclusive experience — inaccessible, even invisible, to the masses in coach. It’s one way that a gap between the world’s wealthiest 1 percent an
d everyone else has widened.

Many top-paying international passengers, having put down roughly $15,000 for a ticket, now check in at secluded facilities and are driven in luxury cars directly to planes. Others can savor the same premier privileges by redeeming 125,000 or more frequent flier miles for a trip of a lifetime.

Their own lounge

When Emirates Airline opened a new concourse at its home airport in Dubai last year, it made sure to keep coach passengers separate from those in business and first class. The top floor of the building is a lounge for premium passengers with direct boarding to the upstairs of Emirates’ fleet of double-decker Airbus A380s. Those in coach wait one story below and board to the lower level of the plane.

London’s Heathrow Airport took a private suite area designed for the royal family and heads of state and in July opened it to any passenger flying business or first class who’s willing to pay an extra $2,500.

“First class has become a way for a traveler to have an almost private jet-like experience,” says Henry Harteveldt, an airline analyst with Hudson Crossing. Airlines “will do everything but sing a lullaby.”

The front of the plane has always been plusher than the back. But in recent years airlines have put a greater focus on catering to the most affluent fliers’ desire for new levels of privacy.

There’s a lot of money on the line. At big carriers like American Airlines, about 70 percent of revenue comes from the top 20 percent of its customers.

Where the chic check in

The special treatment now starts at check-in. American and United Airlines have both developed private rooms, located in discreet corners of their terminals in New York, Chicago and elsewhere, that allow for a speedy check-in. Boarding passes in hand, travelers exit through hidden doors leading to the front of security lines.

Some foreign airlines have gone further.

Lufthansa offers first-class passengers a separate terminal in Frankfurt. There’s a restaurant, cigar lounge and dedicated immigration officers. For those who choose to shower or take a bath, the private restrooms come with their own rubber ducky — an exclusive plastic souvenir for the international jet set. When it’s time to board, passengers are driven across the tarmac to their plane in a Mercedes-Benz S-Class or Porsche Cayenne.

“That sort of exclusivity plays to the ego of people who are in a position to spend that much money on airline flight,” says Tim Winship, publisher of travel advice site FrequentFlier.com.

At Heathrow’s private suites, designed for up to six people, fliers pass swiftly and privately through their own immigration and security screening. While they’re waiting, hors d’oeuvres and Champagne are provided. Steak, sushi or other meals can be delivered from airport restaurants.

Driven to gates

U.S. airlines have copied a bit of that touch. United started in July and Delta Air Lines in 2011 driving their top customers who have tight connections at major airports from one gate to another in luxury cars. No need to enter the terminal, let alone fight the crowd on the moving walkway.

Want to board first? No problem. Want to be the last one seated, moments before the door closes? Sure. Airlines will even save room for your bags in the overhead bin.

International first class has long been distinguished by gourmet meals, wide seats and giant TVs preloaded with hundreds of movies and TV shows. But in recent years airlines also upgraded their international business-class sections, ripping apart cabins to install chairs that convert into lay-flat beds. That left very little to differentiate first class from business class.

So some airlines scrapped the ultra-premium cabin. Others have cut the number of first-class seats in half, thereby creating a more intimate experience that commands the higher price. For instance, a roundtrip flight in July between New York and Hong Kong on Cathay Pacific costs $1,600 in coach, $7,600 in business class and $19,000 in first class. Other airlines charge similar price differences among their passenger classes.

In the ultimate show of indulgence, Emirates has offered an onboard shower for first-class passengers on its A380s since the plane joined the fleet in 2008.

BIG UPGRADE FROM PRETZELS

Austrian Airlines, Etihad Airways and Gulf Air are among the carriers to staff planes with their own first-class chefs. Instead of having flight attendants reheating meals cooked on the ground, these chefs prepare the meals at 35,000 feet.

• Sometimes, that smell wafts back to the rest of the plane.

• “You know they’ve got something good up in front of the curtain, and you know you don’t have anything close to it,” says Henry Harteveldt, an airline analyst with Hudson Crossing. “When you fly coach, you are reminded of the fact that you are unimportant as a traveler.”


 The information is "http://www.delawareonline.com/story/money/economy/2014/02/27/airlines-offer-first-class-perk-privacy-/5878263/" Is always quoted the reference link.

Will JetBlue land in Albany?

Low-fare carrier JetBlue Airways said Monday it is "strongly considering" a proposal by U.S. Sen. Chuck Schumer to begin serving Albany.
Earlier Monday, Schumer, in a news conference at Albany International Airport, called on the carrier to begin flying here.

JetBlue serves Buffalo, Rochester, Syracuse, Burlington, Hartford, Westchester, Worcester and even Newburgh.
The airline has added nonstop service from the Northeast to Florida cities, and began flying from Washington's Reagan National Airportin 2010.
From Reagan, it flies nonstop to Boston, Orlando, Tampa and San Juan, and plans to add more service, thanks to its acquisition of a dozen pairs of slots that were divested by American Airlines and US Airways at Reagan as part of their merger.
Schumer suggests at least some of those slots could be used for service to Albany.
It's not clear where else JetBlue might fly nonstop from Albany. While Buffalo, Rochester and Syracuse all have service to Kennedy International Airport in New York City, the airline has previously told Schumer "Albany's so close it's not economical" to fly.
Washington or even Florida might make more sense, airport officials suggested.
The airport authority also has a package of incentives to attract new carriers and open new routes, including breaks on landing fees, terminal rent and marketing assistance.
On Monday afternoon, JetBlue officials seemed interested.
"While we don't have any immediate plans to serve Albany," said Jenny Dervin, JetBlue's vice president, corporate communications, "we are strongly considering Senator Schumer's proposal."
Schumer and airport officials hope the added competition from JetBlue would drive fares lower. Domestic fares at Albany have increased 27 percent since 2008, while existing carriers have cut seating capacity here by 18.5 percent. Passenger boardings have declined to 1.22 million passengers a year from more than 1.5 million at its peak.
Fares tumbled and business surged at the airport after low-fare carrier Southwest Airlines began service here in May 2000. But Southwest has boosted its fares 66 percent systemwide since 2004. Often, it's no longer the least expensive carrier on a given route.
JetBlue touted a study by the Massachusetts Institute of Technology that found over a five-year period, from 2007 to 2012, the "JetBlue Effect" cut fares by $32 one-way, on average.
"I believe JetBlue landing at Albany International would increase competitiveness at the airport and drive down prices," Schumer said.
The trend to consolidation has been reducing competitiveness.
Delta acquired Northwest, United combined with Continental, Southwest added AirTran, and US Airways is merging with American.
That's left plenty of vacant ticket counter space at Albany, as well as at least two available gates, airport officials said.

As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

‘Welcome to US Airways – the new American and a proud member of the Star Alliance network’

We are in ‘limbo-land’. Until March, when US Airways officially exits in the Star Alliance, this is the interesting greeting one gets to hear (or at least I got to hear) on US Airways flights, now a part of American Airlines. The merger has happened, but the transition of US Airways from Star Alliance to OneWorld is yet to complete (expected in March). So, till then, we have some wonderful opportunities as far as miles are concerned. It is a unique opportunity to maximize some miles:
  • Miles earned using a US Airways Dividend Miles number will get merged with American Airlines AAdvantage miles, so every mile you earn using your US Airways program is really an American Airlines mile
  • US Airways flights are counting towards American Airlines Elite qualification
  • You can earn American Airlines miles on any Star Alliance member airlines! All you have to do is use your US Airways Dividend Miles # and the miles earned will become American Airlines miles. So, fly Lufthansa or Singapore Airlines, earn American miles!
  • American Airlines and US Airways both are offering 1.5 times the miles if you fly the metal of one airline and use the others mileage program to earn miles
  • If you do not have both credit cards, now is the time to get them. The miles will all add up! I had a US Airways card from before. I got an American Airlines card at the end of last year
  • Here are some links to the latest credit card offers:
    The US Airways Premier World MasterCard® – current offer: 30,000 miles after first purchase. 10,000 additional miles when you transfer a balance within 90 days (use this with extreme caution). Annual Companion certificate. One US Airways Club pass for free every year. (Disclosure: This is an affiliate link. Unroadwarrior will get a referral bonus if you get approved via this link)
    American Airlines AAdvantage card – (Via The Points Guy) 100,000 mile offer. Seethe Points Guy post for more details. Note: This card has a $450 annual fee! (This is not an affiliate link of UnRoadWarrior. See The Points Guy post for his disclaimers).
    Opportunities to double up on miles comes rarely. With all the consolidation that has already happened in the US market, this may be the last merger of two major US based airlines we see in our generation. Maximize the benefits in the limited time we have left by using these opportunities to cross-earn miles and get both the credit cards.

 The information is "http://boardingarea.com/unroadwarrior/2014/02/10/welcome-to-us-airways-the-new-american-and-a-proud-member-of-the-star-alliance-network/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+unroadwarrior+%28The+UnRoadWarrior%29" Is always quoted the reference link.

JetBlue profits on Boston-Phila

It's tough to make money at another airline's international-flight hub, but JetBlue Airways is doing just that on the popular Philadelphia-Boston route.
JetBlue, Boston's largest airline with 125 daily flights, has succeeded where three other carriers did not: making a profit and winning over travelers with cheaper fares and in-flight amenities on a 300-mile trip on which US Airways long had a lock.

US Airways, with a hub in Philadelphia, has 19 nonstop flights on peak weekdays from Philadelphia to Boston.
JetBlue's arrival in May with five daily Boston nonstops immediately lowered airfares, once as high as $800 round-trip on US Airways, to $55 to $154 one-way on Jet Blue, depending on the day and time of travel.
"We are in Philadelphia for good," Scott Laurence, JetBlue vice president for network planning, said in an interview. "We are not going anywhere."
Southwest, AirTran, and Delta all stopped flying between Boston and Philadelphia because they could not compete successfully against US Airways. "We were very cautious going in. We put a lot of time, a lot of study, into what was different about JetBlue from the prior attempts," Laurence said.
JetBlue said it could succeed where others failed because of its dominant presence and corporate customer base in Boston.
"We are the carrier of choice in Boston, larger than anyone else," he said. "When our sales people go to an account in Boston, they are relevant to business customers. That really helps us."
JetBlue also attributes its success here to its customer-friendly brand and product, including more legroom in the coach cabin, live TV, free snacks, and a free first checked bag.
"Those things allow us to perform better than we otherwise would," Laurence said.
JetBlue's Boston-Philadelphia flights have been more than 70 percent full. Fares have been "at or above our expectation," Laurence said, and "revenue has come in ahead of our initial forecasts."
Looking ahead, JetBlue is "very keen and interested" in flying from Philadelphia to San Juan, Puerto Rico, where JetBlue is the largest airline and has grown significantly.
"We look at that, over the next 12 to 18 months, as being very possible," he said.
Eventually, JetBlue may add flights to Florida, particularly Fort Lauderdale.
"The more support we see in Philadelphia," he said, "the more likely that we will move more quickly with additional flying."
The most challenging customer has been the Philadelphia business frequent flier, who belongs to US Airways' Dividend Miles program and chooses to book with US Airways to accrue travel miles toward free trips and perks.
However, JetBlue has its own core of corporate customers in Boston.
James Tyrrell, Philadelphia International Airport's deputy director of property and business, said, "Everything I see from JetBlue is that they are doing well. Their fares are great, stable.
"Today, the average one-way fare for JetBlue is $111," Tyrrell said. "That compares to $142 for US Airways."
Jeffrey Erlbaum, president of ETA Travel in Conshohocken, tells clients, "If you want to have these cheap prices, you've got to support the smaller carriers."
At its peak, Southwest, which came to Philadelphia in 2004, flew nonstop to 20 destinations from Philadelphia and today flies to 11.
Last summer, Southwest discontinued its nonstop flight to Houston from here, Erlbaum said, and ticket prices "went from $300 to close to $1,000 for a trip during the week."
JetBlue was cited in an independent study from the Massachusetts Institute of Technology as the airline that lowers fares the most when it begins service in a new market, as measured by fares during 2007 to 2012, said JetBlue spokesman Anders Lindstrom.
The JetBlue "effect," MIT said, lowers fares $32 one way on average, or about $64 on a round-trip fare.

BY THE NUMBERS

125
Daily JetBlue flights out of Boston.
5
Daily nonstop JetBlue flights between Boston and Phila. US Airways has 19 nonstop flights on peak weekdays.
$111
Average one-way fare on JetBlue between Boston and Phila., compared with an average one-way fare of $142 on US Airways.

As informações são"".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

First US Airways Aircraft takes to the skies in American Airlines livery

The Airbus recently spent 13 days receiving its makeover. In anticipation of the new coat of paint, the existing paint was gently removed, the aircraft sanded and washed. Following the metallurgical exfoliation, the seams were sealed, the aircraft masked and 80 gallons of specially chosen paint applied to the exterior. A final detailing was completed to ensure
the highest shine before sending the plane out the door and back to work.

This past December, following the close of the merger with US Airways, a survey was launched allowing employees from both airlines to vote whether to change or to maintain American's current livery. In January 2014 the voting results were announced to keep the new flag tail livery. 

The airline will be adding the new look to its entire fleet of aircraft over the next few years. Approximately 640 aircraft are in line to receive the makeover, with newly arriving legacy American Airlines aircraft already outfitted in the new colors and US Airways aircraft delivered in the new colors beginning this June.  By the end of second quarter 2014 American Airlines anticipates that more than 275 mainline and regional aircraft will have been painted in the new livery. -


The information is "http://www.traveldailynews.com/news/article/58852/first-us-airways-aircraft-takes#sthash.zFJtIcsP.dpuf" Is always quoted the reference link.

Fusão entre US Airways e AA recebe aprovação da Comissão Europeia

A Comissão Europeia deu nesta segunda-feira, dia 5, 'luz verde' à fusão das companhias aéreas norte-americanas American Airlines e US Airways. O executivo comunitário considera que a operação de fusão, anunciada em fevereiro passado, não levanta problemas de concorrência, desde que as companhias cumpram determinadas condições, tendo exigido a entrada de um novo operador na rota Londres – Filadélfia para impedir o monopólio neste trajeto.



As informações são"M&E por Rafael Massadar Rafael Massadar com informações do Jornal Sol (Portugal)".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira

US Airways e American Airlines oferecem concessões para UE aprovar fusão

A US Airways e a American Airlines, da AMR Corp, ofereceram concessões aos reguladores antitruste da União Europeia para conseguir a aprovação da planejada fusão de 11 bilhões de dólares que criará a maior companhia aérea do mundo.

A Comissão Europeia afirmou nesta quarta-feira que irá decidir até 6 de agosto se irá aprovar o negócio, não fornecendo detalhes sobre a proposta das companhias aéreas, em linha com sua política habitual.
As companhias aéreas normalmente oferecem a cessão de slots ou a abertura de seus programas de fidelidade às rivais para aliviar as preocupações regulatórias sobre a possibilidade de suas fusões prejudicarem a competição no setor.

Reguladores dos EUA também estão examinando o acordo proposto. Na semana passada, os acionistas da US Airways deram sinal verde para o negócio, que marca a quarta maior aliança na indústria aérea norte-americana nos últimos cinco anos.

As informações são"Reuters por Foo Yun Chee".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Turboélice faz pouso 'de barriga' em aeroporto dos Estados Unidos


Uma aeronave turboélice fez um pouso forçado no Aeroporto Internacional de Newark, nos Estados Unidos, na madrugada deste sábado (18) após o trem de pouso apresentar problemas e não funcionar corretamente.


O avião transportava 31 passageiros e três tripulantes. De acordo com a agências de notícia Associated Press e com o canal “CNN”, que entrevistaram um porta-voz da empresa, não houve feridos.

O voo 4560, operado pela Piedmont Airlinees, decolou da Filadélfia por volta das 23h de sexta-feira. Quando estava próximo de Newark, a tripulação percebeu um problema no trem de pouso e se preparou para a manobra especial.

Todos que estavam no interior da aeronave foram evacuados e levados para o terminal, onde recolheram sua bagagem e receberam atendimento. Uma investigação foi aberta para saber o que ocorreu.
A Piedmont Airlines de Havilland Dash 8-100 on behalf of US Airways, registration N934HA performing flight US-4560 (dep May 17th) from Philadelphia,PA to Newark,NJ (USA) with 31 people and 3 crew, was on approach to Newark when the crew reported they had a left hand main gear unsafe indication and requested a low approach to have the gear inspected from the ground. The aircraft was cleared for a low approach to runway 04L, offset left of the runway, tower asked the landing lights to be turned off to get a better sight of the aircraft. Tower subsequently reported the left hand main gear appeared only half way out of the wheel well. The aircraft climbed back to 3000 feet and entered a holding west of the aerodrome for about 90 minutes to work the checklists and burn off fuel. The aircraft positioned for an approach to runway 04L and landed with all gear up. The aircraft slid on its belly to a safe stop on the runway, the occupants evacuated through the left hand main door. No injuries occurred.

The airport was closed temporarily following the landing.

US Airways reported the aircraft landed with its landing gear retracted after a gear indication could not be resolved following multiple attempts to lower the gear. The aircraft landed safely on its belly, no injuries occurred. The passengers were evacuated and bussed to the terminal.

target="_blank">http://flightaware.com/live/flight/PDT4560/history/20130518/0254Z/KPHL/KEWR

Metars:
EWR 180651Z 26003KT 10SM FEW150 BKN230 16/07 A3021 RMK AO2 SLP229 T01610072
KEWR 180551Z 00000KT 10SM FEW150 BKN250 16/07 A3020 RMK AO2 SLP226 T01560067 10228 20144 50005 
KEWR 180521Z 23004KT 10SM FEW150 BKN250 16/07 A3021 RMK AO2
KEWR 180451Z 19003KT 10SM FEW150 SCT250 16/07 A3020 RMK AO2 SLP227 T01610072 402390156 
KEWR 180351Z 14003KT 10SM FEW150 BKN250 18/06 A3020 RMK AO2 SLP226 T01780061
KEWR 180251Z 07003KT 10SM FEW200 SCT250 19/05 A3019 RMK AO2 SLP221 T01940050 51024 
KEWR 180151Z 06008KT 10SM FEW200 SCT250 20/06 A3017 RMK AO2 SLP217 T02000056
KEWR 180051Z 05004KT 10SM FEW200 BKN260 20/06 A3014 RMK AO2 SLP207 T02000056


As informações são"G1 via The Aviation Herald".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Samuel Pereira

Corte aprova fusão da American Airlines com US Airways


A American Airlines recebeu aprovação judicial na corte de falências para sua fusão com a US Airways, criando a maior aérea do mundo. O juiz Sean H. Lane, no entanto, de acordo com a Dow Jones, não aprovou a indenização de US$ 19,9 milhões para Tom Horton, atual CEO da AMR, controladora da American. Horton está em processo de saída da empresa.



As informações são"M&E por Pamela Mascarenhas".Sempre é citado o link de referência.
 O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

US Airways: voo Charlotte-São Paulo chega no dia 9 de junho

O novo voo de São Paulo (GRU) para Charlotte, nos Estados Unidos, da US Airways, chega no dia 9 junho no Brasil. Este é o segundo voo da companhia na América do Sul – a aérea opera a rota entre Rio de Janeiro e Charlotte.

A US Airways vai operar a nova rota com Boeing 767-200, com capacidades para 18 assentos na classe executiva e 186 na classe econômica. "O voo chega a São Paulo às 4h30 e vai partir em direção ao Estados Unidos às 5h50. Talvez em outubro, vamos modificar a aeronave para um Airbus", antecipou ao MERCADO & EVENTOS, o diretor de vendas do Rio de Janeiro da US Airways, Rogéro Schaffer.

De acordo com o executivo, o horário tão matutino é devido a um problema de slot. "Vamos tentar melhorar essa questão em breve", disse Rogéro Schaffer. Ainda de acordo com ele, a nova fraquência melhora a opção dos passageiros e agentes. "O voo amplia nosso mercado para todo o Brasil", comemora. 


As informações são"M&E por Rafael Massadar".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes

Dallas to Tempe: ‘Yes, Yes, I Will!’: American Airlines and US Airways FINALLY Announce Merger


American Airlines and US Airways today announced their intention to merge, ending months—if not years—of rumor and speculation. The move, approved yesterday by the boards of each company, will create the world’s largest airline if approved by a bankruptcy judge and federal regulators.
The last in a long series of airline mega-mergers that began in 2001, the deal was widely anticipated by industry watchers. Ft. Worth TX-based American Airlines (AA) and Tempe, AZ-based US Airways (US) are the last two legacy carriers left to catch the proverbial flowers following the marriages of Delta/Northwest in 2008 and United/Continental in 2010. With AA fighting its way out of bankruptcy since late 2011 and US slowly getting crowded out by significantly larger rivals, the consolidation spares them both from what likely would have been a gradual descent into the history books. The merger marriage, providentially announced on an internationally recognized day of love and commitment, will see American retaining its name and branding while current US Airways CEO Doug Parker will retain control over the new AA.
Speaking of Parker, the deal represents a major victory for him and his team. Despite initially being rebuffed by AA Parker kept at it, ultimately winning over the support of three key unions at American. Parker then utilized union support to sweet talk American’s creditors into believing that a merger was now the only way out of the hole. Creditors were sold and pressured AA’s board to reconsider their initial rejection, ultimately leading to the long expected marriage announcement we have today.
The combined carrier will possess well over 900 airplanes and hundreds of orders for new ones. Hubs will include the American strongholds of Dallas, Miami, Chicago, New York, and LA along with US’s Charlotte, Philadelphia, and Phoenix. The new American would gain an expanded presence to international destinations in Latin America, Europe, and the Caribbean while solidifying an already strong presence in domestic markets such a New York LaGuardia and Washington Reagan. The new AA will also remain part of the oneworld alliance, and intends to maintain the more than 6,700 daily flights to 336 destinations in 56 countries currently offered as of today. AA said in a press release this morning that regional carriers American Eagle, PSA, and Piedmont “will continue to operate as distinct entities.”
Of course the deal still has to be approved by both AA’s bankruptcy judge in New York and federal regulators in Washington DC along with US Airways shareholders. If approved full integration would likely be years down the road, though Parker has quoted 18 months from the date the marriage gets the go ahead from the feds. The announcement also comes on the heels of American’s debut of their new 777-300 two weeks ago. The airplane, fresh with new livery and a serious cabin overhaul, aims to rejuvenate a positive public perception of the airlines service and product.
Updated 2/14/13 @ 1235ET


As informações são"NycAviation by Jeremy Dwyer-Lindgren ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes

Nova American terá como presidente executivo Doug Parker

Conforme o M&E antecipou na última quinta-feira (07/02) e ontem (13/2),foi definida a fusão entre a American Airlines e a US Airlines, criando a maior empresa aérea do mundo, com 6,7 mil voos diários para 336 destinos, US$ 39 bilhões em vendas, valor de mercado de US$ 11 bilhões e 600 aeronaves encomendadas. As negociações duraram meses. As duas empresas votaram pela fusão na quarta-feira e o anúncio oficial foi realizado hoje. A nova empresa vai operar com o nome da American Airlines.

Thomas Horton, chairman da American Airlines, terá o mesmo cargo no Conselho de Diretores das aéreas durante a primeira reunião anual dos acionistas. Doug Parker, chairman e CEO da US Airways, será o presidente executivo da nova empresa. O Conselho terá 12 membros - três representantes da American Airlines, incluindo Horton, quatro da US Airways, incluindo Parker, e cinco da AMR.

Horton declarou que esperar trabalhar em parceria com Doug Parker, a quem se refere como amigo há mais de 25 anos, e com as equipes de liderança de ambas as empresas para assegurar uma integração harmoniosa. "Hoje, nós temos a satisfação de lançar a nova American Airlines. Juntas, nós estaremos ainda melhor posicionadas para servir a todos os nossos clientes, população, investidores, parceiros e as muitas comunidades em que estamos presentes. (...) depois de meses de exaustiva análise e uma revisão completa de todas as alternativas, concluimos que esta fusão é o melhor para a nossa empresa".

Doug Parker disse: "A nova aérea terá escala, amplitude e capacidades para competir de forma mais eficaz e rentável no mercado global. O anúncio de hoje só é possível por causa do importante trabalho realizado ao longo do ano passado por Tom Horton e a equipe da American. Com o anúncio de hoje, começamos a nos tornar uma equipe e uma nova companhia aérea"

As duas empresas esperam que as regionais que possuem - American Eagle, da AMR Corporation, e Piedmont e PSA, da US Airways - continuem a operar como entidades distintas. A empresa terá sede em Dallas-Fort Worth e promete manter uma presença significativa societária e operacional em Phoenix. "Temos o orgulho de anunciar que a @AmericanAir & @USAirways ficam juntas para criar a #newAmerican", dizem a American Airlines e a US Airlines em suas contas no Twitter. Já no site institucional da American Airlines a mensagem é The new American is arriving (A nova American está chegando).

"Eles terão ótimos hubs, que tornarão a aérea extremamente atraente aos viajantes de negócios e de lazer, e isso vai representar um desafio para aéreas como JetBlue, United e Delta", diz Henry Harteveldt, analista da indústria aérea da Hudson Crossing. De acordo com a agência Reuters, essa é a terceira maior fusão de empresas aéreas nos Estados Unidos desde 2008 e pode elevar os riscos de encarecimento de passagens aéreas e menos escolhas para consumidores.

As informações são"Mercado & Eventos ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Thiago Oliveira 

Acordo faz companhias aéreas dos EUA crescerem no Brasil


A liberalização do mercado de voos entre o Brasil e os Estados Unidos pelo acordo de “céus abertos” firmado em 2010 está abrindo caminho para o avanço das companhias aéreas americanas no País. Embora tenham começado a reagir com mais força à atuação agressiva das estrangeiras, as empresas brasileiras têm ficado para trás.
De setembro de 2011 - um mês antes do início da liberalização - para cá, as companhias nacionais ampliaram em 26% as frequências nessas rotas, ante uma alta de 32,6% por parte das americanas. Em números absolutos, a diferença é maior.
As companhias brasileiras acrescentaram 18 voos por semana nessas rotas, menos da metade do crescimento das internacionais. Antes do acordo, havia um limite de 154 operações semanais para cada país. Agora, com frequências adicionais autorizadas em 2011 e 2012, as americanas já mantêm 179 voos por semana entre os dois países.
A TAM e a Gol, que começou a voar para os Estados Unidos no fim do ano passado, têm apenas 69 frequências semanais, nem metade do permitido antes dos “céus abertos”, conforme levantamento feito pelo Estado com base nas informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A abertura total do mercado está prevista para 2015. Para especialistas, com a liberalização, o País desistiu de ter companhias aéreas fortes internacionalmente, mas garantiu que haja oferta de voos em rotas em que existe forte demanda, como é o caso do corredor Brasil-Estados Unidos. Isso evita que os preços subam.
“Liberalizar é uma decisão política do governo, que adota discurso protecionista, mas, na prática, é liberal. Com isso, estamos abrindo mão da indústria de empresas aéreas”, diz o professor Elton Fernandes, da Coppe/UFRJ. Nos últimos anos, a Anac vem atuando para abrir o mercado. Em 2009, acabou com o piso para o preço das passagens aéreas em voos internacionais de longa distância, medida que, na época, contrariou a TAM, única brasileira que voava para fora da América do Sul.
Na região, as tarifas já estavam liberadas desde 2008. Uma sinalização contrária, porém, foi dada recentemente pelo governo Dilma Rousseff. Com um acordo de “céus abertos” praticamente acertado com a União Europeia desde 2011, o País voltou atrás e decidiu não assiná-lo. A justificativa foi evitar uma concorrência maior das europeias, que são mais competitivas que as aéreas brasileiras.
Um dos fatores que dão mais força às concorrentes americanas e europeias é a escala. O consultor Nelson Riet, ex-diretor da Varig, explica que as rotas entre a América do Sul e América do Norte representam uma pequena parte do mercado da American Airlines, enquanto têm um peso maior para a TAM frente ao total de suas operações. “Isso significa que a American Airlines aguenta perder dinheiro nesse mercado por muito mais tempo que a TAM”, diz.
Segundo ele, os custos mais elevados para o setor no País também jogam a competitividade das empresas brasileiras para baixo. “Nosso custo em relação ao americano é muito maior. Temos que trabalhar com um preço de passagem no limite”, explica Riet.
O principal motivo do interesse das empresas americanas e nacionais nesse mercado está na forte procura dos brasileiros por viagens para os Estados Unidos. Com o dólar mais barato nos últimos anos, ficou mais em conta, em alguns casos, viajar para Miami do que para o Nordeste.
Nem mesmo a alta da moeda americana no ano passado desencorajou os brasileiros a viajar para o exterior. De acordo com dados do Banco Central, em 2012, os brasileiros gastaram US$$ 3,9 bilhões em passagens nas companhias aéreas estrangeiras, ante R$$ 3,7 bilhões em 2011. “Mesmo com o dólar mais alto (que em 2011), a viagem para o exterior está mais barata que dentro do Brasil”, afirma Fernandes, da UFRJ.
American Airlines
De olho nessa demanda, a American Airlines é a companhia que tem puxado para cima a oferta de voos desde a assinatura do acordo de “céus abertos”. Graças às 56 frequências extras para fora do eixo Rio-São Paulo liberadas nos últimos dois anos, a companhia conseguiu ampliar o número de voos para 102 por semana. Com a eliminação das barreiras, o plano da companhia é seguir crescendo no País, afirma o diretor da American Airlines no Brasil, Dilson Verçosa Jr.
Mesmo com o processo de recuperação judicial em curso nos Estados Unidos, a American seguiu adiante com uma forte expansão nos voos para o Brasil. Hoje, a companhia voa para São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Manaus. O plano é alcançar mais dois destinos este ano com voos diários: Porto Alegre e Curitiba.
Com isso, a empresa terá voos em todas as regiões do País. “O céus abertos, que entra em vigor plenamente em 2015, é uma nova dimensão. O Brasil ainda está no início dessa era da aviação comercial. Há muito para crescer em vários lugares em que operamos e até em outras localidades em que não estamos”, avalia Verçosa Jr.
Outras empresas americanas também estão apostando no País, como Delta Airlines, United Airlines e US Airways. As companhias nacionais não ficaram paradas. A TAM ganhou força com a associação com a chilena LAN na Latam e a Gol também está demonstrando maior apetite pelo mercado.
A empresa controlada pela família Constantino arrumou um meio de entrar nesse segmento sem comprar aviões com mais autonomia: faz uma parada em São Domingos, na República Dominicana, para levar passageiros do Rio e São Paulo à Flórida.
“Identificamos uma grande demanda de clientes para os EUA e, com foco neste mercado, já tivemos sucesso com as operações exclusivas aos clientes Smiles”, disse, por e-mail, o diretor comercial da Gol, Eduardo Bernardes, sobre os primeiros voos, vendidos apenas para os passageiros membros do programa de fidelidade da Gol. Procurada, a TAM disse, em nota, que concorda com a política de “céus abertos” e acrescentou que a fusão com a LAN foi a forma encontrada para atuar nesse ambiente mais competitivo.


As informações são"Correio da Bahia".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Patricia McInnes 

American Airlines e US Airways - a maior cia aerea do mundo


A US Airways e a American Airlines devem receber aprovação para criar a maior companhia aérea do mundo, já que reguladores deverão focar nas concessões para preservar competição em Washington, Charlotte, Dallas e outros aeroportos onde as empresas têm dominância, disseram especialistas em antitruste.
A American Airlines, da AMR, e a US Airways estão nas últimas fases da negociação de uma fusão de US$ 11 bilhões e devem anunciar o acordo ainda nesta semana.
Se aprovada, será a terceira maior fusão de empresas aéreas nos Estados Unidos desde 2008, elevando os riscos de passagens mais caras e menos escolhas para consumidores.
Para preservar a competição, especialistas em antitruste dizem que o Departamento da Justiça deverá pedir desinvestimentos no hub da US Airways em Washington e em Charlotte, além do hub da AMR em Dallas. Fora dessas áreas, as empresas fazem rotas diferentes, na maior parte.
"Se você colocar estas duas companhias em um mapa, você vai ver um monte de rotas complementares, mas não vai ver muitas nas quais as duas voam na mesma rota", disse Herbert Hovenkamp, que ensina antitruste na Faculdade de Direito da Universidade de Iowa.
O Departamento da Justiça raramente se opôs a uma fusão de companhia aérea nos anos recentes. A última vez foi na proposta de acordo entre United e US Airways em 2000-2001.
O advogado Alison Smith, da McDermott Will & Emery, disse que reguladores deverão aprovar a fusão entre AMR-US Air se as empresas concordarem em vender algumas rotas. "Esse é um cenário provável", disse.


As informações são" uol.com.br".Sempre é citado o link de referência.

Embraer faz acordo de US$4 bi com Republic e ação dispara

Embraer selou nesta quinta-feira um acordo de até 4 bilhões de dólares para fornecer jatos à rede regional da American Airlines, motivando alta expressiva de suas ações com a esperança de que a fabricante conseguirá manter seus níveis de produção de aeronaves comerciais.

A Embraer e a norte-americana Republic Airways assinaram um contrato por 47 aviões modelo 175, com opções de compra de outras 47 aeronaves. Os novos jatos serão operados pela Republic sob a bandeira American Eagle da AMR.
A encomenda dá um alívio à carteira de pedidos (backlog) da fabricante brasileira, depois que a Embraer perdeu o primeiro grande contrato de uma companhia aérea norte-americana após acordos trabalhistas permitindo que elas operem aviões regionais maiores.
Em dezembro, a rival canadense Bombardier fechou com a Delta Air Lines um pedido de até 3,29 bilhões de dólares.
E a batalha por novas encomendas de grande porte nos Estados Unidos está apenas começando, de acordo com o presidente da divisão de aviação comercial da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva.
"A American ainda deve comprar mais aviões desse tamanho (de 76 passageiros). Temos aí a American, a United, a US Airways e as empresas regionais também", disse ele em entrevista à Reuters por telefone. "Eu continuo confiando que nos próximos 18 meses essas campanhas (de vendas) vão ser definidas com ordens de 250 a 400 aviões, aproximadamente." As ações da Embraer chegaram a saltar quase 12 por cento na máxima dos negócios na Bovespa, no maior ganho diário em quase quatro anos. Às 16h47, a alta era de 7,59 por cento.


As informações são"EXAME.com via reuters".Sempre é citado o link de referência.

US Airways terá São Paulo-Charlotte a partir de maio de 2013


Mais uma empresa e outro voo na ligação aérea de São Paulo com os Estados Unidos.  A partir do dia 5 de maio de 2013 a US Airways terá voos diretos entre o aeroporto internacional de Guarulhos (SP) e a sua hub principal em Charlotte, na Carolina do Norte. A rota será feita com aeronave Boeing 767-200, 186 lugares na econômica e 18 na executiva. 

Seis dias depois de encaminhar um pedido forma de fusão  junto à AMR,  controladora da American Airlines, da qual pretende ficar com 30% das ações,  negociação que poderá ser bem encaminhada em janeiro, o que possilitaria uma empresa resultante com valor semelhante à Delta Air Lines (cerca de US$ 8,6 bilhões), a US Airways confirma sua intenção de  ampliar sua ligação com o Brasil. 

Fundada em 1939 para o transporte de correio aéreo na Pensilvânia e Ohio, e inicialmente denominada   All American Aviation Company, passando a Allegheny Airlines, US Air e US Airways, atualmente pertence à América West (acordo em 2005), e tem sede em Tempe, no Estado do Arizona. É a quinta maior empresa norte-americana, operando mais de 1260 voos diários e conta com duas subsidiárias, a US Airways Exoress e a US Airways Shuttle, com mais outros 2,340 voos adicionais juntamente com os code-share de oito empresas regionais.  No total, 3.242 partidas diárias para o transporte de 79,1 milhões de passageiros em 208 destinos de 31 paises.Desde 2009 já voa sem escala  de Charlotte para o Rio de Janeiro. 

Além de Charlotte, tem outros principais hubs em Filadélfia, Phoenix e Washington. Em sua extensa frota de 332 aeronaves constam 10 Embraer 190. Tem 93 Airbus A319, 74 A320,  nove  A330-300,  e nos modelos Boeing, 53 do 737-300, 40 do 737-400, 43 do 757-200, e dez 767-200. 

A imagem foi quando ocorreu um dos mais curiosos acidentes aéreos. Quando um avião decolou de Nova York e teve queda no Rio Hudson, com todos os 155 passageiros sobrevivendo e elogiando a atuação do piloto. Chesley B. "Sully" Sullenberger, ex-piloto da Força Aérea americana, virou herói  depois que ele praticamente aterrisou nas águas geladas, depois do avião ser atingido por pássaros logo após a decolagem no aeroporto de La Guardiã. O Airbus foi guiado para um trecho do rio na altura do numero 48 de Manhattan.  Algo extraordinário, pelas circunstâncias. Isto foi em janeiro de 2009, justamente no ano em que passou a voar para o Brasil.


As informações são"Brasilturis Jornal".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza