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Helibras entrega helicóptero que será usado na Copa do Mundo

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Alexandre Silveira, recebeu nesta terça-feira (1º) na Helibras, em Itajubá (MG), o primeiro helicóptero que será usado no transporte de pacientes durante a Copa do Mundo. O helicóptero está equipado com uma tecnologia que permite visão noturna, dispositivo para rapel, duplo comando e outros dispositivos.
A previsão é de que seis aeronaves desse modelo sejam compradas pelo governo do estado.

As informações são"http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2014/04/helibras-entrega-helicoptero-que-sera-usado-na-copa-do-mundo.html".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Helibras promove novo curso de Mecânico de Manutenção Aeronáutica

O Centro de Treinamento da Helibras abriu inscrições para uma nova edição do curso de Mecânico de Manutenção Aeronáutica em Itajubá (MG), destinado às pessoas interessadas em ingressar na carreira de aviação.

O curso contempla um módulo “Básico”, com duração de seis meses para noções iniciais de manutenção e o módulo específico “Célula”, com foco em helicópteros, que será realizado em 12 meses.
As aulas estão previstas para início em 31 de março, e ocorrem de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h30, no Centro de Treinamento da Helibras. Ao todo, o curso terá a duração de um ano e meio e garantirá ao estudante condições de candidatar-se a oportunidades de emprego em indústrias do ramo aeronáutico.
As inscrições devem ser feitas presencialmente. Os interessados devem ter concluído o ensino médio, ter no mínimo 18 anos e não possuir qualquer vínculo empregatício com a Helibras. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de procura.
Outras informações sobre valores, formas de pagamento e grade curricular podem ser obtidas vai e-mail (centro.treinamento@helibras.com.br) ou pelo telefone (35) 2143-7514.
As informações são"http://www.aereo.jor.br/2014/03/06/helibras-promove-novo-curso-de-mecanico-de-manutencao-aeronautica/".Sempre é citado o link de referência. The information is "" Is always quoted the reference link.

Helicóptero faz pouso de emergência em SP, dizem bombeiros

Um helicóptero fez um pouso de emergência na manhã desta quarta-feira (21), próximo à Marginal Tietê, na região da Ponte da Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo. Segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido. A Defesa Civil foi acionada.

A aeronave sofreu danos na cauda e na hélice. Segundo informações da Infraero, a aeronave modelo EC-120 Colibri, fabricada pela Helibras, decolou às 10h28 e estava previsto que ela retornaria ao aeroporto.
A IBar, proprietária do helicóptero prefixo PRVIE, informou que a aeronave estava em voo de manutenção e levava apenas o piloto e o mecânico, que não se feriram. A empresa não informou se a aeronave já tinha apresentado problemas anteriormente ou se a manutenção era de rotina. 
Às 11h15, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) pedia aos motoristas que evitassem a pista local da Marginal Tietê, próximo à Ponte da Casa Verde, no sentido Rodovia Ayrton Senna. No horário, a aeronave estava no gramado na alça de acesso da ponte.

As informações são"G1 ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Karina Souza 

Helibrás vai desenvolver helicóptero brasileiro, diz executivo


A Helibrás vai desenvolver e fabricar um helicópero brasileiro e até o fim de 2013 decidirá que classe de aeronave vai ser desevolvida em sua fábrica em Itajubá, Minas Gerais. Eduardo Marson, presidente da empresa, disse nesta segunda-feira (8) que o modelo deverá ser apto tanto ao uso civil como militar e deve ser capaz de atrair compradores no Brasil e no exterior.

Segundo o executivo, o investimento no helicópero brasileiro, dependendo do modelo a ser desenvolvido, vai variar de € 300 milhões a € 600 milhões. A escolha do Brasil para a criação de uma nova aeronave se deu principalmente pela "disponibilidade de engenharia e pelas escolas fortes", disse Marson.
"A Universidade Federal de Itajubá criou um curso de engenharia de aeronáutica voltado para helicópteros  e tem ainda um centro de tecnologia de helicópteros", explicou o executivo, que está no Rio de Janeiro para participar da Latin America Aerospace and Defence (Laad), que começa na terça-feira (9) no Riocentro reunindo empresas do setor de defesa e segurança.
Com uma encomenda de 50 helicópteros para as Forças Armadas – sete deles já entregues e os demais com prazo de entrega até 2017 – a Helibrás espera estar faturando em três anos R$ 1 bilhão. Hoje o faturamento da empresa, que há 35 anos está no Brasil, é de R$ 200 milhões. A empresa vai investir mais forte no setor de serviços, que pesa 30% em seu faturamento.
"Temos que crescer mais no setor de serviços porque  o offshore é um heavy user", disse Marson. 
O executivo calcula que a indústria de óleo e gás tem um décit de cem helicópteros para o trabalho no offshore brasileiro. E o cenário para a empresa é promissor. Segundo Marson, existe ainda um memorando de entendimento com a Líder para a compra de 14 helicópteros.
A Helibrás é uma das divisões do Grupo Eads e é a única fabricante sul-americana de helicópteros e única subsidiária integral da Eurocopter.
A empresa, que em 2009 tinha 260 funcionários, hoje tem 769 e vai terminar 2013 com 850, chegando aos mil funcionários em 2014. De sua fábrica saem por ano 40 novos helicópteros pequenos, tipo Esquilo, e 13 de grande porte. Marson adiantou que em 2015 a Helibrás estará produzindo 16 helicópteros de grande porte por ano.
O Grupo Eads considera o Brasil um país estratégico para o desenvolvimento de seus negócios não apenas para atender ao mercado interno, mas também para exportar seus equipamentos, disse Marson.
"Estamos aqui há muito tempo. E estamos alinhados com a estratégia do Brasil no desenvolvimento da defesa e de uma indústria sustentável. O Brasil pode ser  um hub", comentou Anne Tauby, vice-presidente sênior para a América Latina da Eads.
A executiva disse que é importante a perspectiva do grupo na América Latina, que representa 11% do total dos negócios da Eads, quando cinco anos atrás sua representação era de 5%. A Eads é líder mundial nos segmentos aeroespacial e de defesa e inclui as empresas Airbus, Astrium, Cassidian e Eurocopter. O grupo tem mais de 140 mil funcionários e registrou uma receita de € 56,6 bilhões em 2012.
As informações são" G1 by Lilian Quaino".Sempre é citado o link de referência. 


Helicóptero recebe “acabamento” de Romero Britto

Romero Britto se firmou no mercado, mas passa longe de ter suas obras admiradas pelos críticos. Mal comparando, é uma espécie de Paulo Coelho das artes plásticas: vende horrores, mas segue criticado.

Há, no entanto, muita gente que ostenta quadros do artista na parede. Até a presidente Dilma Rousseff já foi presenteada com um quadro de Britto. O empresário norte americano Robert Spiegel, porém, foi além.
Fã de arte pop, Spiegel decidiu fazer de seu helicóptero Eurocopter AS350 B3e um item único e encomendou ao brasileiro um de seus desenhos. O resultado, que você confere na imagem acima, impressionou o proprietário do helicóptero.
“É exatamente o tipo de projeto que eu queria e eu não poderia estar mais feliz com a maneira como ele saiu”, disse ele. As opiniões podem estar divididas, mas Romero Britto segue um dos preferidos dos endinheirados mundo afora.


As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência.

Helibras é condenada a devolver ao Acre sobrepreço pago por helicóptero

A Justiça Federal do Acre indenizou a Helibras a devolver ao Acre parte do valor da compra de um helicóptero, afirmando que houve sobrepreço na aquisição da aeronave pelo Estado em uma licitação realizada em novembro de 2008. A empresa informou que recorre da decisão (leia abaixo).

Em decisão divulgada em 18 de dezembro de 2012, o juiz da 1ª Vara Federal de Rio Branco, Guilherme Michelazzo Bueno, entendeu que o valor que o Acre pagou por um Esquilo AS 350 foi superior ao do mercado e ao praticado pela Helibras do mesmo modelo a outros Estados. A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público Estadual e o juiz entendeu que a empresa deve devolver ao governo acreano R$ 566.431,90, acrescidos de juros e correção monetária no período, devido ao sobrepreço da venda.

A assessoria de imprensa da Helibras informou que a empresa está recorrendo da decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região e que ficou surpresa com a sentença, já que o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) tamabém analisou o caso em dezembro, após dois anos de investigações, e concluiu que a Helibras não cometeu nenhuma irregularidade.


O andamento processual no site do TRF mostra que a Helibras apresentou um recurso, chamado de embargos de declaração, na terça-feira (22), e que ainda não foi julgado.O procurador-geral do Estado do Acre, Rodrigo Fernandes das Neves, confirmou ao G1 que foi notificado da decisão e do recurso que está sendo apresentado pela Helibras.

“Fui notificado que a empresa recorreu das informações apresentadas pelo MPF, que comparou o pago pelo Acre com o mesmo modelo comprado pelos bombeiros de Pernambuco naquela época. A Helibras afirma que o preço foi diferente porque o helicóptero teve características específicas solicitadas pelo Estado e que tem custos adicionais, pois o deslocamento de profissionais para o Acre é diferente do que fazer manutenção em um hangar em São Paulo, por exemplo”, diz Neves.

Sentença diz que licitação foi regular
O juiz entendeu, porém, que não houve irregularidades na aquisição da aeronave. O MPF alegava que houve fraude na licitação, afirmando que o modo de pregão usado pelo Estado não era o necessário para a compra de um helicóptero e que a licitação foi dirigida. Conforme a sentença, disponível no site do TRF, perícia feita pela Polícia Federal apontou indícios de que a licitação especificava itens que apenas a Helibras poderia atender.

Mas o magistrado apontou que a descrição apresentação na licitação dava margem para outras empresas participarem do certame sem discriminação e que não houve também má destinação de verbas do governo federal. Parte do dinheiro usado para a compra do helicóptero – que custou em 2008 R$ 7.945.000 havia sido repassado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão do Ministério da Justiça. O valor de helicóptero similar comprado por Pernambuco na época custou R$ 6.832.734, conforme a PF.

“A sentença confirmou que a compra foi regular e que não houve nada errado, que o tipo de licitação usada pelo estado foi correto e o processo de fato foi com lisura. O juiz só discordou do preço pago, acreditando que houve uma diferença do pago por helicópteros vendidos na mesma época para outros locais”, diz o procurador-geral do Acre.

Sobre o fato de parte dos recursos para a aquisição ter sido procedente da Senasp, Rodrigo Neves afirmou que o helicóptero está sendo usado não somente pelo governador do Acre, Tião Viana (PT), mas para atividades de segurança pública, defesa civil e remoção de doentes de cidades afastadas. Na época da compra, o governador do Acre era Binho Marques (PT), que havia sido vice-governador de seu antecessor, Jorge Viana, irmão do atual chefe do Estado.


As informações são"Tahiane Stochero Do G1".Sempre é citado o link de referência.

Helibras utilizará tecnologia da Becker para modernizar Fennec do Exército

A Becker Avionics e a Becker do Brasil são as novas parceiras da Helibras e da Aviação do Exército no fornecimento do sistema digital de Intercomunicação e de Áudio, o DVCS6100, para os helicópteros Fennec AS550 A2 e Esquilo AS350 L1, que estão sendo modernizados em Itajubá (MG).

A Helibras está modernizando 36 helicópteros Fennec e Esquilo operados pelo Comando da Aviação do Exército Brasileiro. O projeto inclui a integração do DVCS 6100 da Becker Avionics, além da instalação de um Sistema “Glass Cockpit” com três displays, a integração de um sistema de controle automático de voo (AFCS),  novos equipamentos de rádio comunicação e navegação, novos bancos com absorção de energia e ajuste em altura, proteção balística do posto de pilotagem e novos braços do armamento.

A parceria entre Helibras e a Becker Avionics atende também aos requisitos de nacionalização da produção, manutenção e serviços dos helicópteros no Brasil. De maneira geral, para cada um dos equipamentos inclusos na modernização, Exército e Helibras buscaram fornecedores, tal como a Becker do Brasil, capazes de propor não somente o fornecimento, mas também a manutenção local dos mesmos, com a mesma expertise e qualidade que no pais de origem.

O programa de modernização teve início em janeiro de 2012 e o término está previsto para 2018.


As informações são"Helibras, Assessoria de Imprensa".Sempre é citado o link de referência.

A possibilidade de a Embraer tornar-se fabricante de helicópteros brasileira pode ser uma pulga atrás da orelha, mas não afeta os planos da Helibras — até agora a única indústria da América Latina nesse mercado — de manter sua estratégia de conseguir projetar o primeiro helicóptero no Brasil e comemorar 35 anos de atuação no país com grande expectativa de crescimento de produção e de novas contratações.
“Nós já fabricamos 700 helicópteros e temos desenvolvido tecnologia para ampliar cada vez mais a participação do produto nacional em nossas aeronaves. Não se consegue isso de uma hora para outra”, comemora Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras, em entrevista exclusiva ao BRASIL ECONÔMICO.
Caso seja consolidado, o acordo da Embraer com a Agusta traz para dentro do Brasil uma concorrência global, já que as quatro maiores fabricantes mundiais de helicópteros são justamente a franco-alemã Eurocopter (dona de 75% da Helibras), a italiana Agusta, a Sikorsky (EUA) e a Bell (EUA). “Acho que seria o caso de perguntarmos: qual outro país tem duas fabricantes de helicópteros em um mesmo local?”, questiona Marson, ponderando que um cenário assim deve trazer aumento de concorrência por mão-de-obra, fornecedores e tecnologia — e não apenas de produção e venda —, algo que, até então, só tem sido viável no mercado americano, o maior do mundo, especialmente na área militar.
Considerando a alta expectativa de crescimento da demanda brasileira (leia mais no texto ao lado), porém, alguns especialistas acreditam que haja espaço para esse tipo de concorrência, caso ela realmente se concretize. Não é a primeira vez que a Agusta sugere investir em uma linha de fabricação brasileira, mas só agora passa a contar com uma parceria de peso como esta da Embraer.
No entender do presidente da Helibras, contudo, talvez seja preciso olhar com mais atenção o comunicado distribuído pela fabricante brasileira de aviões. “O texto fala especialmente em um acordo de marketing. Penso que essa seria a prioridade da parceria”, diz.
Com uma nova fábrica inaugurada em Itajubá (MG) em outubro — que envolveu o investimento de US$ 430 milhões —, a Helibras começa a cumprir um grande acordo para fornecer 50 aeronaves para as Forças Armadas Brasileiras. A previsão de Marson é de que, a partir do ano que vem, grande parte dessa encomenda seja entregue, num processo que deve terminar em 2017. Por enquanto, ele conta, já saíram da fábrica cinco helicópteros.
Foi justamente a criação da Estratégia Nacional de Defesa pelo governo brasileiro, em 2008, um dos principais fatores que impulsionaram a parceria entre a Helibras e a Eurocopter. Atualmente, 11% do valor agregado nos modelos entregues às Forças Armadas são nacionais, ou seja, composto por peças e componentes fabricados por indústrias brasileiras. Mas, até 2017, as aeronaves militares estarão sendo entregues com 50% de índice de nacionalização, segundo Marson.
A Helibras também produz um dos modelos de maior comercialização, o Esquilo, hoje com 48% de peças e componentes brasileiros. “Na versão policial do Esquilo já alcançamos mais de 50% de nacionalização”, diz. Todo esse crescimento já permitiu que a empresa ampliasse de 260 para 750 o número de seus funcionários. Até o ano que vem, eles devem somar 950.



As informações são"Economia - iG via Brasil Econômico - Cláudia Bredarioli".Sempre é citado o link de referência.

Oficina da Helibras em São Paulo recebe certificação da Aviação do Exército


A oficina da Helibras localizada no Campo de Marte, em São Paulo, recebeu uma certificação da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx), órgão de apoio setorial responsável pela gestão dos helicópteros da AvEx, para realizar reparos e inspeções em células de aeronaves militares Helibras AS.350 L1 Esquilo e AS.550 A2 Fennec, além de manutenção e reparo em equipamentos de aeronaves fornecidos para a Aviação do Exército.
As aeronaves EB-1008 AS350 L1 (Esquilo) e EB 1025 AS550 A2 (Fennec) já passaram por inspeções na oficina paulista, recebendo diversas intervenções, desde junho.

"Além de valorizar o know how da empresa, o certificado é um importante passo para a Helibras alcançar um dos seus objetivos, que é o aumento da capacidade e produtividade nos hangares e oficinas de manutenção como o de São Paulo, que está alinhado à qualidade dos serviços prestados pela Helibras", afirma Flávio Pires, vice-presidente de Suporte ao Cliente e Serviços da empresa.
No próximo ano, a previsão é de que outros helicópteros Esquilo/Fennec da AvEx recebam inspeção e manutenção na oficina paulista.
Aproximadamente 80 aeronaves da frota da AvEx foram fabricadas pela Helibras/Eurocopter. A DMAvEx conta com o apoio da Helibras há mais de vinte anos, para manter a disponibilidade e operacionalidade das aeronaves da frota da Aviação do Exército.
A frota de helicópteros Esquilo/Fennec do Exército Brasileiro alcançou, em agosto de 2011, 100 mil horas de voo. O cálculo inclui as missões realizadas por todas as 36 aeronaves desde 1989, quando a primeira unidade foi incorporada ao 1º Batalhão de Aviação do Exército (BAvEx).



As informações são"creditorial ".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:Alan Alves 

Helibras participa de Feira de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Minas Gerais


Empresa estará com um estande no campus da UFMG, em Belo Horizonte, entre os dias 19 e 22 de novembro.
A Helibras vai participar da primeira edição da Feira de Engenharia Aeronáutica da Universidade Federal de Minas Gerais, que acontece entre os dias 19 e 22 de novembro, em Belo Horizonte.
Nestas datas, os alunos poderão visitar o estande da empresa, conhecer seus negócios e produtos, e assistir a palestras e minicursos no Campus Pampulha, das 8h às 18h. Ainda na feira, uma equipe de recrutamento da Helibras estará atenta a possíveis candidatos a estágio profissional, podendo realizar entrevistas.
“Este evento é parte essencial das nossas estratégias para estreitar o relacionamento com universidades tradicionais e bem conceituadas, como a UFMG, além da possibilidade de atração de novos talentos”, comenta Miranda Lopes, diretora de Recursos Humanos da Helibras.
A abertura da feira acontece no dia 19/11, segunda-feira, às 8h30, com uma palestra especial no auditório da Escola de Engenharia da UFMG, no Campus Pampulha.
A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1978 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 700 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 600 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo. Em 2011, a empresa teve um faturamento de R$ 288 milhões. | www.helibras.com.br
Eurocopter e a EADS-Fundado em 1992, o grupo franco-alemão-espanhol Eurocopter é uma divisão do Grupo EADS e emprega aproximadamente 20 mil pessoas. Em 2011, a Eurocopter confirmou sua liderança mundial na fabricação de helicópteros com um volume de negócios de € 5,4 bilhões, encomendas de 457 novos helicópteros e 43% de participação de mercado nos segmentos civil e governamental. Os helicópteros do Grupo são responsáveis por 33% da frota mundial nos mercados civil e governamental. A forte presença internacional da Eurocopter é garantida por suas sudsidiárias e participações em 21 países. Sua rede mundial de centros de serviços, de treinamento, distribuidores e agentes certificados oferecem suporte a cerca de 2.900 clientes. Atualmente, há mai s de 11,3 mil helicópteros Eurocopter em operação em 149 países. A Eurocopter oferece a maior gama de helicópteros civis e militares do mundo e está totalmente comprometida com a segurança, sendo este o aspecto mais importante de seus negócios.
A EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa, segurança e serviços relacionados. Em 2011, o Grupo, que inclui a Airbus, Astrium, Cassidian e Eurocopter, faturou € 49,1 bilhões e empregou aproximadamente 133 mil pessoas. No Brasil, a EADS mantém investimentos há 34 anos, tendo iniciado sua presença por meio da Helibras, subsidiária local da Eurocopter. Também está presente por meio da EADS Brasil, da Cassidian Brasil, da Astrium Geo Information Services Brasil, do escritório de representação da Airbus Military, da Equatorial Sistemas, da qual a Astrium é acionista, e de uma joint venture entre a Cassidian e a Odebrecht. Desenvolve parcerias de longo prazo com clientes como a TAM, Forças Armadas, Polícia Federal, Agência Espacial Brasileira (AEB ), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e as forças policiais 


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência.

Helibras inaugura fábrica de helicópteros de grande porte no Brasil


A Helibras inaugura, nesta terça-feira (2 de outubro), uma nova linha de produção em sua unidade de Itajubá (MG), na qual serão produzidos os helicópteros EC725, adquiridos pelas Forças Armadas brasileiras, e também a versão civil da mesma aeronave, o EC225, utilizada no transporte entre o continente e as plataformas de exploração de petróleo em alto-mar.
O investimento total do projeto é de R$ 420 milhões. Este montante contempla as instalações físicas, os programas de treinamento, e todas as obras e inovações necessárias à produção dos helicópteros. A origem de todo esse investimento é a assinatura do contrato entre o consórcio Helibras/Eurocopter e o Comando da Aeronáutica, em 2008, no valor de € 1,9 bi, e que pela primeira vez contemplou uma aquisição conjunta das três Forças Armadas.
Por meio desse acordo, a Helibras se comprometeu a produzir, no Brasil, 50 helicópteros multimissão de grande porte com 50% de conteúdo nacional agregado, incorporando, assim, os conceitos estabelecidos pela nova Estratégia Nacional de Defesa, que, além de capacitar os órgãos e empresas de defesa brasileiros, exige o domínio das tecnologias envolvidas e oferece incentivos para o desenvolvimento da indústria nacional.
“Este é um programa que atende aos interesses do governo de adquirir helicópteros personalizados com domínio da tecnologia e incentivo à indústria nacional; ao consórcio Helibras/Eurocopter, que se capacita para produzir aeronaves mais complexas através da demanda gerada pelo atual contrato, além de incentivar a indústria aeronáutica local, que vai se desenvolver beneficiando uma importante cadeia de fornecedores”, avalia Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.
No que diz respeito a esta cadeia de fornecedores, a Helibras já contratou 14 empresas brasileiras que fabricam partes, peças e serviços e que já vêm realizando os treinamentos necessários para pilotos, mecânicos, técnicos e engenheiros – na França e no Brasil. Tudo com o acompanhamento de representantes das três Forças Armadas, garantindo a efetiva transferência de tecnologia exigida pelo governo brasileiro para este programa.
Entrega de aeronaves do projeto EC725 -Seguindo o cronograma do projeto, quatro unidades do EC725 já foram entregues - três em dezembro de 2010 e uma em julho de 2012. O prazo total para a entrega das 50 aeronaves é 2017.
Enquanto isso, os próximos helicópteros, que serão finalizados no Brasil, já se encontram em Itajubá. Dentre eles está a unidade que servirá de modelo para o desenvolvimento e a integração de sistemas e a primeira a passar integralmente pela linha de produção de Minas Gerais.
Centro de Engenharia coloca Helibras como um dos pilares do Grupo neste setor -Entre as inovações promovidas na empresa por conta do contrato com as Forças Armadas está o desenvolvimento do Centro de Engenharia. Nos últimos três anos, este setor cresceu tanto que o número de engenheiros aumentou seis vezes: de nove em 2009, passou a 70 neste ano.
Recentemente, o Centro recebeu da Eurocopter o Design Authorized Organization Certificate, o que elevou a empresa ao quarto pilar de engenharia do grupo, juntamente com a França, a Alemanha e a Espanha.
Com a expansão e a capacitação da Helibras , “estamos prontos para iniciar entendimentos com as mais altas autoridades brasileiras para avaliarmos as possibilidades para o futuro desenvolvimento e construção de um helicóptero brasileiro”, explicou Lutz Bertling, presidente do grupo Eurocopter. A afirmação de Bertling ratifica a aposta no futuro e a confiança nas parcerias de sucesso que transformaram a empresa em uma das maiores fornecedoras de helicópteros militares e governamentais, presente em quase todos os estados brasileiros.
Selo de modernidade -As novas instalações do complexo industrial da Helibras em Itajubá, Minas Gerais, foram construídas a partir das técnicas mais atuais de engenharia, dos mais avançados materiais utilizados na construção civil e com modernos conceitos de sustentabilidade.
Desde a preparação do terreno de 12 mil m², houve uma grande preocupação com os aspectos sustentáveis da construção, que começou com a doação da grama existente no local. Os materiais das estacas não utilizadas também foram doados para a Prefeitura de Itajubá e utilizados em obras na cidade.
A arquitetura do prédio principal privilegia o controle de temperatura ambiente e o uso da luz solar na iluminação interna, bem como o controle do som gerado pelas atividades.
Painéis solares para aquecimento dos chuveiros, células fotovoltaicas alimentando a iluminação externa e as venezianas industriais com aletas translúcidas para promover a ventilação, em conjunto com as demais tecnologias presentes na edificação, permitirão uma interessante economia de energia.
A cobertura também obedece a conceitos de sustentabilidade e a água da chuva no perímetro do novo hangar será recolhida e utilizada nos processos industriais.
“As novas instalações da Helibras vão permitir uma economia de energia de 231 Kwh/mês e de 20 m³ no consumo de água”, revela Eduardo Mauad, vice-presidente executivo da Helibras. “Além disso, com a intensificação do programa de coleta seletiva de material reciclável, vamos contribuir com aproximadamente 4 toneladas/mês de materiais diversos, o que representa um importante incentivo com a preservação ambiental na cidade”, completa o executivo.
A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1978 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 700 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 600 helicópteros no Brasil, sen do 70% do modelo Esquilo. Em 2011, a empresa teve um faturamento de R$ 288 milhões. [www.helibras.com.br].
Eurocopter e a EADS -Fundado em 1992, o grupo franco-alemão-espanhol Eurocopter é uma divisão do Grupo EADS e emprega aproximadamente 20 mil pessoas. Em 2011, a Eurocopter confirmou sua liderança mundial na fabricação de helicópteros com um volume de negócios de € 5,4 bilhões, encomendas de 457 novos helicópteros e 43% de participação de mercado nos segmentos civil e governamental. Os helicópteros do Grupo são responsáveis por 33% da frota mundial nos mercados civil e governamental. A forte presença internacional da Eurocopter é garantida por suas sudsidiárias e participações em 21 países. Sua rede mundial de centros de serviços, de treinamento, distribuidores e agentes certificados oferecem suporte a cerca de 2.900 clientes. Atualmente, há mai s de 11,3 mil helicópteros Eurocopter em operação em 149 países. A Eurocopter oferece a maior gama de helicópteros civis e militares do mundo e está totalmente comprometida com a segurança, sendo este o aspecto mais importante de seus negócios.
A EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa, segurança e serviços relacionados. Em 2011, o Grupo, que inclui a Airbus, Astrium, Cassidian e Eurocopter, faturou € 49,1 bilhões e empregou aproximadamente 133 mil pessoas. No Brasil, a EADS mantém investimentos há 34 anos, tendo iniciado sua presença por meio da Helibras, subsidiária local da Eurocopter. Também está presente por meio da EADS Brasil, da Cassidian Brasil, da Astrium Geo Information Services Brasil, do escritório de representação da Airbus Military, da Equatorial Sistemas, da qual a Astrium é acionista, e de uma joint venture entre a Cassidian e a Odebrecht. Desenvolve parcerias de longo prazo com clientes como a TAM, Forças Armadas, Polícia Federal, Agência Espacial Brasileira (AEB ), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e as forças policiais estaduais.


As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência.

Helibras prepara 1º helicóptero nacional


A Eurocopter europeia está capacitando a sua coligada no Brasil, a Helibras, de Itajubá, no sul de Minas, para desenvolver, até 2025, o primeiro helicóptero de projeto e construção nacionais.
"A aeronave será entregue ao mercado mundial em meados da década de 2020", disse ontem ao Estado o CEO internacional do grupo, Lutz Bertling, que participa, hoje, da inauguração da nova fábrica, dedicada à linha de produção do modelo militar EC725. Para o presidente da Helibras, Eduardo Marson, o helicóptero brasileiro "era um plano, agora é meta".
O governo comprou 50 unidades do EC725, um contrato de 1,9 bilhão. O lote principal, de 48 unidades, será destinado à Marinha, Exército e Aeronáutica. Os outros dois estão destinados ao GTE, o Grupo de Transporte Especial da Força Aérea, responsável pela frota da Presidência.
O pavilhão industrial em Itajubá, com as unidades dos serviços de apoio - de um banco digital de testes e centro de treinamento à área de qualificação de empresas fornecedoras de peças e componentes -, implicam investimentos de R$ 420 milhões. O programa prevê índice de nacionalização de 50% no EC725/Br. O número de empregos locais na Helibras passou de 260 em 2009 para os atuais mais de 700.
Segundo Lutz Bertling, a Eurocopter "está aberta para receber sinais positivos do governo federal no sentido de compartilhar a aspiração (de produzir um helicóptero próprio no País)". "Estou preparado para debater com a presidente Dilma Rousseff e com o ministro Celso Amorim a melhor maneira de prosseguir rumo ao nosso objetivo", disse.
O CEO mundial considera desafio prioritário, "consolidar, na Helibras, toda a capacidade para torná-la uma fabricante de helicópteros a serviço dos mercados globais". Isso está sendo realizado, revela, "por meio do estabelecimento da gestão das cadeias de fornecimento nas quais estamos integrando soluções oferecidas pelas nossas áreas de pesquisa e desenvolvimento". O resultado, diz, "é um consistente processo de transferência de tecnologia para os operadores brasileiros". Até setembro, a Helibras já havia assinado contratos com 14 grupos nacionais para fornecimentos diversos, incluindo serviços.
A planta industrial do EC725, está em atividade. O espaço principal é de 12,7 mil m², acrescentados de 1,7 mil ² descobertos para manobras e ensaios de campo. No local estão abrigadas duas linhas: do grande EC725-Super Cougar e do pequeno Esquilo.
A aposta da hora é o EC725. A aeronave leva dois pilotos e mais 28 combatentes a distância máxima de 808 km e a velocidade de 262 km/hora. O futuro tipo a ser projetado será definido mediante pesquisa do mercado em geral e da demanda específica de clientes - as Forças Armadas, por exemplo. As providências internas da empresa avançam. A Helibras recebeu há duas semanas o certificado de engenharia de projeto, atribuído no grupo Eurocopter apenas à França, à Alemanha e à Espanha.


As informações são"MSN via estadao.com.br".Sempre é citado o link de referência.

Helibras projeta modelo 100% nacional e fomenta parcerias


O plano da Eurocopter, controlada pela poderosa EADS, de projetar um helicóptero mundial no Brasil ganha mais impulso a partir de hoje, com a inauguração da nova linha de produção da Helibras, subsidiária da companhia europeia em Itajubá (MG). Para firmar ainda mais sua intenção, anuncia hoje duas parcerias de peso dentro da cadeia produtiva brasileira do EC 725, uma sofisticada aeronave de transporte civil e de missões militares. O primeiro é com a Atech, joint venture entre a Embraer e a Cassidian ( empresa do grupo EADS) para a produção de sistemas navais.
O outro é com a Inbra Aerospace, que vai produzir em Mauá (SP) a fuselagem intermediária, parte que une a cabine principal à cauda do helicóptero. A transferência tecnológica, a construção de uma linha de produção e o treinamento custarão R$ 17,5 milhões à Inbra e a credenciará para fornecer o equipamento para outras linhas de produção do EC 725 ao redor do mundo.
A nova fábrica da Helibras, que custou R$ 430 milhões, contando com o centro de engenharia e formação de mão de obra, também abrigará a produção do Esquilo, um dos modelos mais populares do mundo. A unidade antiga passa a realizar os trabalhos de manutenção das aeronaves.
“Nosso centro de engenharia possui os mesmos meios tecnológicos que as instalações da Eurocopter na França, na Alemanha e na Espanha. Temos 70 engenheiros ante os 300 da matriz francesa, mas os níveis dos softwares e de processos são os mesmos que os europeus”, afirmou ao BRASIL ECONÔMICO Eduardo Marson, presidente da Helibras desde 2009.
Mas deve levar um tempo, contudo, para que o projeto do helicóptero nacional ganhe músculos, de acordo com o executivo. “Antes de mais nada, devemos conversar com potenciais clientes para decidir os próximos passos”, disse Marson, que acredita que o futuro helicóptero tenha uso dual - militar e civil. O modelo 100% brasileiro pode ganhar linhas de produção mundo afora. Hoje, os helicópteros made in Brasil foram desenvolvidos pela Eurocopter, maior fabricante dessas aeronaves no mundo, e produzidos sob licença.
O governo, claro, também será ouvido. “A construção de um novo modelo de helicóptero movimenta uma engrenagem enorme. E queremos ter a mesma visibilidade mundial que a Embraer, assegurar aos nossos clientes linhas de financiamento vantajosas e, com isso, ser uma forte alternativa para a Eurocopter diante de encomendas mundiais”, disse Marson. Vale lembrar que Embraer e Helibras possuem o mesmo berço: nasceram dentro do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, mais conhecido como CTA, em São José dos Campos (SP). Em 2013 a fabricante de helicópteros completa 35 anos.
A nova linha da Helibras foi construída para atender à maior parte das encomendas do governo brasileiro, que no fim de 2008 formalizou o pedido de 50 helicópteros EC 725 para modernizar e ampliar as Forças Armadas do país. O acordo de US$ 2,4 bilhões foi assinado entre os então presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Nicolas Sarkozy. Dois equipamentos servirão à Presidência da República; Exército, Marinha e Aeronáutica receberão 16 unidades cada um, sendo divididos entre missões de combate e de transporte de tropas.
Quatro deles - um para cada Força e outro para a presidência - já foram entregues, produzidos na fábrica da Eurocopter na França. A estrutura do helicóptero de número 17 já está na linha mineira e terá 12% de conteúdo nacional quando ficar pronto. A intenção é chegar a 50% de valor agregado brasileiro. Para isso, a Helibras está reforçando sua cadeia de fornecedores - trazendo novas empresas e requalificando antigos parceiros de negócios. A fábrica deve operar a pleno vapor no fim do ano que vem e terá até 2017 para cumprir as encomendas do governo. 
Inbra se credencia para fornecimento internacional
Ao anunciar a Atech e a Inbra Aerospace entre seus novos parceiros, a Helibras aumenta para 16 o número de fornecedores do do modelo EC 725 e de sua futura versão civil, o EC 225. A fabricante brasileira de helicópteros passa por um longo processo de transferência tecnológica e de qualificação de antigos fornecedores para chegar aos 50% de conteúdo nacional nos aparelhos militares, condição que consta do contrato entre os governos do Brasil e da França, assinado em 2008. O patamar de 50% de nacionalização deve ser alcançado a partir da produção do exemplar de número 24, em meados de 2015.
Salto global
De acordo com Melis de Bruyn, diretor industrial da Inbra Aerospace, a companhia está na primeira das quatro etapas de transferência tecnológica da fuselagem intermediária do EC 725. Na conclusão do processo, a empresa poderá fabricar toda a estrutura. Enquanto isso, já vai produzir, neste ano, alguns componentes da estrutura em sua fábrica em Mauá (SP). Uma equipe de oito pessoas passou três meses dentro das instalações da Eurocopter, na França, para absorver conhecimentos. A exportação dos equipamentos, porém, deverá acontecer somente após 2014.
“A transferência de tecnologia da Eurocopter nos credencia a produzir peças de classe de segurança nível 1, que podem ser exportadas para o mundo todo”, comemora o executivo. Na indústria aeroespacial há três níveis de segurança para as peças e componentes: caso sofram alguma avaria em voo, as peças de nível 3 não comprometem a segurança do voo; as de nível 1 não podem apresentar falhas, sob o risco de afetar a segurança em voo.
A Inbra Aerospace investiu R$ 17,5 milhões na nova linha em Mauá, incluindo o treinamento de funcionários. Há ainda a intenção da Inbra de abrir uma nova unidade em São Bernardo do Campo (SP) para atender à futura demanda.
A fuselagem intermediária é feita majoritariamente com compostos de carbono e outros materiais complexos. Eles serão unidos por um processo de colagem estrutural, livrando a fuselagem rebites e parafusos. “É uma tecnologia bastante difícil, mas que proporciona mais segurança do que peças unidas com rebites”, explica Bruyn.
Mão brasileira
A Helibras enviou mais de cem funcionários à França para acompanhar de perto a montagem do EC 725 e também dos complexos sistemas de segurança embarcados nas aeronaves militares — dependendo da configuração e do tipo de missão, deverá contar com sonar, radares, armamentos e muita tecnologia de guerra eletrônica. “É um processo bastante delicado, em que um equipamento deve funcionar com precisão e sem interferir nos demais aparelhos”, explica Eduardo Marson, presidente da Helibras.
A Embraer, afirma Marson, foi um dos grandes “fornecedores” de mão de obra especializada, mas que tiveram de passar por treinamento igualmente intenso nos últimos meses. n P.N.
Caça, helicóptero, fusão: a luta da EADS para crescer
Embora não assuma, o interesse do Eurocopter em desenvolver no Brasil um helicóptero mundial faz parte dos esforços do poderoso conglomerado de aviação e defesa EADS de avançar seus domínios para novos mercados e depender menos do continente europeu.
Neste sentido,a companhia de capital francês, alemão e espanhol está às voltas com a proposta de fusão com outra grande representante do segmento de defesa, a inglesa BAE Systems. A operação, caso saia do papel, deve criar a maior companhia do segmento do mundo, com US$ 45 bilhões em negócios por ano. A fusão daria à EADS acesso ao ultraprotegido mercado americano por meio dos contratos firmados pela BAE com as Forças Armadas locais.
Entretanto, o negócio sofre com o fogo cruzado de acionistas e governos dos países que abrigam instalações das duas empresas. Elas têm até o dia 10 para ratificar a intenção de levar o negócio adiante.
O primeiro sinal contrário ao negócio foi de Arnaud Lagadere, um dos principais acionistas individuais da EADS. “Ainda não está claro qual será o ganho de escala que a fusão das empresas irá gerar”, questionou o empresário francês por meio de sua assessoria de imprensa. Os comentários aumentaram a pressão sobre os ombros dos presidentes da EADS, Tom Enders, e da BAE, Ian King, horas depois de pedirem que os investidores peçam em seus países regras mais flexíveis para que a operação siga adiante, uma forma de conter a forte oscilação dos papeis das empresas nas bolsas internacionais.
Caças
A EADS também se esforça, mesmo que indiretamente, para emplacar as vendas do caça Rafale, produzido pela francesa Dassault para as forças aéreas internacionais, incluindo o Brasil. O conglomerado francês é dono de pouco mais de 46% das ações da Dassault.
E o Brasil, mais uma vez, é foco de atenção do conglomerado, uma vez que decidirá no início do ano que vem o fornecedor de 36 caças para reforçar a Força Aérea local. Além do Rafale francës, estão na disputa o Gripen, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da Boeing. Nos últimos tempos, a companhia americana é quem tem feito os maiores esforços para agradar ao governo brasileiro. Criou parcerias locais para o desenvolvimento de combustíveis limpos e formalizou parceria com a Embraer para desenvolver e comercializar o cargueiro militar KC 390, projeto que há muito tempo estava parado nas pranchetas.



As informações são"IG Patrícia Nakamura - Brasil Econômico Com Reuters".Sempre é citado o link de referência. O conteúdo é de Responsabilidade:

Helibras inaugura fábrica em Minas Gerais


A Helibras inaugura nesta terça-feira (2) fábrica em Itajubá, Minas Gerais, para produzir 50 helicópteros militares EC725, destinado as Forças Armadas. A unidade também será usada para a fabricação do AS 350 Esquilo, atualmente o único helicóptero produzido no país.
Outra que será produzido é a versão civil do EC 725, chamada de EC 225, helicóptero utilizado para transportar trabalhadores às plataformas de petróleo.
Com isso, a Helibras deve triplicar o número de seus funcionários: em 2008, havia 300; em 2017, a previsão é cerca de mil. Um dos objetivos da Helibras é projetar e construir um helicóptero no país em uma década.


As informações são"monitormercantil".Sempre é citado o link de referência.

Helibras inaugurará nova linha produção de helicópteros

A brasileira Helibras, filial da fabricante Eurocopter, inaugurará uma nova linha de produção de helicópteros militares no próximo dia 2 de outubro, informou nesta terça-feira a empresa.

A inauguração do novo hangar da fábrica, na cidade de Itajubá, em Minas Gerais, contará com a presença de autoridades locais e do executivo-chefe da Eurocopter, Lutz Bertling, segundo um comunicado.
A nova fábrica se destinará à montagem dos novos helicópteros militares EC725, que serão vendidos à Força Aérea do Brasil, além do modelo AS350 Esquilo.
Metade das peças do novo helicóptero militar será fabricada no Brasil e o restante, na França, nas instalações da Eurocopter.
As Forças Armadas brasileiras compraram 50 unidades do EC725 por US$ 2,45 bilhões, segundo um contrato assinado em 2008.
O investimento no novo hangar chegou a US$ 208 milhões e incluiu a construção de um banco de testes, um simulador de voo e instalações auxiliares.
Quando o contrato foi assinado, em 2008, a fábrica da Helibras tinha 300 trabalhadores; hoje o quadro de funcionários já foi ampliado para 700 pessoas e chegará a cerca de mil em 2017.
A Helibras também prevê produzir a versão civil do EC725, que se chamará EC225 e servirá para operações de transporte de equipes a plataformas petrolíferas em alto mar.


As informações são"EXAME.com".Sempre é citado o link de referência.

Chuva faz helicóptero militar pousar em Candelária


A chuva intensa que atinge a região desde sábado, 15, causou transtornos para o piloto de um helicóptero Super-Puma/Cougar EC 725, na manhã deste domingo, 16, em Candelária. Por causa da falta de visibilidade, ele precisou fazer um pouso de emergência em um campo localizado próximo ao trevo que dá acesso ao Bairro Marilene.
Dezenas de pessoas aproveitaram o fato inusitado para conhecer de perto o helicóptero e fotografar ao lado dele. As imagens do EC 725 foram compartilhadas no Facebook. Conforme informações preliminares, o helicóptero teria partido de Porto Alegre no início da manhã e pertenceria ao 1º Batalhão de Aviação do Exército. Próximo ao meio-dia ele seguiu viagem.

As informações são"GAZ por LUANA RODRIGUES".Sempre é citado o link de referência.

Helibras está perto de fechar venda de super-helicóptero


A fabricante de helicópteros Helibras iniciou a operação de sua nova fábrica no melhor estilo mineiro, quietinha, e já entregou quatro unidades de sua aeronave de grande porte para as Forças Armadas e à Presidência da República, o EC-725. Porém, esse período de pouco barulho deverá se encerrar em breve com a inauguração oficial da unidade e com novos contratos para a venda do aparelho, que pode chegar a custar US$ 30 milhões. Este valor se assemelha ao de muitos jatos executivos de grande porte. A perspectiva é atender a parcela de 50% da demanda por helicópteros para o transporte de pessoas na indústria de petróleo e gás, que deverá ser de 100 aeronaves que transportam quase 20 pessoas.
De acordo com o presidente da fabricante, cuja sede está em Itajubá (MG), Eduardo Marson, a nova unidade foi viabilizada por meio do contrato fechado com o governo para o fornecimento de 50 unidades do helicóptero, dividas entre  Exército, Marinha e Aeronáutica (16 unidades para cada Força) mais duas para a Presidência. Se a fábrica produzisse o modelo mais popular da empresa, o Esquilo, na nova planta, elevaria a  capacidade da Helibras entre quatro e cinco vezes. Segundo Marson, a controladora da companhia, a europeia Eurocopter, vê o Brasil como estratégico.
“Hoje o Brasil é o quarto pilar da Eurocopter, empresa a que pertencemos e que por sua vez faz parte do conglomerado Eads ([a mesma que controla a Airbus]”, disse Marson. “Essa percepção da matriz tem como base o potencial de crescimento no Brasil, a nossa ideia é de atender ao setor de petróleo e gás, após os pedidos militares. Estamos em negociação com clientes para anunciar as primeiras vendas civis na inauguração da fábrica, e isso deve ocorrer em breve”, prometeu o executivo, em entrevista exclusiva ao DCI.
Os 46 helicópteros restantes do pedido governamental deverão ocupar a capacidade da Helibras até 2017, mas já a partir de 2015 a empresa poderá começar a fabricação de unidades civis. Entre os planos da empresa está a conquista de grandes contratos para o fornecimento de aeronaves para o transporte de trabalhadores na indústria de petróleo e gás em alto-mar.
“Para ter ideia, a Petrobras anunciou que terá uma demanda entre 180 e 200 helicópteros nos próximos cinco anos e, destes, 50% serão de grande porte”, disse Marson, que destacou a perspectiva de que seus produtos têm vantagem perante a concorrência por serem aptos ao financiamento pelo Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Na indústria aeronáutica brasileira apenas a Helibras e a Embraer são ‘finamizáveis’”, comentou. Essas aeronaves de grande porte podem carregar 19 passageiros. Além disso, esse segmento da indústria pode elevar ainda a receita com serviços e manutenção em função do alto número de horas de voo dessas aeronaves em comparação com o segmento de aviação executiva normal. As prestadoras de serviço às petroleiras voam 120 horas por mês, enquanto na executiva são 20 horas no mesmo período. Outra possibilidade de crescimento da empresa está no desenvolvimento de um produto totalmente nacional, “o helicóptero brasileiro”, como o classifica Marson. Segundo o executivo, a nova fábrica conta com uma equipe de 70 engenheiros alocados não só para o projeto das unidades governamentais, mas para futuros desenvolvimentos, com o apoio da Eurocopter. 
Entre as razões para esse otimismo, está o crescimento do mercado e das operações da empresa por aqui. Apesar de considerar a cidade de São Paulo próxima da maturidade em número de aeronaves, o País apresenta outras regiões onde pode se desenvolver. Tanto que a empresa abriu uma nova frente de atuação: um escritório de vendas na Região Nordeste, na cidade de Fortaleza. Ele citou ainda a demanda no centro-oeste, com o agribusiness, e no Espírito Santo com os ‘novos milionários do pré-sal’ ”.
Crescimento
A Helibras registrou um faturamento de R$ 288 milhões em 2011, resultado da produção e entrega de 33 novas aeronaves e do aumento da participação da venda de serviços. Deste total, R$ 212 milhões (74%) foram gerados pelas operações de vendas de novos helicópteros, e R$ 76 milhões pela prestação de serviços e venda de peças de reposição. Das entregas, 26 unidades tiveram como destino o mercado executivo, e sete,  governos. Neste ano, a companhia trabalha com projeção de vender 40 unidades e entregar 32. 
A empresa inclusive adotou  um segundo turno na linha de produção para entregar as 42 aeronaves comercializadas, seis a mais que a capacidade nominal de produção da fábrica antiga, localizada na mesma cidade, que é de 36 helicópteros. 
No mundo, a Eurocopter gerou  faturamento recorde em 2011, decorrente da entrega de 503 aeronaves e negócios de 5,4 bilhões de euros, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. 


As informações são"panoramabrasil Por: Maurício Godoi".Sempre é citado o link de referência.

Helibras assina cinco contratos de venda durante a Labace


A fabricante brasileira de helicópteros, Helibras, assinou cinco contratos de venda na Labace, feira de aviação que acontece no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. De acordo com a empresa, todas as negociações foram feitas no stand montado na feira.
A empresa divulgou que assinou o primeiro contrato de venda do modelo EC130 T2 no Brasil. O modelo, que é a versão atualizada do EC130, manteve as linhas externas, mas teve 70% da estrutura da célula modificada.
Além dele, os outros quatro contratos são de helicópteros da família Esquilo, sendo um AS350 B2 e três AS350 B3e - que custa cerca de US$ 12,5 milhões. O B3e é a mais nova versão dos Esquilos, com 43% de conteúdo nacional.
A empresa não divulgou o valor dos contratos e o nome dos compradores, mas afirmou que os compradores são dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A Helibras ainda afirmou que espera concretizar a venda de mais um helicóptero nesta sexta-feira, último dia da Labace.
A Latin American Business Aviation Conference & Exhibition (Labace) é a segunda maior feira do mundo na área de aviação executiva. Na edição de 2012, traz cerca de 70 aeronaves executivas, de fabricação nacional e estrangeira, e cerca de 190 expositores. São esperados 16 mil visitantes para três dias de feira, de 15 a 17 de agosto, e o valor da entrada é R$ 200. Os ingressos podem ser comprados no local. O evento atrai compradores, pilotos e profissionais do setor, mas é aberto a todo público.


As informações são"Terra".Sempre é citado o link de referência.

Helibras entrega helicópteros na Labace 2012


A Helibras vai participar da 9ª Labace – Latin America Business Aviation Conference & Exhibition, que acontece no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, entre nos dias 15, 16 e 17 de agosto (quarta. Quinta e sexta-feira). A empresa vai entregar três novas aeronaves a clientes brasileiros e apresentará a eles seus novos planos de fortalecimento da área de serviços – assistência técnica, revisão, manutenção e modernização de helicópteros, incluindo a expansão de sua rede de apoio no país.
No dia 15, uma empresa do Maranhão receberá seu primeiro helicóptero, um EC120 - aeronave com capacidade para quatro passageiros e um piloto que estará em exposição, e haverá a entrega simbólica de um AS350 B2 para um cliente paulista. No dia seguinte, um grupo paraibano recebe o AS350 B3e Esquilo, também em exposição no estande da Helibras. Estas aeronaves - as mais comercializadas pela empresa no Brasil - estarão expostas juntamente com um AS365 N3, biturbina médio ideal para o mercado executivo. Há ainda a expectativa de que sejam assinados novos contratos de vendas durante a feira.
“Como sempre, receberemos nossos clientes, apresentando nossos produtos e todo o apoio que uma empresa com base industrial no país e constante evolução tecnológica pode oferecer”, avalia François Arnaud, vice-presidente Comercial e de Marketing da Helibras.
Por ocasião do evento, algumas ações do Clube do Piloto – iniciativa da empresa voltada exclusivamente para pilotos de helicópteros – serão realizadas, como a premiação de um concurso de fotografia e ações de relacionamento com este público.
Atendimento ao cliente: o vice-presidente de Suporte e Serviços da Helibras Flávio Pires, que assumiu o cargo em virtude da nova estruturação organizacional da Helibras, realizada no final de 2011, também estará na LABACE para apresentar aos clientes os planos de crescimento e as melhorias nos serviços oferecidos no pós-venda.
Com larga experiência no gerenciamento de frotas de aeronaves, manutenção, vendas e na indústria aeroespacial, o engenheiro mecânico-aeronáutico está reorganizando toda a área de serviços e atendimento ao cliente, com o objetivo de aprimorar prazos, custos e tempo de disponibilidade das aeronaves Eurocopter/Helibras que, hoje, operam em todos os estados brasileiros.
“Estamos aumentando nossa capacidade e produtividade nas oficinas, para que cada helicóptero permaneça o menor tempo possível em manutenção; integrando nossa gestão de peças e componentes e abrindo, a partir deste ano, novas bases de atendimento – além das que atualmente funcionam na sede, em Itajubá (MG), e na oficina, em São Paulo (SP). Queremos nos aproximar cada vez mais dos clientes e dos locais onde seus helicópteros operam”, resume o executivo.
O investimento da Helibras na ampliação de sua área de suporte e serviços ao cliente resulta da ampliação da frota de aeronaves executivas da empresa no Brasil, que hoje é de 200 helicópteros ou 48% deste segmento de mercado – excluídos os modelos militares e governamentais também atendidos em termos de manutenção pela empresa.
A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1978 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 650 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 600 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo. Em 2011, a empresa teve um faturamento de R$ 288 milhões. [www.helibras.com.br].
Eurocopter e a EADS -Fundado em 1992, o grupo franco-alemão-espanhol Eurocopter é uma divisão do Grupo EADS e emprega aproximadamente 20 mil pessoas. Em 2011, a Eurocopter confirmou sua liderança mundial na fabricação de helicópteros com um volume de negócios de € 5,4 bilhões, encomendas de 457 novos helicópteros e 43% de participação de mercado nos segmentos civil e governamental. Os helicópteros do Grupo são responsáveis por 33% da frota mundial nos mercados civil e governamental. A forte presença internacional da Eurocopter é garantida por suas sudsidiárias e participações em 21 países. Sua rede mundial de centros de serviços, de treinamento, distribuidores e agentes certificados oferecem suporte a cerca de 2.900 clientes. Atualmente, há mais de 11,3 mil helicópteros Eurocopter em operação em 149 países. A Eurocopter oferece a maior gama de helicópteros civis e militares do mundo e está totalmente comprometida com a segurança, sendo este o aspecto mais importante de seus negócios.
A EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa, segurança e serviços relacionados. Em 2011, o Grupo, que inclui a Airbus, Astrium, Cassidian e Eurocopter, faturou € 49,1 bilhões e empregou aproximadamente 133 mil pessoas. No Brasil, a EADS mantém investimentos há 34 anos, tendo iniciado sua presença por meio da Helibras, subsidiária local da Eurocopter. Também está presente por meio da EADS Brasil, da Cassidian Brasil, da Astrium Geo Information Services Brasil, do escritório de representação da Airbus Military, da Equatorial Sistemas, da qual a Astrium é acionista, e de uma joint venture entre a Cassidian e a Odebrecht. Desenvolve parcerias de longo prazo com clientes como a TAM, Forças Armadas, Polícia Federal, Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e as forças policiais estaduais.



As informações são"Revistafator".Sempre é citado o link de referência.

Helibras lança Clube do Piloto e promove curso de formação em Curitiba

Em suas seções, portal oferece ações de atualização profissional e dicas para comandantes de todos os modelos de helicópteros.
Depois de comemorar o lançamento do Clube do Piloto em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Helibras promoveu uma festa para os pilotos da região de Curitiba, no dia 1º de agosto. As principais ações do Clube estão contidas num portal, destinado exclusivamente para comandantes de qualquer tipo de helicóptero e que tem por objetivo estimular a troca de experiências e de informações entre profissionais de aviação.
Durante a semana de lançamento na região sul, o Clube do Piloto realizou um Ground School, voltado ao modelo EC120, para 10 pilotos do Paraná e de Santa Catarina. Este curso é destinado à formação específica nesta aeronave, para que o piloto conheça o modelo e possa operá-lo. As aulas foram ministradas pelo centro de treinamento da Helibras.
“Esta é uma das ações previstas pelo portal, que ainda vai disponibilizar outras oportunidades de formação e atividades, conforme o interesse dos pilotos cadastrados”, explica Carla Metne, gerente de marketing da Helibras e coordenadora do projeto.
Cadastro -Para participar do Clube do Piloto, é necessário que o profissional cadastre-se no site, acessando-o em www.clubedopiloto.helibras.com.br ou pelo site da Helibras, informando o código de identificação na Anac. Após análise, o piloto terá acesso a um conteúdo exclusivo: concursos culturais, espaço para debates e oportunidades de cursos de especialização.
A Helibras também está nas mídias sociais: www.twitter.com/helibras| www.facebook.com/Helibras | www.youtube.com/HelibrasOficial|www.linkedin.com/company/helibras.
A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1978 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 650 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 600 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo. Em 2011, a empresa teve um faturamento de R$ 288 milhões. [www.helibras.com.br].
Eurocopter e a EADS-Fundado em 1992, o grupo franco-alemão-espanhol Eurocopter é uma divisão do Grupo EADS e emprega aproximadamente 20 mil pessoas. Em 2011, a Eurocopter confirmou sua liderança mundial na fabricação de helicópteros com um volume de negócios de € 5,4 bilhões, encomendas de 457 novos helicópteros e 43% de participação de mercado nos segmentos civil e governamental. Os helicópteros do Grupo são responsáveis por 33% da frota mundial nos mercados civil e governamental. A forte presença internacional da Eurocopter é garantida por suas sudsidiárias e participações em 21 países. Sua rede mundial de centros de serviços, de treinamento, distribuidores e agentes certificados oferecem suporte a cerca de 2.900 clientes. Atualmente, há mais de 11,3 mil helicópteros Eurocopter em operação em 149 países. A Eurocopter oferece a maior gama de helicópteros civis e militares do mundo e está totalmente comprometida com a segurança, sendo este o aspecto mais importante de seus negócios.

As informações são"Revista Fator".Sempre é citado o link de referência.