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Embraer e SkyWest Airlines fecham acordo para serviços ao avião E175

A fabricante brasileira de aeronaves Embraer (EMBR3.SA: Cotações) informou nesta terça-feira ter assinado um acordo com a SyWest Airlines para serviços ligados a frota do avião E175.
Segundo comunicado, o acordo tem prazo de 12 anos e considera o gerenciamento de componentes pela Embraer para a frota de jatos E175 da empresa aérea.

Detalhes financeiros do negócio não foram revelados.

As informações são"http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0DT10I20140513".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer entrega primeiro jato E175 à SkyWest

Embraer informa que entregou na quinta-feira, 27, em cerimônia na sede da empresa, em São José dos Campos, o primeiro jato E175 à SkyWest Inc., baseada em Utah, nos Estados Unidos.

Segundo a empresa, esta aeronave faz parte do pedido firme assinado pela empresa aérea para 40 jatos E175. A SkyWest Airlines vai operar os aviões para a United Airlines sob a marca United Express. Os E175 estão configurados em duas classes de serviço, com 76 assentos.
Conforme a Embraer, o contrato prevê ainda outros 60 pedidos firmes reconfirmáveis, condicionados à assinatura de novos acordos de compra de capacidade (CPA - Capacity Purchase Agreement) por parte da SkyWest com empresas aéreas dos EUA. Além disso, estão contempladas opções para mais 100 jatos E175, elevando o potencial total do pedido para até 200 aviões.
Em um acordo adicional com a Embraer, a SkyWest tornou-se o cliente-lançador do jato E175-E2, encomendando 100 aviões com outras 100 opções adicionais, com entregas começando em 2020.

As informações são"http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/embraer-entrega-primeiro-jato-e175-a-skywest-2".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Embraer apresenta jato E175 com redução no consumo de combustível

A Embraer Aviação Comercial realizou nesta quarta-feira (12) a apresentação, ou roll-out, como o evento é conhecido em inglês, do primeiro jato E175 de série com melhorias aerodinâmicas para redução de consumo de combustível da aeronave. As modificações englobam o desenvolvimento de uma nova ponta de asa (wingtip), a otimização de sistemas e outros refinamentos aerodinâmicos.
O novo E175 alcançou resultados expressivos, chegando a 6,4% de economia de combustível em relação ao modelo original, superando o valor anunciado anteriormente de até 5%. A primeira entrega do E175 contendo o pacote completo de modificações está prevista para as próximas semanas.
“A redução de 6,4% no consumo do E175 demonstra a competência das nossas equipes e nossos parceiros de desenvolvimento e fabricação, bem como nosso compromisso de prover aos nossos clientes o melhor produto”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “Entregamos no cronograma um avião sem similar no mercado. Com a cabine de passageiros mais confortável da categoria de 70 a 90 assentos, o jato E175 é o avião de menor custo operacional na sua classe.”
Com os aprimoramentos, o jato E175 ficou ainda mais competitivo, sendo o mais vendido em sua categoria em 2013, quando recebeu 177 pedidos firmes, além de 60 reconfirmáveis e 277 opções de quatro companhias aéreas dos Estados Unidos: Republic Airways, United Airlines, SkyWest Inc. e American Airlines Inc.
A versatilidade do E175 também é demonstrada quando comparada a de aeronaves turboélice de 70 a 80 passageiros. Em rotas com mais de 450 quilômetros de extensão, o E175 oferece melhor economia operacional e maior produtividade, além do conforto superior aos passageiros.
Além da redução no consumo de combustível, outros aprimoramentos na atual geração de E-Jets permitirão intervalos de manutenção mais longos, aumento da produtividade e diminuição dos custos de manutenção. Estas melhorias garantem que o avião permaneça competitivo até a entrada em operação da segunda geração do jato, o E175-E2, que chegará ao mercado em 2020, oferecendo ainda maior eficiência operacional.

As informações são"http://www.portalr3.com.br/2014/03/embraer-apresenta-jato-e175-com-reducao-no-consumo-de-combustivel/#.UyCVuD-IBNc".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Empresa japonesa compra mais um jato da Embraer

A Embraer assinou contrato com a Fuji Dream Airlines (FDA), do Japão, para a venda de um Embraer 175, o quinto jato na frota da companhia aérea. O novo avião será configurado em classe única, com 84 assentos. O negócio inclui ainda uma opção para outro avião do mesmo modelo.

Esta encomenda já está incluída na carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer do terceiro trimestre de 2010 como “Cliente não divulgado”. A FDA é a única companhia aérea do Japão a operar uma frota exclusiva de aeronaves da fabricante brasileira.

Fonte:Panrotas - Portal de Turismo

Carteira da Embraer contará com mais 37 pedidos no 3º trimestre

A carteira de pedidos firmes da Embraer deve contabilizar no próximo trimestre 37 novas encomendas, disse hoje o vice-presidente executivo de Finanças da fabricante de aeronaves, Luiz Carlos Aguiar. Segundo o executivo, a maior parte dos pedidos, 35 modelos E-175, foram encomendados pela empresa aérea de baixo custo Flybe, enquanto outras duas aeronaves 190 são referentes a um contrato com a Trip. Outros cinco pedidos firmes, anunciados anteriormente de companhia, correspondem a encomendas feitas pela Azul.

Para 2010, a meta da Embraer é entregar 90 jatos comerciais e 137 aeronaves executivas, das quais 120 devem ser jatos da família Phenom e outras 17, dos modelos Legacy e Lineage, informou Aguiar durante teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre.

De acordo com o balanço contábil anunciado ontem, a carteira de pedidos firmes para até três anos alcançou US$ 15,2 bilhões em junho.

Sobre as diversas cartas de intenção assinadas durante o salão aeronáutico de Farnborough, que ocorreu em julho, na Inglaterra, Aguiar garante que a probabilidade de os acordos se transformarem em pedidos firmes é "enorme".

O evento foi proveitoso para os negócios da companhia. Um dos principais acordos foi o firmado com a Flybe, para encomenda de até 140 aeronaves, um negócio que pode chegar a US$ 5 bilhões. Também foram anunciados protocolos de intenção com a Republic Airlines, para a venda de 24 jatos modelo 190, com valor estimado em US$ 960 milhões, e com a Air Lease, para 15 jatos modelo 190, sem valor estimado.

Já no caso do contrato com a FAB, também anunciado durante a Farnborough, para a compra de 28 jatos militares de carga do modelo KC-390, o executivo pondera que o modelo desses aviões ainda está sendo configurado. "Precisa de um tempo para precificar, então, nesse caso, levará um tempo bem maior, de até 24 meses", disse.

Pressionada pelas concorrentes, a Embraer deve concluir os estudos para a modernização dos motores de alguns de seus jatos ou de um novo avião até o fim do ano. De acordo com Aguiar, caso uma decisão nesse sentido seja tomada, o investimento destinado ao projeto será de até US$ 700 milhões.

"Estamos estudando uma evolução no conjunto de produtos mas ainda não temos a configuração de um novo avião formada. Até o fim do ano devemos completar esse ciclo de estudo. Hoje temos um produto campeão, temos que pensar isso com muito cuidado", ponderou.

No segundo trimestre, a Embraer viu seu lucro recuar 77%, com resultado líquido de R$ 109 milhões. O desempenho foi prejudicado pelo efeito da variação cambial sobre o cálculo do Imposto de Renda. A fabricante de aeronaves reportou perdas de R$ 119,9 milhões na linha de Imposto de Renda e contribuição social.

"Neste ano, o fator câmbio gerou um efeito contrário ao segundo trimestre do ano passado. Desta vez, com o impacto da variação cambial, gerou-se um débito tributário no nosso resultado, que consumiu parte do nosso lucro", explica o executivo.

A empresa também elevou em 5% a projeção para a receita líquida neste ano, de US$ 5 bilhões para US$ 5,25 bilhões. Segundo Aguiar, como a companhia não prevê aumento significativo de suas despesas para o segundo semestre, o lucro antes de juros e impostos (EBIT, na sigla em inglês) projetado para o ano foi elevado em 13%, de US$ 300 milhões para US$ 340 milhões.

Fonte:Valor Online via O Globo

Embraer recebe encomenda de 160 aviões

A fabricante de aviões brasileira Embraer desembarcou com força nesta terça-feira no Salão de Farnborough (Grã-Bretanha) ao obter encomendas de 160 aviões por um valor total estimado de 5,8 bilhões de dólares em dois contratos que reforçam sua posição atrás de Boeing e Airbus.
A companhia aérea britânica Flybe anunciou a encomenda junto à Embraer de 140 aeronaves em um contrato com um valor potencial total de 5 bilhões de dólares, enquanto o grupo americano de aviões de frete Air Lease Corporation (ALC) encomendou 20 aeronaves por cerca de 800 milhões de dólares, segundo a fabricante brasileira.
A Flybe confirmou a aquisição de 35 aparelhos do tipo E175, um avião com capacidade para 88 passageiros, assim como opções de compra para 65 aeronaves adicionais da mesma linha e direitos de compra de outros 40 aviões.
Este contrato "vai fornecer à Flybe uma plataforma de expansão na Europa continental", indicou em um comunicado a jovem companhia regional britânica criada em 2002.
O contrato foi apresentado durante o tradicional Salão Aeronáutico de Farnborough, nas imediações de Londres, um dos maiores do setor e cenário para anúncios de operações comerciais.
"A companhia está engajada em uma expansão medida e consistente durante a próxima década por meio da exportação de seu modelo de negócios para a Europa Ocidental. A aquisição destas aeronaves reforçará esta iniciativa", indicou a Flybe.
A Embraer deverá entregar os primeiros aviões E175 até setembro de 2001 e os últimos em março de 2017.
O vice-presidente da Embraer, Paulo César de Souza e Silva, comemorou o contrato e disse que as novas aquisições da Flybe complementarão sua frota.
"A decisão da Flybe de escolher aviões Embraer 175 para completar sua frota existente de 14 E-Jets é uma grande notícia e agradecemos a nossos amigos da Flybe por este sinal de confiança em nossa família de E-Jet", afirmou.
"O E-175 continuará cumprindo com os exigentes requisitos da Flybe de eficiência nos custos e alto nível de conforto e funcionalidade", acrescentou.
Já a Air Lease Corporation (ALC), que na segunda-feira já havia anunciado a compra de 51 aviões da Airbus por 4,4 bilhões de dólares, encomendou à Embraer 20 aeronaves E190, das quais cinco com opção de compra, afirmou nesta terça-feira a fabricante brasileira.
Embora não tenha revelado o valor do pedido, este foi estimado em 798 milhões de dólares, de acordo com o preço do catálogo.
Também nesta terça-feira, a gigante americana Boeing anunciou que havia firmado um contrato para vender à companhia Royal Jordanian três aviões 787 Dreamliners por um valor de 500 milhões de dólares.
A aeronave, de longo alcance e com capacidade para 330 passageiros, sofreu atrasos em sua produção, mas a Boeing espera entregar o primeiro exemplar à companhia japonesa ANA até o início de 2011.
Na segunda-feira, na abertura do Salão de Farnborough, a Boeing e sua grande rival europeia Airbus obtiveram encomendas de cerca de 200 aviões por um valor total de mais de 20 bilhões de dólares.
A Emirates Airline confirmou sua reputação como a companhia aérea de maior crescimento em nível mundial ao encomendar 30 aviões 777-300 à Boeing por um valor total de 9,1 bilhões de dólares.


Fonte:AFP